É como um selo de qualidade

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avaí frase

Um atacante, finalmente

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Saindo um pouco do estilo Carlito Arini, o atacante Nunes foi contratado junto ao São Caetano e não está gordo, não está pisado, sua papelada está em dia e, pasme, é realmente um reforço. É artilheiro e conta com a aprovação da bem informada nação azurra. Seu estilo trombador e que não tá nem aí para a cara feia dos marcadores vem ao encontro do apreensivo coração de Mauro Ovelha. Ao lado de Nunes, o presidente Zunino fez as honras da casa com seu indefectível uniforme preto e branco. Nunes deve estrear em uma semana e aí, sim, teremos um matador. Eu acho.

A mesma miragem de 2011

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No ano passado, nessa mesma época, o Avaí amargava a zona de rebaixamento do Estadual por conta de uma pré-temporada megalomaníaca. Acreditava-se ter o melhor elenco da história do clube, então não haveria problema em jogar o time B no "fogo". Os medalhões azurras fariam valer sua baita categoria. Não foi bem assim que aconteceu e a "quase" recuperação só apareceu no returno e mesmo assim mofamos com a pomba na balaia em Chapecó.

E foi nessa época que alguns da rede alertavam para a fragilidade do elenco. Eram os abutres, os corneteiros, os mal humorados, o grupo do "quanto pior, melhor". Os comentários aqui no blog denunciavam a ingenuidade dos que só enxergam o futebol pelo prisma dos resultados. Mesmo com o futebol tacanho à lá Benazzi tava ganhando, então tava bom.

Em 2010 também foi assim, e olha que o título Estadual mascarou direitinho o cenário de quase caos vivido na série A. Hoje a situação é muito parecida e todos os temores fazem sentido.
A terceira colocação no Estadual pode ser mais uma miragem no deserto. Carlito Arini apostou tudo num elenco barato que está saindo caro às nossas vistas. Assistir um jogo do Avaí é certeza de sofrimento e incerteza no futuro. De certo mesmo é a nossa de que tudo vai dar certo.

O ano que não acaba nunca

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"Gerson, o time é fraco, o grupo é fraco. Essas duas vitórias mascaram a mediocridade do elenco. As contratações não foram baseadas no critério qualidade e sim no disponível no mercado. Neílson e Capixaba, por exemplo, poderiam fazer parte do elenco passado, tamanha falta de qualidade. Talvez com a volta dos lesionados e com a chegada de Nunes e Gilmar (será outro Dinélson?) possamos aspirar qualquer coisa não vexatória.

Quanto a presença de público, te garanto que o amor é incondicional, mas Zunino, Arini e cia não permitem uma reaproximação. Zunino, aliás, é um caso a ser estudado pois não tem clima para continuar e não "larga o osso". Se fosse avaiano mesmo e pensasse no futuro do Clube, teria procurado outros notáveis como Eduardo Gomes, por exemplo, e daria suporte a um novo projeto.

Voltanto ao elenco, alguns casos são perdidos, como Robinho e Diogo Orlando. Eles, para fazer justiça, podem ser bons de grupo e apenas isso. Apostar em Diego Palhinha como solução é outro erro. Como frisei acima, ele estava disponivel no mercado e a preço muito baixo. É Gerson, tudo indica que o ano de 2011 ainda não terminou". Emídio Jr, leitor do blog

Tirando a dúvida

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Erros, apenas novos

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Nos últimos dois anos os dirigentes avaianos tiveram oportunidade de adquirir muita experiência sobre os erros mais comuns do futebol. Cometeram todos, esgotaram os produtos das prateleiras no supermercado das lambanças. Dentre estes pinço a lerdeza de atitudes e por isso gostaria de pinçar duas questões que precisam ser analisadas de imediato.

A primeira é a fuga dos torcedores do estádio. Ontem, apesar do bom horário, do clima ameno, do ingresso com preço normal e com o time vindo de uma vitória, ainda assim foi mantida a média de 3.500 almas por partida. Os cartolas, por teimosia ou desconhecimento, não fazem nada de prático para iniciar uma reaproximação com o torcedor. Com lançamento têxtil pela internet é que não será.

O outro ponto diz respeito a evidente falta de atitude do treinador azurra. O grupo já está junto há quase dois meses, estamos na terceira rodada do Estadual e o que vemos ainda é um amontoado de jogadores em campo. Sabemos que escalar jogadores no Avaí, clube que prioriza as relações com empresários, é sempre um parto de cócoras, mas Mauro Ovelha aparenta ter medo até para efetuar substituições urgentes durante a partida.

Por dois jogos consecutivos Palhinha entrou em campo e o rendimento do time melhorou. Que não seja titular na próxima partida até conseguimos entender (força do empresário de Robinho?), mas causa estranheza tanta morosidade para confiar nesse rapaz. O mesmo pode ser dito em relação ao setor de ataque, cuja virgindade de gols só foi tirada por Laércio, garoto da base que não consegue ser pior que Capixaba. Tudo bem que Mauro seja mais um pau mandado, a gente sabe que no Avaí as coisas são complicadas, mas pelo menos aja durante os 90min, quando os caras estão longe no camarote.

Desorganizado e vitorioso

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Diz o adágio popular que um bom time começa por um bom goleiro. Claro que o personagem da vitória do Avaí sobre o Atlético/IB por 2x1 nessa noite na Ressacada não foi Moretto. Depois daquele golaço à lá Messi, Bruno é insuperável nessa honraria.

Mas a insegurança do guarda-metas avaiano em relação aos seus companheiros de linha nos dá uma boa pista daquilo que Mauro Ovelha ainda não conseguiu implantar entre seus comandados: a organização tática.
Moretto não acredita que possa sair jogando com sua retaguarda. Os balões se sucedem, a bola é rifada e invariavelmente "morre" no pé do adversário. Os detrás também não põe fé nos meias que por sua vez dão de ombros para os atacantes. A descrença é geral.

A desordem foi maior no primeiro tempo, num espetáculo de baixíssimo nível técnico. Nem as duas bolas na trave do Atlético salvaram esses esquecíveis 45min. Zagueiros e volantes, aqueles que não tem a confiança de Moretto, ainda batem cabeça. Ironicamente cumpriram sua sina de tomar pelo menos um gol de cabeça. Mas prometem continuar trabalhando.

O segundo tempo foi na base da luta, esforço pessoal, garra e todos os ingredientes que vem em socorro quando falta o bom futebol. Mauro Ovelha, que não consegue acreditar que Palhinha e Laércio são mais jogadores que Robinho e Capixaba, pisa em ovos desde a escalação dos titulares até as muitas exitações nas substituições. De quem tem medo?

Mas o Avaí venceu a segunda partida em casa, onde mantém 100% de aproveitamento. Não tomou nenhuma virada, não tomou dois gols por partida e já está colado no segundo colocado em número de pontos, os mesmos seis do Metropolitano. Nada mau.

Jogo para ganhar confiança

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Logo mais as 19:30hs o Avaí entra no gramado da Ressacada para seu terceiro jogo no Campeonato Catarinense. O adversário é o sempre "chato" Atlético de Ibirama que costuma encrespar contra os "grandes" do Estado. Dependendo dos demais resultados, não se assuste se o Leão da Ilha sair desta rodada no topo da cadeia alimentar do futebol Barriga Verde.

Leandro Silva segue se recuperando de lesão no joelho bem como Cleverson de uma torsão no tornozelo. O outro desfalquer é Marcinho Guerreiro que foi expulso na partida anterior contra o Criciúma depois de um faniquito de rebelde sem causa. Mauro Ovelha mais uma vez esconde o seu time titular o que, por hora, devemos respeitar. Meu palpite: Avaí 2x1 Atlético.

Parágrafo único

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george_orwell

Patrocínios, boneco e blogs

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É triste - Nem 3.500 torcedores na Ressacada, poucas placas vendidas ao redor do gramado e ainda o time sem o patrocinador máster na camisa. Se o empresariado avaiano da região não ajudar, o clube afundará ainda mais e para continuar caindo de divisão será um tapa. Sem dinheiro ninguém sobrevive.
Boneco de posto - Duas partidas e o atacante Ronaldo Capixaba ainda não deu o ar da sua graça no Avaí. Fica na frente, isolado, não vem pegar a bola, imóvel entre os zagueiros e ainda por cima com uma mania horrorosa: faz o sinal da cruz a cada lance perdido.
(...) "Deus já deve estar de saco cheio". Coluna de Polidoro Júnior no Notícias do Dia

"Não existe receita de bolo para fazer um blog. Dizem que o ideal é atualizá-lo de 30 em 30 segundos. Falam em furos. Outros sugerem polêmicas. Alguns apostam em mentiras. Achismos sem fim. Entendo, com sinceridade, que a chave para ter um blog de qualidade é ter vontade de fazer e manter um blog. Dá trabalho. Dá dor-de-cabeça. Às vezes, enche o saco. Mas se você quer, gosta e sente falta, vale a pena". Lédio Carmona em seu blog, via Coluna Extra

Era uma carta de intenções

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Nesta semana o Juventude/RS, equipe que disputa a a série D nacional, anunciou o Banco BMG como patrocinador máster até o final do ano. O nome do patrocinador estará estampado na frente da camisa, assim como em placas do estádio. Os valores da negociação não foram divulgados oficialmente, mas informações dão conta de R$350 mil mensais.

Por aqui a grande decepção comercial foi a vazada da Intelbrás e Komeco da nova camisa do Avaí. Constatamos, assim, que aquela coletiva de imprensa convocada pelo presidente Zunino no final de 2011 para anunciar a renovação de contrato de todos os patrocinadores para esta temporada nada mais era que uma "carta de intenções". O presidente queria muito, sonhava com isso, o que não impediu seus outrora fiéis escudeiros de pularem fora sem grandes cerimônias. Business is business.

Susto

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avaí choro

O assunto é dinheiro

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Li nesta manhã que os salários do Avaí podem estar atrasados. Não os salários dos meninos de Mauro Ovelha, mas dos funcionários do "outro" Avaí. Explico. Certa vez um colega, funcionário do clube, confidenciou que na Ressacada existem dois departamentos: o de futebol e o resto. Na prática funciona mais ou menos assim.

Caso precisasse de um grampeador, o caminho mais rápido era recorrer a alguém da "área mais poderosa" para que solicitasse a compra do material. Garantia que em questão de horas o acessório estaria em mãos. Seguindo o rito normal, muito provavelmente teria que ele mesmo comprar o grampeador do próprio bolso.

Já ouvi de funcionários - que pode ser apenas um chororô da categoria - que fora os altos cargos do clube e aqueles lotados no Departamento de Futebol, dificilmente alguém recebe mais de R$1.500 mensais do Leão da Ilha. Então, se pagam pouco, que pelo menos paguem em dia.

Mais ou menos bom

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Numa coisa todos os avaianos concordam: ainda não dá para confiar nesse time. Há quem aposte que nem o tempo, nem treinamentos, nem Mauro Ovelha ou o Sobrenatural de Almeida poderão dar jeito no elenco mais barato da história do Avaí (segundo o mago Carlito Arini). Já percebi, inclusive, alguns torcedores que dão o Catarinense como favas contadas: "Agora é completar os buracos e acertar o time para a série B". Menas, bem menas, gente.

Temos a nosso favor o baixo nível do campeonato. Mesmo aos trancos e barrancos, com um futebol sofrível e jogadores que dificilmente abandonarão os seus cacoetes varzeanos, o fato é que o Avaí terminou a segunda rodada na quarta posição, há três pontos da líder Chapecoense, com seis. Ok, apenas cinco times podem ser levados à sério e três pontos é muita coisa, mas para quem já acalentava pesadelos com a zona de rebaixamento, até que estamos bem na foto.

Tem perfil

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O Avaí largado às traças

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O que não tem faltado são denúncias de elementos que tratam de emporcalhar o nome do Leão da Ilha. Não apenas produtos piratas são vendidos descaradamente como espocam denúncias de "ajudas de custo" não reconhecidas pelo clube. Tudo circulando faceiramente pela rede. Esclarecer e punir tais abusos é fundamental.

Agora são os "rebeldes sem causa" que depredam o patrimônio sorrindo para as câmeras.
Se os guardiões do Avaí (?) precisam de provas, elas existem à reviria. São muitos os torcedores que enviam fotos, vídeos, links informativos, enfim, um verdadeiro arsenal à disposição de todos os departamentos lotados no Carianos.

A contrapartida é o silêncio institucional, o "faz de conta que não vi", a permissividade tão característica nos últimos anos. Mas ainda assim acho estranho tamanha paciência. Há algo de tortuoso que não consigo entender muito bem. As imagens estão lá e todos sabem quem são, então porque nada é feito? Enquanto isso as famílias continuam se afastando da Ressacada.

A vitória da transpiração

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Mais um jogo ruim onde o Avaí era um dos protagonistas. Do outro lado um Criciúma que ainda não disse ao que veio no Campeonato Catarinense. Uma ode especial para sua zaga que fez lembrar a mitológica dupla Gian-Dirceu. Perdeu e fez por onde com todos os louvores.

Mas o Avaí venceu. Fez seus primeiros gols no ano e conquistou a primeira vitória. Sem muita inspiração, é verdade, mas o medo do caos superou todo o desentrosamento e o tradicional cansaço do segundo tempo. Aliás, porque o Avaí cansa mais que seus adversários? Nem penso em questionar a ineficiência do ataque porque esse, Deus que me perdoe.

O primeiro tempo foi bom, movimentado, com boas chances desperdiçadas por Robinho e cia. Destaque especial para a marcação realizada na saída de bola do Criciúma que deixava os clones de Gian-Dirceu em polvorosa. E foi ainda na etapa inicial que Pirão, com seus dois gols, nos passou a impressão que a vitória viria ao natural. Vai nessa, Genésio.

No segundo tempo o Avaí voltou a tentar fazer o que não sabe fazer. Enterrado na defesa, passou a tomar sufoco dos carvoeiros. Não podia dar outra coisa. Dois gols relâmpagos (32' e 34'), de bola parada, sendo um de cabeça e outro discosta de Bruno. Filme antigo. Diogo Orlando, aos 48', anotou o gol da vitória e estancou a crise que já surgia no horizonte.

Fato é que o time tem suas limitações. Não são poucas e sugerem que reforços devam chegar. O elenco não foge a regra e não dá opções a Ovelha quando pensa em injetar um pouco de qualidade extra. Se o Estadual, disputado por apenas cinco equipes profissionais, já nos sugerem essa dureza, imagine a série B com 20 esfomeados de todos os cantos do Brasil.

Louvado seja, Avaí vence

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Pois é, a nova camisa

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Como havia comentado anteriormente, já me dava por feliz em perceber que a nova camisa do Avaí não sofreu o típico ataque de invencionice dos últimos três anos. Entretanto, não esperava que o bom desenho viesse acompanhado de evolução em termos de qualidade global.

O desenho
O desenho é bom mas possui três senões. A numeração na cor dourada pode prejudicar a visualização
em jogos noturnos. Indo para o calção, há uma desnecessária repetição do logotipo do Plano de Sócios em ambos os lados, disputando a atenção com o escudo do Avaí. Mais um ato falho da atual filosofia mercantilista do clube. Por fim, confirmei que a camisa, o calção e as meias brigam entre si com três diferentes tons de azul.

Acabamentos
De bate pronto salta aos olhos a descontinuidade das listras frontais em relação às traseiras. As costuras simplesmente não se encontram fazendo com que a camisa fique "torta". Essa falha pode ser confirmada tomando a gola como referência na foto de divulgação.

O Polyester 100% é o mesmo de sempre e por isso não agreda nenhum valor extra. Também não há recortes mais aprimorados e que denotem a sensação do "novo".
Na altura dos ombros, próximo a gola, de um lado o tecido está repuxado e do outro, franzido, nos três modelos vistos.

O mesmo franzido acontece ao longo dos frisos dourados que vão de cima a baixo. Destaque para as costuras aparentes, ultrapassadas e propícias para o "repuxar de fio" ali pela sexta lavada. Sobre a gola, mesmo com a saída do modelo polo, ainda assim continua desbeiçada. Não há exu caveira que consiga manter aquele pedaço de tecido "em pé".

Enfim, é uma camisa bem desenhada mas mal produzida. É um uniforme comum, mal finalizado, com calção e meias que destoam grosseiramente do conjunto e que nem com muito fanatismo valeriam os R$170 sugeridos pela parceria Avaí/Fanatic. Fico com a minha Penalty patrocinada pela Portobello.

Para afastar a zica

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Lá vamos nós para mais um pré-jogo iniciando com a frase mais repetido nos últimos dois anos: o Avaí precisa vencer. É uma ladainha verbal que já cansou a todos os avaianos. O problema é que a vitórias são um luxo na realidade atual do clube. São apenas oito vitórias nos últimos oito meses. Persistindo essa média, caminhamos à passos largos para destronar o Íbis.

Passada uma única rodada, Mauro Ovelha já se vê às voltas com problemas para escalação de seu time titular. Suas entrevistas, inclusive, denunciam a tensão reinante. Leandro Silva é desfalque certo. Cleverson é dúvida. Aliás, você já notou que nesse elenco só os melhores se machucam? Os tranca-ruas são verdadeiros Homens de Ferro. Tem que ver isso aí.

Assim posto, o treinador deverá pinçar destes 20 a equipe que tentará evitar o surgimento da primeira crise do ano na Ressacada:
Goleiros: Moretto e Aleks; Laterais: Arlan, Aelson e Rodinei; Zagueiros: Cássio, Rafael, Renato Santos e Bruno; Volantes: Marcinho Guerreiro, Pirão, Mika e Diogo Orlando; Meias: Cleverson, Robinho e Diego Palhinha; Atacantes: Neílson, Capixaba, Laércio e Maurício

Haja paciência

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avaí camisaLançada na quinta-feira passada, finalmente as novas camisas do Avaí chegaram às lojas da Grande Florianópolis. Hoje fui conferir nosso paninho sagrado. Como previsto, nenhum milagre. Cansado e já no limite da elasticidade sacal com a Fanatic, comentarei amanhã.

Altas e baixas

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Primeiro a boa notícia. Após seis meses de tentativas burocráticas (se não me engano) o zagueiro Rafael finalmente teve seu nome publicado no BID e está à disposição de Mauro Ovelha. Uma sequência muito bal explicada de erros administrativos gerou esse imbróglio que entra para o hall da fama das patacoadas de Zunino e cia.

A informação meio barro, meio tijolo é que o Avaí deve mesmo anunciar o atacante Gilmar como sua mais nova contratação. Ainda não pode ser rotulado de reforço, uma vez que chega sob os olhares cuidados do DM do clube. Se N.Sra. da Ressacada ajudar, o rapaz entra em campo ainda esse ano.

A notícia ruim é a suspeita de lesão do zagueiro Leando Silva no ligamento do joelho. Um dos poucos bons jogadores trazidos pelo Avaí e já se machuca logo no primeiro jogo do ano. Me faz lembrar do que aconteceu com Caçapa em 2011. Se confirmado Leandro pode desfalcar o time por dois meses.

Um Avaí fora da lei

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Poucos blogueiros avaianos são advogados, o que não impediu que até os bicões da área do direito já soubessem que a diretoria do Avaí estava brincando com o azar ao cobrar valores diferenciados de ingressos na série A de 2011. Que coisa mais feia. O Ministério Público denunciou o migué em forma de promoção e o STJD acabou condenando essa panaceia financeira com uma multa de R$10 mil. Mais uns cascalhos para serem socializados junto aos usuários da Ressacada.

À época esta prática teve o apoio de parte dos torcedores avaianos das redes sociais porque "ferraria" os figueirenses no clássico do fim da temporada. "Então pode, hahaha". Esses aloprados se sentiam mais avaianos que os "cornetas" que criticavam até isso. Não bastasse vermos a transmutação de alguns genes do bem do antigo Leão da Ilha, agora algumas pessoas estão adquirindo-o por osmose. Ética, ou você tem ou você não tem. Sem meio termo.

Missão ingrata

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avaí naufragio

O que realmente preocupa

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Em menos de 15min é possível levantar a ficha completa de qualquer jogador do Brasil e do mundo. Vídeos, matérias jornalísticas e a opinião da torcida por onde o rapaz passou. Embora "vendidos" por Carlito Arini como o negócio da década, o avaiano mais ou menos bem informado já sabia das limitações do elenco, por isso todas as esperanças foram lançadas nas costas de Mauro Ovelha.

Os cartolas avaianos tem uma filosofia de trabalho por demais conhecida. Comentamos esse modelo há mais de dois anos. O temor é que essa filosofia voltada para os negócios pudessem dar forma ao estilo do treinador recém chegado. Levando em conta os 90min de ontem, Ovelha já foi infectado pelas muriçocas da Ressacada e sofreu a triste metamorfose.

Nos perguntamos hoje qual a serventia da pré-temporada em Bento Gonçalves. Embora sendo apenas a primeira partida, nos assombram as semelhanças dos erros na Arena Condá com aqueles que teimosamente desfilam diante de nossos olhos ano após ano. Nem a pegada típica dos times de Ovelha estava em campo. E novamente, sem que haja qualquer explicação plausível, Robinho continua sendo o maestro dessa sinfonia desafinada.

Robinho não é o pior jogador desse elenco, há outros e bem piores, mas apenas ele resiste jogando tão pouco em times tão ruins por tanto tempo. E sempre como titular, inclusive no time de Mauro Ovelha. Coincidência? Não, não pode ser coincidência. O camisa 10 do Avaí é apenas o topo do iceberg de uma administração equivocada e varzeana até o osso.

Pós-jogo terceirizado

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Esperei até agora (é uma da manhã de segunda-feira quando escrevo esse artigo) para evitar que a indignação influenciasse a postagem caso eu escrevesse logo após a partida. Com esse “descanso”, tenho a chance de fazer uma postagem mais racional. Pois bem, vamos ao jogo.

Sinceramente, ao ver a escalação do Avaí as esperanças de um bom resultado já ficaram reduzidas. Arlan, Renato Santos e Ronaldo Capixaba entre os titulares? É coisa pra deixar o torcedor assustado o jogo inteiro. O franzino lateral é o mesmo do ano passado, que se esconde do jogo. Sobre os dois ex-Joinville eu já emiti opinião quando foram contratados. Para piorar, Robinho envergando a camisa dez é pra desanimar qualquer um.


Primeiro tempo
Contrariando as expectativas iniciais, o Avaí foi superior na primeira parte do jogo. Ainda que não tenha sido assim “uma Brastemp”, criou duas chances claras que só não se transformaram em gol pela incompetência dos finalizadores: primeiro, Marcinho Guerreiro “rabou” em bola na frente do goleiro, mas podemos perdoá-lo por não ser atacante; na segunda, o “matador” Ronaldo Capixaba atrasou a bola pro goleiro chapecoense. Triste, mas já esperado.

A Chapecoense não fazia nenhuma força ou pressão para ganhar o jogo. Ao contrário, parecia só esperar que o Avaí fizesse os gols e acabasse logo com aquela agonia. A partir dos 35 minutos, vendo que o nosso time não fazia, o time do Oeste começou a se soltar e a primeira etapa terminou equilibrada, um péssimo indício sobre o que seria o segundo tempo.

Segundo tempo
Sem alterações, aconteceu o que era esperado: o Avaí começou a fazer uma coisa que me irrita profundamente e que vem se repetindo nos últimos anos. Ao invés de ir pra cima e tentar vencer a partida, achou que o empate era um bom resultado e ficou segurando o jogo. Ora, claro que o adversário sente isso e se enche de força para vir pra cima. E não foi diferente: a Chapecoense passou a ser melhor no jogo e a criar chances. Se no primeiro tempo não havia concluído contra o gol de Moreto, a bola já começava a rondar perigosamente nossa meta.

E o gol não demorou, numa jogada que estamos carecas de ver mas parece que ninguém na Ressacada percebe: bola cruzada na nossa área, gol de cabeça. Depois disso, o time da casa acreditou que poderia mesmo vencer o jogo e passou a jogar como se fosse a final do campeonato. Mauro Ovelha tentou alguma coisa com Neílson, visivelmente acima do peso (é impressionante como jogadores profissionais ficam gordos na Ressacada).

Quando esperávamos alguma reação, ao menos uma pressão, Ovelha tira da cartola Laércio Carreirinha. Ali tive vontade de desligar a TV e ir brincar com meus filhos, mas a paixão falou mais alto e fiquei até o fim. Obviamente, o Avaí não criou mais sequer UMA chance de gol. Ficou até o final com Robinho se arrastando em campo e jogando bolas altas na área. Podia jogar até terça-feira que não marcaria gol. Não com Ronaldo Capixaba na frente, salvo se tivéssemos um pênalti a nosso favor.

E não venham me dizer que Capixaba é “esforçado”. Eu também sou e nem por isso fico mamando nas generosas tetas avaianas. Esforçado é o empresário dele, que consegue colocar esse bonde pra jogar e ainda ganhar um bom dinheiro. Esse sim, merecia uma estátua.

Nota: não pude evitar de "chupinhar" o pós-jogo de Marcelo Herondino, titular do blog Mundo Avaiano que ainda se deu ao trabalho de fazer a análise individual do time. Portanto, continue lendo aqui.

Gotas de sabedoria

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avaí sabedoria

Esse Avaí a gente já conhece

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Primeiro jogo do ano. Primeira derrota. E uma derrota com requintes de crueldade com a memória do torcedor avaiano. Os homens de frente continuam não marcando a saída de bola do adversário. Destaque para Capixaba que sofre de incontinência de função: não se encaixa em nenhuma.

Nosso meio de campo é inerte, acéfalo, sem criatividade e não tem a menor ideia de como gerar oportunidades para os homens de frente, aqueles que ficam parados olhando a banda passar. Os volantes de Mauro Ovelha estão perdidos e não conseguem marcar. A zaga, bem, a zaga continua batendo cabeça e tomando gols de bola parada... há três anos.

A Chapecoense tentou ajudar entrando com sete jogadores reservas, mas nem assim o Avaí evitou a derrota por 1x0. Poderia ter sido mais. Faltou garra, organização tática e vontade de respeitar as cores do Leão da Ilha. O Avaí pode terminar a primeira rodada do Catarinense da mesma forma que terminou a série A de 2011: na zona de rebaixamento. Esse Avaí a gente já conhece.

Na torcida por um bom começo

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Saímos hoje do marasmo das férias do futebol. A síndrome de abstinência já estava gigante, mas felizmente a bola volta a rolar. Um novo Avaí vai a Chapecó enfrentar a Chapecoense. Lá é sempre uma pedreira, sempre. Além do "assalto do século" em 1999, a "guerra" de 1977 lá mesmo no Índio Condá não sai da memória. Mas vamos olhar pra frente e torcer pelo nosso 10, Mauro Ovelha.

Não há fanatismo que faça o torcedor avaiano se empolgar com o elenco de baixo custo montado para o Estadual. O respeito terá que ser conquistado dentro das quatro linhas, isso é fato.

Entretanto, o embaço da temporada 2011 fez o clube evoluir em alguns aspectos. A soberba de iniciar uma competição com time B foi aposentada. Elenco inchado, não tão cedo. Assessor do assessor do assessor do Departamento de Futebol também não.

De velho só o famoso hábito básico em esconder a escalação. Mauro Ovelha não foge a regra e também faz seu charminho não confirmando o time titular com Moretto; Leandro Silva, Renato Santos e Bruno; Arlan, Marcinho Guerreiro, Pirão, Robinho e Aelson; Cleverson e Ronaldo Capixaba.

Já a Chapecoense vai a campo com sérios problemas para a formação da equipe titular. P
roblemas físicos e de documentação atingem nove de seus jogadores. Se já não conhecíamos o time do Oeste, imagina agora. De qualquer maneira o Avaí não deve esperar moleza. Tradicionalmente um jogo duro, mordido, dentro e fora de campo.

A bola já rolou

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A primeira rodada do Campeonato Catarinense teve início hoje com dois jogos e uma excelente média de gols. Em Ibirama o Atlético venceu o Criciúma por 4x3 e em Florianópolis o Caixa D'Água sapecou sonoros 5x0 no esforçado - mas muito incompetente - Marcílio Dias. A rodada será concluída amanhã com mais três jogos: Chapecoense x Avaí no Índio Condá, Metropolitano x Brusque no Sesi e finalmente Joinville x Camboriú na Arena da cidade que mais chove na Terra.

Quem foi

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Goleiros: Moretto e Aleks
Laterais: Arlan, Aelson e Rodinei
Zagueiros: Leandro Silva, Bruno, Renato Santos e Cássio
Volantes: Marcinho Guerreiro, Mika, Diogo Orlando e Pirão
Meias: Robinho, Cleverson e Diego Palhinha
Atacantes: Ronaldo Capixaba, Neílson e Laércio

Não muito fiéis

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Intelbrás e Komeco saem e Avaí negocia substitutos - via Máquina do Esporte
O Avaí está em busca de novas empresas para substituir Intelbrás e Komeco. Ambas as parceiras não quiseram renovar os patrocínios que fizeram na última temporada - quando a primeira adquiriu a cota máster. Agora o clube diz ter outras seis empresas interessadas nos espaços deixados por elas.

"Eles não renovaram em função de a estratégia da empresa para os próximos anos não prever o investimento de mídia em futebol", explica Cláudio Vicente, sup. de negócios. "Apesar de ainda estarmos em contato com essas empresas, com as quais mantemos relação de parceria, temos outras seis interessadas".

A expectativa do Avaí é que os substitutos sejam definidos no decorrer do Campeonato Catarinense, preferencialmente por companhias que tenham planos em longo prazo. Enquanto esses negócios não forem finalizados, também existe a possibilidade de acertar patrocínios pontuais para as partidas mais atrativas.

Vale lembrar que o time catarinense, embora tenha caído para Série B do Campeonato Brasileiro no último ano, já anunciou as renovações dos contratos com WOA e Unimed, ambos até dezembro de 2012, e Eletrosul, também patrocinadora do Figueirense, até dezembro de 2014. A Ambev tem acordo válido até dez/2013.

"Embora Unimed e WOA tenham renovado somente até o final do ano, a Unimed é patrocinadora do Avaí há dez anos, e a WOA está no terceiro ano, sendo, porém, parceiro há muitos anos", elogia Vicente. Para os novos acordos, essa premissa de se manter presente por muitos anos ao lado do Avaí é um dos desejos do superintendente.

Nem assim

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camisas

Obrigado, jornalistas de São Paulo

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Ontem o blog Sangue Azurra chamou a atenção para a negociação do goleiro Renan, do Corinthians, que foi emprestado para o Vitória/BA. O detalhe que passou batido é que todas as matérias do eixo Rio-SP citaram cifras sem a menor cerimônia. Dentre elas o valor pago ao Avaí quando da contratação do goleiro junto ao Avaí por módicos R$5 milhões.

O valor dessa transação, como todos os valores que envolvem jogadores do Avaí, não foram revelados à época por conta do argumento indecente de que há uma cláusula de sigilo que imputará multa ao primeiro que der com a língua nos dentes. Assim posto, será que saberemos o valor que Zunino cobrará de Andrés Sanches por esse deslize verbal? Ou será que ficará o dito pelo não dito?

Aliás, reitero minha cobrança a imprensa da Capital que nunca - eu disse nunca - faz o seu trabalho de buscar informações sobre os negócios dos clubes daqui. Dados financeiros inclusos. Será que os jornalistas de São Paulo são melhores que os de Florianópolis?

A mais bonita do mundo

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Diferente do post anterior, que ironizava a feiúra de um mascote escolhido para representar a fúria (?) das Barbies do Estreito, esse trata da terceira camisa do Corinthians que foi eleita a mais bonita do mundo em 2011 através de votação realizada no site inglês Subside Sports.

O paninho grená com desenho de São Jorge ganhou o pleito com 32% dos votos, seguido da camisa principal do Borussia Dortmund (15,6%) e o segundo uniforme do River Plate (13,3%), que completaram os três primeiros lugares. Foi justo, a camisa é realmente linda.

Numa rápida busca pela internet encontrei o produto top do planeta à venda por preços que variam entre R$119,90 e R$189,90. Confira abaixo a lista das 10 camisas de time mais bonitas do mundo:
01° Corinthians (camisa 3) - 32%
02° B. Dortmund (camisa derby) - 15%
03° River Plate (camisa 2) - 13%
04° Peru (camisa 1) - 11%
05° Benfica (camisa 2) - 9%
06° França (camisa 2) - 3%
07° B. Dortmund (camisa 2) - 2,7%
08° Suécia (camisa 2) - 2,4%
09° Milan (camisa 1) - 1,6%
10° Gana (camisa 2) - 1,4%

O melhor do melhor do mundo

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Caixa dagua

O isolamento continua

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Futebol é bola na rede e o certo é que até o mais horrendo uniforme pode se tornar febre mundial dependendo dos resultados que o time apresente em campo. No que depender do respeito às tradições do manto sagrado do Avaí, estamos tranquilos para esse ano. Como já comentei, a nova camisa é normal, simples e tradicional, o que é muito bom. Gostei.

Fosse funcionário do clube, parente de funcionário do clube, uma sub-celebridade patrocinada pela malharia ou tivesse as roupas graciosamente ajustadas ao tamanho da pancinha, talvez utilizasse adjetivos histericamente superlativos e parabenizaria a todos pelo sucesso do lançamento. Mas esse não é o caso desse blogueiro. Mas perae, que lançamento?

O que foge à percepção da maioria é que o lançamento virtual desta camisa seguiu o roteiro que vigora desde a implantação da desastrosa política de preços para associativismo e acesso aos jogos na Ressacada. O clube está distante do torcedor, afastado, encastelado e as ações não tendem a reaproximação. O que importa mesmo são as vendas, de preferência sem contato humano.

Hoje se fala da beleza das novas camisas
e se esquece que mesmo estando na série B elas ainda estão entre as mais caras dos clubes da série A. Um dos argumentos mais repetidos no passado é que não se poderia cobrar menos em função da posição que o clube ocupava a nivel nacional, o que foi olimpicamente esquecido nesse ano de segundona pela frente.

Enquanto isso, do outro lado da ponte, os dirigentes que ensinaram aos nossos a arte da soberba montaram um evento de apresentação do elenco e novo mascote (medonho, por sinal), organizaram várias atrações, mobilizaram suas redes socias e tiveram a presença de cerca de 6 mil torcedores, mais que a média do Avaí em 2011. Será que ninguém se dá conta disso?

Duas boas notícias

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É sempre bom começar um dia com boas novas sobre o Avaí. A gente solta aquele sorrisinho de canto de boca, dá uma esticada no esqueleto e colocamos mais um tijolinho na expectativa de uma boa temporada. Antes da bola rolar é tudo o que temos, boas ou más expectativas, que vão se revezando de acordo com as notícias que nos chegam.

A primeira injeção de positividade é pelo retorno de Cleverson aos treinamentos do Avaí. O homem de confiança de Mauro Ovelha recuperou-se de uma entorse no tornozelo e ontem foi escalado para o bate-bola da gurizada no CFA. O seu companheiro de ataque, Ronaldo Capixaba, também agradece por esse pronto restabelecimento.

A outra good news foi a apresentação dos modelos de camisas do Avaí para 2012. Depois de assistirmos verdadeiros assassinatos com o manto sagrado azurra, finalmente a parceria Avaí-Fanatic percebeu que "inventar" não é sinal de criatividade e bom gosto. Optou-se pela simplicidade e o resultado é a aprovação do torcedor. Conseguir vender por "apenas" R$169,90 é outro papo.

Por foto, não vejo nenhuma novidade em termos de design, recortes, tecido etc e tal, até porque sabemos que a malharia responsável por sua produção possui limitações em termos de maquinários. Mas também não se tem muitos reparos a fazer. Assim que colocar a mão na abençoada prometo comentar com mais cuidado, mas parece que acertaram a mão.

A nova camisa do Avaí

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avaí camisaFoto da Fan Page do Avaí no Facebook.

Que dureza

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O Avaí, um dos poucos clubes profissionais do Brasil que não possui um site no ar, divulgou em nota no Facebook que a nova camisa para a temporada 2012 seria lançada hoje. Não houve menção do horário, mas a promessa é que até a meia noite já esteja com fotos circulando nas redes sociais. Também não se sabe se a nova criação têxtil já estará nas lojas a partir de amanhã, o que seria um marco histórico em se tratando da parceria Avaí-Fanatic.

E ficaremos
por aí mesmo, sem nenhum evento representativo e tudo resumido numa postagem fotográfica virtual, o que por certo decepciona os profissionais responsáveis pelo Marketing avaiano. E se afirmo isso, creia-me, leitor, é porque conheço a tara dos publicitários por uma muvuca que chame a atenção. A ideia deve ter surgido e morta ainda na casca.

Enquanto isso, do outro lado da ponte e também hoje, os "rosados" chamaram o seu torcedor para o estádio onde curtirão um show com desfile dos novos jogadores, escola de samba, sorteios de camisas, brindes, vídeo institucional, lançamento do novo mascote (mais um?), enfim, coisa que qualquer clube mediano faz quando se inicia uma temporada. Toca.

E olha que são organizados

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O Atlético Paranaense é nosso irmão siamês de rebaixamento. Sangrou incompetência em 2011 e lutará pela volta a elite nesta temporada. Entretanto é tido como um clube diferenciado, quase um "grande" do futebol brasileiro. Mas nada disso impede que pratique o amadorismo e a falta de respeito ao seu torcedor às vésperas da Copa do Mundo, onde terá seu estádio "confiscado" para as devidas reformas. Pelo menos é o que nos relata o jornalista JJ em seu blog:

1. Falta uma semana para o Campeonato Paranaense começar e nenhum dos quase 18 mil sócios em dia do Atlético sabe onde vai assistir aos jogos do time, onde vai sentar, se terá seu garantido lugar numerado, e nem se o smartcard vai funcionar nas catracas de onde lá quer que seja que iremos ver o Furacão jogar. Isso é priorizar e valorizar os sócios, na visão da nova diretoria (não vou comentar a atitude de não ir negociar com o Coritiba, para locar o estádio deles).

2. Falta apenas uma semana para o Campeonato Paranaense ser iniciado e o Atlético não contratou, ainda, nenhum jogador. Vai com o mesmo time que a atual diretoria tanto criticou da gestão passada…Mas o chefão estava de férias e - todos sabem - não se contrata nada sem o ok dele. Nem clips, quanto mais um craque. Por enquanto só desmontaram a estrutura técnica, que era um diferencial, a começar pelo preparador físico Riva Carli.

O jornalismo está sucumbindo

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Há algo de estranho acontecendo na imprensa brasileira. Parece estar sofrendo um radical processo de coisificação da notícia. A impressão é que o entertainment se tornou fundamental para obter melhores preços para espaços publicitários. Agora tudo é show e jornalista é celebridade.

Bons tempos da máxima em que “Cachorro morder uma pessoa não é notícia, mas uma pessoa morder um cachorro, isso é notícia". Dependendo de quem o cachorro morda - Débora Secco, por exemplo - teremos chamadas histéricas do Oiapoque ao Chuí.

Imagino os alunos saindo da faculdade apaixonados pela informação e logo depois, atônitos, se deparando com editores-chefe acossados pelo financeiro da empresa de comunicação. Os rabos estão desesperadamente presos.

Olha, depois que William Bonner anunciou que a substituição de Fátima Bernardes por Patrícia Poeta era um momento histórico da TV brasileira, imaginei os manifestantes que derrubaram o Muro de Berlim se revirando emputecidos em suas tumbas. E dizer que Pedro Bial, que cobriu essa queda e ainda o fim da União Soviética, hoje tenta nos convencer que um suposto estupro pode ser apenas um "comportamento inadequado para as regras de um programa de TV".

Senhores jornalistas catarinenses, proponho um retorno aos velhor tempos do jornalismo investigativo e separar um tempinho para depurar fatos cinzentos que cercam os clubes de futebol do Estado, da Federação e, quem sabe, os porões da final de 1999. Seus patrões não deixam? Então desliquem suas máquinas e corram que ainda dá para pegar o finalzinho do BBB. Tem paredão e tudo
.

Um começo diferente

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Após não ganhar nada em 2011 e ainda amargar a queda para a segunda divisão nacional, não se esperava menos que uma avalanche de mudanças no Avaí. Se quisermos dividir o clube em duas partes, dentro e fora do gramado, é fácil afirmar que as maiores transformações se deram na área compreendida pelo tapete verde. Mais positivas que negativas.

Um container lotado de bagaceiras foi despachado - a maioria - para clubes de estrutura humilde, o que já era de se esperar. A diretoria parou de brincar de jogar dinheiro fora com projetos de treinadores e trouxe Mauro Ovelha, o personagem sobre o qual repousa a maior parcela das esperanças do torcedor. Cerca de 12 jogadores medianos foram contratados até o momento, o que não impede a continuidade da angústia com a lateral direita, o meio e o ataque.

Por mais que pesquisemos vídeos dos novos boleiros, o fato é que a maioria nos é desconhecida. Não sabemos o que esperar quando esse povo que acaba de se conhecer entrar em campo contra a Chapecoense. Aliás, isso também mudou: não iremos com time B, prática ufanista adotada nos últimos dois anos por cartolas vaidosos e fora da realidade do nosso futebol.

Aos boleiros do Avaí

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avaí thiago tavares

O problema é a falta de continuidade

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Thiago Tavares entrou no octógono na madrugada de ontem sob o olhar de um bilhão de pessoas mundo a fora. Atleta patrocinado pelo Avaí, além dos R$5 mil fixos mensais recebeu R$10 mil pela exposição da marca no UFC RIO. Se Lincoln, com proventos de R$250 mil a cada 30 dias foi - proporcionalmente - o jogador mais barato do elenco de 2011, o custo-benefício de Thiago chega às raias da miserabilidade. Negocião de Cláudio Vicente e cia.

Entretanto, da mesma forma que elogiei a idéia de camisas com homenagens a cidades catarinenses mas critiquei a sua execução, volto a bater nessa tecla em relação às primeiras ações com o novo garoto propaganda da MARCA Avaí. Em ambos os casos vejo boas iniciativas pontuais, porém isoladas, sem ações simultâneas e que denotem continuidade.

As camisas, como você pode lembrar, eram feias, serviam de desculpa para receber comitivas das cidades, foram vítimas de um preço exorbitante e não tiveram um trabalho consistente de relacionamento com as respectivas populações. O projeto era bom, foi mau executado e acabou. Ninguém sabe o número de camisas vendidas e novos avaianos conquistados. Se Marketing sem números é gestão de brindes, então foi um erro.

No caso do projeto que envolve Thiago Tavares o raciocínio é rigorosamente o mesmo. Se não se tem a intenção de colher as métricas de retorno de sua contratação (lucro financeiro, de marca e novos torcedores) então que se invista essa quantia irrisória no Deparetamento Social do clube, por exemplo. Salta aos olhos as mesmas lacunas de sempre nas áreas de comunicação e negócios do Avaí. O atleta venceu seu combate, foi bem recebido no aeroporto pela família, torcedores e dirigentes do clube e correu para entrevista no Jornal do Almoço.

O problema é que se apresentou com um boné preto de um patrocinador (sem problemas, faz parte) e uma camisa que, fora a cor azul, em nada lembrava o seu outro mantenedor, o Avaí. Diante das reclamações dos torcedores, o Twitter do clube esclareceu que aquela era uma camisa da nova coleção de Thiago que estará à venda nos próximos dias. Bonita, por sinal. Se ainda não produziram, tudo bem, bastaria ter avisado com antecedência e, quem sabe, aproveitar o bom momento para implementar a reserva do produto via e-commerce. Novamente perdemos o timing.

E por falar em timing, um dia após a vitória deste “gladiador do terceiro milênio”, o Facebook oficial pôs no ar uma promoção onde os sorteados ganhariam três baldinhos de pipoca. Sim, de pipoca. Se ainda tivesse a cara de William estampada a gente entenderia o mote, claro. Agora, mais importante que isso é saber como a imagem de Thiago será explorada antes e depois dos eventos de MMA. Apenas com roupas? Minha sugestão: diz pra ele conversar com a D. Nesi que ela saberá utilizá-lo para arebanhar centenas de novos avaianinhos.

O Avaí e o MMA/UFC

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Se há um trabalhador que suscita rejeição entes as pessoas, esse é o profissional de Marketing. Boa parte desta resistência deve ser creditada ao sucesso do marqueteiro político, aquele cuja missão é criar substerfúgios de comunicação para eleger o patrão pouco confiável.

A outra parcela - mea culpa - vem da percepção das armadilhas diárias criadas para fomentar o consumo desenfreado. O bordão "Porque você merece" está entre os meus preferidos em termos de arapuca neurológica, quase uma irresponsabilidade social. Mas deixa pra lá.

Nesse momento de euforia pela vitória de Thiago Tavares no UFC RIO sobejam os elogios ao Marketing avaiano pela sacada do patrocínio ao lutador. Por regra sou contrário a aplicação de verbas de um clube de futebol em qualquer outro esporte que não o futebol, mas no distante 04/09/2011 abri uma exceção e elogiei o bom senso de timing dessa estratégia.

O dado de que o Brasil é o segundo país no ranking mundial de empreendorismo envaidece, mas saber que mais de 70% das empresas vão à falência após dois anos de vida pressupõe falta de planejamento.
A hora é essa e o esporte é esse, sem reparos, mas se um "patrocinado" vence uma luta diante de um bilhão de expectadores e 24hs depois o Avaí inicia uma promoção de baldinhos de pipoca, então algo precisa melhorar. Concluo o tema no post das 23hs.

Esperando pelo futebol

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Concordo com o blogueiro Marcelo Herondino: acabou a brincadeira e a gora é hora de falarmos mais de futebol propriamente dito do que dos bastidores dele. Campo vazio, oficina do Diabo. Os meninos de Mauro Ovelha já estão de volta à Floripa, bem alimentados, musculatura trabalhada, já leram todo o catecismo da comissão técnica e ouviram as promessas dos dirigentes. Depois de alguns ajustes finais, é entrar no gramado e honrar a camisa do Avaí. Como já dito e redito, as expectativas são boas mas não são altas. Zunino, Carlito Arini e Ovelha ajuntaram peças de todos os lados do país e tem a missão de montar o quebra-cabeça. Futebol é o que a figura deve mostrar. Tarefa complicada que exigirá paciência de todos. Mas não por muito tempo, até porque evolução que não aparece em 30 dias é flashback de 2011.

Posagora

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avaó leitor zunino

Treino, retorno e reapresentação

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O Avaí venceu o São Luiz de Ijuí, que disputa a primeira divisão do Campeonato Gaúcho, em jogo treino realizado neste sábado, dia 14, no Centro Esportivo Geremia em Bento Gonçalves. A vitória de 1 a 0, com gol de Pirão, marcou o fim da estada de 12 dias na Serra Gaúcha. No primeiro tempo, o técnico Mauro Ovelha utilizou a base do time que treinou ao longo da semana: Moretto; Renato Santos, Leandro Silva e Bruno; Arlan, Guerreiro, Pirão, Robinho e Aelson; Neílson e Capixaba.

No segundo tempo, Mauro Ovelha escalou a seguite equipe: Aleks; Jaílton, Cássio e Rafael; Rodinei, Diogo Orlando, Mika, Diego Palhinha e Léo Campos; Cleverson e Felipe Alves. Maurício entrou no lugar de Diego Palhinha, Léo Lima no lugar de Cleverson e Laércio substituiu Felipe Alves. A delegação avaiana chegou a Florianópolis na madrugada deste domingo, dia 15. A reapresentação está marcada para as 9h desta segunda-feira, dia 16, na Ressacada.

Simples como a Avaianidade deve ser

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Durante a semana havia acompanhado a expectativa do que Thiago Tavares faria após a luta, ainda no octógono, em caso de vitória. Não deixa de ser uma questão importante, haja vista o público que estaria de olho mundo à fora. Um pouco antes desse momento, mais de um bilhão de pessoas viram os dois escudos do Avaí em seu calção descolarem e serem arrancados pelo juiz para não atrapalhar o lutador manezinho (um dia inventam a serigrafia e esse problema acaba, se Deus quiser). Fim da "partida". Thiago vence por pontos, cai no chão de alegria, pega a bandeira do Avaí e a tremula. Logo depois, em seu Twitter, as primeiras palavras: "Na ilhaaa formosaaa cheia de graça é o time da raça, é povo é gente! @avaifc". Dá pra ser mais avaiano? Não, não dá.

Vitórias dos muitos Avaís

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Pirão fez um gol e decretou a vitória do Avaí (futebol profissional) contra o São Luiz/RS no jogo treino de ontem, penúltimo dia de pré-temporada em Bento Gonçalves. Ontem também o Avaí (futebol de areia) meteu 6 a 3 no Chico Science e 10 a 2 no Dragon e classificou-se para a semifinal do Catarinense da modalidade. E na madrugada de domingo o Avaí (MMA) conquistou seu primeiro "título" em 2012 com a vitória de Thiago Tavares sobre o canadense Sam Stout no UFC Rio. Sem entender muito de MMA, pensei que o canadense levaria, mas se os juízes decidiram por Thiago, que assim seja.

O jogador símbolo

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"Um dos jogadores de pior campanha em 2011 é o atleta-símbolo do ano. Tratado por um dos jênios que passaram pela casamata avaiana ano passado como “o melhor atacante”, titular incontestável na maior parte da Série A, capaz de sobreviver até ao padrão Mauro Ovelha de qualidade, Robinho teve números pífios. Foram 32 partidas, das quais 22 como titular. Nesses jogos, o Avaí conquistou apenas três vitórias, empatou 10 vezes e perdeu 19. O aproveitamento de pontos foi de 19,79%. Robinho só ficou à frente de um jogador com mais de 7 partidas. Nos oito jogos em que Fábio Santos esteve em campo (três como titular), o Avaí só conquistou 12,5% dos pontos. Não vencemos nenhuma vez com ele, empatamos três e perdemos cinco". Mais números do Avaí na temporada de 2011 no blog Solta o Leão

#FinalizaTavares

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O virtual substituto de Lincoln

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No já consagrado estilo "pobrinho mas limpinho" desta temporada, o Avaí trouxe o meia Saldanha, que atuava pelo Grêmio Barueri. Diz a ficha técnica do rapaz de 22 anos que foi um dos destaques do time do interior paulista na série B de 2011, então tem o perfil desejado por Carlito Arino. O meia atuou em 2010 pelo Atlético de Ibirama antes de se transferir para São Paulo. Aqui era reserva, atuando em poucas partidas como titular. Porém, foi uma das indicações do treinador Mauro Ovelha, que já conhecia o futebol do jogador. Mais um para a gente conferir depois. Fonte base FutebolSC

Os agregados de 2012

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Atento que está aos muitos negócios dos cartolas avaianos, o blog Solta o Leão nos convidou a não perdermos as contas dos jogadores já contratados para a temporada 2012. A maioria desconhecida, algumas promessas, uma aposta no baixo custo e no estilo "pegador" do técnico Mauro Ovelha:
01. Aelson (lateral, Chapecoense)
02. Neílson (atacante, Chapecoense)

03. Renato Santos (zagueiro, Joinville)

04. Ronaldo Capixaba (atacante, Joinville)

05. Leandro Silva (zagueiro, Ponte Preta)

06. Mika (volante, Guarani-SP)

07. Pirão (volante/lateral, Ponte Preta)

08. Diego Palhinha (meia, Icasa)

09. Jaílton (zagueiro, Marília)

10. Felipe Alves (atacante, Penapolense)

11. Saldanha (meia, Grêmio Barueri)

Ovelha

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avaí ovelha

Sem evento e patrocínios

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No último dia 11 o torcedor Eduardo Santos abriu um tópico no Orkut informando ter recebido um e-mail com aquela que seria a nova camisa do Avaí de 2012. Se for essa mesmo diria que é normalzinha, até porque a Fanatic não possui equipamentos que deem asas à criatividade.
Daí o interesse maior não ser o design, mas os patrocínios. Para os que não gostam de sair feito outdoors ambulantes, a camisa deverá vir mais limpa, sem a Intelbrás e a Komeco estampados. Isso nos remete a coletiva de Zunino afirmando que todos os parceiros haviam renovado seu apoio para esta temporada. Será?

Quanto ao evento de lançamento da camisa, nada, ou melhor, no próximo dia 18 o novo modelo será postado no Facebook e ficamos por aí mesmo. Se da vez anterior os comes-e-bebes aconteceram na Palhoça com o objetivo de "interiorizar a marca", talvez queiram agora alcançar a Chechênia e o Curdistão via internet. Tudo isso é normal para os atuais gestores do clube que não acreditam que o Avaí esteja no mesmo nível do poderoso América-PE.

Feliz ano velho

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Não gosto de novelas, costumam ser longas, chatas e repetitivas. Novelas boas até hoje apenas duas: Roque Santeiro e Marrom Glacê, o resto nem me astrevi a acompanhar. Essa do William então, Deus me perdoe, foi o "Vale a pena ver de novo" de 2009 contracenado com o Grêmio.

A diferença de lá pra cá é que pelo menos dessa vez não saiu de graça. Naquele ano foi assim, um empréstimo sem ônus para a gauchada, informação patética que só nos chegou muito tempo depois quando um dirigente gremista quis mostrar que era o rei da cocada preta por trazer jogador à preço de banana. É mais ou menos o que Carlito Arini acabou de fazer.

A falta de transparência também desta negociação é justificada por uma cláusula contratual que exigiria sigilo. Coisa de clube pequeno e cartola sem vergonha na cara. Ai do Barcelona, Los Angeles Galaxy e Santos se fizerem o mesmo com seus craques e sua torcida. Comprou, vendeu, emprestou, no mesmo dia os números estampam os portais mundo à fora.

Zunino queria R$1 milhão e jurou de pés juntos que por menos William não sairia. Conta essa para o Pateta da Disney. Dizem que arregou por R$750 mil, o que dá um mês de salário do elenco atual. Os números oficias nunca saberemos. O ano mudou, o modelo de administração do Avaí, não. Começamos 2012 vendendo e perdendo de virada. A gurizada da base que o diga.

Os mandamentos do Gestor de Futebol

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Conhecimento técnico
O gestor é responsável pela montagem de elenco. Deve buscar e, muitas vezes, indicar reforços. Também necessita conhecer os trâmites burocráticos para contratação e regularização de jogadores.


Relacionamento
No burocrático meio futebolístico, não basta conhecimento. Conhecer funcionários de federações pode agilizar determinadas situações. Contatos com agentes também são determinantes em negociações. “A grande parte dos jogadores atua pelo clube que o empresário manda”, afirma um gestor de um grande clube.


Vestiário
O gestor deve ter a capacidade de identificar e lidar com inimizades e insatisfações dentro do elenco. É importante entender a aceitação do treinador e de sua equipe. Também precisa servir de ponte entre jogadores, diretoria e comissão técnica.


Personalidade
A valorização expôs ainda mais a figura do gestor diante da torcida. Responsável por, de fato, montar a equipe, deve ter personalidade para lidar com as pressões e a instabilidade do meio. via Lancenet

Foi-se. Mistério. Toca

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avaí william atletico

Não existe almoço grátis

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Ontem Carlito Arini soltou o verbo financeiro. Em alto e bom som declarou todo faceiro que o Avaí não gastou um único Real para a formação do elenco de 2012. Um pouco mais à frente entendemos que não foi bem assim. Não se gastou nem um real com outro clube, isso porque foi necessário desembolsar valores apetitosos em forma de luvas para os próprios jogadores. Ab, bom. Um dopping moral, digamos assim. Sobre esse tema o blogueiro Assis teceu excelentes comentários (aqui). Pode ser uma forma de antídoto para o festival de dinheiro jogado no ralo ocorrido no ano passado. Sai o elenco mais caro e numeroso da história do Avaí e entra um bem mais enxuto e baratinho. Mas que o barato não continue saindo caro. Toca.

Yes, nós temos uma filosofia

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Há quase três anos repito que a diretoria azurra é composta de pessoas que pensam pequeno, não respeitam a MARCA Avaí e diariamente fazem a opção inconsciente por trabalhar no fio da navalha. É preciso dificultar as coisas para que as conquistas tenham um Q de épico. Isso pega, se entranha nas paredes de tijolinho à vista da Ressacada e acabam na corrente sanguínea de todo o staff.

Isso pega também no torcedor. Prova disso é que não acompanhamos de perto as categorias de base, mal sabemos como são conduzidas mas já sabíamos que as possíbilidades de passar da primeira fase da Copinha eram raquíticas. A gente não sabia como sabia, só sabia que seria uma façanha. E assim, ao natural, com dois pontos conquistados em nove disputados, os meninos do Avaí voltam para casa mais cedo, com direito a "coincidências" com o elenco profissional.

Ontem o blog Solta o Leão chamou a atenção para estas tristes coincidências. Tal qual os adultos, os guris sairam na frente do placar em todos os três jogos e não conseguiram segurar as pontas. Virada em um e empate no apagar das luzes em outros dois. Não deixa de ser um tipo de filosofia, implantada ano após ano e agora, infelizmente, assimilada pedagogicamente.

Não podemos nos esquecer que o Avaí ainda é um celeiro de... empresários. A prioridade é deles, dos atletas deles, do portfólio deles. Para que um atleta de nossa base não sucumba diante desse modelo de negócios arraigado no Carianos, é preciso que alguém esteja desatento, dormindo, e assim não veja o garoto passar por debaixo da "catraca" do profissionalismo. Isso é perigoso, amador e fator decisivo para a agonia de um clube.

Relacionamento é tudo

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Como já mencionado, percebe-se a intenção do Depto de Comunicação do Avaí em sair do limbo que se encontra desde 1923, adentrando finalmente no século XXI. Ufanismos à parte do texto postado no Facebook oficial do clube, a atitude de "adotar" dois garotos de Bento Gonçalves merece elogios. Os jovens Matheus e Murilo foram seduzidos com uma camisa oficial para cada um, o convite para acompanharem o treino, fotos, entrevista, enfim, coisas simples mas muito simpáticas. É por aí. Oxalá um dia esse tipo de tratamento possa ser dado também aos jovens de Floripa.

Tudo por seu time

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Propaganda bem humorada da ESPN sobre as apostas entre os torcedores de times rivais, talvez os mais apaixonados. Nesse vídeo os fanáticos esportistas provam sua fé inabalável em suas equipes com a promessa de cumprir alguns castigos em caso de derrota. E promessa, como se sabe, não se quebra, se cumpre. "Não é loucura, é esporte".

Para agradar, nem precisa muito

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Achei interessante a repercussão positiva pela cobertura que o Avaí está dando à sua pré-temporada através das ferramentas nas redes sociais. Ainda sem site - algo absolutamente inexplicável sob qualquer ponto de vista - o clube está utilizando o Twitter e Facebook oficiais para informador ao torcedor sobre o que anda acontecendo na serra gaúcha.

Hoje esse tipo de comunicação é comum, básica, o feijão com arroz de uma empresa profissional. Entretanto foram centenas de elogios, o que mostra que nem a essa simplicidade o torcedor estava acostumado. Fotos, textos institucionais e flashs de assuntos pertinentes se revezam com algumas baboseiras escatológicas e mesmo assim todos ficamos felizes.

Enfim, o Avaí ainda tem muito a evoluir nessa área, um calo que já dura 88 anos, mas dá mostras de querer dar os primeiros passos. Lentamente, em gotas homeopáticas, mas para frente.

Vale a pena frisar de novo

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Desde que o ex-presidente Flávio Félix resolveu responder o que considerou ser uma agressão de um conselheiro do Avaí, uma boa parte dos blogs avaianos repercutiu suas palavras de esclarecimento. Textos muito interessantes nos chegaram através do próprio ex-dirigente azurra, seja por e-mail ou postagens publicadas em alguns endereços virtuais, o que nos abriu uma certa visão comparativa sobre as duas administrações, a passada e a atual.

Gostaria de frisar que este blogueiro jamais se posicionou como sendo de situação ou de oposição a quem quer que seja. Não que estas posições tenham "defeito de fábrica", de forma alguma. A política é salutar e necessária, mas não se tem aqui sequer a petulância de comparar o trabalho destes dois personagens da história do Avaí. Nem tem como, já que antes de 2007 todo o interesse era voltado apenas para o que acontecia dentro das quatro linhas.

O objetivo número um do Avaixonados é opinar conversando com os torcedores. O número dois é lutar pelo fortalecimento do Avaí como clube de futebol, a sua
valorização, colaborando na construção de um ambiente que possibilite a participação efetiva do torcedor. O número três é conhecer e fazer amigos que agreguem saúde emocional, esportiva e intelectual. O resto é lucro.

Entretanto, se a administração de João Nilson peca tanto no quesito TRANSPARÊNCIA e nos surge um personagem relevante tocando neste tema-tabu, não há porque deixar de abrir espaço para sua opinião. Se em 2008 e 2009 o modelo presidencialista de Zunino foi merecedor de elogios - e aqui isso aconteceu - não se pode dizer o mesmo dos anos anteriores e posteriores.

Assim, não me coloco como opositor ou apoiador do atual ou dos antigos grupos de diretorias, já que meu vínculo é exclusivo ao grupo do torcedor, aquele que rala a bunda na arquibancada e volta pra casa sem voz depois de 90min de alegria e sofrimento. Sou Avaí e nada mais.