Além de pirata, desinformado

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É voz corrente nas redes sociais que o Avaí passa por um momento delicado no que diz respeito a sua marca. E por marca, nesse caso, entenda-se a percepção com que o clube é enxergado dentro e fora dos gramados.

Dentro das quatro linhas o time que "não custou nem R$1" vai se segurando como dá no G4 do catarinense.
O bordão "Não é mole, não... na Ressacada ninguém ganha do Leão" já saiu do nosso cotidiano verbal. A meta principal já nem e mais o título, mas estar nas semifinais do regional.

Fora do gramado a torcida míngua nas arquibancadas da Ressacada. São 3.400 por jogo e olhe lá. Nessa noite deve ficar por aí também. Os patrocinadores que não vazaram, esses estão pagando bem menos para figurarem no manto made by Fanatic.

E por falar em camisa (todo esse enrolation era só para chegar até aqui) eis que descubro um comerciante baiano que oferece camisas personalizadas do Avaí à R$99,90 em 12x. Entre os vários modelos está esse aí na cor preta, o que demonstra que nem os "piratas" respeitam a nossa marca. E no final do anúncio, todo cheio de confiança, o gênio dispara: "Garantimos 100% da sua satisfação. Se por acaso não ficar satisfeito com o nosso produto, devolvemos seu dinheiro".

Nem empate serve, de novo

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Há quantos anos, antes de um jogo do Avai, repetimos esse comentário do título do post. Na base do "Esse Avaí faz côza", a nação azurra já nem sabe mais o que é ir à campo sem a pressão de ver seu time correndo atrás do prejuízo. Um folguinha aqui, outra ali, mas dá-lhe interminável pressão psicológica. Definitivamente o futebol está nos parecendo um filme de suspense.

E hoje contra a Chapecoense, aquela mesma que venceu o Avaí na primeira rodada com oito reservas, Mauro Ovelha e seus meninos sempre esforçados precisam apresentar algo de útil, de agradável paladar, a tal da vitória. Mais do que compromisso expresso em seu hino, vencer hoje significará um ambiente menos caótico que o do final do primeiro turno. Ovelha que o diga.

O técnico avaiano vai aprontar mais uma das suas. Aliás, está cada dia mais difícil defendê-lo, tarefa a que me proponho desde sua chegada. Gosto do colono, mas a sua falta de convicção - ou falta de personalidade para mantê-la - está começando a vir à tona. Mais uma vez teremos mudança de time titular e sistema de jogo. Essa novela já está virando uma montanha-russa.


Nessa noite a equipe terá pelo menos quatro mudanças em relação ao último jogo. Moretto pode retomar a vaga de
Alecks, Leandro Silva volta para a zaga (o que é ótimo), e Guerreiro e Capixaba recuperam a moral com o professor: A tendência é que os 11 sejam: Moretto; Leandro Silva, Renato Santos e Bruno; Patric, Guerreiro, Diogo Orlando, Cleber Santana e Pirão; Neilson e Capixaba. Sai o 4-4-2 para a volta triunfal do 3-6-1. Toca.

Abre o olho, Ovelha

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avaí ovelha bombardeio

Que venham os apaixonados

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Pois é, futebol vive de paixão, uma faca de dois gumes. Já comentei que tenho receio do torcedor apaixonaaaado, aquele que bate no peito, chora, faz juras de amor eterno ao seu clube, diz que está sempre junto e não pensa duas vezes em trocar a sua família por uma pelada oficial.

Com raras e honrosas exceções esse é o mesmo cara que costuma ser instável a ponto de na primeira sequência de resultados ruins sofrer uma crise de desgosto e desaparecer do estádio. É excessivamente emotivo, infiel e fiel ao extremo de acordo com o momento. Mas não apenas ao momento, também pela forma como percebe a "contrapartida" por tanta paixão: além das vitórias, o apaixonaaaado quer se sentir orgulhoso.

Mas esse cara, justamente ele é que dá graça ao futebol. É o doido que dá R$170 por uma camisa que, não fosse o escudo, valeria no máximo R$30. Mas não, o maluco tem que usar a oficial do seu time do coração. E tudo isso depois de pagar a mensalidade da cadeira. Respeito esse cara. Mas então... quantos apaixonaaaados teremos amanhã na Ressacada?

Querosene desnecessária

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Quando o futebol de um clube vai mal, quase tudo também passa a desandar. O mau humor se sobressai, os desentendimentos se arrefecem e nem as notícias chegam amenas. Não bastassem os problemas reais, ainda surgem aqueles abstratos, que se "ouviu falar", e que de nada servem para se tirar a carroça do atoleiro.
Se no 1° turno a campanha do Avaí não foi das piores - se manteve no G4 - o mesmo não se pode dizer do fraco futebol, o que abre espaço para especulações as mais diversas, como agora, um tipo de complô de alguns jogadores visando Mauro Ovelha. Não digo que seja mentira, ainda lembro do que os boleiros fizeram com Antônio Lopes em 2010, mas essa "querosene" aí só complica as coisas.

Um dia interessante

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A experiência de passar 24hs como um "blogueiro mais-avaiano-que-os-outros" foi dolorido, o que já havia sido previsto e daí ter usado uma placa preta como ícone do #ChapaBrancaDay. Mas também foi uma oportunidade de perceber alguns aspectos que se mostraram bem interessantes.

O primeiro foi a forma como esse mini-evento digital se espalhou pela rede. Foram exatos 3.986 pageviews com 2.411 acessos únicos e um grande percentual de gente nova. Esse é agora o terceiro melhor resultado do blog em um único dia.

Depois, percebi que os leitores oriundos do outro lado da ponte enxergaram nos posts-sarcasmo de ontem um espelho da realidade vivida por eles próprios. Entre os alvinegros as mazelas administrativas são as mesmas e as desculpas esfarrapadas dadas pelos "verdadeiros figueirenses" seguem o mesmo padrão daquelas inventadas pelos "verdadeiros avaianos". Não era de se esperar comportamentos diferentes só por estarem separados por 800m de pontes.

Mas interessante pra valer foi constatar que o Avaí possui bons trabalhos ligados ao esporte dito amador. Se no futebol as coisas tendem ao bizarro, os atletas de outras categorias fazem bonito mundo afora. Penso que a explicação reside no esforço pessoal, independente de chamegos de torcida e diretoria. Se o atleta (ele mesmo) não apresentar resultados convincentes, adeus patrocínio, então é uma questão de sobrevivência. Já no futebol "profissional" do Avaí...

Frito, cozido, ao molho madeira

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Escolha sua forma preferida de servir um naco de ovelha, mas o fato é que o nosso Ovelha já começa a ser preparado para o jantar. O jantar do passa-fora. E se ventilo essa opinião não é por ter alguma informação privilegiada, mas dois sinais de fumaça foram emitidos no dia de ontem. Dois sinais que já aprendemos que não podem ser desprezados.

O primeiro foi com informação de Miguel Livramento que a direção do Avai já teria mantido contato com Márcio Goiano. Ultimamente Miguel tem acertado todas. O segundo sinal foi a entrevista de Carlito Arini prestigiando o treinador. E quando um dirigente do Carianos afirma alguma coisa, sabemos que 180° da verdade é uma possibilidade. Independente de ser fato ou lenda, lamento que já se esteja procurando um bode expiatório para os velhos problemas do Avaí.

O homem, o mito

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avaí zunino rei leão

Para ser grande tem que pensar grande

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avaí chapaFui contrário ao projeto apresentado pelo presidente Zunino do novo complexo esportivo para o Avaí. Diante da grandiosidade dessa ação de empreendedorismo eu, enquanto homem de negócio de raciocínio limitado, não quis entender a importância de um novo estádio para 35 mil pessoas ao invés desse pré-moldado da Cassol com 17.800 lugares. É por essas e outras que Zunino é Zunino e eu sou eu, um pobre fudido que anda pra lá e pra cá com um carro sem escapamento.

Uma Ressacada maior atrairá mais torcedores ávidos pelo glamour de uma praça esportiva resplandecente. Não podemos nos contentar com mixaria, afinal o Avaí é o maior do Estado e tem a torcida mais fiel. Para ser grande tem que pensar grande. Isso precisa entrar em nossos cucurutos. Se Zunino construiu um império à partir de merda, imagine o que fará com um time de futebol com um estádio de 1° mundo e o apoio da nação azurra. Pense nisso e não embace os planos do hômi.

Imprensa, maldita imprensa

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avaí chapaDemorei a enxergar o óbvio, mas hoje me parece evidente a conspiração da imprensa da Capital contra o Avaí. Existe uma má vontade velada, repetitiva, maquiavélica que tende sempre - eu disse sempre - a pinçar os probleminhas do dia-a-dia do Leão da Ilha e transformá-los numa hecatombe. A RBS, com seus 80% de ibope em todas as mídias, é o cavaleiro do apocalipse nessa empreitada malévola. Mas o que esperar de um Roberto que é Fluminense, um Semensati, corinthiano roxo e da dupla flamenguista, Faraco e Miguelito? Fora, haoles!

Mas tem também o pessoalzinho bem sem vergonhazinho do Infoesporte, todos escrachadamente Barbies, onde seu chefe, aquelezinho do Felipe Calmon, logo na primeira rodada soltou a pérola que o time do ladilá era a sensação do campeonato. E a lista é longa na Record, TVBV, enfim, todos unidos no objetivo comum de derrubar Zunino e o clube administrado por ele. Verdade seja dita, sem a imprensa "amiga" de Florianópolis o Avaí já estaria disputando a Champions League
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Avaí se prepara para Londres 2012

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avaí chapaÉ verdade que o Avaí passa por um momento um pouquinho difícil na área do futebol, mas é coisa passageira, só alimentada pelos pseudo-torcedores adeptos do quanto pior, melhor. Abutres funcionais que se permitem cegar pela cólera dos resultados imediatos e não percebem que o clube cresce em todas as áreas, até mesmo naquelas que os outros não dão a mínima. Não é só a Ressacada que está linda, os esportes olímpicos (e não olímpicos) também.

Vem cá, que clube de SC tem um lutador no MMA, hein? E o cara é dosbão, mete porrada mesmo e leva nossa marca para bilhões de pessoas ao redor do mundo. "Ah, mas o logotipo do calção caiu no meio da luta". Ah, vá, deixa de ser ranzinza, seu viadinho. Temos ainda a equipe de beach soccer que aterroriza seus adversários pelo litoral catarinense. Nem vou falar do ciclismo, já consagrado na América do Sul e que agora teve seu primeiro convocado para a seleção brasileira de ciclismo. Já, já o futebol aparece e faremos barba, cabelo e bigode.

Blogueiros corneteiros, morram

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avaí chapaTenho nojo, nojo mesmo desses blogueirinhos esquerdistas que só sabem olhar o lado negativo das coisas. Claro que o Avaí não é perfeito, mas o que essas "estrelinhas virtuais" não percebem é que desestabilizar a administração de Zunino é prejudicar o Avaí. Zunino é o próprio Avaí, o seu líder natural, um abnegado que dá o melhor de si em prol do Leão da Ilha. E se você é um desses blogueiros sem-noção, sugiro o bom e velho Gardenal. Não, Gardenal, não, porque qualquer parvo sabe que esse é um anti-convulsivo (epilepsia). Então toca para o Rivotril, um ótimo ansiolítico.

Já sei o que é. Deve ser porque as desaforadas da internet não ganharam mais nenhuma camiseta regata da Copa Sul-Americana, né? Esses pseudo-torcedores não entendem que provisoriamente o Avaí não está nessa competição, então não faz sentido mandar fabricá-las. Dãããã. Hoje os blogs "ditos avaianos" estão canalhamente caindo de pau. Essa era a hora de apoiar ainda mais. Diretoria, comissão técnica e jogadores precisam sentir o amor que emana não só das arquibancadas, mas também das redes sociais. Ser avaiano nas horas boas é fácil, quero ver agora.

Zunino, presidente e pai

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avaí chapaCansei das críticas sórdidas que invariavelmente são dirigidas ao presidente do Avaí sem nenhum critério. Ou melhor, há um critério, sim, o da pessoalidade. É inadmissível que pseudo-torcedores que chegaram agora, depois do acesso à série A em 2008, com o clube organizado e com o maior crescimento patrimonial do Brasil, apontem o dedo em riste para o homem que não fugiu ao desafio de assumir um Avaí falido. Onde você estava em 2001, ô corneteirozinho, no dia em o cargo de presidente era jogado de mão em mão como uma batata quente cancerígena?

Nesse tempo o clube viu acontecer o profissionalismo em todas as suas áreas e a ISO 9001 está aí para não me deixar mentir. Se você quer um emprego na Ressacada (e você quer muito), faça-o por merecer com dignidade, sem desmerecer tudo o que foi conquistado. E aos urubus que insistem na insanidade do "Fora Zunino" nesse momento de crise, vem cá, ô, de onde vás tirar R$40 milhões para repor as ajudas de nosso patrono? Bando de analfabetos ingratos.

Um novo amanhecer

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De repente tudo mudou. Quando prometi fazer o dia de hoje dedicado à posts chapas-brancas caso Ovelha mexesse nas titularidades de Robinho e Guerreiro, imaginei que isso seria feito sob a égide do sofrimento. Mas após uma noite de sono finalmente caíram as ramelas de meus olhos críticos. Agora vejo Zunino e seus guerreiros apoiadores como eles são: uma equipe amorosa à serviço do Avaí. Será um grande prazer exaltá-los nesta segunda-feira em diferentes áreas e a cada três horas. It's show time.

Maldita: usou, perdeu

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avaí camisa timbó

A hora do espanto

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Os velhos pesadelos voltam a rondar o cucuruto dos avaianos. Se entregar o primeiro turno dentro de casa, num clássico, seguido de duas derrotas bisonhas e tendo que suportar mais um título do rival não chegam a afetar a sua confiança, leitor, sinto muito, mas é porque você já morreu ou se tornou uma samambaia esportiva. Confessa, vai, você também está com uma pulga atrás da orelha.

Planejamento já não é o forte da administração do João quando a coisa vai bem, imagina agora quando as fragilidades do time baratinho de Carlito Arini começam a emergir. A equipe está cabisbaixa e o seu treinador já não esconde seu apavôro. Nove rodadas se passaram e não temos um time titular e sequer um sistema de jogo definido. É o mesmo roteiro de 2010 e 2011, todos sabemos.

Avaí fecha turno perdendo para o Metrô

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E o Avaí conseguiu terminar sua participação no primeiro turno do Campeonato Catarinense da mesma forma que começou: pateticamente. O primeiro susto aconteceu logo na primeira rodada perdendo para uma Chapecoense com oito jogadores reservas em campo. Sabe-se lá Deus como, os comandados de Ovelha engataram cinco vitórias consecutivas, alcançou a liderança na tabela e já estava com nove dedos nessa taça simbólica e medonha da Polícia Rodoviária. Mas então veio o clássico... na Ressacada... e a amarelidão determinou a ida da jurupoca para o brejo.

Depois os meninos baratinhos de Carlito Arini tomaram uma sova em Joinville e agora fechou mais uma participação vergonhosa com chave de ouro perdendo para o Metropolitano, dentro de casa. Já são três derrotas seguidas sem marcar um único gol. Logicamente o ônus desta campanha será jogada nos ombros de Mauro Ovelha, mas lembro que há mais de dois anos nenhum técnico conseguiu realizar um trabalho minimamente aceitável. Não se iluda, leitor, o problema do Avaí continua não sendo treinador. O amadorismo, a incompetência, a prioridade para os negócios e a falta de transparência são os grandes vilões. E não é de agora.

Promessa é dívida

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Há pouco a relação do Avaí foi confirmada e, como já era previsto, teremos alterações: Aleks, Patric, Renato Santos, Cássio e Pirão, Bruno, Diogo Orlando, Cleber Santana, Cleverson, Neílson e Nunes. Assim, pegam o rumo do banco de reservas os outrora imexíveis Moretto, Marcinho Guerreiro, Robinho e Ronaldo Capixaba e o 3-6-1 dá lugar ao 4-4-2. Embora feliz feito pinto no lixo com estas mudanças, após nove rodadas Mauro Ovelha não sabe qual é o seu time e esquema ideais. E conforme prometido nesta manhã, segunda-feira será um dia inteiro de posts no estilo chapa branca.

Ovelha fará a cirurgia

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O Avaí já está pronto para o jogo de logo mais as 16hs contra o Metropolitano, o último confronto pelo primeiro turno do Campeonato Catarinense. Com um problema inesperado, a contratura muscular do zagueiro Rafael, Leandro Silva foi chamado para seu lugar. A outra novidade é a seleção de Gilmar entre o pré-grupo de 20 jogadores:
Goleiros - Moretto e Aleks
Laterais - Patric, Pirão, Aélson e Arlan
Zagueiros - Renato Santos, Cássio e Leandro Silva
Volantes - Marcinho Guerreiro, Bruno, Diogo Orlando e Cleber Santana
Meias - Robinho, Saldanha e Cleverson
Atacantes - Ronaldo Capixaba, Nunes, Neílson e Gilmar

Mauro Ovelha fez treinos secretos e esconde os 11 que vão à campo, mas não evitou que a imprensa descobrisse que algumas mudanças radicais possam ser relizadas. O tradicional esquema tático 3-6-1 do treinador pode estar dando as boas vindas ao 4-4-2 com Marcinho Guerreiro e, pasme, Robinho, perdendo suas titularidades. Independente do resultado, se isso realmente acontecer prometo uma segunda-feira apenas de posts chapas brancas aqui no blog. Vamu, vamu, Avaeee! (ó, já comecei)


Após garantir a vitória, o Avaí torcerá para que Chapecoense e Figueirense não vençam seus jogos para assim se sagrar campeão do turno e garantir presença nas semifinais do Catarinense. Complicado. A equipe que deve enfrentar o Matropolitano é: Moretto; Patric, Renato Santos, Cássio e Pirão; Bruno, Diogo Orlando, Cleber Santana e Cleverson, Neílson e Capixaba.

Já pro chuveiro

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avaí chuveiro

Gente boa à vista

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Do goleiro ao centroavante, vamos e venhamos, alguns setores do time do Avaí deixam a desejar. Moretto desandou a tomar gols bobinhos. Renato Santos abusa em deixar buracos na zaga. Guerreiro vem se firmando com um dos piores jogadores do time. Robinho continua sendo fruto da teimosia de algum babalaorixá e Capixaba é aquele mesmo que a torcida do JEC não quer ver nem pintado de ouro. Mas calma lá, ainda falta gente boa se apresentar ao professor Ovelha.

O zagueiro Leandro Silva, que jogou uma nisquinha de tempo de nada e se machucou, já foi selecionado por Ovelha para o jogo de amanhã. É um bom jogador e deve dar uma arrumada na cozinha do Avaí. Gilmar e Nunes ainda não estão em suas condições físicas ideais, mas também estarão ali no banquinho.
E ainda temos os meias Saldanha e Diego Palhinha que bobeou, aparecem na escalação. Resumindo, esse Avaí ainda vai incomodar.

Surpresas à vista

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É claro que Mauro Ovelha não está nem um pouco agradado com a derrota no clássico seguida da pífia apresentação do time em Joinville. Não bastasse ter praticamente jogado fora o título do 1° turno - o que seria uma gota de orgulho num oceano de humilhações dos últimos anos - a "façanha" veio com um futebol de terceira. Não acredito que o treinador esteja focado nas pequenas chances da conquista desse título. A meta agora é a reorganização da equipe para o returno.

Também não creio que essa pasmaceira continuará dando as cartas na Ressacada. Mauro Ovelha é um cara humilde mas não tem a menor vocação para tirar uma de otário. Sabe que sua cabeça já esteve mais segura e por isso - também - não vai querer dar sopa para o azar. Aposto minhas fichas que teremos algumas surpresas para o jogo contra o Metropolitano, passando pela defesa, meio de campo e ataque. Mas certo, certo mesmo, é que Robinho não sai.

De novo, não era nada daquilo

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Pois é, Mauro Ovelha chamou a imprensa e declarou que o que havia declarado (Tem coisas que a comissão técnica não pode cuidar) não era bem aquilo que a gente havia entendido da declaração. Simples e complicado assim. Com a tradional desculpa do "calor do momento", o treinador tratou de afastar mais um burburinho que envolveria os aspectos extra-campo tão conhecidos pelos avaianos.

Mas vamos e venhamos: se até o torcedor é passivo com tudo o que viu acontecer no clube nos últimos anos, porque um perú de fora, recém-chegado e que deve ir embora em alguns meses, se permitiria ao papel de salvador da pátria? Você aí, fez alguma coisa para manifestar o seu desagrado? Um e-mail, que fosse? Não? Então não peça para Ovelha ser mais ativo que você (e eu). Toca.

Fala quem conhece II

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deivid

Fala quem conhece I

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"Saudações. Sou torcedor do JEC mas futebol pra mim é acima de tudo lazer. (...) Fui ao estádio ontem (quarta-feira) com receio. Pausa de 10 dias, time do JEC ainda meio instável, mas vou falar pra vocês.... o que o Ovelha fez com o Avaí é sacanagem. Travou o time todo em um 3-6-1 sem o mínimo padrão, sem solução pra nada e sem nenhuma criatividade. O fato de contratar o Capixaba mostra que alguma coisa está errada. O cara é meia boca e no ano passado sumiu na hora do pega pra capar. Pra mim o problema é o técnico, que só serve pra treinar timeco. Abs". Do leitor Just

Novelinha sem fim

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Pouco ou nada comentei sobre a série de entrevistas que o João do Avaí concedeu ao Infoesporte. O especial "O presidente que aprendeu" esclarece as razões para os insucessos do clube nestes últimos dois anos. Foi um festival de erros tão grande que desanimei comentar aquele nada administrativo. Pior foi notar que muito ainda se tentou justificar.

Algumas cositas foram cuidadosamente jogadas para escanteio, mas ainda assim tivemos um tratado sobre como uma administração pode atrapalhar um time.
Agora, em 2012, depois de ações iniciais que pareciam demonstrar algum aprendizado, o passar do tempo nos suscita a dúvida do que realmente foi aprendido. No campo do falatório, ao que parece, nenhuma mudança.

No início do ano passado Benazzi deu a letra de que algo ia mal nos bastidores do Avaí ao declarar que "É melhor não falar se não complica pra mim". William, quando a vaca já tinha ido para o brejo, meteu o pé na jaca e concordou com Miguelito: "Metade do grupo não merece vestir a camisa do Avaí". Se não foi isso, foi mais ou menos isso.

Mas eis que ontisdonti Mauro Ovelha declara que há problemas, sim, que ele não consegue resolver, cuidar, enfim. Sabemos que o treinador tem personalidade forte e não admite ingerências, o que pode estar causando o mal estar da comissão técnica e, quem sabe até, entre os jogadores. Independente de traduções, queremos crer que a cartolagem tenha aprendido alguma coisa.

Se Ovelha está "viajando na maionese", que receba uma reprimenda exemplar e que se foque em fazer jus ao seu salário e a estrutura colocada a sua disposição. Mas se há realmente um revival dos desatinos extra-campo, que os cartolas saiam de cena e deixem o homem trabalhar descansado. Chega dessa novelinha amadora que já encheu o saco de todo mundo.

Momento psicologia esportiva

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Avaí recreio

Coitado do Ovelha

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Assim que Mauro Ovelha foi anunciado como novo técnico do Avaí fiquei animado. Mas também, depois de treineiros do naipe de Benazzi, Gallo e Toninho Cecílio, não trazendo um cágado já estaria de bom tamanho. Ovelha conhece o futebol catarinense, é disciplinador e está acostumado, sim, a trabalhar em clubes vencedores. Para os mais distraídos (como eu), o blogueiro Felipe Silva nos lembra que nos últimos 35 anos a Chapecoense conquistou os mesmos quatro títulos estaduais que o Avaí. Mas então o que poderia estar acontecendo com o professor avaiano?

É unânime a percepção de que o Avaí de Ovelha não tem nada, absolutamente nada, do que assistimos anos à fio em sua sempre bem treinada Chapecoense. Se o grupo montado pelo "econômico" Carlito Arini não é soberbo, também não serve para tomar aquele passeio das bailarinas. Seus meninos entram em campo soltos demais, descompromissados, e não apresentam a outrora marca registrada do técnico: a pegada. Não quero livrar sua cara dos erros de ontem como escalar "Carrinho Guerreiro" na quarta zaga, mas me nego a acreditar que escale os bisonhos Robinho e Capixaba por livre e espontânea vontade. Não é possível. Tem gato nessa tuba, meu amigo, e Ovelha já tratou de mandar seu recado para a atorcida.

Um, dois, três e testando

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Não resta dúvida que a diretoria e comissão técnica do Avaí estão ajustando a equipe para a série B nacional. Afirmo isso não apenas em função da importância da competição que pode alçar o clube para a elite com seus lindos R$22 milhões em cotas de TV e outros tantos milhares em patrocínios, mas também porque percebo testes em pleno Campeonato Catarinense.

Sim, ainda lembro que João Nilson colocou o título estadual como questão de honra para 2012, mas quando o João fala, sabe como é, né? Prova disso é que Carlito veio logo atrás declarando que a competição serviria apenas para "ensaio" com vistas à segundona. Os cartolas são tão desatinados que não se deram conta que essa proposta era uma promessa de fazer de bobos aqueles fiéis pagadores de boletos nas quatro primeiras mensalidades do ano.

Um time inteiro foi ajuntado sem pretensões de que praticassem um bom futebol. E ainda não praticaram mesmo. Enquanto jogavam feio os meninos de Mauro Ovelha arrancaram cinco vitórias consecutivas. Mas aí veio o clássico, a amarelidão e uma derrota dolorida. Depois, ontem, com um futebol medonho, uma meia pá de cal nas pretensões a conquista do 1° turno.

Enquanto isso, na sala de imprensa

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avaí frase mauro ovelha

Boa noite, Joãozinho

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"Senhor João Nilson,
tenha uma boa noite de sono, afinal, ninguém merece mais que o senhor. O Avaí F.C nunca, em sua grandiosa história, esteve tão bem administrado. Temos tudo que sempre sonhamos: um estádio belíssimo, material esportivo de primeiro mundo e um grupo de jogadores de grande qualidade.

Somos motivo de inveja por parte dos perdedores do Estreito e de grandes agremiações Brasil afora. Contamos com o grande Arini e o estrategista Mauro Ovelha na retaguarda do futebol profissional. Na base revelamos e exportamos craques todo ano. Nosso quadro social necessita de um novo estádio, pois a quantidade de sócios não para de crescer.

O superávit, apresentado nas prestações de contas, sempre transparentes, ao Conselho Deliberativo nos fazem sonhar alto. As especulações em torno das transferencias de Robinho, Capixaba e Diogo Orlando para a Europa nos deixam preocupados, mas, com a convocação do Neilson e do Pirão para a seleção do Mano Menezes, ficamos mais tranqüilos com o futuro dessa galáctica equipe.

Sabemos que, quando o dinheiro da venda de Fantick e dos outros craques da parceria com a LA Sports entrar em nosso caixa, a reposição será ao mesmo nível. Por essas e por outras, querido Zuzu, é que desejo-lhe um bom descanso. Obrigado por tudo". Do leitor Emídio Jr.

Um planejamento sincero

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A surra de 3x0 tomada ao natural pelo Avaí agora há pouco na Arena de Joinville segue o roteiro prometido desde o início da temporada de 2012. Carlito Arini, o homem de confiança de Zunino desde o primeiro semestre do ano passado, celebrou o fato de ter montado um time com custo zero. E para um time assim baratinho estar no G4 é muita coisa. Mas Carlito também não fez segredo que o Estadual serviria apenas de apronto para a série B. Está servindo, vamos e venhamos.

Entretanto causa estranheza um time estar junto há dois meses e ainda não ter uma única jogada ensaiada. A desarrumação vista no jogo de hoje faz parecer que todos acabaram de se conhecer. Mauro Ovelha não conseguiu construir nada de útil no sistema tático do Avaí e nos insulta com as titularidades de Robinho e Capixaba. Se o campeonato real é composto de cinco equipes, então o aproveitamento é de míseros 25%. Fora a vitória contra o Cricri, só derrotas contra os "grandes".

Estamos nos cansando

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avaí mancha

É feio mas é lindo

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Há poucos dias o presidente do Avaí reuniu a imprensa para informar que as vendas das cotas de patrocínio do manto sagrado azurra estavam indo muito bem, obrigado.

Além daqueles já expostos desde o início da temporada - Eletrosul, VVOA e Unimed - a expectativa era pela chegada do patrocinador master. Factóides daqui e dali e nada de aparecer uma empresa para estampar seu logo na camisa da Fanatic.

Pois nessa manhã o twitteiro Douglas Martins descobriu que o Banco BMG já consta entre os apoiadores do Leão da Ilha, pelo menos na enciclopédia online Wikipedia. Isso confirmado, podemos prever um aporte mensal da ordem de R$350 mil, mesmo valor pago hoje a Juventude/RS e Joinville. O logotipo é horrível mas a grana é linda de viver. Que assim seja.

Vencer para continuar vivo

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Desde a derrota no clássico o Avaí não depende de si mesmo para conquistar o 1° Turno do Catarinense. Secar a Chapecoense, com um ponto a mais na tabela, é a missão número dois do Leão, logo depois de garantir os seis pontos contra Joinville, hoje, e Metropolitano no domingo, aqui na Ressacada. A Chape pega o Ibirama e Criciúma, ambos os jogos fora de casa.

Embora faça jogo de cena, Mauro Ovelha já definiu seus onze titulares para hoje:
Moretto; Rafael, Renato Santos, Marcinho Guerreiro; Patric, Bruno, Diogo Orlando, Cleber Santana, Robinho, Pirão; Capixaba. Como podemos notar, aquele time barato de Carlito Arini teve uma sensível engorda na folha salarial, afinal não é com pouco dinheiro que se traz e mantém jogadores como Patric e Cleber Santana, fora Gilmar e Nunes que seguem ganhando condicionamento físico.

Imagino que Ovelha deva iniciar o jogo com aqueles cuidados que lhe são tão característicos, esperando o adversário sem se arriscar no ataque. É algo normal e às vezes até desejável, como hoje diante de um Joinville que vem embalado pela conquista de quatro pontos nas últimas duas partidas. Técnico novo é sempre aquele gás a mais.
Mas o treinador azurra sabe que apenas a vitória interessa, sob pena de jogar o título no colo do povo da Coloninha.

Avaí já está em Joinville

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Recebo e publico parte do release enviado pela assessoria de imprensa do Avaí informando que Mauro Ovelha relacionou 20 atletas para o jogo de logo mais a noite onde o Leão enfrentará o Joinville: Aleks, Arlan, Cassio, Pirão, Nunes, Aelson, Patric, Marcinho Guerreiro, Diogo Orlando, Rafael, Moretto, Cleverson, Cleber Santana, Neilson, Renato Santos, Robinho, Capixaba, Saldanha, Bruno e Mika. Minutos antes da partida dois serão cortados.

No trabalho de quase duas horas realizado no CFA o treinador desenvolveu ações com bola parada, cruzamento e finalizações. Mauro não confirmou a equipe que sai jogando na 179ª partida da história entre Avaí e Joinville. Segundo o pesquisador Spyros Diamantaras, a vantagem é do JEC, com 79 vitórias, contra 54 do Leão e 49 empates. No entanto, nos últimos 15 jogos, desde 2008, o retrospecto é favorável ao Avaí, com nove vitórias e dois empates.

Pensando alto

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avaí conselharia

Não podemos piscar

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O blog Solta o Leão continua de olhos esbugalhados para o entra-e-sai do Avaí na temporada. Depois de bater o recorde brasileiro de negociações no ano passado, só nos resta manter vigília para que aquele modelo dantesco não tome conta do cerebelo dos cartolas lotados na Ressacada: Na sequência todos os 15 jogadores que já chegaram em 2012:

1) Aélson (lateral, Chapecoense); 2) Neílson (atacante, Chapecoense); 3) Renato Santos (zagueiro, Joinville); 4) Ronaldo Capixaba (atacante, Joinville); 5) Leandro Silva (zagueiro, Ponte Preta); 6) Mika (volante, Guarani-SP); 7) Pirão (volante/lateral, Ponte Preta); 8) Diego Palhinha (meia, Icasa); 9) Jaílton (zagueiro, Marília); 10) Felipe Alves (atacante, Penapolense); 11) Saldanha (meia, Grêmio Barueri); 12) Gilmar (atacante, São Caetano); 13) Nunes (atacante, São Caetano); 14) Patric (lateral, Ponte Preta); 15) Cléber Santana (meia, São Paulo)

Não teve ziriguidum

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Não para os jogadores do Avaí, que ralaram muito nesse recesso do Campeonato Catarinense. Depois da folga no domingo, a meninada não teve vida fácil com Mauro Ovelha fungando em seus cangotes. E assim foi desde que o primeiro bloco de sujos soltou o seu grito. Se já havia muito o que arrumar, imagine após a chegada dos novos titulares, Patric e Cleber Santana.

Ontem os treinamentos aconteceram em dois períodos. Trabalhos físicos de manhã seguido de um coletivo à tarde com vistas ao compromisso contra o JEC, amanhã em Joinville. Jogo fundamental para as pretensões do Avaí nesse primeiro turno.
Os titulares jogaram com Moretto; Renato Santos, Rafael, Bruno; Patric, Marcinho Guerreiro, Diogo Orlando, Cleber Santana, Robinho e Pirão; Ronaldo Capixaba. Em certo momento Capixaba deu lugar a Nunes.

BBB do Avaí, vote e justifique

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avaí bial

Com a faca, o queijo e o clube na mão

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Ainda causa surpresa a série de entrevistas de João Zunino ao Infoesporte onde revela a "infalível receita de bolo" que levou ao rebaixamento do Avaí em 2011. Mesmo sabendo que ali estão apenas informações previamente selecionadas, ainda assim o queixo cai diante de tantos erros grotescos. Erros que passam ao largo da inteligência nos negócios e de uma gestão que merecesse a ISO 9001. A impressão é que o clube realmente tem dono, um dono, uma pessoa. Para efeito de postagem, fui contando os "deslizes" encontrados a cada parágrafo, mas desisti. Ninguém teria paciência de ler um texto tão extenso. Nem eu paciência para escrevê-lo. Caso alguém queria iniciar um processo de impeachment do presidente, estas estrevistas dariam um caldo.

A visão do preparador físico

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"A empresa do atleta é seu corpo". A frase é do preparador físico do Avaí, Alexandre Andreis, que em entrevista publicada no site do Avaí -aqui editada - comenta a importância dos atletas em se comportarem profissionalmente principalmente em festas como esta do carnaval. A parte mais interessante é sobre a situação física de novos jogadores. Siga abaixo alguns trechos:

Uma análise da temporada
Estou satisfeito com o trabalho que realizamos. Acho que vem sendo elogiada a parte física da equipe. Não temos grandes problemas, temos uma lesão articular, que foi do Leandro Silva, mas não tivemos mais nenhum problema. Isso é muito difícil de acontecer. Em todas as equipes que você vai, tem quatro, cinco, seis atletas com problemas e aqui não estamos tendo. A gente até espera que possa acontecer alguma lesão, mas até o momento não posso reclamar do trabalho, do empenho dos atletas.


Gilmar

Gilmar já está trabalhando com bola. Gilmar quando chegou aqui chegou com um decréscimo de 70% de força da parte anterior e posterior da musculatura. Tentamos equilibrar isso para que ele tivesse pelo menos um equilíbrio médio para que ele não venha a sofrer lesões. Não que ele não vá sofrer. Pode até sofrer, mas o risco de sofrer, com esse trabalho, está bem menor. Atingimos o primeiro objetivo. Agora ele está trabalhando com bola para obter o ritmo de jogo para ser utilizado pelo Mauro.

Patric

Patric estava realizando trabalhos físicos com um personal em Criciúma. É diferente trabalhar com um personal e com um grupo de trabalho. É bom que é um atleta que trabalha muito, é esforçado, ele consegue se condicionar muito rápido. Patric também está liberado para trabalhar com bola e, se estiver bem condicionado, o Mauro poderá utilizá-lo no próximo jogo.

Leandro Silva

Também está retornando aos poucos e deve ser uma novidade para o decorrer da próxima semana. Teve um trabalho muito bem feito dentro da fisioterapia e nós estamos trabalhando para que ele consiga retornar o mais rápido possível. E quem sabe, até uma surpresa para o início da semana.

Cléverson

Está em um processo de evolução muito bom. Um atleta que fez 60min em Chapecó, 35 em Brusque e 45 contra o Marcílio e 90min no último jogo, acho que estamos no caminho certo. Ele vem fazendo um grande trabalho. Precisa de carga de jogos, de sequência para se efetivar no grupo.

Sobre Nunes

Este atleta chegou com um percentual de gordura muito grande. Estamos trabalhando e ele está se recuperando. Ainda não está no que a gente chama de ideal. Ainda precisa ser trabalhado durante estes dias, mas a gente acredita muito no potencial dele. Essa semana será muito importante para ele.

Cléber Santana

O Cleber precisa apenas de ritmo e sequência de jogo para se firmar na equipe.

Chama a família toda

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avaí família

Sobrou até para o Gordinho

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Ronaldo é criticado por defender permanência de Teixeira - Ricardo Perrone, jornalista, via portal do UOL
Ao ser convidado para integrar o Comitê Organizador da Copa, Ronaldo ouviu conselhos de amigos para rejeitar a missão. A recusa evitaria riscos de arranhões em sua imagem. E o desgaste começou com a defesa feita pelo Fenômeno à permanência de Ricardo Teixeira na presidência da CBF.


“Foi desnecessário, é um desgaste para imagem dele. Defendeu alguém que com esperteza se mantém há décadas no poder. Até uma pessoa querida como o Ronaldo sofre ao se aliar a esse pessoal. O Ronaldo não precisava se envolver com essa gente”, afirmou o senador Álvaro Dias, um dos maiores desafetos de Teixeira.

Ronaldo também é criticado por não ter se desligado da 9nine, sua agência que trabalha com jovens jogadores e tem como cliente uma empresa interessada em fornecer assentos para os estádios do Mundial. Chamado para melhorar a imagem do COL, Ronaldo agora corre o risco de ver acontecer exatamente o contrário: queimar o seu próprio filme.

Além de criticar Ronaldo, a oposição em Brasília voltou a cobrar que Dilma Rousseff não reconheça Teixeira como parceiro do Governo Federal na Copa após as novas denúncias. A exigência é para que ela pressione a Fifa para trocar o dirigente. Mas a entidade já ofereceu a cabeça do cartola à presidente. Ela respondeu não ser assunto de sua alçada.

Uma edição mais interessante

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Ainda que com atraso, vale a pena destacar a melhora sensível observada nesta 15ª edição da Revista do Avaí. Deixando para trás aqueles trabalhos gráficos fracos desde a origem - entenda-se a capa - a publicação recém-lançada em fevereiro parece estar bem mais interessante também em seu conteúdo.

Ela chega falando da reformulação que o clube vem realizando para a temporada 2012, uma matéria bacana com
Thiago Tavares e outra com a nova equipe futebol de praia. Imperdível mesmo é a incursão da repórter Camila Spolti na Fanatic, marca responsável pela produção do material esportivo do Avaí. Ela acompanhou, passo a passo, o processo de criação e produção do manto azurra e... leia você com esses seus olhinhos pré-vacinados.

Para terminar, fica aqui o puxão de orelha em
Nikolas Stefanovich, editor chefe da revista, que há cerca de dois anos entrou em contato com todos os blogs avaianos solicitando textos institucionais para uma matéria especial. A promessa era falar de todos, mas o que foi para as bancas foi uma "seleção" de cinco ou seis blogs amigos, o que incluía um tal de "Sou Avaiana" que tinha umas duas semanas de vida e morreu logo em seguida. A chiadeira foi grande e Nikolas jurou continuar a pauta, coisa que nunca mais aconteceu. Ai, ai, ai, menino mau.

Pensando alto

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avaí dificuldade

As bizarrices de 2011

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"Durante o momento que o Silas estava aqui e que nós já tínhamos conversado que ele sairia, eu contratei o Carlito Arini. Ninguém do Avaí sabia. No esporte é assim: você faz alguma coisa no primeiro momento e fala se você está com convicção. Eu não falei aqui porque não tinha tido tempo. Eu contratei o Carlito, mas é por isso que eu falo que eu errei. Nenhum dos diretores aqui desta mesa ainda tinha sido informado. Eu ia informar". Estas e outras inacreditáveis confissões do João do Avaí você encontra na entrevista concedida ao Infoesporte aqui.

Carnaval de gols

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Pelo menos para isso está servindo o recesso da Campeonato Catarinense: para trabalhar. Não para nós, mortais com salários que malimali chegam ao fim do mês, mas para os marrentos e endinheirados jogadores de futebol do Carianos. Ontem mesmo o Avaí realizou jogo-treino contra o Sport Clube Jaraguá e aplicou singelos 7x0. Um dia útil de testes.

No primeiro tempo Mauro Ovelha testou o 3-6-1 com com Moretto; Patric, Renato Santos, Rafael, Bruno e Pirão; Marcinho Guerreiro, Diogo Orlando e Cleber Santana; Robinho e Ronaldo Capixaba. O placar foi de 3x0 com gols de
Cleber Santana, Diogo Orlando e Ronaldo Capixaba.

No segundo tempo Ovelha entrou com todos os reservas e resolveu "brincar" de 4-4-2 e até de ousados 4-3-3. Por incrível que pareça tudo ficou mais fácil e os meninos azuis empurraram mais quatro gols na fraca equipe de Jaraguá do Sul. E que entre para os anais da história que na etapa final o Avaí jogou com Arlan, Cássio, Jaílton e Aélson; Mika, Diego Palhinha, Saldanha e Cleverson; Neílson e Nunes. Fonte base Infoesporte

Recesso meio excessivo

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Confesso não ter me informado adequadamente sobre as razões que levaram a esse recesso de 10 dias para o futebol de SC. Não sei se foi uma decisão de cima para baixo da FCF ou em comum acordo com os clubes catarinenses. Acredito mais na segunda hipótese, já que Delfim e os presidentes de clubes não fazem segredo de suas amizades íntimas e projetos em comum. Me estranha ver que que os maiores e mais prestigiados campeonatos regionais do Brasil não fizeram a mesma opção. Que não houvesse rodada no domingo de carnaval ainda entenderia, mas 10 dias? Como tudo o que é feito em termos de futebol aqui na terrinha é feito nas coxas, me permito desconfiar que possa ter sido mais uma opção sem noção da cartolagem Barriga Verde.

Avaí rumo à série A

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avaí keep walkingMontagem gráfica sobre banner institucional do Avaí FC para a o vídeo Você também é um guerreiro. Quem percebeu a semelhança com a campanha do whisky Johnnie Walker foi o blogueiro/twitteiro Felipe Silva.

Isso já está chato

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O susto dos torcedores avaianos com o anúncio da demolição da Ressacada para construção de Centro Esportivo e Comercial orçado em R$600 milhões. Embora seja um tema técnico, é claro que boa parte dos comentários girou em torno da pouca credibilidade que a administração do Avaí conseguiu "construir" em seus mais de 10 anos de mandato.

O temor é que também esse negócio seja tocado com a mesma falta de transparência que já se tornou uma marca registrada pelos lados do Carianos. E, como sabemos, não adianta pedir esclarecimentos nem com base no Estatuto do clube.

Exemplo de que esse "modelo" se espalhou em todas as salas de tijolinho à vista da Ressacada, é que numa entrevista nesta semana o Diretor de Marketing do Avaí, Cláudio Vicente, rechaçou com veemência as críticas feitas à qualidade do material fabricado pela Fanatic. Segundo ele os produtos são produzidos nos mesmos padrões de excelência das melhores marcas do mundo.

Se Cláudio acredita no que diz, concluo que não conhece absolutamente nada sobre produtos têxteis e, provavelmente, não aceitará que essa camisa da Adidas ao lado, que tem "a mesma qualidade da Fanatic", é vendida por menos de R$50.

Jogo-treino com brindes

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Com o objetivo de evitar o "enferrujamento" de seus meninos, Mauro Ovelha comandará um jogo-treino contra o Juventus às 16h de hoje. Patric, Nunes, Cleber Santana, Saldanha e Gilmar devem aparecer para pegar o famoso ritmo de jogo. Segundo informação do clube, antes do treino serão distribuídas camisetas especiais com a ilustração “CarnAVAÍ” aos sócios que comparecerem à Ressacada. São 35 camisas masculinas e 30 femininas a serem entregues aos primeiros que as retirarem na secretaria à partir das 15h30min. Para a retirada das camisetas vai ser preciso apresentar a carteirinha de sócio.

De placebo em placebo

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Acompanho muito à distância o trabalho do Ministério Público de Santa Catarina no que diz respeito ao futebol. Às vezes tenho a sensação de ser um tipo de PROCON, onde as conversas até tem início mas, conforme a indisposição das partes, não será ali que se encontrará a solução. Advogados leitores, podem malhar à vontade a ignorância do blogueiro, mas falo da mera sensação. E isso foi reforçado no dia de ontem quando, em conjunto com a Federação Catarinense de Futebol e a Polícia Militar, foi proibida a entrada de uma "organizada" do Avaí nos estádio de SC por um período de três meses. O detalhe é que todos os membros poderão entrar livremente desde que não caracterizados em suas vestes. Tá, e daí?

Projeto prometido para 2010

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Um templo em homenagem a tolice

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Quando já não se esperava mais nada que pudesse espantar a nação azurra, eis que o mandatário-mor do Avaí surge com a proposta de derrubar a Ressacada e erigir um mega empreendimento esportivo e comercial (matéria aqui). Há tanto a se questionar sobre mais esse desatino administrativo que resolvi escrever pouco, até porque já foi bem esmiuçado em vários blogs avaianos que você pode encontrar no sidebar do Avaixonados. Vale a pena.

Desde 2008 o Avaí vive o seu apogeu de público médio, com acesso a série A e queda no final de 2011. Mesmo assim essa média é inferior a 7 mil pessoas por jogo, o que dá cerca de 40% de ocupação total da Ressacada. Mas isso não impede o pensamento megalomaníaco de demolir um estádio com apenas 28 anos de uso para construir outro para 32 mil espectadores. Zunino não faz segredo em afirmar que já está tudo planejado, por ele, mas com a anuência de alguns conselheiros. O problema é encontrar um destes que tenha sido informado sobre o intento.

Com um time de segunda linha, funcionários com salários atrasados e baque financeiro generalizado pela queda para a série B, nada poderia ser mais inoportuno que se anunciar mais um canto de sereia milionário que pode, pasme, se tornar realidade. A essas alturas não sei, sinceramente, o que seria pior: que esse insulto ao torcedor fosse fato ou mais um factóide político no bom e velho estilo Se colar, colou. Ainda riremos de tudo isso, mas hoje não tem nenhuma graça.

Nossa alma foi alterada

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"Gerson, Nelson Rodrigues, inspiradamente, disse que após a copa de 50 o brasileiro adquiriu a Síndrome de Vira-latas, ou seja, um complexo de inferioridade. Hoje identifico isso no nosso clube, em todos, inclusive nós, torcedores. Só que não perdemos nenhuma Copa em casa.

Nosso complexo coincide com a gestão perdedora do Zunino aqui e os anos dourados do PPP lá. Eu, assumidamente, não tenho o menor receio em falar isso, abomino a figura desse presidente perdedor. Os puxa-sacos dirão que ele não escala time, não bate faltas e pênaltis, mas é o cara que tem que dar a cara à tapa.

Montou mais um time perdedor, como ele no futebol, e agora tenta consertar o erro com contratações médias. Como podemos ganhar, com um time repleto de perebas como Robinho, Capixaba, Aélson, Neilson, Arlan, Diogo Orlando entre outros? Alguns, jogam uma bem e dez péssimas, como o Cléverson. Ganhar campeonato, como? O complexo de inferioridade está na alma dessas gestão e estende-se a todos que fazem parte do Clube.


Quanto a horrorosa camisa homenageando o carnaval da ilha, na minha opinião, foi acertada, pois hoje, o Avaí é qualquer coisa, menos um clube. Na real,o Avaí é um bloco carnavalesco coordenado por um Rei (Momo) Supremo". Comentário (levemente editado) do leitor Emídio Jr que cabe como uma luva de ante-tema do post das 17hs de hoje, acerca da promessa de mais uma Arena para o Avaí FC.

O Avaí está de parabéns

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O Avaí a que me refiro é a direção que transformou um dia que tinha tudo para ser triste num evento de respeito e solidariedade humana. Na coletiva de ontem Emerson Nunes anunciou a sua aposentadoria como jogador de futebol e, ato contínuo, aceitou a proposta para permanecer como auxiliar técnico do clube. Com a descoberta de que sofria de um problema cardiovascular, Emerson se submeteu a uma cirurgia mas, por precaução, decidiu parar. O zagueiro recebeu das mãos do treinador Mauro Ovelha a camisa da comissão técnica. Esse é o Avaí que a gente quer.

A maior... deixa pra lá...

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Quem te viu, quem te vê

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Quando, em nossas mais loucas alucinações poderíamos imaginar que um dia veríamos Rafael Costa ser o artilheiro de um campeonato de futebol profissional, hein? Pois é esse o sabão que estamos tendo que usar para esfregarmos nossas línguas compridas. Por enquanto o Pelezinho do Metropolitano lidera a tábua de artilharia do Campeonato Catarinense com oito gols marcados em sete rodadas. O blogueiro Felipe Silva traça um paralelo que mostra a grandiosidade desse feito: gols de Cléverson + Laércio + Maurício (da base) + Neílson + Nunes + Ronaldo Capixaba = 6.

Melhoramos um cadinho

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Graças ao Clássico do último domingo na Ressacada, o Avaí abandonou a incômoda 5ª posição entre os clubes com melhor média de público e saltou para a 3ª posição geral. O maior público do estadual 2012, com 9.121 pagantes, superou a marca anterior pertencente ao Joinville, que levou 8.312 abnegados tricolores para assistir seu time jogar contra o time do Estreito. Agora o Avaí sai de média de 3.094 ecpectadores por partida para 4.601, logo atrás de Joinville com 7.391 e Figueirense, com 6.628. Seguem colados Chapecoense, com 3.883,75 e Criciúma, com 3.869.

Eis o planejamento, versão carvão

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E o propalado "planejamento de longo prazo" do Criciúma foi pelo ralo. Com apenas duas vitórias em sete partidas, a diretoria do time do sul decidiu que Márcio Goiano não é exatamente o que Antenor Angeloni, o presidente-patrono-patrocinador-máster, queria para o clube. Além dos maus resultados, Goiano estaria embaçando as ações do empresário Eduardo Uram mas internas do Heriberto Hulse. E como ainda tem muito tolo no futebol brasileiro, o nome que ganha força para substituto do ex-ídolo Barbie é... Toninho Impecílio. Torço para que esse " lindo casamento" dê certo.

A bela campanha dos Poodles

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O 10 está virando uma lenda

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Robinho e Capixaba estão no centro das críticas mais contundentes ao Avaí. E não há assessor de imagem que dê jeito nisso. Esforçado eu também era quando jogava na lateral direita do Nacional de Barreiros, mas quem disse que a titularidade me sorria? Futebol é competência, amigo. Nunes chegou para resolver o problema do ataque, mas Carlito Arini ainda nos deve um 10. Está virando uma lenda. Sobre Robinho, Adir, o highlander avaiano do Twitter, resumiu bem a nossa chiadeira: "O problema dele não é ser culpado pelos erros. É não ser responsável pelos acertos".

É não saber o que dizer

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Perder um clássico é das coisas mais doloridas para um avaiano nesse mundo do futebol. Não importa o momento, a posição na tabela e se o resultado faz ou não faz diferença, é sempre uma boa razão para lamentar. Mas como diz o manual dos bons esportistas, é preciso saber perder.

Por isso lamento as explicações amareladas que tentam justificar o infortúnio contra o rival.
Mauro Ovelha e seus pupilos deram a dica do disfalceteio ainda no gramado e depois na coletiva de imprensa. "Só tiveram uma chance e marcaram... foi num contra-ataque... não soubemos aproveitar as oportunidades". Para reforçar o canto da sereia, hoje Cléverson estampa as manchetes fazendo uma ode ao futebol feio, mal jogado, mas que segundo ele é vencedor.

Esse discurso é apenas mais uma conversa pra boi dormir, uma saída furtiva que tangencia as limitações do grupo como um todo. Há quem enalteça esse tipo de raciocínio dito lógico e funcional, mas se a proposta do Avaí para essa temporada for praticar o não-futebol, me avise desde já. Acompanho futebol porque é um esporte bonito, emocionante, e que às vezes precisa, sim, ser mal jogado. Mas fazer a opção por jogar mal o tempo todo, em todas as partidas, pois só assim se pode vencer, isso é assumir a mediocridade do elenco. Dá licença mas tenho mais o que fazer.

Em tempo, quem disse que o Avaí jogou bonito no clássico? De onde tiraram isso? Foi aplicada a mesma estratégia de "segurança" com marcação cerrada, bolas rifadas desde a intermediária, nenhuma jogada ensaiada e, para fechar com chave de ouro, apenas uma chance real de gol em 90min. Já foi pior, mas o domínio da partida foi uma miragem, um espaço de tempo infrutífero.

Como disse aqui ainda no domingo, a derrota no clássico não foi o fim do mundo e muito menos do campeonato. Acredito que esse time vai melhorar e nos oferecer uma qualidade que faça valer nossa torcida, mas não é com esse tipo de desculpa esfarrapada que chegaremos ao Olimpo de SC. A eficácia, que tanto elogiamos até agora no Avaí mudou de lado. O rival também criou uma chance de gol e converteu. Teve 100% de aproveitamento. Simples assim.

A maldição voltou

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avaí maldição

Cada vez menos gente

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O público de ontem na Ressacada foi fraco. Mesmo vindo de vitória, não acreditava que a soma de avaianos e alvinegros ultratapassasse os 10 mil espectadores. No total tivemos 9.537 almas esportivas passando pelas bilheterias, o que nos remete a cerca de 8 mil avaianos. Ao todo, um pouco mais que 50% da capacidade do estádio. Se esse é um número apenas borocochô, o mesmo não pode ser dito da ação de uns poucos descabeçados - os mesmos descabeçados de sempre - que após o jogo tentaram invadir a área destinada a torcida do Figueirense. Segundo relato da rádio CBN, cerca de 25 pessoas foram detidas, sendo que em torno de 10 eram menores de idade. Evasão de público e violência estão intimamente ligados. O PPV agradece.

Deu Branco

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Quer dizer, branco. No primeiro tempo do clássico, amplamente dominado pelo Avaí, o ataque de Mauro Ovelha passou em branco. Cléverson fez uma péssima partida e Capixaba foi Capixaba. Quanto ao segundo ninguém nutria falsas expectativas. A torcida do Joinville já ria de nossa cara ao saber da contratação do "esforçadinho" da cidade das bailarinas.

Carlito Arini acreditou que aqui na Ressacada o rapaz aprenderia a se postar na área e embolocar a bola para as redes. São dois gols em sete partidas, um aproveitamento inferior a muito zagueiro por aí. Ontem, Nunes mais atrapalhou que ajudou. De seu pés saiu o contra ataque para o gol do rival, mas sabemos que será o titular absoluto da nove da Fanatic.

Mas branco, branco mesmo, foi depois desse golzinho maldito. O Avaí não se encontrou mais em campo. Seguiu-se um futebol sem objetividade, lento, morno, sem o tesão das últimas cinco partidas. O Leão da Ilha amarelou, sofreu de branco mortal e no final deu Branco.

A volta dos velhos medos

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Pensei ter sido o único traumatizado a relembrar a entregada do título estadual mais fácil da história, o de 2008. Ledo engano. No Twitter e no Facebook os torcedores tiveram a mesma percepção em suas frases pós-clássico. Mantida a tradição, dizem os mais otimistas, devemos formar um bom time agora e conquistar o acesso qa série A no final do ano. Torcedor se agarra a qualquer coisa para praticar a esperança. E por falar em zica, foi só voltar a maldita camisa de homenagem a alguma coisa que o Leão virou um gatinho largado do caminhão de mudanças. A maldição não é pela boa ação de marketing em si, mas pela feiúra dessas desgraçadas. Moretto vestiu amarelo e o time congelou.

Os lances Avaí 0x1 Barbies

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Tabu mantido, liderança perdida

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E o Avaí não conseguiu vencer o Figueirense na Ressacada. Uma derrota pelo placar mínimo que no curto prazo pode provocar enormes estragos. Nada está perdido, mas a conquista do turno já esteve bem mais perto. A Chapecoense empatou com o Metrô a assumiu a ponta da tabela com um ponto a mais que o Leão. Sem confronto direto com os índios do Oeste e com duas partidas complicadas pela frente - Joinville lá e Metrô aqui - esse pontinho pode ser um abismo. Pior que isso, pode ter ressuscitado justamente as Barbies da cabeça de parafuso do Estreito.

O Avaí dominou todo o primeiro tempo. Domínio infrutífero que não gerou oportunidades reais de gol. A volta para o segundo tempo foi sob a palavra de ordem de Ovelha: "Continuar martelando até sair o gol". Martelar não é exatamente a melhor estratégia para uma equipe profissional e talvez por isso o Avaí viu o adversário crescer, se reorganizar em campo e fazer um gol para só então Ovelha perceber que lhe faltavam pregos, ou melhor, atacantes.

Apesar de perder uma boa sequência de vitórias e, talvez, a garantia de estar nas finais do Catarinense, não vejo razão para críticas excessivas. Com um elenco limitado, com pouca qualidade e sem a disponibilidade dos bons reforços trazidos há pouco, ainda temos o que celebrar. Até que fomos bem. Se o turno já era, o que não acredito, há todo um returno para por ordem na casa e o caneco no bolso. Mas perder mais uma pros caras, isso foi phoda.

O homem que não sorri

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Mauro Ovelha não veio para Floripa à passeio. O treinador mais chucro de SC quer o caneco de 2012, o passaporte credenciador para a série B. Zunino deixou isso bem claro. Se o Avaí não nos enche os olhos, ao menos é uma equipe eficaz até o osso. Mas é hoje que Ovelha terá sua prova de fogo. Fora a virtual conquista do primeiro turno e o direito pré-garantido de estar nas finais do Delfinzão, um tabu de seis anos de virgindade diante do maior rival em seus próprios domínios também entrará em campo. Com tanta pressão, sorriso do professor, só na coletiva e após uma boa vitória.

Que seja o dia de todos os Santos

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Com aproveitamento superior a 83%, a expectativa para hoje é de uma vitória que mantenha o Leão no topo da tabela. Apesar de não vencer o time do Estreito em sua casa há seis anos, não cabe ao Avaí pensar em outro resultado que não a conquista dos três preciosos pontos.

Desta vez nem é por orgulho, autoestima ou coisa que o valha, mas por necessidade mesmo.
A Chapecoense, adversário com os mesmos 15 pontos conquistados, pega o Metropolitano no Índio Condá com um olho aqui na Ressacada. Chega destas emoções coronarianas vividas pela nação azurra nestes últimos dois anos. Vamos passar a régua hoje mesmo.

A sequência de cinco vitórias consecutivas traz à reboque uma desejável confiança aos meninos de Mauro Ovelha. O treinador, por sinal, não deve ter dormido muito bem essa noite. Ele sabe da importância do maior Clássico de SC. Perdão, o maior, não, o único. Todos os outros, quando muito, caem no cesto de disputas tradicionais.

Hoje é clássico, um evento para ser ganho da melhor maneira possível. Excetuando-se a violência e a desonestidade, toda forma de sucesso receberá as bênçãos dos céus. Em caso de vitória do Avaí, teremos um domingo com cara de Dia de Todos os Santos. Vitória do rival, um Finados brochante. Já o empate decreta um insosso Domingo de Cinzas.

Por um jornalismo mais esportivo

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avaí lédio

Bailarinas endinheiradas

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Ontem o Joinville anunciou o Banco BMG como novo patrocinador para esta temporada. O logotipo que mais enfeia as camisas dos clubes brasileiros vai estampar o paninho tricolor pela bagatela de R$350 mil mensais. Esse valor é o mesmo pago ao Juventude/RS, clube da série D, e duas vezes e meia a mais do que a Intelbrás pagou ao Avaí na série A em 2011. Uma baita diferença.

Embora o clube não confirme a fortuna, essa é a atual cota-base do BMG para seus patrocinados. O presidente do Conselho Deliberativo, João Martinelli, garantiu que vai ser o maior da história.
Nos 36 anos do clube, a Consul foi o maior apoiador com cerca de R$150mil/mês.

Assim como no clube gaúcho, o banco não apenas vai patrocinar como também vai se envolver com o futebol. Duas pessoas ligadas ao BMG vão trabalhar no Joinville. Uma será destinada para trabalhar com o departamento de futebol profissional e outra nas categorias de base. Para completar o pacote financeiro do JEC,
o prefeito de Joinville está negociando um patrocínio da Eletrosul, que já repassa R$250 mil mensais para Avaí e Figueirense.

O Clássico 397 por um alvinegro

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avaí figueiraA rivalidade entre Avaí e Figueirense é muito importante para o crescimento de ambas as equipes de Florianópolis. Dentro de campo se decide quem é melhor e fora dele é o espírito esportivo que deve prevalecer. Por isso o Avaixonados novamente abre espaço aos alvinegros para participarem do duelo de blogs. O convidado é mais uma vez o pessoal do Meu Figueira, que através do texto de Marcelo Nunes avalia como vem a sua equipe para o Clássico:

"Com uma campanha que não enche os olhos de seus torcedores, o Figueirense aposta no clássico deste domingo como ponto de virada para chegar ao título do estadual. Clássico que, na Ressacada, tem sido motivo de alegrias para os alvinegros já que, por lá, o Furacão não perde desde 2006.

A vitória por 5x4 diante de Criciúma, na última quarta-feira, pode ser encarada como uma caricatura do time alvinegro na temporada 2012. Os cinco gols marcados, por exemplo, mostram que o ataque do Furacão anda avassalador - ao todo, são 17 gols marcados em seis jogos. Além disso, Branco tem a sua disposição o atacante Aloísio que, em fase inspirada, é o artilheiro do Catarinense 2012.

Por outro lado, os quatro sofridos escancaram as deficiências defensivas do Figueira. A zaga formada por Canuto, outrora João Paulo, e Fred não tem sido problema para os ataques adversários. As laterais são outras posições que seguem sem agradar. Na direita, Pablo não faz boas partidas e ainda tem de conviver com as sombras do garoto Léo e do paraguaio Saldivar. Já na esquerda, Guilherme Santos teve que antecipar sua estreia devido ao mau rendimento de Hélder e, por isso, segue sem a forma física ideal.

Apesar da pequena possibilidade de retorno de Fernandes aos relacionados, é algo que pode mudar a história de um clássico. O ídolo da torcida alvinegra, em várias circunstâncias, já mostrou do que é capaz diante do maior rival. Se entrar, pode repetir o feito".


E o Avaí?
O pré-jogo com a avaliação de como o Leão vai para o Clássico 397 pode ser lido visitando o blog do time adversário. Para isto basta clicar aqui, conferir o texto e dar seu pitaco.