Ó lhó, lhó, sem segredinhos, ó

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Na minha opinião nenhum clube brasileiro da atualidade merece a alcunha de profissional. Palavra simples de ser pronunciada, dificílima de ser conquistada. Mas se há dois destes em terra Tupiniquins que caminham célere para esse status, aponto sem nenhum temor o São Paulo e o Internacional. Ambos possuem estrutura física, patrimônio, orçamento e torcida que fazem inveja a 99,9% dos seus pares.
Pois os dois gigantes nacionais estão há algum tempo protagonizando uma das maiores negociações internas do futebol brasileiro. O "objeto" dos desejos era o craque Oscar, recém-alçado a estrela da seleção de Mano Menezes. As discussões comerciais chegaram a bom termo e o Colorado gaúcho se comprometeu a depositar R$15milhões nos cofres do Morumbi. O que chama a atenção nesse processo é que não há uma clásula de confidencialidade que permita a omissão dos valores envolvidos. Trocando em miúdos, não são dignos da Certificação ISO9001. Toca.

Calma, sem pânico, nada de desespero

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Ontem o capitão Leandro Siva fez o que se espera do líder de um grupo. Chamou a imprensa e colocou alguns pontos faltantes nos "is" informativos que circulam pela capital. Resumidamente, salientou que a equipe cometeu erros, aprendeu a lição e que estes não haverão mais de acontecer. Erros, só novos. Também lembrou que ainda não é hora para desespero e que uma derrota não pode jogar pelo ralo uma sequência de 10 jogos de invencibilidade.

Tudo isso já sabemos, tanto que as críticas foram pontuais, relacionadas exclusivamente às invenções de mau gosto de Hemerson Maria na derrota para o América. Me preocupa que estejamos apenas na terceira rodada e já se ouça o mantra que o torcedor avaiano ouviu ao longo destes últimos dois anos. Coincidência ou não, declarações de "não é razão para desespero" só aparecem quando há razões de sobra para desespero. Que desta feita seja apenas coincidência mesmo.

Ele voltou, de novo

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As lições do selinho perdido

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No pré-jogo de ontem fantasiei que Hemerson Maria não faria o que todos esperavam de um time com três volantes: uma retranca pura e simples. Pois não deu outra e pela primeira vez em 11 jogos o treinador avaiano entrou em campo pensando primeiramente em não perder e, claro, perdeu. Foi um jogo ruim mas também pedagógico para as pretensões do Avaí nessa série B.
A primeira lição é que o elenco é limitado, fato constatado desde o início da temporada 2012 lá no RS. A segunda é que se Diogo Orlando é um jogador mediano no desarme, na posição inventada de armador é totalmente inútil. Quanto a Marcinho Guerreiro, bom, é um ex-atleta. Não consegue correr, marcar e se mantém fiel à sua característica de não dar um passe de 2m.
Terceira rodada, é cedo para se preocupar? Não, não é não. No ano passado ficamos nessa de acreditar que tudo se resolveria na próxima rodada e o Avaí amargou a zona de rebaixamento de ponta a ponta. Nesse momento o aproveitamento é de 30%, índice muito abaixo daquele que credencia os melhores à elite do futebol brasileiro. Barbas, já para o molho.

A maior canela do mundo

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"De negativo a falta de ousadia de Hemerson Maria que parece estar adquirindo o ranço de treinadores antigos, para os quais fora de casa qualquer empate é bom. Pior que isso, fecha o time com medo de todo e qualquer adversário. Jogando assim, o Avaí não passa do meio da tabela ao final da competição.
Outro fator negativo - de novo - é a inoperância do ataque avaiano. Temos quatro atacantes que não valem por um. Assistindo o jogo junto aos colegas da Conselharia, concluímos que Capixaba é dono da maior canela do mundo: não importa em que posição e altura a bola chegue, ele mata na canela. Todas as bolas. Nunes é preguiçoso, Felipe Alves parece ter esquecido como se joga bola e Laércio, bem… é o Laércio, né?" Texto parcial do pós-jogo de Marcelo Herondino que você lê por completo clicando aqui.

Aqui tem um bando de linguarudos

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Ontem tivemos o primeiro evento da Conselharia Azurra, com uma deliciosa macarronada servida para os 60 participantes que adquiriram sua camisa-passaporte para assistir a partida do Avaí contra o América/RN. A derrota foi indigesta, já o prato servido, dizem ter sido dos deuses. Logo acima o clic que juntou os três Felipes mais comilhões das redes sociais: o Borges, o Matos e o Silva. Nos próximos dias novas fotos serão publicadas no site oficial dos linguarudos azurras.

Avaí procura se reforçar

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Atacante Rafael Oliveira deixa o Paysandu e acerta com o Avaí
Embora Marcelinho Paulista não confirme, o portal da Globo afirma que a negociação já aconteceu e o atacante Rafael Oliveira saiu do Paysandu, time da série C, e aceitou a proposta do Avaí. O atacante ainda permanecerá em Belém esta semana, pois está em fase final de recuperação de uma lesão na coxa. A seguir cenas do próximo capítulo.

Além de rafael, nesta tarde haverá a apresentação de dois novos jogadores, possivelmente o volante Nenê Bonilha, vindo do Corinthians e o meia Jaílton, do São Bernardo. O atacante Diogo Costa corre por fora dacumpoco fecha. As contratações chegam em bando, mas a essas alturas isso é melhor que ficar parado quiném poste.

O coitado do Maria

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"Deu dó. Tecnicamente pífio, taticamente sofrível. A derrota para o América nos devolve a realidade de Camboriu, quando perdemos a última. Enquanto escrevo, escuto Miguel Livramento “envenenando” os torcedores contra o treinador. Hemerson Maria teve culpa? Não, amigos. Se alguém tem culpa, esse alguém chama-se João. Ele que vendeu, trocou, emprestou, enfim, fez todos os negócios do Avaí.
O coitado do Maria jogou com o que tinha, dentro das limitações que esse elenco esforçado possui. Diego Palhinha e Saldanha, segundo os entendidos (Miguel e o João), seriam os atletas para jogar. Bom, só na cabeça doente deles. Palhinha e Saldanha não jogaram nada em todas as oportunidades que tiveram. Hemerson Maria fez o que tinha que fazer.
Ah, a culpa é do Diogo Orlando e Marcinho Guerreiro? Não também. São funcionários esforçados, não cabe imputar-lhes responsabilidades. Zunino, o João, o presidente, este sim é o responsável. Dez jogos sem perder e um titulo. Foram longe demais. Nossa realidade é essa, coitado do Cleber Santana". Texto do blogueiro Emídio Jr., injuriado com a morosidade para contratação de reforços.

Almoço Solidário Projeto Novo Lar

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América sonhando com a liderança

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América pode assumir a ponta da tabela se vencer o Avaí e resultados ajudarem - Diego Hervani para o Diário de Natal
Podendo assumir a liderança da competição mesmo com uma partida a menos que a grande maioria dos rivais, o América entra em campo hoje, às 19h30, no estádio Nazarenão, em Goianinha, para encarar o Avaí/SC. A única novidade será o retorno de Márcio Passos no meio de campo. Reforços ficarão no banco de reservas. 
Depois de estrear com uma goleada diante do Goiás/GO, por 5 a 2, o alvirrubro folgou na segunda rodada, já que o seu adversário, o Vitória/BA, estava participando da Copa do Brasil. Agora, 10 dias depois, a equipe volta a campo e mesmo com um jogo a menos que a maioria dos outros times, pode terminar a noite na ponta da tabela.

Para conquistar mais três pontos o treinador Roberto Fernandes adotou a máxima de que "em time que está ganhando não se mexe" e praticamente o mesmo time titular que começou a competição. A única alteração será no meio de campo. Márcio Passos volta de suspensão e entra no lugar de Nata. Para o volante Ricardo Baiano o momento é de manter a boa sequência de resultados que o clube tem obtido. "Fizemos um jogo bom jogo na estreia. Espero que contra o Avaí possamos conquistar mais três pontos e assumir a liderança", frisou. Os catarinenses irão contar com o retorno do volante Marcinho Guerreiro, que se recuperou de lesão.

Linguarudos, de pé

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Ou melhor, de boca aberta. Boca aberta para se surpreender com a vitória de hoje do Avaí diante do América/RN e, entre um gol e outro, deliciar a gostosa macarronada que estará sendo servida na Toca do Leão. As primeiras 30 camisas-passaporte se esgotaram em pouco mais de uma hora após o início de sua venda e não restou outra alternativa que não produzir mais 30. Também foi vapt-vupt, o que deixou todo o staff feliz da vida.
E tudo isso sem ter "vendido o peixe" que além da camiseta personalizada, do jogo em PPV, do espaço exclusivo na Toca e da bela gastronomia à lá vonté, também serão distribuídos brindes aos participantes. E não são brindezinhos mixurucas não, meus queridos. Tem até duas camisas oficiais do Avaí que vão para sorteio. Há outras surpresas em termos de organização, coisas simples, mas feitas com muito carinho para um público pra lá de seleto. Nos vemos à partir das 19hs na Macarronada da Conselharia.

Avaí arma o bote contra o Mecão

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Hoje, às 19h30, o Avaí enfrenta o América/RN no acanhado estádio Nazarenão, em Goianinha, e deve voltar para Florianópolis com pelo menos um pontinho na bagagem. O Mecão jogou apenas uma partida na série B e sapecou uma goleada de 5x2 no respeitável Goiás e vem de sete vitórias consecutivas em 10 jogos de invencibilidade. De tolos não têm nada. Mas cá com meus botões, desconfio que Hemerson Maria está aprontando mais uma das suas.
Acredita-se que o treinador armará um meio de campo enferrolhado com as escalações de Marcinho Guerreiro, Mika e Diogo Orlando. Com três volantes num mesmo jogo não se poderia pensar algo diferente. Diz Hemerson que Guerreiro traz mais consistência a marcação e que Diogo fará as vezes de Robinho.  De início até acredito nessa configuração, mas desconfio que a surpresa será o avanço de Patric, aproximando-se de Cleber Santana para auxiliar o setor de criação da equipe.
De qualquer maneira fica evidente a urgência de qualificação do elenco. Ter que depender de Guerreiro, com sua idade avançada e vindo de um longo período de inatividade, só faz ressaltar a carência do Avaí em termos de opções. A roupinha da missa, se não é da Hugo Boss, pelo menos está limpa e passadinha, mas não é com apenas com uma muda de roupa que se faz um closet de respeito.

Essa Conselharia é um conforto

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Hoje, na Macarronada da Conselharia, o atendimento será um espetáculo à parte.

O problema não é só a camisa feia

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Chegou a vez da cidade de Aurora estampar a camisa do goleiro Diego. Como já repetido aqui muitas vezes, uma ação de Marketing bem elaborada mas muito mal executada. Embora o desaini dessas excomungadas monopolizem as atenções, gostaria de pinçar essa "desculpa têxtil" para falar um pouquinho de negócios, mais especificamente daqueles que há anos o Avaí não está realizando em quase todas as áreas. Essa camisa é apenas a ponta do iceberg. E haja socialização de prejuízos.

Apesar dos números "provarem" que esse paninho é lazarento, por certo o que dá azar mesmo é majorar ingresso em mais de 100% na calada da noite, romper o relacionamento com o torcedor, negociar mais de 40 jogadores numa mesma temporada, trazer refugos de times de série B e C para atuarem na série A e transformar o clube no maior balcão de negócios do futebol brasileiro. Com tantas lambanças nem uma camisa da Adidas cravejada de rubis daria jeito. Destrinchando:
Produto e preço
A camisa não é feia... é horrível. Todas elas, sem exceção. O preço, na casa dos R$170, só poderia ser absorvido pelas prefeituras para distribuição aos contribuintes. Não se iluda, por esse valor o pessoal do interior prefere comprar qualquer outra camisa da Nike, Adidas ou Umbro. Eles não são tansos como nós.
Dizer que traz dividendos é uma falácia motivacional. Não há um só número disponível que prove isso. O que se tem são relatos ouvidos de um ou outro nativo interiorano. Quantas foram vendidas até hoje? Quantos novos simpatizantes-compradores foram conquistados? Você sabe? Alguém sabe? Ninguém sabe. As planilhas são mantidas em sigilo, então qualquer tentativa de defesa se torna um oba-oba verbal. E também não adiantar perguntar que não há ISO9001 que faça alguém responder.
Promoção e praça
Já fui a algumas destas cidades - umas cinco - e assuntei em lojas de material esportivo. Nenhuma teve ou soube que uma concorrente teve um desses modelitos à venda. Também quis saber se houve divulgação por parte do Avaí em jornais e rádios locais: "Que eu tenha visto, não, moço". Não há promoção (de promover) nas cidades homenageadas. Até as 23hs de hoje não apareceu uma nota sequer no site da Prefeitura de Aurora, o que não impedirá a comitiva de aspones estar passeando pela Capital no fim de semana, recebendo gordas diárias e posando sorridentes nos camarotes.
Pós-venda
Aqui reside a principal falha da ação: não há uma continuidade planejada e tudo se resume em imprimir a foto de um ponto turístico num pedaço de pano, trazer os políticos para assistirem uma partida e bater fotos para a "Caras" virtual. Não há um meio, apenas o início e fim de um projeto inteligente que morre antes de capitalizar resultados desse trunfo exclusivo do Avaí. Não, no Brasil ninguém mais faz isso, então palmas para o Marketing do clube. Mas não parem por aí.

Produzam uma camisa feia, tudo bem, mas entrem nas cidades e não arredem o pé antes da "conversão" de pelo menos uma alma de sotaque europeu. Não é algo impossível. Quer saber? Com menos de R$500 mensais pode-se fazer milagres nestes lugarejos. Ok, esqueci que o João não tem a menor ideia da importância de ações desse tipo. Verba? Nem pensar, eu sei, eu sei..

Avaí e o choque de realidade

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O meia Jailton chega ao Avaí sob a expectativa de que não seja tão inoperante quanto anunciou o gerente de futebol do Joinville, o senhor Nazareno Silva, justificando a não renovação do atleta no final de 2011 com palavras contundentes: “Não poderíamos renovar com um camisa 10 que não fez um gol sequer durante todo o Campeonato Brasileiro”. Na campanha do Comercial no Paulistão, Jailton passou a maior parte da competição no banco de reservas. Que a zica não se repita no Carianos.
Penso que todas as desgraças "heroicamente" conquistadas pela administração do João precisam ser digeridas pelo torcedor avaiano. De uma vez por todas. A ficha precisa cair e as orelhas tem que dar uma baixadinha rumo à realidade. Hoje o clube não tem mais aquele poderio financeiro e tanto isso é verdade que estamos repatriando jogadores que já não deram certo por aqui. Até Evando, um ex-jogador, está no pacote de reforços.

Dezenove dias e nem sinal de ISO9001

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No último dia 9 de maio enviei um e-mail para três setores do Avaí FC: Marketing, Licenciamento e Secretaria Geral. Nele denunciava a produção de materiais fabricados com o uso da marca do clube mas sem o correspondente licenciamento - o que se configura a pirataria no seu estado bruto - e me colocava à disposição para colaborar. Nestes 19 dias nenhum aceno de retorno ou mínimo interesse.

Além do e-mail, foi feita uma postagem aqui uma tentativa de contato via Twitter, mas nada que sensibilizasse as áreas da Ressacada responsáveis pela proteção da MARCA Avaí. Continuarei no aguardo de resposta desta denúncia que acontece sob suas barbas. Mas enquanto isso vou clicando aqui no passatempo para os que buscam feedbacks do único clube do mundo detentor da Certificação ISO9001 em todos os seus processos.

Avaí definido

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Parece teremos um Avaí mais precavido amanhã na partida contra o América/RN. Não podendo contar com Bruno, que ainda se recupera de cirurgia na mandíbula, o treinador chamou Marcinho Guerreiro para o primeiro combate à frente da zaga e Diogo Orlando que fará as vezes do "falecido" Robinho. Diego Palhinha, pelo jeito, não caiu mesmo nas graças do professor. O meio de campo será completo com Mika pela esquerda e Cleber Santana abastecendo o ataque. Aelson toma um chazinho de banco enquanto Pirão toma a sua lateral esquerda. Assim a escalação está definida com Diego; Patric, Renato Santos, Leandro Silva e Pirão; Guerreiro, Mika, Cleber Santana e Diogo Orlando; Felipe Alves e Nunes. No banco estarão Moretto, Rafael, Cássio, Aelson, Palhinha, Laércio e Capixaba.

Para a semana

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O Santos e a nossa empresa

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As lições do Santos para qualquer empresa virar campeã - matéria editada de Márcio Juliboni para a Exame 
Não importa para qual time você torce: o Santos também deu algumas lições de como uma empresa pode golear a concorrência. Basicamente, a diferença do Santos é saber motivar os atletas. Sem brilho nos olhos, nenhuma equipe mantém o alto desempenho por muito tempo. E isto é uma boa aula de gestão de pessoas para as empresas. A seguir, algumas lições da equipe da Baixa Santista:

São as pessoas, estúpido
Monte o melhor centro de treinamento que o dinheiro puder comprar; o melhor departamento médico; o melhor estádio, coloque lá um punhado de pernas-de-pau e passe vergonha. Cada vez mais, as empresas entendem a importância dos ativos intangíveis. É claro que a infraestrutura material conta para o sucesso do negócio - mas quem faz diferença mesmo são as pessoas. Preocupe-se em contar com os melhores - ainda que sejam melhores do que você.

Não seja arrogante: estagiários existem
O Santos é conhecido como um dos clubes brasileiros que mais investem em suas categorias de base. Nelas, foram revelados alguns dos grandes talentos do futebol em atividade hoje. Sem dúvida, o melhor exemplo, atualmente, é Neymar. Em algumas empresas, ainda prevalece a cultura de que os iniciantes servem apenas servir café ou montar powerpoints entediantes para as reuniões do chefe. Deixe de lado a arrogância: estagiários, trainees ou recém-formados podem não ter experiência, mas talvez tenham conhecimentos que vão acrescentar algo à equipe. Invista neles

Compartilhe resultados, mesmo
Coloque uma meta alta, deixe a equipe cumpri-la e, como prêmio coloque uma meta mais alta ainda, enquanto você embolsa o bônus. Parabéns: você vai perder o apoio bem rápido de seus colaboradores. Equipes altamente motivadas também são movidas a resultados compartilhados. Um exemplo é Paulo Henrique Ganso que, insatisfeito com o retorno financeiro que tinha na equipe, deflagrou uma briga com a diretoria santista no ano passado, ameaçou mudar-se para a Europa, vendeu seus direitos à DIS, um grupo de investidores que faz oposição ao atual comando do clube Há coisas que um profissional não deve fazer, mas o seu caso mostra como é preciso estar atento a quem dá retorno e recompensá-lo. No caso do Santos, a briga parece ter dado lugar a uma negociação mais equilibrada, e o meia já aceita um plano de carreira semelhante ao traçado para Neymar.

Cuide bem de quem veste a camisa
O esforço da diretoria santista em segurar atletas como Ganso e Neymar é o exemplo mais óbvio de gestão que foca na preservação de seus talentos. O atual contrato de Ganso vence em fevereiro de 2015. O meia já admite renová-lo apenas até 2014, com a contrapartida de um plano de carreira mais rentoso. Já Neymar ficará no time também até 2014. A meta, claro, é levá-lo para a Europa após o Mundial, quando, se espera, ele seja uma das estrelas da Seleção Brasileira e valorize seu passe.
A regra é clara: se você tem uma equipe que veste a camisa e goleia o adversário, faça de tudo para não perdê-la. Não é mimo. É apenas uma questão de Justiça. E, no fim, quem ganha é você - o líder da equipe. Ou você acha que a atual diretoria do clube e o técnico Muricy Ramalho não vão entrar para a história do time, ao apoiar essa equipe?

Saiba lidar com ataques de estrelismo
Ok, nem sempre os talentos são bem comportados. Ataques de estrelismo existem - e você precisa lidar bem com eles. Quem não se lembra da briga de Neymar com o então técnico do time, Dorival Júnior, em 2010? O atacante o xingou durante uma partida com o Atlético de Goiás pelo Campeonato Brasileiro, após Dorival proibi-lo de cobrar um pênalti. O resultado foi a suspensão de Neymar por uma partida. Ok, Dorival, por conta própria, o barrou de mais um jogo - contra o Corinthians - e foi demitido. De qualquer modo, Neymar diz que amadureceu bastante. 
Ganso também teve seus dias de eriçar a plumagem. Ao brigar publicamente com a diretoria por um contrato mais vantajoso, ouviu do presidente do Santos, Luiz Alvaro de Oliveira Ribeiro, de que poderia “morrer abraçado” ao DIS, fundo de investimento que detém agora a maior parte de seus direitos. Ou seja: saber colocar os talentos no devido lugar, às vezes, é necessário.

Lá vem o primeirinho

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O Avaí acertou com mais um reforço para o Brasileiro da Série B. Trata-se do meia Jailton, de 21 anos, que estava no Comercial, de São Paulo. Ele foi destaque na conquista do título da Série C do ano passado, pelo Joinville. A duração do seu contrato com o Avaí ainda não foi revelada, mas o seu agente Maurício Nassif confirma a negociação. 
Na campanha do Comercial no Campeonato Paulista, Jailton não conseguiu destaque, figurando por grande parte da competição no banco de reservas, sem ser aproveitado. Por outro lado, no Joinville teve contribuição fundamental que resultou no título do Campeonato Brasileiro da Série C de 2011, sendo um dos destaques do meio campo. A assinatura do contrato com o Avaí será realizada na próxima semana, em Florianópolis. O Leão ainda deve apresentar um novo atacante para a sequência da Série B.

Apenas um, a utopia

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Utopia tem como significado mais comum a idéia de civilização ideal, imaginária, fantástica. Pode referir-se a um mundo possível tanto no futuro quanto no presente, porém em paralelo. O "utopismo" consiste numa visão fantasiosa e normalmente contrária ao mundo real. O utopismo é um modo absurdamente otimista de ver as coisas do jeito que gostaríamos que elas fossem.

Torcedor avaiano, muito prazer

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Depois do ex-técnico Jorginho pirar com as críticas dos blogueiros do Estreito e Carlos Arini declarar que lia franciscanamente alguns blogs avaianos, pensei em escrever sobre o tema nesse final de semana. Isso até o "entrão" Felipe Matos tirar-me o pão da boca. E o fez com um texto primoroso, do qual pinço o naco que reforça a missão do torcedor azurra para com o clube do seu coração:
"(...) Acredito que eu, torcedor, não devo me limitar a comparecer aos jogos, pagar minha mensalidade, incentivar e cornetar moderadamente. Pode parecer antipático, mas acredito que eu, torcedor, sou o topo da hierarquia do futebol, embora  imprensa, cartolas, jogadores e até mesmo alguns torcedores não compartilhem da mesma crença. Não importa, eu acredito e isto, no momento, me basta. 
Acho que títulos não são mais importantes que a condução do clube. Não acredito que o papel fiscalizador caiba exclusivamente aos Conselheiros. Acredito que meu time só se manteve vivo por quase um século porque eu, torcedor, existo. Eu quero saber o que fazem em meu nome, porque eu visto a camisa nas ruas, porque eu entôo o teu nome nas arquibancadas, eu estampo teu distintivo em minha pele, eu financio a sua existência, porque quem me olha na rua e me vê vestindo o teu manto, não enxerga meu nome ou meu CPF, eles enxergam um avaiano, porque eu sou o Avaí e o Avaí somos nós, torcedores (...)". Para ler o texto completo clique aqui.

O torcedor tem que zelar pelo Avaí

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Desde a vitória por 2x1 sobre o time do Estreito, 24hs foi tudo o que o torcedor avaiano teve para curtir o 16° título estadual. A decisão foi no domingo e já na terça-feira a pseudo-reviravolta-organizacional foi por água abaixo com o emparedamento do João por parte do elenco do Avaí. Queriam o cumprimento de promessas. Entrem na fila do requerimento de novembro de 2011.
Dacumpôco surgiu um factóide de parceria com o Corinthians. Logo depois o jogo e empate com o Boa. Parceria com uma empresa portuguesa? Vitória sobre o São Caetano. Exatamente assim, futebol e negócios se sucedendo nas notícias do dia. Não foi a torcida que gerou a pauta.
Marcelinho Paulista, gerente-paraquedista convoca a imprensa e não esclarece nada. Cláusula de confidencialidade, diz ele, que já pegou a manha das salas de tijolinhos à vista da Ressacada. Falar só de futebol? Eu queria, você queria, todo mundo queria, mas tem como? À menos que você decida que uma coisa não tem nada a ver com outra. É tudo o que "eles" mais querem.

Campo da Liga, muito antigamente

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Atenção ao maior acionista do clube

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"Sem dúvida, o que mais atrai o torcedor é a qualidade do time ou a possibilidade de conquistar títulos. Até aí, nada de novo. O que ocorre no Avaí, entretanto, é uma gestão tão arrogante e tão distante que o torcedor acaba se afastando por mágoa e por revanchismo em relação à Diretoria. Exemplo prático foi a semifinal contra o Vasco pela Copa do Brasil. Um jogo que em que o Avaí precisava de um 0 a 0, contra o Vasco, e o estádio deveria ter umas 12, 13 mil pessoas, salvo engano.
E por que? Porque havia a mágoa do torcedor com os erros da Diretoria, com o balcão de negócios, com a falta de transparência. E olha que naquela época, a Série A tinha recém iniciado. Um clube precisa entender que o seu maior acionista é a torcida e a ela que a Diretoria Executiva, sempre que possível, precisa atender ou se explicar. Agindo assim, o torcedor apoiará mesmo se o time não tiver a qualidade desejada, pois entenderá que ele é partícipe daquela gestão. Uma situação completamente diferente do que ocorre hoje". Gilberto

Novas caras antigas

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Na coletiva de imprensa de ontem, Marcelinho Paulista deixou claro que o Avaí não é atualmente o sonho de consumo dos jogadores considerados como melhores opções no mercado. E vice versa. Esses estão num patamar financeiro acima do permitido pelo seo Nerto, o homem do dindim, braço forte do João e apresentador ofical de Powerpoint do clube. Sinto muito, cinto apertado.
Então partiu-se para repatriar o lateral-esquerdo Renan Oliveira, o volante Rodrigo Thiesen, o vovô-artilheiro Evando e o não-quero-mais-jogar-aqui Julinho. Sim, Evando chega diretamente da gerência administrativa do Fair Play, centro esportivo vizinho da Ressacada. Aos 35 anos, já treinava no CFA à espera de uma chancha para encerrar sua carreira em alto estilo. Se o leitor me permite o sacrilégio, se jogar 50% do que já jogou, é muito mais jogador que Capixaba.
Julinho, como bem lembra o blogueiro Marcelo Herondino (aqui), depois de participar de cinco partidas da Série A em 2011, “sofreu uma contusão” no jogo contra o Fluminense. Curiosamente, caso jogasse apenas mais uma partida o lateral não poderia ser negociado com outro time da Série A. No dia 10 de julho não enfrentou o Atlético-PR por ainda estar machucado, mas dois dias depois se apresentou ao Vasco, fez os exames, treinou no dia seguinte e já no dia 24 de julho estreou pelo time da colina. Ou seja, o "jeito de ser" de Julinho combina com o "jeito de negociar" do João. O problema é que o atual elenco do Avaí é um ponto fora dessa curva. Será que vai dar certo? Aguardemos.

No Avaí, reciclar é preciso

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Robinho, Cléverson, Neílson e Rodinei já se foram, não estão mais no grupo do Avaí. Fora o garoto Rodinei, que apenas constava num contrato em uma gaveta qualquer da Resssacada e que por aqui nunca apareceu, pelo que estavam jogando, nenhum fará falta. A partir de hoje seus polpudos salários deixam de sangrar o caixa do Carianos. As razões da saída de Robinho, diferente do que o João havia afirmado, não teve nada a ver com perseguição da torcida. Havia uma cláusula contratual que o liberava em caso de interesse de um clube de série A. O Coxa se engraçou pelo Zacarias cover e o levou, só isso. Chegando estão Julinho e Evando que merecem um post à parte.

Com esse cabelinho, xaupatí

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avaí robinho desligado

Novamente a culpa é dos tolos

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Se é verdade que o elogio fácil, o bater nas costas "desinteressado", o argumento esquizofrênico que busca tapar as mazelas de um clube tem o poder de detonar a credibilidade de uma pessoa, também é certo que a crítica continuada não ajudada muito na formatação de uma identidade que se pretende ser vista como independente junto a opinião pública. Mas está difícil, cada dia mais difícil fazer de conta que não se veem os erros e assim não comentar as bobagens administrativas que se repetem no Avaí.
A última é mais uma daquelas entrevistas do João, onde o dirigente tenta deslocar a culpa da saída de Robinho para as costas do torcedor. Novamente sobrou para os tolos da arquibancada: "O Robinho adora o Avaí. Foi embora sem ressentimento algum. Fez um ótimo trabalho, mas saiu do Avaí por conta da pressão. Houve um momento em que incitaram a torcida contra o rapaz e ele não aguentou. Robinho foi embora porque não estava vivendo um bom momento". O que se pode fazer com uma declaração destas senão lançar na cova do descrédito?

Quanto melhor, melhor

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Quando o assunto é defender as suas muitas vantagens institucionais, os argumentos dos bois de piranha das diretorias dos clubes de futebol brasileiros não costumam ser muito criativos. Nada se cria, tudo se copia e dentre os mimimi's prediletos está aquele que afirma que para os corneteiros, quanto pior, melhor. Até pode ser verdade para quem tem objetivos políticos na agremiação, jamais para o torcedor que trata do dia-a-dia do seu clube do coração nas redes sociais.
Sem ganhos extras pelo vício de escrever, o seu pagamento é uma audiência que lhe propicie interação com outros torcedores, o firmar de novas amizades e o partilhar daquela paixão esportiva comum. Nesse sentido nada, absolutamente nada pode ser melhor que o sucesso do clube. A onda de alegria das vitorias é infinitamente mais atraente que a das derrotas. Há anos observo os altos e baixos do interesse do torcedor em cada momento do Avaí e essa é uma reação sintomática, precisa e óbvia.
Se as patacoadas administrativas de 2010 e 2011 provocaram uma queda brusca do tesão do torcedor em esgravatar notícias e opiniões sobre o Leão da Ilha, um breve aceno de competência e o título estadual de 2012 foram o suficiente para incrementar o bom humor do avaiano e, consequentemente, os acessos ao blog. Nos primeiros 15 dias de maio os números registrados foram contundentes: 44 mil pageviews com 31 mil visitantes únicos. Sabe quando foi a última vez que isso aconteceu aqui no blog? Lá no distante ano de 2009, quando foi até 20% superior.
Agora imagine se Hemerson Maria e cia encasquetam de repetir a campanha épica de 2008, hein? A torcida de quem é torcedor do Avaí - do clube, não dos "homens" provisoriamente à frente dele - é e sempre será pelo seu engrandecimento. A sua vitória é a nossa vitória pessoal, projeção antropológica por demais já pesquisada e comprovada pelas ciências humanas. A blogueirada continuará a não ter lucro financeiro com seu endereço virtual, mas o alto astral, nem te conto.

Digamos que Robinho foi abduzido

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Com uma nota digerinha no site oficial, o Avaí anunciou o desligamento do jogador Robinho. Durante os três anos que permaneceu na Ressacada, usei e abusei do trocadilho que o nosso Zacarias cover era um atleta invendável e imprestável e, ironicamente, quando sai, o clube informa que Robinho desligou-se do clube hoje. O arremedo de profecia deste blogueiro foi confirmado e o rapaz realmente não foi vendido e nem emprestado. Os detalhes básicos da transação como valor, parcelas, tempo, direitos federativos e tudo o que a ISO9001 sugere fazer saber em relação a um processo de transparência administrativa, melhor esquecer. Isso só em 2014 quando da consultoria do novo presidente do Avaí. Por enquanto não perca as contas dos "reforços" para a série B: saídas de Cléverson, Rodinei e Robinho. Pois é, saídas, até de Rodinei que nunca vestiu nosso manto.

E aí, Robinho, vendido ou emprestado?

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avaí robinho desligado piada

No estádio, hoje são poucos

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Foram exatos 4.510 torcedores até o Carianos para assistir Avaí x São Caetano. Esperava-se um pouco mais, algo em torno de 6.000 almas, mas essa era a expectativa dos esperançosos espirituais. Apenas um desejo, um facho de luz emocional de que o histórico de público médio da Ressacada levasse um olé pelo menos desta vez. Não é assim que funciona. Futebol é lazer e, queiramos ou não, é um produto que depende de algumas variáveis de mercado.
Sem entrar em tecnicismos comerciais, a trairagem da política de preços implantada à fórceps no final de 2009, o sofrimento do avaiano em 2010 e a tragédia anunciada da queda para a série B em 2011 fez saltar a desconfiança do torcedor. O Avaí não caiu, foi jogado morro abaixo de um direito aguardado há 30 anos. E não foi por falta de transações, haja vista o balcão de negócios que se tornou o nosso clube. Administre-se, agora, essa crise de credibilidade. Um desânimo difícil de ser contornado onde nada é transparente.
E a triste ironia são os respingos que atingem até quem não tem nada a ver com isso. Falo do honesto e competente Hemerson Maria e do grupo de atletas que estão entre os de mais vergonha na cara dos últimos anos. Menos de 6.000 para apoiar esses caras é pouco, sim. Esse é o reflexo de mais de uma década de não relacionamento com o verdadeiro dono do Avaí, o seu torcedor. Ele voltará, mas não tão cedo e com aquela média de 10.500 por jogo de 2009. Assim, quem sabe, em 2014.

Não nos convencem mais

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"(...) No mundo do futebol, quase ninguém sabe mentir, embora quase todos tentem, há muito tempo. Muitos daqueles que utilizam a mentira para obter vantagem material, podem até ficarem ricos, terem seus carrões importados, mansões, viagens, a roupinha da moda, mas suas mentiras não colam há algum tempinho. Falam qualquer bobagem, beijam o escudo, jogam para a torcida e vamos em frente, se colar, colou, pouco se importam. É o famoso "conta aqui para o bonequinho". Boleiros, técnicos, cartolas, assessores de imprensa, presidentes de clubes podem ser ricos, campeões e bem sucedidos, mas raramente possuem uma oratória que convença alguém, ainda mais quando tentam enganar uma audiência tão grande e diversificada socialmente como aquela que acompanha o futebol, embora eles se achem mais espertos do que todos (...)". Fragmento de texto do post de Felipe Matos falando da "arte" da mentira que se disseminou no futebol e que você lê por completo clicando aqui.

O gol e sinais de união

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O Avaí venceu, então tá ótimo

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Não há muito espaço para lamentos na segunda divisão. Os estádios são acanhados, a grama é de jardim, os públicos giram em torno dos 4 mil por jogo, o adversário chega sem muita vontade de apresentar um bom futebol, os elencos são limitados, enfim, série B é isso aí mesmo. O que deve ser celebrado - e muito celebrado - é a somatória de pontos a cada semana. Três pontos é motivo para se abrir uma sidra, como não. De prático em relação ao Avaí temos que em duas rodadas o aproveitamento foi de 66%. Nada mau se comparado aos números da campeão de 2011, a Portuguesa, com 71%. Agora rumo a Natal para enfrentar o América no dia 29. Até lá, trabalho.

Avaí vence e é lider até sexta-feira

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Avaí e São Caetano proporcionaram um jogo fraco aos 4.510 torcedores que compareceram esta noite na Ressacada. A vontade de NÃO jogar da equipe paulista também não ajudou muito, mas com um gol de pênalti batido por Cléber Santana aos 24min do segundo tempo, o Leão da Ilha se aproveitou de ter sua partida isolada dos demais adversário e será o líder da série B até a próxima sexta-feira. O empate com o Boa foi compensado com essa vitória que dá a Hemerson Maria números respeitáveis para um "interino por tempo indeterminado": em 10 jogos, sete vitórias e três empates. Destaque da noite para a teimosia do Avaí em vencer os muitos erros de Robinho, a quase inutilidade de Capixaba e a zica-dos-infernos da camisa homenageativa do goleiro Diego. Três pontos \o/.

Uma imagem

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Essa Conselharia é um conforto

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Como você já sabe as primeiras 30 camisas-passaporte para a Macarronada da Conselharia se esgotaram em pouco mais de uma hora. Logo em seguida um lote de mais 30 foram pro forno para atender a demanda que felizmente superou a expectativa. Evento confirmado e animação garantida para provar uma massa na Toca do Leão enquanto se assiste América/RN x Avaí pela TV.
O último aviso paroquial é que se você já comprou sua camiseta e não foi buscá-la (ou pretende adquirir uma das últimas que estão dando bobeira) poderá fazê-lo hoje à noite no Bar do Chapecó onde a enviada especial, Carmem Fuhrmann, estará fazendo a entrega, dando autógrafos e batendo fotos com seus fãs. Se preferir, você pode apanhar diretamente das mãos da promoter mais famosa das hostes azurras agendando através do fone 8836 0537, e-mail contato@conselharia.com.br ou ainda via Twitter @Conselharia

A matemática prova: é lazarenta, sim

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O jornalista e blogueiro Felipe Silva se invôcô-si com essa história de azar das camisas de goleiro em homenagem às cidades de SC e foi atrás do números. Numa matéria que deve receber o Pulitzer de 2012 (prêmio outorgado a pessoas que realizem trabalhos de excelência na área do jornalismo), Felipe prova que o "monstrinho têxtil" realmente dá xabu, urucubaca e todo tipo de azar para o time que as usa. E não adianta bater na madeira que a maldição é forte.
"(...) O Avaí começou as homenagens em 1 de maio de 2011, num jogo contra a Chapecoense, em Chapecó. Naquele dia, Renan usou uma camisa em homenagem à cidade-sede da partida, com a imagem da estátua do desbravador, famosa por aquelas bandas. Na estreia das homenagens, empatamos com os do Oeste e, com isso, fomos eliminados do estadual. Mal sinal.

De lá para cá, o Leão disputou 35 partidas com as camisas em homenagem às cidades (34 cidades e uma para o Berbigão do Boca) e somou sete vitórias, 11 empates e 17 derrotas. Isso dá um aproveitamento de pontos de 30,47% (32 pontos somados em 105 possíveis). Pouco melhor que o nosso aproveitamento na Série A ano passado, que foi de 27,19%.

No mesmo período, o Avaí jogou 31 vezes sem as camisas-homenagem. Foram 14 vitórias, cinco empates e 12 derrotas. Dá um aproveitamento de 50,53% dos pontos (47 somados em 93 possíveis). Para efeito de comparação, na campanha da Série A de 2009, a do sexto lugar, somamos exatos 50% dos pontos.

Hay que relativizar, claro. A maioria dos jogos com camisas-homenagem foram pela Série A, um campeonato bem mais difícil que o Catarinense. Mas, assim, mesmo pelo estadual ou Série B, não ganhamos nenhuma das quatro partidas em que os goleiros jogaram com as camisetas. Foram dois empates e duas derrotas (as duas derrotas em casa, para Figueirense e Metrô). Credo (...)".

Avaí, nada de bobeira hoje

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É apenas a segunda rodada da série B e o Avaí já não pode pensar em outro resultado que não a vitória hoje diante do São Caetano. Aliás, clube que quer obter o direito de acesso à elite nacional tem que pensar exclusivamente nos três pontos dentro de casa nas 19 oportunidades que terá. Empate ou derrota do Leão da Ilha, na pior das hipóteses, só quando passar a ponte e mesmo assim em doses homeopáticas. Ou é isso ou "Tchau tiachica, que eu já vou embora".

O São Caetano
Para nossa alegria chega no mesmo embalo do Boa: elenco desmanchado, remonte generalizado (mais de 10 novos jogadores), pré-temporada meia boca, grupo desentrosado e desacreditado pelo próprio torcedor. Pior, vem de uma derrota dentro do estádio Anacleto Campanella para o Asa de Arapiraca por 1x0. Será fácil? Nunca será, não antes da bola rolar, mas que o Avaí não dê a mesmo bobeira que deu em Varginha e deixe escapar preciosos pontos pelo menos aqui na Ressacada.

O Avaí
Como já amplamente divulgado, terá os desfalques de Bruno e Nunes. A tendência é que o técnico Hemerson Maria traga Aelson para a lateral-esquerdo, desloque Pirão para a cabeça da área e tente acertar a mega sena com Ronaldo Capixaba no comando do ataque. Capixaba, por sinal, está empolgadíssimo com a possibilidade de entrar titular e convencer Deus e o mundo que pode jogar no Avaí. Que tenha sorte, mas terá que pedalar muito para cumprir essa missão quase imposível. Noves fora devemos ir com Diego; Patric, Leandro Silva, Renato Santos e Aelson; Mika, Pirão, Cleber Santana e Robinho; Felipe Alves e Capixaba.

Caramba, que coincidência

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Corinthians contrata lateral-direito do Avaí
Rodinei acerta empréstimo por um ano, inicialmente para jogar pelo time júnior. Catarinenses dizem que não existe parceria - Da Redação, Lancepress 
O Corinthians acertou nesta segunda-feira o empréstimo do lateral-direito Rodinei, ex-Avaí. O garoto de 20 anos é mais uma aposta para o futuro e tem contrato com o Avaí até 31 de dezembro de 2014. Rodinei está em São Paulo para realizar os exames médicos e assinar o contrato, por empréstimo, até maio de 2013. O jovem chega para compor o elenco de juniores que disputará a Copa Libertadores da categoria no mês de junho. Caso ele se destaque, porém, pode ser integrado ao profissional para a disputa do Brasileirão.

Blogueiros, isso é uma cilada

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Sem enrolation, meu amigo

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Uma das boas características de Hemerson Maria nestes nove jogos (seis vitórias e três empates) à frente do comando técnico do Avaí é a simplicidade com que toca o barco de seus afazeres. Diferente dos "professores medalhões" que fazem a função parecer a mais dificil da Via Láctea, Maria faz o feijão-com-arroz antes, durante e depois das partidas. Não podendo contar com Nunes por uma cláusula contratual e Bruno por lesão,  Capixaba deve assumir o comando de ataque, Pirão sobe para a posição de volante e Aelson entra na lateral-esquerda. Sem maiores segredinhos os onze serão: Diego; Patric, Renato Santos, Leandro Silva, Aelson; Pirão, Mika, Cléber Santana e Robinho; Felipe Alves e Capixaba. Se não temos tranquilidade no que se faz dentro das salinhas de tijolinho à vista da Resssacada, ao menos dentro de campo as coisas acontecem com menos atravancamentos.

A importância do corneta no futebol

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"Há um tipo de torcedor de futebol que, não importam as glórias alcançadas pelo time do coração, estará sempre criticando a equipe e odiando com todas as forças cada um dos jogadores do plantel, além dos integrantes da comissão técnica e da direção. Nos estádios, esse tipo de gente costuma habitar as sociais. Eles podem ser velhos saudosos dos anos de ouro do time, jovens cansados de nunca terem presenciado um título, ou simplesmente pessoas vocacionadas para a reclamação.
Sem maiores variações entre as regiões do Brasil, esses torcedores são chamados de CORNETEIROS. A turma do amendoim. Nos últimos anos, com o surgimento das hordas do apoio incondicional, os corneteiros passaram a ser tratados como leprosos nos estádios. Não são raros os casos de agressões contra corneteiros nas arquibancadas (cornetofobia).
Mas apesar de tudo essa minoria pouco silenciosa vem demonstrando sua importância no cenário futebolístico contemporâneo. Vivemos tempos bicudos nos quais não se pode nem mais criticar aquele lateral-direito do nosso time cuja eficiência é comparável à de uma cadeira de praia. Nem a tradição de chamar o treinador de burro é respeitada. As arquibancadas dos estádios estão tomadas por fiscais de comportamento, normalmente liderados por torcedores profissionais que emprestam sua devoção em troca de mesada e algum poder. 
Aqui, talvez seja possível forçar um pouco a barra e dizer, aos torcedores semifamosos do Twitter e dos debates esportivos que costumam insuflar suas tropas contra o rival: é você quem financia essa porra. Daí a centralidade da corneta na contemporaneidade. Ela é a última reserva de espírito crítico e bom senso nas arquibancadas. É a consciência coletiva das torcidas a apontar que alguma coisa pode estar errada e que não vale a pena se matar por tão pouco. O corneteiro é, acima de tudo, o sujeito boa praça que sabe rir de si próprio e, por consequência, do próprio time. 
O corneteiro tem poderes visionários, pois é o primeiro a perceber que o atacante do nosso time está entrando em má fase, enquanto os demais torcedores estão entoando a última paródia da barra. Crítico do próprio clube, do massagista ao presidente, o corneteiro é um agente do controle público num tempo em que o futebol lida com cifras astronômicas. Inteligente, porque é preciso prestar atenção no time e no clube para criticar, o corneteiro jamais se mete em confusão, no máximo, se o preço do amendoim estiver impraticável. 
Por isso que, da próxima vez que sentar ao seu lado um senhor irritadiço que não para um só minuto de cornetear o craque do time, não fique nervoso e trate-o como um ídolo. Aos corneteiros do mundo, só digo uma coisa: uni-vos. Vocês são nossa esperança contra a barbárie e a ignorância". Daniel Cassol, colunista do blog Impedimento

Assim não pode, assim não dá

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A rapadura é doce mas não é mole

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O leitor deve estar lembrado da coletiva do João no final do ano passado garantindo que todos os parceiros comerciais haviam confirmado presença ao lado do Avaí para a temporada 2012. Logo de cara tivemos a baixa da Intelbrás e Komeco, perdas financeiras consideráveis para o orçamento anual. Em seguida vazaram factóides que o clube estaria firmando patrocínio com uma grande instituição bancária, coisa que também não se mostrou verdadeira.
A série B começou e para a alegria do torcedor - e tristeza do caixa da Ressacada - o manto azurra está mais limpo de que costume. Essa é a realidade de não figurar na mesma divisão dos 20 maiores clubes brasileiros: o desinteresse comercial. Rapidamente, se você comprar os dois maiores jornais da Capital, o DC e o ND, notará que em ambos o-do-Estreito abre não só a capa principal mas também a do caderno de esportes com fotos arrasa-quarteirão.
O Avaí aparece perdido num cantinho inferior esquerdo ou direito e lá dentro, quando muito, com meia página dedicada. O co-irmão, por sua vez, não ocupa menos que uma página e meia. Não é perseguição nem sacanagem editorial, é business puro e simples. Lembre-se que 51% da população de Florianópolis é composta por haoles e que 90% do interesse das empresas é pela série A.

Boa x Avaí, pós-jogo terceirizado

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"Jogo razoável, resultado péssimo. A estreia do Avaí na Série B deu mostras do sofrimento que espera o torcedor até novembro. Mais que isso, expôs as carências da equipe e a consequente necessidade de contratações. Embora não fosse segredo, o fato de dominar o jogo quase inteiro e pouco produzir dá sinais claro que o investimento em atacante(s) de qualidade é urgente e inadiável.

O jogo
Felizmente, o Avaí entrou em campo com disposição para vencer o jogo. Dominando a partida desde o início, não dava espaços para o – fraco – adversário crescer. Curiosamente, a primeira chance de gol foi do Boa, quando o atacante Marcelo apareceu sozinho num cochilo da zaga avaiana e acertou a trave. Fora esse susto, o Avaí tinha muito mais posse de bola, mas o ataque não conseguia levar grande perigo ao experiente goleiro Max.
Nunes, de cabeça, perdeu um gol da pequena área, o que não chega a ser surpresa pelo histórico do jogador com a camisa azurra. E no primeiro tempo foi só. Tivesse um pouco mais de efetividade, o Avaí teria definido o jogo já nessa etapa.
Mas veio o segundo tempo e com mais um atacante o Boa tentou sair mais pro jogo. Em vão. O Avaí continuou dominando, tocando a bola com calma, criando algumas chances, mas sem levar real perigo. Até que, aos 33 minutos, Cléber Santana conseguiu abrir o placar. Parecia que a vitória estava assegurada, mas de forma surpreendente o Avaí recuou, cedeu espaço e o adversário começou a criar as chances que até então não tinha conseguido. E empatou em cobrança de falta de Radamés.
Pior, virou o jogo logo depois, quando o time avaiano parecia estar adormecido em campo. Menos mal que Pirão entrou como quis pela área já nos acréscimos e empatou novamente. Aliás, o gol do Pirão mostrou como, com um pouquinho de vontade e organização, estava fácil marcar gols no Boa.

O resultado
Embora alguns torcedores tenham considerado uma “boa” (perdão pelo trocadilho infame) o ponto conquistado, eu acredito que na verdade perdemos dois pontos. Poucas vezes teremos tanta facilidade para conseguir uma vitória fora de casa como nessa estreia: estádio praticamente vazio e adversário fraco, desfalcado e desentrosado. 
Tendo dominado o jogo inteiro, era pra largarmos na liderança. O futebol não costuma perdoar deslizes desse tipo. Sim, eu sei que é apenas o primeiro jogo e não se deve fazer “terra arrasada”, mas a história mostra que, depois das 38 rodadas, são dois ou três pontos que separam um clube de um objetivo maior. Tomara que o Avaí não deixe de conseguir o acesso por causa desses pontos, caso contrário lamentaremos muito mais do que estou fazendo hoje.

A lição
Invariavelmente, todo jogo de futebol traz lições que, se bem assimiladas pelos participantes, podem facilitar suas vidas mais à frente. E a lição dessa estreia é clara: o Avaí precisa contratar, com urgência, pelo menos dois atacantes que saibam marcar gols. Quando você tira o Nunes por não estar produzindo e o Felipe Alves por cansaço e suas esperanças recaem em Ronaldo Capixaba e Laércio… é hora de contratar, e rápido. 
Ah, claro: vão dizer que no clássico Laércio decidiu o jogo, marcando o segundo gol. Não vou tirar os méritos dele pelo fato, mas anotem quanto tempo vai levar pra ele fazer mais um gol. Ou pra fazer uma apresentação razoável. Façam isso e me darão razão: precisamos contratar. Quanto ao Capixaba, melhor parar de escrever por aqui, né?" Texto de Marcelo Herondino, extraído do blog Mundo Avaiano.

Os gols de Boa 2x2 Avaí

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Nike papatudo

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Depois de assinar com Internacional, Santos, Bahia e Coritiba, a Nike, patrocinadora da seleção brasileira desde 1996 e do Corinthians desde 2003, comemora o sucesso dos seus novos clubes. Já que todos conseguiram conquistar os seus respectivos Campeonatos Estaduais. No Rio de Janeiro e em Minas Gerais a marca não emplacou nenhum campeão, já que o Fluminense é patrocinado pelas adidas e o Atlético Mineiro é Topper. Segundo informações, a Nike possui planos de assinar com clubes nesses dois estados. via FutebolMarketing

Avaí, após a primeira rodada

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Concluída a primeira rodada do Mulher Melancia 2012, o empate em Varginha rendeu ao Avaí a oitava colocação geral. Preocupação? Tirando a necessidade de reforços para o elenco nas posições de zaga, meio e ataque, nenhuma que tire o sono. Entretanto, urge que na próxima terça-feira os três pontos não nos escapem diante do São Caetano aqui na Ressacada. Nesse jogo o Leão terá dois desfalques certos.  Nunes, que tem vínculo com o clube paulista, não enfrentará o Azulão por conta de uma daquelas cláusulas abobadas que os clubes acertam em caso de empréstimo. Lá vem Capixaba. Bruno, que ontem fraturou a mandíbula, retornou para Floripa antes que o restante da delegação, será operado na tarde de hoje e deve ficar fora entre 30 e 40 dias.

A Hierarquia no Futebol

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Campeonato Brasileiro começando, bom momento para refletir sobre como, em alguns segmentos, a tradicional hierarquia administrativa (cliente - presidente - diretor - gerente - coordenador) não se aplica. No futebol é assim. Por ser uma atividade absolutamente voltada para resultados, o poder se consolida em torno da influência que cada um exerce sobre estes resultados.
Mas nem todos nesta pirâmide compreendem a dimensão do seu poder, ou não sabem como exercê-lo adequadamente. Mas este é um problema de todas as organizações, e não só do futebol. Bom final de semana e um bom início de campeonato para o seu time. Texto extraído do Facebook de Cláudio Vicente, ex-Diretor de Marketing do Avaí.

Repetindo: usou, não ganhou

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Empate ruim para o Avaí

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O jogo era fora de casa, na distante Varginha de Minas Gerais. Isso é verdade. Outra verdade é que a série B jamais será uma competição mamão-com-açúcar, máxima por demais repetida e enaltecida por todos os que gostariam mesmo é de estar sofrendo a pressão de jogar com os grandes clubes brasileiros. Mas também é verdade que era a partida entre o campeão catarinense contra o oitavo colocado do Mineiro, cujo time "todo novo" foi apresentado hoje em campo.
O Avaí quer subir, o Boa se dará feliz por não cair, é o que pareceu nesse empate de 2x2 no estádio do Melão. O domínio azurra só encontrou resistência na garra dos mineiros, o que não impediu o gol de Cleber Santana aos 32min, mas ajudou o Boa a empatar aos 35min e virar aos 42min. Pirão restabeleu a ordem 46min e impediu algo pior que a perda de dois pontos.
É apenas a primeira rodada, mas quem quer estar na série A em 2013 não pode considerar o resultado de hoje como bom. Essa falsa humildade quase nos custou caro em 2010 e foi o golpe de misericórdia em 2011. Não apenas o Avaí, mas os avaianos precisam começar a pensar como time grande pelo menos na segundona. Esse complexo de vira-latas já encheu o saco, você não acha?

Calma que tem pra todo mundo

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Lançada na manhã de ontem, as 30 camisas-passaporte para a Macarronada da Conselharia se esgotaram em pouco mais de uma hora. Como a reina foi grande, a organização tratou de encomendar mais um lote de 30 paninhos com o escudo do Einstein linguarudo. Ontem a tarde mesmo foram vendidas mais 15 e periga as restantes irem "pro pau" hoje na Toca do Leão. Eu explico.
É que à partir das 15h30 a enviada especial da Conselharia, a srta. Carmem, estará na Toca para assistir Boa x Avaí e entregar as camisetas daqueles que já adquiriram seu passaporte. Se você não quiser ficar de fora desse evento, apareça por lá e adquira o seu.

Agora é o Avaí na série B

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Quando o Avaí entrar em campo, às 16h20 de hoje, para enfrentar o Boa Esporte pela primeira rodada da série B, do outro lado do Atlântico Chelsea e Bayern estarão disputando o título da Liga dos Campeões da Europa. Comparação meio sem noção apenas para tocar na ferida que hoje muitos avaianos terão de se decidir entre a razão e a emoção para sintonizar suas TV's. Varginha ou Munique? Estádio do Melão ou Alianz Arena? Decida sem culpas, estimado.
Após três anos disputando a série A, é com um sorrisinho amarelo que iniciamos esse segundo semestre na segunda divisão, a Mulher Melancia do futebol brasileiro: não é tão atraente e séria que se pense em casar, mas não tão baranga que se possa dizer NÃO para um amasso isolado.
E é na capital dos extraterrestres que o Avaí tentará fazer com que o torcedor esqueça o "feito" do ano passado, quando permaneceu na zona de rebaixamento do primeiro ao último jogo num total de intermináveis 38 rodadas. Uma campanha de série A só comparável a do Ipatinga em 2008.
Então lá vamos nós para a 15ª participação na segundona com um time que acaba de se sagrar campeão estadual, azeitado pelo comandante Hemerson Maria, com os mesmos 11 que terminaram o clássico do último final de semana e com uma vontade enorme de figurar na elite em 2013. ISO 9001 para isso nós temos. Sobre o adversário pouco se sabe, mas o Avaí não deve perder a oportunidade de fazer seus primeiros três pontos fora de casa com Diego; Patric, Leandro Silva, Renato Santos e Pirão; Bruno, Mika, Cleber Santana e Robinho; Felpe Alves e Nunes.

A lazarenta voltou

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Amanhã o Avaí homenageará Bombinhas. Haja pianço.

Vai em paz, estimado

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Parece que o imortal, invendável, imprestável e inegociável Robinho está de malas prontas. Caso se confirme sua saída o destino, provavelmente, deve ser o Coritiba, o papatudo quando o assunto é jogador do Avaí. Amanhã o nosso Zacarias Cover completará então aquela que pode ser a sua última partida pelo Leão da Ilha, o que será também a sua 100ª apresentação defendendo as cores azul e branca. Deve entrar em campo com a camisa 100, homenagem que já é tradição quando um "funcionário" chega a essa marca pouco comum. Como jogador nunca me agradou, o leitor sabe disso, mas desejo que tenha muito mais sucesso lá fora do que teve aqui na Capital de SC.

Cinza, nublado e incompreensível

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"(...) Consta no balanço do ano de 2011, em negociação de jogadores, o valor de R$5.127.000. Em contrapartida, aparece o pagamento de comissão na ordem de R$2.566.000, o que significa dizer que pagamos quase 50% de comissão sobre a venda dos atletas do Leão. O curioso nessa história, é que o Avaí Futebol Clube foi uma das equipes que mais negociou jogadores desde 2009. Ano passado, por exemplo, ventilou-se a notícia de que Renan teria sido vendido por R$ 5.000.000 e, salvo engano, foi jogador formado na base do Avaí. Além disso, jogadores como Emerson, Marquinhos Santos e Roberto também foram negociados, o que supostamente deveria aumentar o número apresentado (...)". Um post revelador do André que se você ainda não leu, lê por completo aqui.

Paulinho, o dedo-duro da parceria

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avaí corinthians blog do paulinhoQuem são os “sócios” do Corinthians na parceria com o Avaí? Durante a semana, um dos homens responsáveis pelos “esquemas” no departamento amador do Corinthians, Marcelinho Paulista, sempre com a conivência dos dirigentes no setor, assumiu o cargo de Gerente de Futebol do Avaí.
Situação esta proporcionada por uma estranha parceria firmada com o Timão. Porém, logo em sua posse, passou pelo constrangimento de ter que assistir a um protesto de jogadores - os que supostamente comandará - em desagravo à saída do dirigente anterior. Mesmo assim, com a cara de pau habitual, Marcelinho discursou, e, durante a exposição de suas palavras, deixou escapar um fato desconhecido e que merece ser devidamente observado.
Disse que a parceria com o Avaí não é apenas com o Corinthians, mas também com investidores estrangeiros. Não citou seus nomes, mas, sabedores que somos de como as coisas funcionam no Parque São Jorge, é fácil imaginar não apenas quem sejam, mas também os procedimentos a serem adotados. Utiliza-se o clube de vitrine, os melhores são negociados pelos tais “parceiros”, divide-se as “taxinhas” entre os “espertalhões” habituais e, o que sobrar, se sobrar, talvez entre nos caixas dos clubes. Texto publicado no blog do Paulinho