Marcas brasileiras dominam

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Segundo dados levantados pela GSN as marcas brasileiras de material esportivo são as que mais vestem os clubes brasileiros. Diferente de empresas como Nike e Adidas, que primam por poucos clubes mas com um substancial investimento, as empresas brasileiras fornecem para mais clubes, com um menor investimento. Estima-se que seja um mercado que represente R$190milhões.

As empresas brasileiras envolvidas e suas respectivas fatias de mercado são: Super Bolla (5.9%), Rota do Mar (5.2%), Penalty (4.2%) e Kanxa (3.6%).
A Penalty e a Stadium destinam a maior parte de sua verba a ações de marketing com os respectivos clubes. A Penalty é a fornecedora de oito equipes, enquanto a Stadium, seis. Outra empresa que tem boa atuação no mercado interno é a Kanxa, que fornece para oito equipes de menor escalaçao. Em tempo: a Fanatic não apareceu na pesquisa. MKT Esportivo

Menos um

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Nesta manhã o pai de Carolina Portaluppi foi demitido do Grêmio.

Mea culpa, mea gigante culpa

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Hoje de manhã Vandrei Bion, coordenador de comunicação do Avaí, publicou em seu blog pessoal a informação de que a diretoria azurra estaria "estudando uma forma de garantir um preço justo à torcida até o final do ano", medida que poderia ser decidida antes do jogo contra o Bahia.

O lado ruim dessa nota é que seu conteúdo me parece ser uma informação estratégica ao clube, portanto, sigilosa. Se não o fosse por certo estaria estampada em algum dos endereços virtuais oficiais do Avaí, coisa que não acontecia até as 14hs. Entretanto, acostumados que estamos com a não-comunicação by Ressacada, menos mau que Vandrei nos traga essa boa nova.

O lado bom é que, caso essa mudança se confirme, os cartolas avaianos assumem publicamente que os valores praticados desde o início de 2010 eram realmente injustos. Poderíamos usar outros adjetivos, mas fiquemos com esse, suficiente para que tenhamos um início de reatamento de relacionamento entre clube e torcedor. Quanto tempo perdido, não?

Ainda sobre ontem

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Muita coisa estava em jogo, dentro e fora do gramado. A tensão nas hostes avaianas era tamanha que estamos comemorando o péssimo resultado diante do Grêmio. Sim, péssimo, pois habitando a lanterna da série A desde o início, com 2x0 no placar e um adversário completamente desnorteado, ceder o empate foi entregar dois pontos de bandeja.

Se o árbitro inventou aquele penalti pró-tricolores, também não podemos esquecer do impedimento absurdo que o homem de amarelo-vômito viu para anular um gol deles ainda no primeiro tempo. Penso que o desequilíbrio ficou por conta da não expulsão
Fábio Rochembach ao agredir Bruno, falta semelhante àquela que resultou na expulsão de Batista.

Pedro Ken e Cléverson continuam me convencendo. Estão começando a arrumar a meiúca avaiana e prova disso é a queda vertiginosa dos balões da zaga para o ataque. Por outro lado o bom futebol de Batista e Robinho ainda não me inspira confiança. Quando fizerem duas boas partidas seguidas aí sim começarei e acreditar que voltaram a jogar futebol.

Verdade seja dita

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"Até pelo primeiro tempo do Avaí, o treinador Alexandre Gallo deveria ser humilde e pedir desculpas ao preparador físico Émerson Buck, a quem ele queimou publicamente, dizendo que o time estava mal condicionado fisicamente. Ontem, ficou claro que o problema não era físico, mas sim de posicionamento. Logo, correu errado, cansou mais" Polidoro Jr em sua coluna de hoje

Zunino, agora é contigo

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Então quer dizer que esse time pode render mais? Pois é, pelo menos é o que pareceu a todos os que assistiram ao "novo" Avaí diante do Grêmio na noite de ontem. Não houve apatia, medinho da camisa de time grande, bagunça tática e todas aquelas mazelas dos últimos seis meses.

O presidente Zunino está com a faca e o queijo na mão. Se o big boss administrativo da Ressacada queria uma oportunidade para cobrar desse elenco uma postura de time no mínimo mediano, aí está ela toda exibida e escancarada. Vai Zunino, dá esporro na gurizada e depois corre pra galera!

Um Avaí irreconhecível

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Depois dos últimos dias repletos de notícias surreais no ambiente azurra, o cenário que se desenhava para o jogo de hoje contra o Grêmio em pleno Olímpico era de Armagedon. A dúvida era se se o "fim dos tempos" aconteceria com ou sem goleada. Nada feito, meu amigo.

O Avaí saiu marcando aos 4min da primeira etapa com Gustavo Bastos. Depois Romano e William ainda desperdiçaram dois gols feitos e o árbitro anulou um gol legítimo dos gaúchos. As surpresas continuaram logo aos 2min da etapa final, com Batista expulso num lance bobo. Sai William e Rafael Coelho para as entradas de Fabiano e Robinho.

Só para irritar eis que Robinho resolve marcar o segundo gol. Irritante porque sabemos o que acontece quando o Avaí abre dois gols de vantagem: cede o empate. Não deu outra. Um pênalti Mandrake inventado pelo árbitro e outro numa ziczira aos 49min decretaram a perda da primeira vitória azurra no campeonato. Foi um 2x2 dolorido mas com algumas mensagens nem tão subliminares.

Como disse nessa manhã, ficaria atento à postura dos jogadores avaianos em campo. Tomariam as dores dos colegas afastados ou cederiam à mão forte - e por vezes inábil - de Alexandre Gallo? Pela luta, pela organização tática demonstrada e a vergonha na cara de "lamentarem" esse ponto milagroso conquistado fora de casa, acredito que Gallo chega à Floripa fortalecido.

Esperando Grêmio x Avaí

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avaí degola

O Astro

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"Placar de 1x0 para o Avaí, gol de Acleisson, de voleio, aos 44min do 2° tempo, de fora da área, no ângulo. Jogadores comemoram na chuva jogando-se no gramado com spray d'água. Gallo pula na montanha de atletas. As câmeras de TV voltam-se para os camarotes onde Mauro Galvão, mascando chicletinho em vestes européias, abraça Luiz Alberto".
A se confirmar essa profecia do leitor Renato o blog lhe repassará os dois ingressos de camarote para o próximo jogo do Avaí na Resssacada. E tenho dito.

Ih, rapaz

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"Como qualquer torcedor, estou preocupado. O Gallo comandou a equipe em dois jogos apenas, é muito cedo, ainda, para qualquer análise. Pelo que eu tenho visto nos treinos, o trabalho dele é muito bom. O problema é que quando o time não ganha, surgem conversas de todos os lados. Se a gente demorar para vencer, não é só o técnico que corre riscos. Todo mundo terá que ir embora" João Nilson Zunino em entrevista ao Globo Esporte

Façam suas apostas

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Muita coisa estará em jogo logo mais às 19:30hs no confronto entre Grêmio e Avaí em Porto Alegre. Há quem aposte na queda de Alexandre Gallo em caso de mais uma derrota. Particularmente não creio nisso, a menos que a equipe sofra mais uma goleada vexaminosa. Muito há o que se observar hoje pois a política entrará no tapete verde do Olímpico.

Além da busca desesperada por pelo menos um pontinho, a atitude dos jogadores poderá ser um sinal de que partido foi tomado. Pelo sim, pelo não, estarei atento ao comportamento dos onze nos 90min. Será que tomarão partido em prol de seu ex-líder, o sempre guerreiro Marcinho? Ou será que comerão a bola como nunca fizeram antes nesse ano da graça de 2011?

O código de conduta by Carianos

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Em nota oficial na noite de ontem a diretoria do Avaí comunicou o afastamento de Marcinho Guerreiros das atividades regulares do grupo principal por tempo indeterminado. A justificativa foi a "atitude contrária às normas disciplinares do Clube". Embora nunca tenhamos ouvido falar destas normas disciplinares, já podemos ter uma noção de seus parâmetros morais.

Jogadores fazendo greve de bola para derrubar o técnico, isso é permitido, sendo inclusive brindados com bicho-extra no final da temporada. Técnico interino também pode se insubordinar e abandonar o grupo horas antes de algum jogo internacional. O técnico recém-chegado que se vire e faça valer seu polpudo salário. E por fim, até para não nos alongarmos muito, todo e qualquer jogador pode dirigir gestos obcenos para o torcedor, desde que seguida de desculpas por escrito.

O que não pode de jeito nenhum é o líder do time, capitão da equipe e um dos poucos jogadores respeitados por sua garra em campo se negar a treinar com os juniores de um dia para o outro. Isso não, tudo menos isso, porque aí é desrespeito grave à instituição.

Fique atento

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Mentira é o nome dado as afirmações ou negações falsas ditas por alguém que sabe (ou suspeita) de tal falsidade, e na maioria das vezes espera que seus ouvintes acreditem nos dizeres.

Por anos à fio tive meus machucados queimados pelo tal do Merthiolate, aquele líquido avermelhado que anos mais tarde foi denunciado por não apresentar qualquer efeito curativo. Maldito seja o placebo dolorido.

E quem nunca rasgou a sua folha do caderno por passar o lado azul da borracha Mercur? Alguém nos fez acreditar que ela apagaria tinta de caneta. Maldita seja ela que nos rendeu tantos esporros dos pais.

Com a experiência passamos a acionar o filtro de defesa das arapucas do dia-a-dia. Erros, só novos, costumo dizer para meus filhos, até porque repetir os mesmos erros nos faz crescer as orelhas. Boa noite.

Teste de memória

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Você deve lembrar que Alexandre Parreira ainda é Observador Técnico do Avaí.Também deve lembrar que Mauro Galvão é nosso Gerente de Futebol.
Mas que Neguinho foi o técnico responsável pela conquista do único
ponto do Avaí no Campeonato Brasileiro, isso você não lembrava!

Ao vento

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No dia de hoje estou em viagem de negócios à simpática cidade de Brusque, daí esse texto ter sido postado na noite de ontem. Então a última notícia é de uma crise interna como poucas vezes presenciamos nestes últimos anos no Avaí. A impressão é de um clube desgovernado e à deriva.

A direção do clube está silenciosa e como manda a cartilha das assessorias de imprensa, aguardando o momento certo para enviar um emissário declarando que estão trabalhando em silêncio. Além de soar bonito, dá um ar de suposto-saber aos notáveis desaparecidos.

Nesse momento há pouco o que dizer para a nação azurra. Alexandre Gallo acabou de chegar e conseguiu unir um bom grupo de pessoas... contra ele. Talvez seja o preço da mudança de tantas coisas que caminhavam tortuosamente, mas talvez seja apenas falta de tato.

Não sei se Gallo resistirá, mas se assim o for, por certo será pela força de seu padrinho Luiz Alberto. Enquanto aguardamos o desenrolar dos acontecimentos, sugiro a releitura de um texto profético que suscitou os instintos mais primitivos de alguns leitores do blog: clique aqui.

Mundos paralelos

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Um Avaí surreal

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Gallo chega num clube que existe um capitão, existe um líder, que tem o respeito do grupo, que tem o respeito da diretoria, que tem o respeito do torcedor e simplesmente chega num dia, no outro já me tira do time, me coloca no banco. Treinar no terceiro time um cara que era capitão, líder do time, é inadmissível.

Eu tenho uma história dentro do clube e simplesmente chega um treinador e quer manchar a sua história. É difícil falar que o grupo está rachado. O que eu posso dizer e afirmar é que as coisas não andam boas. As coisas não andam boas pelo lado do Avaí. Está muito complicada a situação, dentro e fora do campo. Se eu falar tudo que eu sei e o que eu vejo, é complicado. Marcinho Gurreiro em entrevista ao FutebolSC

Quase uma família

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"Se tiver que sair na porrada, vamos sair"
Preparador físico do Avaí rebateu as críticas do treinador - via FutebolSC
Após sua segunda derrota em duas partidas no comando do Avaí, o técnico Alexandre Gallo criticou o trabalho do preparador físico Emerson Buck, que está no clube desde o início do ano. Segundo o treinador, o time mostrou problemas físicos na derrota para o Fluminense, neste domingo, na Ressacada. A entrevista de Gallo gerou um mal estar com Buck.

“Nós temos algumas deficiência técnicas, temos nossos limites técnicos, são visíveis. Hoje foi detectado uma questão física que nos preocupou bastante. Até porque a gente tem tirado a semana pra ajustar a equipe. Acho que faltou um pouco da questão física pra superar um homem a mais, praticamente durante 50 minutos. Nós tínhamos que ter um volume na área do adversário um pouco maior”, criticou Gallo.

Segundo o preparador físico avaiano, o problema é tático, que obriga os jogadores a correrem mais, e este assunto não deveria ser levado a público. “É uma situação um pouco complicada, um pouco chato, porque esses assuntos acho que têm que discutir internamente. A gente vai discutir na sala, entre quatro paredes. Se tiver que sair na porrada, a gente vai sair”, disse Buck em entrevista ao repórter Alisson Francisco, da Rádio Guarujá.

Segundo Buck, Gallo não permitiu que ele fizesse um trabalho de preparação física diferenciado nestas duas semanas que o treinador está no Avaí. “Eu tinha feito um planejamento de reavaliação física. Acredito até que possa ter alguns atletas que tiveram uma queda física, mas não o grupo todo. Desde a chegada dele eu não pude fazer, ele não deixou fazer nenhum tipo de avaliação física. Respeito a opinião dele, mas não concordo”.

O preparador físico afirma que não foi por acaso que o Avaí chegou à semifinal da Copa do Brasil. Ele entende que os jogadores precisam de trabalho psicológico e tático. “Se não trabalhar o nosso time emocionalmente, se não trabalhar taticamente, acertar um padrão tático, nosso time vai continuar sofrendo, vai continuar errando, e vai continuar correndo mais que os outros. Mas eu não acredito que o time da noite para o dia possa perder o condicionamento físico”.

No reino do faz-de-conta

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Não bastasse "aquela" política de preços implantada em 2010, ontem o frio, a chuva, o feriadão e uma campanha ridícula se uniram para mais uma fuga em massa do torcedor avaiano de sua casa esportiva. Foram 4.300 heróis, sendo que destes, 500 eram tricolores.

Se já é chato provar mais uma derrota do Avaí e se ver cada vez mais garradu na lanterna do Brasileirão, imagine perceber a forma "lúdica" como os assessores tratam o torcedor num momento tão delicado. Estes mesmos se encastelaram no Reino Encantado da Ressacada e agora afastam o público com a cavalaria da PM.

Junto a essa prova de ignorância comportamental assistimos a síndrome de descontextualização dos canais de relacionamento do clube. Após cada derrota o site, Twitter e Facebook são alimentados com um
mundo de faz-de-conta repleto de notas sociais, promoções placebo, fotos de visitas ilustres, brindes para sertanejos, enfim, tudo menos informações maduras e pertinentes.

Exige-se que um meio de comunicação e relacionamento consiga perceber a singularidade de cada situação
e permitir adaptar-se de acordo com as necessidades do momento. Pior do que um clube que não se comunica e uma diretoria que se esconde, só mesmo esses desatinos que machucam a inteligência do torcedor e o faz lembrar, quando muito, da revista CARAS.

Desnecessário, Gallo

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Em relação ao conteúdo da entrevista coletiva de Alexandre Gallo após a derrota para o Fluminense, nada que já não soubéssemos à exaustão. Declarações sobre problemas por demais conhecidos de todos e repetidos desde o início do ano pelos chamados "corneteiros avaianos".

Entretanto considerei desnecessário o bater de tecla na baixa qualidade técnica do elenco e, principalmente, no seu despreparo físico. Gallo deve ter tocado nesse ponto umas três ou quatro vezes de forma cansativa. Oras, se o Avaí já tinha três preparadores físicos e ele traz Elliot Alves também para essa função, então está mais do que claro o seu descontentamento, sentimento compartilhado pelos que asssitem o time andar em campo há mais de cinco meses.

O treinador perdeu a chance de ficar quieto e de nos trazer, quem sabe, uma nova palavra de ânimo. A torcida avaiana já está cansada de conversas tangenciais, chantagens emocionais, chamamentos esdrúxulos ao poio incondicional e falta de respeito no trato da coisa pública que é o clube de seu coração. Respeitem a nossa inteligência, por favor.

Não precisa inventar

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"Gallo perdeu a chance de simplificar. Tinha jogadores à disposição pra fazer mais do que isso. Inventou demais. O Fluminense não era isso tudo. Errou muitos passes, mas tinha Conca sozinho, sem marcação, para pensar e armar o time.

A defesa do Flu nem teve tanto trabalho pois na maior parte do tempo Willian lutava sozinho contra os dois bons zagueiros tricolores. Pedro Ken jogou muito recuado e foram raras as jogadas mais agudas criadas por ele. Foi uma fartura de bolas laterais, sem objetividade.

Não havia ninguém que "chamasse" jogadas com os alas e Estrada estava perdido em campo. Além disso, a tentativa de Gallo em sufocar o Fluminense colocando mais dois atacantes não surtiu nenhum efeito. Mesmo com um homem a menos o tricolor se postou bem na marcação e ainda teve à vontade contrataques que poderiam ter nos deixado uma goleada de lembrança.


Ainda acho que podemos fazer o FÁCIL: dois zagueiros, dois laterais, dois homens de criação, talvez Pedro Ken e Cléverson, um pela direita e outro na esquerda, dois volantes com Marcinho e Estrada numa formação mais ofensiva ou Marcinho e Bruno numa mais defensiva, dois atacantes - Willian e Rafael Coelho já deram muito certo jogando como sabem jogar, cada um em seu posicionamento de origem - cada um fazendo o que sabe fazer, sem improvizações.


Só nos resta esperar medidas de verdade por parte da Diretoria, para que possamos sair dessa crise: concentração total (nada de folgas), treinamentos em dois turnos, reforço nos fundamentos - não podemos mais continuar errando tantos passes - e melhora do plantel. Já está passando da hora de meter a mão no bolso". Rogério Correa, avaiano de Itajaí

Uma imagem

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avaí brunoExpressão-símbolo de todo avaiano no dia de hoje. Foto original de Bruno Carvalho

Cada vez mais preocupante

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Com apenas dois jogos à frente do Avaí, não seria justo exigir um milagre por parte de Alexandre Gallo. Tentar consertar o que o Departamento de Intelijença escangalhou por seis meses é uma árdua tarefa até para José Mourinho. Gallo precisa de tempo, pelo menos umas cinco rodadas para que possamos, aí sim, medir a qualidade de seu trabalho.

Entretanto esperava algumas coisas simples para hoje. Uma boa redução na quantidade de passes errados, um posicionamento tático mais consistente e um entrosamento mínimo. Como você pode perceber, prezado leitor, nada de muito complexo. Ansiava apenas por um girino de time.

Mas mesmo jogando com um jogador a mais desde os 40min do primeiro tempo ficava claro que o Fluminense sempre esteve mais perto do segundo gol que o Avaí do primeiro. Aliás, porque Conca jogou livre? Esse é só mais um detalhe de um futebol tacanho, abobalhado, amador e que parece piorar à cada contratação de jogador e troca de treinador.

Os poucos avaianos que enfrentaram as intempéries do sul da Ilha saíram de lá com as esperanças estremecidas. Resta-nos aguardar que até o final da 10ª rodada tenhamos algo de mais concreto onde possamos nos agarrar, até porque os outros candidatos a rebaixamento estão... vencendo.

Simplesmente lamentável

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Não foi a quinta derrota em seis rodadas que me causou maior surpresa nesse Avaí 0x1 Fluminense. Conquanto um placar desastroso que nos garante a lanterna absoluta, salta aos olhos a completa falta de qualidade nesse time que foi e continua sendo montado para a disputa de um dos campeonatos mais difíceis do mundo.

Jogadores cujo currículo davam mostra de serem refugos continuam aumentando nossas desconfianças. E a situação pode piorar porque fica cada vez mais complicado convencer os medianos a jogarem numa equipe que parece vocacionada à seguidos naufrágios em 2011.

Teremos muito o que comentar sobre esses 90min de pique-esconde do futebol avaiano. Mas desde já posso adiantar que nunca pensei que um técnico pudesse enxergar em Rafael Coelho potencial para armar jogadas no meio de campo. Surreal.

Aqueça sua comunidade

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Avaí Campanha Agasalho

A dança da chuva

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Há que prefira uma Ressacada molhada por acreditar que nesse terreno o Avaí têm mais sorte que seus seus adversários. Racionalmente não temos uma boa razão para nos agarrarmos a essa bênção que nos acompanhou na campanha do acesso de 2008. O time é outro e a torcida também.

Esse pé d'água que deve se manter por todo domingo é garantia de pouco público, futebol de menor qualidade, gasto extra de energia elétrica com os refletores e "machucamento" excessivo do tapete verde mantido pelo Ademir. Mas quem sabe tenhamos um inesperado calor vindo das arquibancadas...

Vencer para renascer

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Dia chuvoso em Florianópolis. Pode ser o prenúncio de uma vitória do Avaí, é que o que a lembrança de 2008 traz à memória de toda nação azurra. Na falta de um fato mais palpável para torcer pela recuperação do clube clube mais querido de SC, a gente se agarra a qualquer sinal.
Graças a derrota de ontem de Atlético/PR, o Leão "corre o risco" de terminar essa sexta rodada até na vice-lanterna do campeonato, o que já seria um grande avanço para quem toca o fundo do poço desde a primeira. Seja o que São Pedro quiser.

O Avaí

Na sua estreia na Ressacada, Alexandre Gallo terá o retorno do zagueiro Gustavo Bastos e do atacante Rafael Coelho. Gustavo Bastos deve reassumir a titularidade na vaga de Cássio, que está lesionado e não joga. Já Rafael Coelho não tem o seu retorno confirmado.
Na lateral quem deve fazer sua estreia é Daniel, que entra na vaga de George Lucas, afastado do time pela comissão técnica. Desta forma, o Leão atuaria no 4-4-2 com Aleks; Daniel, Gustavo Bastos, Welton Felipe, Julinho; Bruno, Acleisson, Pedro Ken, Estrada; Rafael Coelho, William. FutebolSC

O Fluminense
Abel Braga vai promover mudanças. O volante Valencia foi barrado para o retorno de Diguinho, que não atua desde maio, quando o Fluminense foi elimina pelo Libertad da Libertadores. O meia Marquinho ganhou a posição de Ciro e com isso a equipe terá apenas um atacante, Rafael Moura.
O centroavante ex-Goiás, vai ocupar o posto de Fred, que está servindo à Seleção Brasileira, que se prepara para a disputa da Copa América, na Argentina. Sendo assim, o time carioca vai a campo com a seguinte formação: Diego Cavalieri, Mariano, Gum, Márcio Rosário e Carlinhos; Edinho, Diguinho, Souza, Darío Conca e Marquinho; Rafael Moura. Terra

Time e torcida juntos

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avaí juizo

Futebol é coisa pra maluco

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Futebol é um mundo à parte, não apenas para os torcedores, que se projetam psicologicamente nas vitórias e derrotas de seu time, como também para os chamados profissionais da bola. Uma fração de segundos, um gol, uma rodada, tudo pode mudar radicalmente de um momento para outro.

Com um ponto na tabela e a justa lanterna do Brasileirão, o Avaí vive seu inferno astral elevado na 5ª potência. Ninguém serve, o planejamento está todo errado, os desmandos dentro e fora do gramado são aviltantes e a segundona é a parte que nos cabe nesse latifúndio.

Convicções que podem mudar amanhã com um golzinho de mão aos 49min da etapa final e assim, como que por encanto, desencavaremos gênios na Ressacada. Mas se por acaso o homem de preto embestar de marcar impedimento nesse gol salvador, aí o caos vai à 10ª potência.

Ao mestre com carinho

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Me chama a atenção o estilo Luiz Alberto de trabalhar. Empresário da bola que praticamente iniciou suas andanças em conjunto com o Avaí, isso lá pelos idos de 2007, o big boss da L.A. Sports vêm dando um banho no quesito profissionalismo, especificamente no trato de seus negócios pessoais.

Após ser enxotado da Ressacada pelo grupo batizado como "Os cariocas", Luiz Alberto saiu de mansinho, fez-se de morto pois sabia que dia menos dia voltaria com poderes muito maiores que os anteriores. Após um ano dando prioridade do Coritiba e um ou outro afago ao Avaí, eis que retorna com discursos pacificadores. Além de todas as falas que servem - e muito - para serenar as emoções da nação azurra, destaco dois momentos de extrema felicidade empresarial.

O primeiro foi ao declarar que pediu desculpas à direção avaiana por ter "tirado umas férias" do clube. Oras, sabemos que foi exatamente ao contrário, mas porque polemizar, não é verdade? E o segundo aconteceu ontem, quando pegou seu pupilo Fábio Santos pela orelha e o fez desculpar-se com a torcida avaiana após os gestos obscenos dirigidos a ela na partida contra o América. Ciente que "imagem é tudo e sede não é nada", LA não poderia permitir que isso perdurasse.

Luiz Alberto amadureceu, cresceu profissionalmente e hoje dá aulas de comportamento empresarial onde nada é pessoal e tudo são apenas negócios. Se os cartolas avaianos queriam uma segunda oportunidade para aprender com o mestre, aí está, mas não esquecendo que ele é um empresário. Então sem falsas expectativas emocionais.

Resposta em campo

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Chega de chacota: Outro dia - quando o assunto era Ronaldinho Gaúcho - comentaristas esportivos no Rio disseram que o R10 brilhou mesmo apenas diante do fraco Avaí. Após a goleada do Palmeiras, Felipão e o goleiro Marcos quase choraram, porque não queriam "humilhar" o Avaí, já que a torcida estava pedindo para o Marcos cobrar a penalidade. Ora, esses jogadores do Avaí precisam dar uma resposta. E que seja neste domingo ou não tem nenhum líder no meio desse bando de jogadores? Coluna de Polidoro Jr no ND

Ontem e hoje

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treinoHá pouco mais de dois anos, mais precisamente no do 1° de maio de 2009, o torcedor avaiano também invadiu um treino na Ressacada. Não haviam policiais, gritos de protestos e o público era pelo menos 100 maior que o de ontem. O tempo passou, o torcedor esfriou, a Ressacada se calou e o que todos queremos nesse momento é voltar no tempo. Tempo onde o público em treino para campeonato catarinense era maior que o de hoje para jogo oficial da série A. Mas sem precisar sair de 2011.

Prós e contras das compras coletivas

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Ando atento em todo esse alvoroço em torno dos sites de compras coletivas. Aproveitando que já passa das 23hs de sexta e apenas os sonâmbulos estarão acessando o blog, fica a dica de leitura para um bom artigo do blog Pequeno Guru que elenca cinco vantagens e cinco desvantagens de usar compras coletivas para promover seu negócio:

1. Atrai um monte de clientes

Não há dúvida que é uma grande maneira de atrair novos clientes, uma vez que a empresa tenha como prever e se planejar para atender a demanda. Como muitos clientes que compram já são clientes, o que acaba acontecendo é que você vende algo pela metade do preço para pessoas que costumavam pagar o preço cheio. O professor de marketing Utpal Dholakia diz que esses sites funcionam melhor em promoções que não canibalizem vendas para seus atuais clientes.

2. Promove o negócio
Eu não sou um dos maiores fãs de compras coletivas, mas adorei conhecer uma casa de chá que, caso contrário, não teria conhecido se não fosse através desses sites. Pouca gente sabe, mas o foco de Andrew Mason ao criar o Groupon sempre foi os pequenos estabelecimentos comerciais de Chicago, uma cidade grande, cheia de oportunidades e, como toda capital, lugares desconhecidos. No Brasil, tem muita empresa relativamente grande, com bons investimentos em propaganda, usando o Groupon para promover seu negócio. Funciona perfeitamente em empresas com pouca verba publicitária, nas demais nem tanto.

3. Ajuda a escoar
Aquela coleção antiga, aquele produto de pouca aceitação, aquele dia de pouco movimento… sites de compras coletivas podem ajudar a melhorar suas baixas. Particularmente, acredito que essa é uma das melhores estratégias. Especialmente, se for uma maneira de incentivar vendas de outros produtos adicionais. Mas só de vez em quando!

4. Constrói relacionamentos
As empresas devem ter mente que levar as pessoas para dentro da loja é só começo de uma árdua relação com o cliente, em que um está sempre está agradando o outro. Cada visita do cliente tem apenas um objetivo: fazê-lo volta uma outra vez. Uma dica do professor Dholakia é conceder benefícios para futuras visitas. Agora uma percepção minha: a primeira vez, por mais marcante que seja, não cria o hábito. Faça o cliente ir uma segunda e uma terceira vez e ele provavelmente voltará outras por conta própria.

5. Aumenta o faturamento
É muito importante que antes de fazer uma promoção dessas, a empresa faça estimativas de vendas e conheça seus custos para saber se é um bom negócio. Segundo a INC., sites de compras coletivas funcionam melhor em negócios de baixo-custo ou que possuem uma estrutura de custo fixo - ou seja, o custo de atender 1 ou 10 clientes é o mesmo.

1. Atrai caçadores por descontos
Uma das principais causas da baixa retenção de clientes é que a maioria só está atrás de uma boa barganha. Diferentemente de uma transação normal, muitos compram não por desejo ou necessidade, mas por mero impulso. Como perder aquele rodízio de sushi de apenas R$20,00 ? Talvez você nem goste tanto de sushi, mas é tão barato que as pessoas não resistem. Mais do que caçadores de descontos, as pessoas se viciaram na barganha.

2. Machuca a marca
Se baixa margem de lucro (ou prejuízo) não for suficiente, pense na marca. Infelizmente, para a maioria das empresas a marca sempre vem depois das vendas. A marca é talvez a a maior prejudicada no mal uso dos cupons de descontos. Descontos não aumentam lealdade de marca, tampouco a lembrança. Criam consumidores movidos a estímulos, muito sensíveis a preço e que afetam negativamente a imagem da marca. Uma das frases que eu cito sempre “desconto” vem à mesa é do professor de marketing da London Business School, Mark Ritson: “Quanto mais agressiva é a promoção de vendas, mais prejudicada é a marca.”

3. Não faz os clientes voltarem
Um dos maiores mitos que os empresários acreditam, é que os clientes voltarão depois. Segundo o Groupon, apenas 22% voltam. Isso pode ser menor ou maior dependendo da categoria. O segredo é criar artifícios para força-los a voltar.

4. Não é lucrativo
No Brasil, o Groupon fica com 60% do preço e o Peixe Urbano 50%. Essa margem é tão alta que quase qualquer negócio perderá dinheiro ao anunciar em sites de compras coletivas. Isso sem levar em consideração que o preço já está incrivelmente abaixo do de tabela. O objetivo de usar os sites de compras coletivas como ferramenta de marketing é qualquer outro, menos lucro.

5. Existe outras opções
Não é porque virou febre que a empresa precisa fazer. Como já disse, há duas coisas muito valiosas em jogo: dinheiro e clientes. Se não for bom para o seu caixa e nem para a sua base de clientes, não tem motivos para fazer. É preciso definir um objetivo e atacá-lo com a melhor ferramenta (provavelmente um conjunto delas) - e o marketing dispõe de inúmeras, mas nenhuma delas fará milagre sem um bom planejamento por trás.

A vida como ela é

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Os vencedores

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Conforme prometido ontem, já saiu o nome dos dois ganhadores com um ingresso de camarote para o jogo entre Avaí e Fluminense que há de ser a ressurreição do Leão no Brasileirão.

O primeiro sorteado foi o avaiano seguidor do blog no Twitter, o senhor Paulinho (link do sorteio aqui). O segundo torcedor nascido de bunda virada para a Lua é Henrique Trilha, seguidor do blog ali naquele quadradinho ao lado onde se lê "Os melhores leitores".

No caso da escolha de Henrique, pedi para meu filho ir passando de foto em foto e clicar em um. Segundo o moleque o Henrique é a cara do professor de Karatê. Então tá, que seje.

Solicito que ambos os sorteados entrem em contato pelo e-mail avaixonados@hotmail.com
até as 14hs de amanhã, sábado, a fim acertarmos os detalhes para entrega dos ingressos. Essa promoção é um oferecimento de Brahma, a cerveja oficial do Avaí. Plim, plim.

Se serve de consolo...

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Torcida do River protesta contra rebaixamento
Centenas de torcedores protagonizaram incidentes na noite de quinta-feira em frente ao estádio Monumental Nuñez, sede do clube, que corre risco de rebaixamento no Campeonato Argentino.


A confusão ocorreu quando os torcedores protestavam em frente ao portão principal do estádio pela péssima situação do River, que está a um passo da segunda divisão após perder para o Belgrano por 2 a 0, fora de casa, na primeira partida de repescagem.

O clube nunca foi rebaixado e para escapar precisa vencer o rival por diferença de dois gols, no domingo, em casa. Enfurecidos pela situação crítica, os torcedores do River tentaram entrar nas instalações do clube, mas foram reprimidos pela polícia. Maior campeão do futebol argentino, com 33 títulos nacionais, o River atravessa o pior momento de sua história, já que além de estar prestes a cair para a segunda divisão, encontra-se afundado em uma grave crise financeira. Fonte Folha

O apoio na medida certa

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Não comentei aqui no blog à época, mas no jogo Avaí x América pela quarta rodada do Brasileirão, presenciei uma cena completamente inusitada na Ressacada: torcedores indo embora ainda no intervalo. O recorde anterior, que eu saiba, era aos 25min do segundo tempo.

Na verdade nunca havia visto isso nem no Adolfo Konder, que passei a frequentar no ano de 1972. Lembro claramente da data por ainda estar na primeira série e meu pai me raptar numa quarta a tarde de chuva para que finalmente conhecesse o majestoso Campo da Liga.

Embora a situação esteja difícil, penso que o avaiano, sempre dado à excessos passionais, possa estar exagerando um pouco no desânimo. Se em 45min muita coisa pode ser feita, imagine em 33 rodadas que ainda nos restam. Não digo que seja momento de calma, isso não, mas dosar o apoio e as cobranças seria uma atitude de bom senso.

Em busca da primeira vitória

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Já é sexta-feira, ante-véspera da sexta rodada para o Avaí, então todas as atenções se voltam para o jogo contra o Fluminense. Foi e está sendo uma semana de muitos ajustes na Ressacada, com muito trabalho e pegação de pé por parte de Alexandre Gallo.

Conversas ao pé do ouvido, papo franco nos vestiários, declarações de jogadores sobre a tomada de uma nova postura, treinamentos constantes, enfim, não será por falta de atitude que deixaremos escapar a primeira vitória no campeonato. Estou realmente confiante nisso.


Claro que teve também situações constrangedoras, como as entrevistas do parceiro Luiz Alberto declarando abertamente que é sócio de Gabriel Zunino, filho do presidente do clube, nos negócios envolvendo o futebol do próprio Avaí. Associações assim só são possíveis em países de terceito mundo, imunes aos elementos mais primários do politicamente correto. Toca.

Tentativa de protesto

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Durante a semana surgiu o movimento de protesto dos torcedores para hoje, no treino do elenco avaiano, por conta da má campanha no Brasileirão. Muitos prometeram dar o ar da graça mas na hora "H" pouco mais de 50 pessoas marcaram presença.

Para apoiar ou protestar, mão é de hoje que se percebe a desmobilização da nação azurra. Aliás, é mais fácil juntar para um oba-oba motivalesco que para outro que sugira "menos avaianidade", por assim dizer. Para completar o cenário de desolação, a direção do clube acionou a PM de forma preventiva, embora nada apontasse para uma situação de risco.


O convite à PM também não foi nada de anormal, sinal do "novo modelo de relacionamento" do clube com seu cliente premium desde o início do ano passado. O coordenador de futebol Gustavo Mendes apareceu para conversar com o grupo e depois cada um foi para sua casa. Sinceramente, torço para que os cartolas do Carianos saibam o que estão fazendo. Foto Cerveja FC

Camarotes para Avaí x Fluminense

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Aproveitando que o mundo não acabou para o Avaí - ainda faltam 33 rodadas - então devemos começar a nos mobilizar para a partida de domingo contra o pó-de-arroz carioca. E você, leitor, pode fazer isso com todo conforto à partir do camarote da Brahma, o que não é pouca coisa.

Amanhã, por volta das 18hs, o blog sorteará dois ingressos para Avaí x Fluminense, divididos entre os seguidores do Twitter (via sorteio no site Sorteie.me) e... surpresa. E o sortudo faltante será sorteado da maneira mais amadora possível, função confiada ao meu filhão de nove anos. Boa sorte a todos.

O presidente campeão das Américas

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Com o título de ontem, a terceira Libertadores do time do Santos, todos os jornais do Brasil e do mundo abrem páginas com fotos enormes de Neymar elevando-o à categoria de semi-deus. Nada de anormal, haja visto que o moleque realmente é um fora-de-série.

Entretanto, gostaria de ir na contramão de toda essa catarse esportivo-comercial e enaltecer a figura do senhor Luis Alvaro Ribeiro, presidente do clube paulista, que nos últimos anos vêm ensinando aos seus pares nacionais como fazer um futebol bonito, rentável e vencedor.

Não é de hoje que o Santos investe pesado em sua base, trazendo de lá craques que rapidamente despontam para o futebol mundial. Entretanto é a "teimosia" desse dirigente sui generis que me chama a tenção, característica que ficou confirmada no ano passado em seu bater de pé em relação ao assédio dos clubes europeus à Neymar.

Os primos ricos do outro lado do Atlântico chegaram à São Paulo com R$40milhões na certeza que o franzino moicano da Vila Belmiro já estava no papo. Para a surpresa de todos o senhor
Luis Alvaro fez das tripas coração e conseguiu manter o moleque no time de Pelé. De lá pra cá foram nada mais nada menos que quatro títulos conquistados e receitas milionárias de patrocínio para o caixa mais saudável do Brasil.

O Real Madrid aparece agora acenando com cerca de R$110milhões para levar Neymar. Com um lucro de quase 200% em menos de um ano, chegou a hora de fazer caixa com o rapaz, não é mesmo? Rã... vai dizer isso para o presidente do Santos, vai. Segundo ele "Nem por cima do meu cadáver!" Fonte base GloboEsporte - Foto original Santos FC

Entrevista com o big boss

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DC - O momento do Avaí é delicado. De que forma virá a reação?
LA - É um momento preocupante. Considero a Série A deste ano a mais difícil de todas. Hoje, o trabalho está atrasado. Nos anos anteriores, acabava o Estadual e nós tínhamos cinco ou seis jogadores contratados. Agora estamos em cima da hora. Tenho compromisso moral com o presidente Zunino e o Avaí. Não podia ficar vendo essa situação de casa, sentado. Me sinto na obrigação de ajudar pela história que construímos aqui. Acendemos a luz vermelha cedo.

DC - A estrutura do Avaí mudou muito. Hoje, o clube está preparado para permanecer na elite?
LA - Sempre achei que o Avaí era um gigante adormecido. É claro que o futebol hoje gira muito em cima de investimento, mas também de trabalho e competência. Em 2007, chegamos aqui junto com a Traffic e o projeto não deu certo. Eles saíram, foram para outro clube, gastaram muito e nós subimos e ficamos à frente deles. Então, para ter sucesso, precisa trabalhar, mostrar competência e seriedade. Isso existe aqui no Avaí com o presidente Zunino. O próximo passo é aumentar o potencial de investimento e fazer o patrimônio do clube crescer.

DC - Torcedores questionam que os atletas da LA Sports levam vantagem no clube.
LA - O meu projeto é muito mais amplo. Não penso individualmente. Muitos atletas já passaram pelo Avaí, fizeram sucesso e não eram da LA. Acontece que todo jogador bom, independente de ser ou não da LA, eu trago para o clube. Se derem certo, vão valorizar os outros. Fonte DC

Campanha do Agasalho 2011

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A Campanha do Agasalho 2011 entra em campo no próximo domingo, dia 26, no Estádio da Ressacada durante o jogo Avaí x Fluminense. Em parceria com a RIC Record e com a Associação Florianopolitana de Voluntários (AFLOV), o Avaí FC estará arrecadando roupas que serão doadas às entidades escolhidas pela ação.

Cada portão de entrada da Ressacada terá um posto especial de arrecadação com a presença de dois voluntários da Aflov e funcionários do clube. A partir da abertura dos portões, às 14h, ou até antes, os torcedores poderão fazer a doação. Vale lembrar que haverá um posto de entrega nos setores A, B, C, D, E, F, G e H.

A Diretora Social do Avaí, Nesi Furlani, ressalta a importância da campanha. “O Avaí está a disposição para ajudar as comunidades de Florianópolis. Essa parceria com a Aflov e RIC Record é de extrema relevância e vai com certeza contribuir com um inverno mais quente para as famílias carentes”. A ação conjunta de Avaí, Aflov e RIC Record irá se repetir no dia 23 de julho, durante o jogo Avaí x Internacional, marcado para às 21h no estádio da Ressacada. Fonte Avaí FC

Gaúchas, nada contra

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Dinheiro na mão é vendaval

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Ontem ouvi a informação do repórter Fabiano Linhares que a folha salarial do Departamento de Futebol avaiano está em R$1.500.000 mensais. Sabendo desse número, duas constatações me saltam aos olhos causando um desconfortável espanto.

Primeiramente a cifra milionária destinada para profissionais cujos serviços atualmente oscilam entre medianos e sofríveis. Não lembro de momento de alguma profissão que pague tanto se levarmos em consideração a produtividade tacanha que é entregue ao patrão.

A segunda constatação é que o Avaí têm cometido erros crassos na formatação de seu grupo em detrimento do equilíbrio financeiro. Em 2009 o presidente Zunino declarou que com R$750mil pagava todo mundo e ainda sobrava dinheiro no caixa para o churras do Pereirinha em dezembro.


Vale lembrar que os atletas dispensados ontem continuarão na folha até serem negociados. Junte-se a todos estes, aqueles que estão chegando pelas mãos da L.A. Sports e podemos bater na casa dos R$2milhões mensais. Agora imagine o naipe da socialização de custos para 2012...

O Wally da Ressacada

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É constrangedor perceber um profissional do gabarito de Mauro Galvão se prestando a exercer a função de assessor de imprensa. Nas horas vagas assume o ônus de assumir as rabadas decisórias das quais é informado apenas pelo jornais.
Quando chegou ao Avaí, trouxe à reboque o prestígio de ter sido um dos maiores zagueiros do Brasil, capacidade que todos acreditavam poder ser implementada também fora das quatro linhas. Não foi o que efetivamente aconteceu.

Hoje Galvão se resume a um repassador de ações que não foram tomadas por ele. Sujeito discreto, de fala mansa, gestos educados e também pouca atitude, pouco a pouco foi sendo engolido pelo ligeireza de seus pares tão próximos.

Mensagem do parceiro

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"Em todos os clubes que ajudei, em quase dez anos, os atletas da LA Sports nunca tiveram privilégio. Quem escala é técnico, não empresário. E quem dispensa é departamento de futebol e comissão técnica. Isso não diz a meu respeito, assim como não diz a escalação.

No Avaí, os atletas que não seriam aproveitados (Leonardo e Zé Carlos) eu os coloquei em outras equipes e eles mostraram seus valores. Pará e Batista, questionados, estão voltando de lesão. O Batista no final de 2010 foi essencial para manutenção e não estava sendo utilizado.

Estou muito envolvido com o Avaí. A situação não é fácil. Temos consciência. Mas, vamos trabalhar para tirar a equipe deste momento crítico. Mais um dia intenso de trabalho. É o momento de união de forças. Conto com o apoio e a confiança da nação azurra já começando no próximo jogo". Luiz Alberto, nesta manhã via Twitter

Agora, futebol é isso aí

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De todos os dispensados para treinar no campinho do lado no dia de ontem, o nome de George Lucas foi de longe o que nos trouxe maior surpresa. Contratado no início do ano com espocar de fogos de artifício, era um dos principais jogadores para a temporada.

Cinco meses de Departamento Médico deram aquela amenizada no ânimo de seus fãs, mas seu retorno estava sendo acima da média do restante do elenco. Por isso da surpresa do torcedor avaiano comum, aquele que olha para o Avaí é só enxerga futebol. Os tempos são outros, não há mais espaço para a nostalgia ver em campo apenas quem estiver melhor, por exemplo.

Os negócios se sobrepõe à bola e assim George Lucas precisa dar espaço para Daniel, lateral do coração do treinador, e Arlam, jogador da mesma posição que chega trazido pelas mãos do empresário Gabriel Zunino. Para quem buscava a essência da alma avaiana, aí está a resposta.

Assim me arrombas

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Nada contra o rapaz que criou esse conceito lacrimejante.Nada contra o desaini que tentou fazer um layout profissional.
Nada contra os que adoraram o cenário-tema dos Teletubbies.Mas... quem foi o cabeça de porongo que aprovou isso aí?

Urucubaca têxtil

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Desde que Renan vestiu pela primeira vez uma camisa em homenagem a uma cidade catarinense, nada mais deu certo. Será que apenas esse blogueiro notou isso? Não acredito muito em bruxas, mau olhado e quebrantes, mas como os cartolas não andam ajudando para que tenhamos uma sorte melhor, proponho o retorno imediato daquela tradicional bordô espantada do Coração de Jesus, com direito às meias 3/4. O conjunto era feio mais pelo menos não era agourento. Em tempo: qual será a cidade-vítima para o jogo contra o Fluminense?

Decifra-me ou devoro-te

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Nota Oficial: O Avaí Futebol Clube, através de sua Superintendência de Esportes, informa que os atletas Arthuro, Emerson Nunes, Felipe, George Lucas e Revson não fazem mais parte dos planos do clube para a temporada 2011. Os jogadores permanecem com vínculo contratual com o Avaí, porém, deverão ser emprestados para outras equipes do cenário nacional.

Nota: cada um tire suas próprias conclusões, mas que algumas estão escancaradas, ah isso estão.

A primeira voadeira

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Hoje de manhã o zaguerio Emerson Nunes anunciou via Twitter que seus trabalhos haviam sido dispensados por parte do Avaí. Hoje mesmo, ao chegar na Ressacada, já passou a treinar em separado.
Como disse o blogueiro Felipe Matos em seu Twitter, a única coisa boa dessa dispensa é que se esse zagueiro foi dispensado, então a lista deve ser grande, enorme, gigantesca, uma vez que o que não falta no elenco é jogador que renda bem menos que ele.

Há quem acredite que esse "sai-pra-lá" tenha razões políticas, uma vez que a renovação de seu contrato tenha sido realizada pelo ex-presidente do Conselho Deliberativo, Alexandre Espínola. Outros porque seu salário era muito alto, algo em torno dos R$40mil. Na minha opinião Emerson deveria ser mantido. Com sobras. Toca.

O caminho da recuperação

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Nos debatemos hoje com a situação crítica do Avaí no Brasileirão. Ser motivo de chacota de outras 19 torcidas do país em horário nobre é muito chato. Mas problema mesmo é não perceber nenhuma surpresa para o cenário que hora degustamos. Dia a dia eu, você fomos testemunhando a montagem da crise que agora bate às portas.

De forma atabalhoada a diretoria procura fazer a sua parte contratando jogadores de qualidade duvidosa e à granel. Nomes não faltam, não apenas dos que estão por vir como daqueles que podem dar seu adeus ao glamour da série A. O adeus é certo pois não serão contratados por nenhum outro clube que ouse fazer uma boa campanha nesse campeonato tão difícil.

Depois de um desmanche caça-níquel, de um planejamento infantil, do deslocamento de poder para pessoas incompetentes, do enxotamento do torcedor, do entra e sai de técnicos e jogadores, não seria estranho pensar que a vaca já foi pro brejo com sino, bezerro e badalo. Calma, estamos vivos.

Já recebi críticas por estar endeusando Alexandre Gallo. Até entendo os comentários, mas acredito que repousa nos ombros do novo treinador o fardo de arrumar aquilo que é possível pelo menos em campo. Fora das quatro linhas dou o ano por perdido, teremos que reorganizar tudo de novo. Mas dentro delas tenho confiança no hômi.

Mais do que anúncios de contratações, arquibancadas cheias,
onda de pensamentos positivistas e soco na mesa que quem já deveria ter dado um soco na mesa, precisamos definir um time titular com um sistema tático aplicável para buscar as vitórias. Porque no final das contas, meu amigo, o que importa mesmo são as vitórias. E isso só com um milagre Gallináceo.

Opiniões

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“Como torcedor fico preocupado. O Avaí tem que trazer jogadores que vistam a camisa. A Série A não é a mesma coisa que disputar um estadual”. Adilson Heleno, ex-jogador do Avaí

“O que falta é manter a base do time. Falta continuidade. Já que não dá para manter o elenco todo, que se mantenha pelo menos o núcleo dele”. Esperidião Amin, deputado federal e torcedor do Avaí

“O Gallo está com a razão, tem que limpar a área. Primeiro tem que arrumar fora de campo, para que isso não interfira dentro das quatro linhas”. Polidoro Jr, colunista e comentarista esportivo

“Quando um time não vai bem, tem que fazer uma reestruturação e uma reformulação. O Avaí foi mal no Estadual e não fez nem uma coisa, nem outra”. Rui Guimarães, cronista esportivo via Notícias do Dia

Cássio pode precisar de cirurgia

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DM não acredita em fratura, mas vê gravidade na lesão
Fabiano Linhares para o FutebolSC
Já em Florianópolis, o zagueiro Cássio vai precisar de mais 48h de repouso para reduzir o inchaço no tornozelo. Somente após este período que o departamento médico do Avaí irá poder avaliar a gravidade da lesão do jogador. No entanto, a impressão inicial dos médicos do clube é de um caso grave.

“A gente tem que aguardar 48 horas para diminuir o inchaço e poder ter uma ideia melhor da extensão do quadro. Precisamos aguardar para avaliar se é um quadro que vai precisar de cirurgia, ou não. Realmente a impressão inicial do tornozelo dele não é boa porque ele está com um edema bem considerável”, disse Fuchal.

Questionado a respeito da possibilidade de fratura, o médico avaiano disse que acredita que não é este o caso. No entanto, antecipa que o problema é grave e que o zagueiro já está vetado para a próxima partida do Leão. “A primeira impressão é que mesmo não tendo fratura tem sinais de gravidade. Pelas limitações que o atleta apresenta a gente já sabe que para a próxima partida não vai dar”, enfatizou o médico do Avaí. Foto site Avaí

Uma imagem

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avaí flavio neves

Barca que vai, barca que vem

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Amanhã, na reapresentação do grupo avaiano, a lista de dispensas já terá saído das mãos de Alexandre Gallo. Uma penca daqueles trazidos à granel no início da temporada já deverão, inclusive, treinar em separado já que não serão mais aproveitados.

Opiniões à parte, minha lista particular têm uma meia dúzia, todos com perfil de série B. O desafio de Gallo será manter
pelo menos 22 jogadores para que se tenha ao mesmo dois times para treinamento.

Já sobre
as possíveis contratações que pipocam com o objetivo de serenar os ânimos dos torcedores, sinceramente, não me sinto à vontade para citar e muito menos comentar. Não conheço ninguém, de poucos ouvi falar e ao que parece se prestarão apenas a compor o elenco. Se Mauro Galvão disse que esses não virão para resolver, então devem estar no mesmo nível de refugo dos outros.

Surpreso e indignado

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Se algo pode ser tirado de bom de mais um vexame do ex-melhor elenco de Santa Catarina e da história do Avaí, foi a postura de Alexandre Gallo captada pelas câmeras de TV e pelos microfones das rádios. Durante o jogo as suas expressões variavam do susto à indignação. Era visível, quase teatral, onde os atores precisam reforçar suas falas ensaiadas com "exageros" faciais.

Não, Gallo não ensaiou nada e a surpresa por tanta ruindade era real. Isso ficou comprovado
depois do apito final e no primeiro microfone que lhe apareceu, não escondendo de ninguém a decepção pelo péssimo rendimento da equipe: "Erramos principalmente nas individualidades. Não podemos, como time de Série A, cometer tantos erros que causam gols. (...)".

Depois de treinadores que enalteciam a "entrega" de seus boleiros diante de derrotas para o Imbituba e times semi-amadores congêneres, a
evidente insatisfação de Gallo é um refrigério para nossos intelectos já tão maltratados nos últimos 18 meses. ClicEsportes

O Avaí virou um sparring

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Sparring é o pugilista que ajuda no treinamento de um outro pugilista mais gabaritado. Sua função é treinar ou outro, de preferência sem causar dano. Esse é o Avaí de hoje, um sparring, um coadjuvante das demais 19 equipes com objetivos bem mais ousados.

Essa tendência fica confirmada com as declarações de ontem de Mauro Galvão onde diz que não chegará nenhum jogador com perfil suficiente para alterar a situação que o Avaí vive. Esses que estão aí é que terão que tirar o clube do buraco em que o enfiaram.

Costumo passar ao largo dos burburinhos de contratações do Avaí. Isso acontece porque não vejo chegar jogadores-reforços: são contratações, reservas de equipes de série A ou titulares de série B. Às vezes até reservas de série B. Esse foi o "planejamento" para 2011 e ninguém pode reclamar que não esteja sendo seguido à risca.

Agradeça ao planejamento

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avaí lanterna

Bem vindo, Gallo

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Nem em seus piores pesadelos Alexandre Gallo poderia imaginar que a lanterna no Brasileirão fosse uma colocação tão justa a esse elenco que há seis meses reafirma suas limitações técnicas e que fez por merecer a derrota de 5x0 para o Palmeiras.
Sonhamos que o milagre de uma postura diferente em campo pudesse acontecer. Nada disso. Um time ainda desorientado, sem alma, sem qualidade em nenhum setor e com muitos jogadores indignos de estarem na série A. Eis o resultado do planejamento para 2011, professor Gallo. O amigo vai ter que se virar com isso aí mesmo.