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Hora do Recreio
Sexta feira tranquila, vésperas de decisão, serviço em dia, tai uma chance de procurar chifre em cabeça de cavalo. Pois bem, leio que o Avaí fechou o exercício de 2009 com crescimento de 748% em relação a 2008 com um saldo positivo de R$1,67 milhão.Mas calma, as boas novas não param. Se em 2008 o orçamento foi de R$8,3 milhões e em 2009 ficou na casa dos R$ 22 milhões, a previsão para 2010 varia entre R$ 32 milhões e R$ 40 milhões.
Confesso que não sei nada vezes nada de contabilidade. Deus sabe o sofrimento que é fazer meu Imposto de Renda que é ridiculamente simples. Então, do alto de toda essa estupidez eu pergunto: não foi o presidente Zunino que justificou os aumentos das mensalidades de sócios porque o clube fechou no vermelho em 2009? "Temos que socializar o prejuízo", disse ele. Humildemente peço a ajuda dos universitários. Fonte base ClicEsportes
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Estrutura
Ainda tem gente que acredita que a propaganda é a alma do negócio, mesmo que ela não prime pela verdade. Pois bem, há um novo diretor de marketing na cidade que no primeiro microfone aberto já foi lascando dois contos da carochinha no ar. O primeiro foi afirmar que a sua “empresa” possui hoje 10mil sócios. Esqueceram de lhe dizer que há menos de 30 dias o seu conselho diretor disse que não passavam de 8,7mil e, segundo consta, nenhuma conquista houve após esse informe que justificasse esse plus humano.
O segundo conto é que o moço pretende duplicar os fictícios 10mil em menos de um ano. Nós avaianos sabemos muito bem onde costumam dar essas declarações positivistas quando aplicadas ao consumidor-torcedor. Num primeiro momento é uma adrenalina maravilhosa, mas logo depois tem-se que administrar os números que naufragam diante da realidade. E dá-lhe informações desencontradas para esconder os revezes.
Ah, tá
Parece que um leitor do blog matou a charada do patrocínio da Seara ao Criciúma. Segue-se o e-mail que ele me enviou: “Gerson, estava ontem matutando sobre o patrocínio da Seara na camisa do Criciúma e o que me ocorreu é que desde ano passado essa empresa não conseguia colocar seus produtos nas prateleiras do Angeloni. Falo isso por que durante toda época natalina, onde empresas como a Seara têm seu auge de vendas ela não expôs em um só mercado qualquer produto de sua marca. Acredito não foi nem o Antenor que pegou os caras pelo colarinho para patrocinar o Cricri e sim a Seara que foi em busca deles”.
O segundo conto é que o moço pretende duplicar os fictícios 10mil em menos de um ano. Nós avaianos sabemos muito bem onde costumam dar essas declarações positivistas quando aplicadas ao consumidor-torcedor. Num primeiro momento é uma adrenalina maravilhosa, mas logo depois tem-se que administrar os números que naufragam diante da realidade. E dá-lhe informações desencontradas para esconder os revezes.
Ah, tá
Parece que um leitor do blog matou a charada do patrocínio da Seara ao Criciúma. Segue-se o e-mail que ele me enviou: “Gerson, estava ontem matutando sobre o patrocínio da Seara na camisa do Criciúma e o que me ocorreu é que desde ano passado essa empresa não conseguia colocar seus produtos nas prateleiras do Angeloni. Falo isso por que durante toda época natalina, onde empresas como a Seara têm seu auge de vendas ela não expôs em um só mercado qualquer produto de sua marca. Acredito não foi nem o Antenor que pegou os caras pelo colarinho para patrocinar o Cricri e sim a Seara que foi em busca deles”.
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Marketing
Pouco mais de 48hs é o que nos separa da grande decisão do Catarinense de 2010. O torcedor avaiano brinca, comemora por antecipação, tira aquele sarro dos adversários e já se sente 99% bicampeão. Normal, sem stress, essa irresponsabilidade faz parte do perfil de quem não ganha a vida nos gramados. A seriedade deve estar naqueles que são pagos para levarem o futebol a sério.
Mistério, nada
Entendo perfeitamente a posição da imprensa em tentar cavocar a escalação do Avaí para domingo. É um singelo exercício de adivinhação que procura criar conteúdo para vender espaços publicitários no rádio, TV e jornal. Acredite, os operários da imprensa também têm família para sustentar. Quanto a esse pseudo-mistério, sinceramente, estou tomando Actívia e Johnny Walker (defecando e transitando - li no Twitter) para essa formação que já está na cabeça de Chamusca.
Temos os retornos de Zé Carlos, Rafael, Batista e Marcinho Guerreiro, todos titulares. Sávio e Vandinho podem aparecer como elemento surpresa caso se recuperem a tempo. Com exceção de Batista, que ainda não disse ao que veio em 2010, a coerência reza que os demais fazem parte da espinha dorsal do time Chamusca.
Atenção
Falta pouco para o início da série A, portanto é bom que já nos acostumemos com uma escalação na ponta da língua. As opções que temos entre os reservas também são muito boas, mas por enquanto são apenas opções. Todo pensamento por enquanto é a decisão de domingo, depois sim, depois a gente pensa na formação ideal para o Brasileirão.
Mistério, nada
Entendo perfeitamente a posição da imprensa em tentar cavocar a escalação do Avaí para domingo. É um singelo exercício de adivinhação que procura criar conteúdo para vender espaços publicitários no rádio, TV e jornal. Acredite, os operários da imprensa também têm família para sustentar. Quanto a esse pseudo-mistério, sinceramente, estou tomando Actívia e Johnny Walker (defecando e transitando - li no Twitter) para essa formação que já está na cabeça de Chamusca.
Temos os retornos de Zé Carlos, Rafael, Batista e Marcinho Guerreiro, todos titulares. Sávio e Vandinho podem aparecer como elemento surpresa caso se recuperem a tempo. Com exceção de Batista, que ainda não disse ao que veio em 2010, a coerência reza que os demais fazem parte da espinha dorsal do time Chamusca.
Atenção
Falta pouco para o início da série A, portanto é bom que já nos acostumemos com uma escalação na ponta da língua. As opções que temos entre os reservas também são muito boas, mas por enquanto são apenas opções. Todo pensamento por enquanto é a decisão de domingo, depois sim, depois a gente pensa na formação ideal para o Brasileirão.
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Opinião
Foi uma noite de nostalgia. Zico, Romário, Júnior, Bebeto, verdadeiras lendas do melhor do futebol brasileiro, foi isso que assistimos agora há pouco na Ressacada no jogo beneficente para arrecadação de fundos para os desabrigados do Haiti.O mico da noite foi desse blogueiro que vos escreve. Após a entrega dos ingressos para os leitores do blog e a devolução dos poucos restantes, eis que esqueci de guardar o meu e de minha mulher. Com R$18 na carteira só me restou apelar para os cambistas. Cambista em jogo beneficente é pacabá, mas foi o que me salvou a noite. No final das contas deu tudo certo.
Finalmente
Não ter visto Zico jogar sempre me foi uma pendência pessoal. Vi Roberto Dinamite, Romário, Edmundo... mas faltava o galinho. Quer dizer, ainda falta Pelé, mas essa é uma missão quase impossível. Cafu é melhor que Patric, Romário é um monstro, Guga é medonho com a bola nos pés e Chamusca, meu Deus, o que é Chamusca jogando futebol? Ri muito, foi ótimo.
Um público muito bom prestigiou o evento, famílias inteiras estavam presentes, enfim, tivemos um ambiente que beirou ao lúdico. O placar, sinceramente, nem sei qual foi, mas teve uma muntuêra de gols, exatamente como é o futebol em nossos melhores sonhos, sonhos de quem ama o futebol.
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Hora do Recreio
Como prometido (para as 12hs) já temos os nomes dos 50 ganhadores dos ingressos para o jogo dessa noite na Ressacada para ajudar as vítimas dos terremotos no Haiti. Como o tempo está corrido não copiarei e colarei a listagem nesse post, mas estes podem ser confirmados na sequência de horários dos comentários na postagem anterior, onde os primeiros serão os primeiros.
Informações importantes
. Os 50 ingressos são para arquibancada
. Eles estarão à disposição na Avaí Store à partir das 19:30hs
. A retirada se dará mediante apresentação de documento com o nome completo
. Caso alguns dos ganhadores não retirem seus ingressos até as 20:30hs, estes serão distribuídos para os ganhadores do banco de reservas conforme listagem oficial que estará na loja.
Listagem Oficial (já descontados os nomes repetidos)
Felipe Silva Roman
Alison da Cruz
Rafael Vidal Eleutério
Andrey luiz Miguel
Bruno Djauro Pires
Diego Linhares Duarte
Guilherme Ricardo Gonçalves Rosa
Lucas Pereira Oliveira
Wilson de Almeida
Bruno Marcos Barp
Djauro Mario Pires
Rafaela Goulart Kuhn
Leandro de Souza
Adisson Roberto Luiz de Souza
Juliana da Silva Antunes
Charlene Cleia de Medeiros
Edison Aquino de Meireles Neto
Marcelo Correia Araújo
Renato da Silva Pires Junior
Lucas Domingues Almeida
Marcelo Gomes Silva
Fabio Espindola Koerich
Renato da Silva Pires
Leonardo Miguel Fenilli
Fabricio Emydio da Silva
Claudomiro Emydio da Silva
Pedro de Almeida Araújo
Edson Bernardes
Roney D. M. Leonardo
Jefferson Bernardes
Anderson Andre de Espindola
Rogerio Luiz De Sousa Junior
Filipe Nascimento da Silva Jones
Luciano Acácio Bento
Sérgio Da Silva Jones
Vinicius de Lima Leonardo
Andrey Gabriel
Juliana Fernandes Raulino
Felipe José Machado P. Silva
Mauricio Pablo Coser
Diogo José Coelho
Rafael José da Silva
Gabriel Cantu
Marina Ortiz
Ariovaldo Manoel Leonardo
Vitor Goedert Mendes
Rulit Paulo Fernandes
Pedro Neves Vieira
Pedro Henrique Ern Schmitt
Hugo Sebastião da Silva
Banco de reservas
Eduardo Santos
Mariana Franzoni
Jaisson Lacerda
willian paulo Fernandes
Celso Ferreira da Silva Junior
Amanda Cristina de Jesus
José alvarino da Silva
Bianca Caroline de Jesus
Pedro Reis da Silva
Sérgio Claudio da Silva
Felipe Rodrigues Luiz
Moisés Spilere
Informações importantes
. Os 50 ingressos são para arquibancada
. Eles estarão à disposição na Avaí Store à partir das 19:30hs
. A retirada se dará mediante apresentação de documento com o nome completo
. Caso alguns dos ganhadores não retirem seus ingressos até as 20:30hs, estes serão distribuídos para os ganhadores do banco de reservas conforme listagem oficial que estará na loja.
Listagem Oficial (já descontados os nomes repetidos)
Felipe Silva Roman
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Rafael Vidal Eleutério
Andrey luiz Miguel
Bruno Djauro Pires
Diego Linhares Duarte
Guilherme Ricardo Gonçalves Rosa
Lucas Pereira Oliveira
Wilson de Almeida
Bruno Marcos Barp
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Leandro de Souza
Adisson Roberto Luiz de Souza
Juliana da Silva Antunes
Charlene Cleia de Medeiros
Edison Aquino de Meireles Neto
Marcelo Correia Araújo
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Lucas Domingues Almeida
Marcelo Gomes Silva
Fabio Espindola Koerich
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Leonardo Miguel Fenilli
Fabricio Emydio da Silva
Claudomiro Emydio da Silva
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Roney D. M. Leonardo
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Anderson Andre de Espindola
Rogerio Luiz De Sousa Junior
Filipe Nascimento da Silva Jones
Luciano Acácio Bento
Sérgio Da Silva Jones
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Juliana Fernandes Raulino
Felipe José Machado P. Silva
Mauricio Pablo Coser
Diogo José Coelho
Rafael José da Silva
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Nessa noite temos o jogo pró-Haiti com grandes nomes do futebol brasileiro. Comandados por Zico e Falcão (futsal) poderemos rever Romário, Edmundo, Edinho, Júnior, Marcelinho Carioca, Zinho e mais 30 craques que fizeram história nesse país.
Uma empresa da Grande Florianópolis resolveu apoiar essa iniciativa. Para isso adquiriu alguns ingressos e agora os disponibiliza inteiramente grátis para aqueles torcedores que desejarem assistir esse grande evento. Uma atitude muito bacana e que merece toda nossa admiração.
Como ganhar o seu ingresso
Vamos direto ao ponto. O blog têm 50 ingressos de arquibancada disponíveis e serão distribuídos por ordem de chegada, ou seja, os primeiros 50 a deixarem seu nome completo nessa postagem terão garantidos os seus tickets. O resultado oficial sai às 12hs.
Como apanhar o seu ingresso
Eles estarão à disposição à partir das 19:30hs na Avaí Store da Ressacada e você só precisará apresentar um documento de identificação comprovando seu nome. Avise seus amigos e familiares para que possam garantir também a sua entrada.
Uma empresa da Grande Florianópolis resolveu apoiar essa iniciativa. Para isso adquiriu alguns ingressos e agora os disponibiliza inteiramente grátis para aqueles torcedores que desejarem assistir esse grande evento. Uma atitude muito bacana e que merece toda nossa admiração.
Como ganhar o seu ingresso
Vamos direto ao ponto. O blog têm 50 ingressos de arquibancada disponíveis e serão distribuídos por ordem de chegada, ou seja, os primeiros 50 a deixarem seu nome completo nessa postagem terão garantidos os seus tickets. O resultado oficial sai às 12hs.
Como apanhar o seu ingresso
Eles estarão à disposição à partir das 19:30hs na Avaí Store da Ressacada e você só precisará apresentar um documento de identificação comprovando seu nome. Avise seus amigos e familiares para que possam garantir também a sua entrada.
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Hora do Recreio
Pois bem, o Avaí já sabe quem enfrentará na primeira fase da Copa Sul-Americana: o Santos. O sorteio aconteceu agora há pouco pela CONMEBOL na cidade de Assunção, ali no Paraguai. Então já podemos começar nossos vudus pra cima de Neymar, Ganso e Marquinhos. Assim que é bom, encarar o bicho papão logo de cara.Tenso, eu? Que nada. O Avaí vai cometer o crime do século afogando o peixe paulista em uma das 42 praias de Floripa. Estou confiante, encharcado de otimismo e certo de nosso sucesso. Nem ligo, tô nem aí. Mas dá licença que agora vou tomar uma baga para essa enchaqueca desgraçada que me apareceu do nada.
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Rapidinhas
Ah, o futebol. Mais do que o cinema e a TV, nada cria heróis e vilões com tanta facilidade e velocidade quanto o futebol. Foi assim com Ronaldo Angelim, jogador do Flamengo que fez o gol do título brasileiro de 2009. Uma raspadinha de cucuruto elevou o nordestino à categoria de deus. Reportagens especiais, desfile em carro de bombeiros, chave da cidade, um circo midiático em cima de um personagem até então anônimo. O tempo passou e os holofotes se foram.
Chego em Chamusca, claro. Cantado "burro" em verso e prosa seguidamente na Ressacada, o técnico avaiano pagou caro por substituir a lenda Paulo Silas. A imprensa pegou no seu pé? Sim, principalmente em função de seu esquema eternamente trancadinho lá atrás. Mas nada se compara à perseguição que acontecia à partir das arquibancadas do estádio. Até quando substituía um jogador machucado era vaiado.
Chamusca teve a sorte de assumir o time de um clube com boa estrutura, mas também teve o azar de se ver obrigado a ajustar um tabuleiro de peças completamente loucas. Pegar um monte de bons jogadores avulsos no mercado e juntá-los num conjunto uniforme de bom time não é assim uma ciência exata. Na vida real isso não costuma dar certo, principalmente quando se têm pouco tempo.
O nosso Péricles mereceu as críticas pelo excesso de cuidados ao longo dessa temporada, definitivamente exagerou. Mas parece que um grilo lhe soprou algo no ouvido no intervalo de Grêmio e Avaí em POA. Desde aquele segundo tempo até o apito final de Paulo Bezerra em Joinville no último domingo não temos mais o paradeiro daquele Avaí teimosamente amedrontado. Chamusca mudou alguns de seus conceitos, enxergou novas opções, a qualidade do futebol azurra veio à reboque, o torcedor percebeu e agora o aplaude como se não houvesse amanhã.
Hoje Chamusca é o nosso Ronaldo Angelim, então não se assuste se esse mar de rosas der uma guinada de 180° em menos de 90min. Silas que o diga.
Chego em Chamusca, claro. Cantado "burro" em verso e prosa seguidamente na Ressacada, o técnico avaiano pagou caro por substituir a lenda Paulo Silas. A imprensa pegou no seu pé? Sim, principalmente em função de seu esquema eternamente trancadinho lá atrás. Mas nada se compara à perseguição que acontecia à partir das arquibancadas do estádio. Até quando substituía um jogador machucado era vaiado.
Chamusca teve a sorte de assumir o time de um clube com boa estrutura, mas também teve o azar de se ver obrigado a ajustar um tabuleiro de peças completamente loucas. Pegar um monte de bons jogadores avulsos no mercado e juntá-los num conjunto uniforme de bom time não é assim uma ciência exata. Na vida real isso não costuma dar certo, principalmente quando se têm pouco tempo.
O nosso Péricles mereceu as críticas pelo excesso de cuidados ao longo dessa temporada, definitivamente exagerou. Mas parece que um grilo lhe soprou algo no ouvido no intervalo de Grêmio e Avaí em POA. Desde aquele segundo tempo até o apito final de Paulo Bezerra em Joinville no último domingo não temos mais o paradeiro daquele Avaí teimosamente amedrontado. Chamusca mudou alguns de seus conceitos, enxergou novas opções, a qualidade do futebol azurra veio à reboque, o torcedor percebeu e agora o aplaude como se não houvesse amanhã.
Hoje Chamusca é o nosso Ronaldo Angelim, então não se assuste se esse mar de rosas der uma guinada de 180° em menos de 90min. Silas que o diga.
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Hora do Recreio
A diretoria azurra confirmou hoje a manutenção dos valores dos ingressos para a decisão de domingo. Mais do que acertada vejo nisso uma decisão coerente. Caso houvesse algum tipo de promoção muito provavelmente aquele torcedor que possui condições financeiras para ser sócio do clube se sentiria desprestigiado, ou traído, como queira.
Um jogo decisivo normalmente é o filé mignon do mix de produtos oferecidos pelos clubes de futebol brasileiros, portanto, nada mais justo que não premiar o torcedor de ocasião justamente nesse momento. Sabemos que temos torcedores até mais apaixonados do que muitos que vão a campo, mas a realidade sócio-econômica não permite a sua ida ao estádio. Fosse em Cuba ou na Coreia do Norte a coisa seria mais socializada, o problema é que lá não tem futebol que preste.
Lucro, lucro, lucro
Ao contrário do Avaí o Corinthians poderá até dobrar o valor do ingresso do Pacaembu para o jogo contra o Flamengo no dia 5 de maio, pela Libertadores. Os bilhetes mais baratos podem passar de R$50 para R$100 e isso apenas para os membros do plano "Fiel torcedor" e nem chegou às bilheterias. Entre os tíquetes vendidos de forma tradicional, o mais caro chegou a R$ 500. Nos três jogos em que o clube paulista foi mandante a arrecadação foi R$6milhões. Contra o Fla a meta da diretoria é atingir uma renda em torno de R$4milhões. Fonte base Máquina do Esporte
Um jogo decisivo normalmente é o filé mignon do mix de produtos oferecidos pelos clubes de futebol brasileiros, portanto, nada mais justo que não premiar o torcedor de ocasião justamente nesse momento. Sabemos que temos torcedores até mais apaixonados do que muitos que vão a campo, mas a realidade sócio-econômica não permite a sua ida ao estádio. Fosse em Cuba ou na Coreia do Norte a coisa seria mais socializada, o problema é que lá não tem futebol que preste.Lucro, lucro, lucro
Ao contrário do Avaí o Corinthians poderá até dobrar o valor do ingresso do Pacaembu para o jogo contra o Flamengo no dia 5 de maio, pela Libertadores. Os bilhetes mais baratos podem passar de R$50 para R$100 e isso apenas para os membros do plano "Fiel torcedor" e nem chegou às bilheterias. Entre os tíquetes vendidos de forma tradicional, o mais caro chegou a R$ 500. Nos três jogos em que o clube paulista foi mandante a arrecadação foi R$6milhões. Contra o Fla a meta da diretoria é atingir uma renda em torno de R$4milhões. Fonte base Máquina do Esporte
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Ontem teve Conselho Arbitral da Série B onde foram definidos os valores que os clubes terão direito durante a competição. Ficou acordado que cada um dos 20 clubes terão aumento da cota de patrocínio da CBF de R$650mil para R$800mil, dividida em oito parcelas de R$ 100 mil.
A título de comparação o Avaí, o bebê da série A nacional recebeu R$6milhões no ano passado e em 2010 receberá R$7milhões. A diferença é realmente assustadora, daquelas que nos fazem valorizar ainda mais o acesso de 2008, quando o Leão da Ilha superou a limitação dos parcos R$600mil anuais depositados em sua conta.
Se R$7milhões é muita coisa, o que dizer dos “grandes” do futebol brasileiro que embolsam mais de R$25milhões da CBF e outros tantos zeros à direita de seus patrocinadores? O Avaí é hoje um time de classe média baixa namorando com alguns poucos degraus acima. A caminhada é longa, difícil, embora tenhamos beliscado um sexto lugar já na primeira tentativa. Fonte base Futnet
A título de comparação o Avaí, o bebê da série A nacional recebeu R$6milhões no ano passado e em 2010 receberá R$7milhões. A diferença é realmente assustadora, daquelas que nos fazem valorizar ainda mais o acesso de 2008, quando o Leão da Ilha superou a limitação dos parcos R$600mil anuais depositados em sua conta.
Se R$7milhões é muita coisa, o que dizer dos “grandes” do futebol brasileiro que embolsam mais de R$25milhões da CBF e outros tantos zeros à direita de seus patrocinadores? O Avaí é hoje um time de classe média baixa namorando com alguns poucos degraus acima. A caminhada é longa, difícil, embora tenhamos beliscado um sexto lugar já na primeira tentativa. Fonte base Futnet
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É bacana perceber a linearidade de opinião que se seguiu ao primeiro jogo da decisão entre Avaí e JEC. Começo a desconfiar que o futebol não têm muito segredo, por isso as visões são muito parecidas, tanto de jornalistas como de blogueiros. Pensei nesta manhã em fazer esse comparativo buscando o pós-jogo dos jornalistas de Joinville. Tudo pronto para iniciar a pesquisa e o que encontro? Um clipping prontinho no blog vidAvaí. Vida boa...
Nardela
"O Avaí sentiu que os atletas do JEC estavam perdidos e aproveitou isso para marcar bem e jogar no erro do Tricolor (...). A situação ficou muito complicada para o Joinville. Como eu sempre acredito, temos de torcer para que a equipe tenha uma outra postura em Florianópolis, apresente um melhor futebol e consiga fazer os gols necessários para o título. Não será fácil".
Ricardo Freitas
"É possível, sim, fazer três gols e não tomar nenhum. Mas não é provável que aconteça. Só não digo que é um jogo para esquecer, porque deve-se observar os muitos erros para que não se repitam na Ressacada. Ter perdido a partida e, provavelmente, o título, não quer dizer que os jogadores não tenham valor. Mas serve para que alguns de nós entendamos que o time do JEC chegou onde poderia. Haverá uma semana pela frente. O que fazer? O que modificar? São perguntas difíceis para um final anunciado".
Maceió
"O Avaí começou a partida já em ritmo avassalador. Incrível como o time florianopolitano conseguiu fazer seu jogo fluir num gramado em péssimas condições (...) O que ficou absolutamente claro no jogo de ontem na Arena, em que o Avaí, desfalcado (...), venceu ao JEC por 3 a 1, ao natural, é a qualidade do seu material humano. Além disso, taticamente, Chamusca foi muito ousado (...)".
Nardela
"O Avaí sentiu que os atletas do JEC estavam perdidos e aproveitou isso para marcar bem e jogar no erro do Tricolor (...). A situação ficou muito complicada para o Joinville. Como eu sempre acredito, temos de torcer para que a equipe tenha uma outra postura em Florianópolis, apresente um melhor futebol e consiga fazer os gols necessários para o título. Não será fácil".
Ricardo Freitas
"É possível, sim, fazer três gols e não tomar nenhum. Mas não é provável que aconteça. Só não digo que é um jogo para esquecer, porque deve-se observar os muitos erros para que não se repitam na Ressacada. Ter perdido a partida e, provavelmente, o título, não quer dizer que os jogadores não tenham valor. Mas serve para que alguns de nós entendamos que o time do JEC chegou onde poderia. Haverá uma semana pela frente. O que fazer? O que modificar? São perguntas difíceis para um final anunciado".
Maceió
"O Avaí começou a partida já em ritmo avassalador. Incrível como o time florianopolitano conseguiu fazer seu jogo fluir num gramado em péssimas condições (...) O que ficou absolutamente claro no jogo de ontem na Arena, em que o Avaí, desfalcado (...), venceu ao JEC por 3 a 1, ao natural, é a qualidade do seu material humano. Além disso, taticamente, Chamusca foi muito ousado (...)".
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A reclamação do técnico Mauro Ovelha em relação à arbitragem de ontem nada mais é que um clichê do futebol. Quando um time vai mal você encontra justificativas externas para criar um ambiente de “a culpa não é minha”, coisa que geralmente têm excelentes resultados. Nós avaianos somos pródigos nessa arte do despiste e para isso fazemos uso daquilo que estiver mais à mão: novas contratações, reforma do estádio, perseguição da RBS, o mega-power patrocinador que vai chegar e, claro, aquele juizinho de bosta que nos garfou sem a menor piedade. Às vezes é real, outras não.
Entendendo Ovelha
Essa é a tática demodê de Mauro Ovelha, totalmente compreensível, uma vez que vêm de três vice-campeonatos e agora caminha a passos largos para o seu quarto quase-título. Para o currículo até que fica bonitinho, o problema mesmo é a fama de pé-frio que começa a fazer diferença em seus contratos. Para quem quer se manter trabalhando nos grandes clubes catarinenses, essa zica pode sepultar de vez o seu projeto de sobrevivência.
Ponha-se no lugar dele
Como Ovelha vai fazer para explicar a seu patrão que não tenha criado ou aprimorado nada em seus comandados depois de tantos dias de folga? A vitória azurra foi incontestável, mas vamos e venhamos, a Lebre do Norte foi um amontoado de jogadores amedrontados sem um sistema de jogo que os norteasse. Talvez o grupo tenha ficado na ponta dos cascos em canastra, pebolim e balet, mas isso não é suficiente para levantar um caneco do futebol profissional. Assim nada mais restou ao futuro tetra-vice-campeão catarinense que tangenciar sua capitulação ao largo de suas responsabilidades. Atira no Bezerra que é mais simples, pronto.
Difícil de explicar
O fato é que o JEC não fez nada com a vantagem de jogar em casa, tendo apenas um desfalque, 95% das arquibancadas e elenco em condições físicas privilegiadas. É complicado justificar para a diretoria alemã uma derrota de 1x3 diante de um adversário pregado e sem sete titulares. O JEC de Mauro Ovelha poderia ter perdido, mas tomar aquele banho de bola foi um osso duro de roer. O professor do tricolor está tentando salvar sua lã, o que é compreensível, mas nesse mundo de hoje fica cada vez mais difícil encontrar tolos que engulam uma história da carochinha como essa.
Entendendo OvelhaEssa é a tática demodê de Mauro Ovelha, totalmente compreensível, uma vez que vêm de três vice-campeonatos e agora caminha a passos largos para o seu quarto quase-título. Para o currículo até que fica bonitinho, o problema mesmo é a fama de pé-frio que começa a fazer diferença em seus contratos. Para quem quer se manter trabalhando nos grandes clubes catarinenses, essa zica pode sepultar de vez o seu projeto de sobrevivência.
Ponha-se no lugar dele
Como Ovelha vai fazer para explicar a seu patrão que não tenha criado ou aprimorado nada em seus comandados depois de tantos dias de folga? A vitória azurra foi incontestável, mas vamos e venhamos, a Lebre do Norte foi um amontoado de jogadores amedrontados sem um sistema de jogo que os norteasse. Talvez o grupo tenha ficado na ponta dos cascos em canastra, pebolim e balet, mas isso não é suficiente para levantar um caneco do futebol profissional. Assim nada mais restou ao futuro tetra-vice-campeão catarinense que tangenciar sua capitulação ao largo de suas responsabilidades. Atira no Bezerra que é mais simples, pronto.
Difícil de explicar
O fato é que o JEC não fez nada com a vantagem de jogar em casa, tendo apenas um desfalque, 95% das arquibancadas e elenco em condições físicas privilegiadas. É complicado justificar para a diretoria alemã uma derrota de 1x3 diante de um adversário pregado e sem sete titulares. O JEC de Mauro Ovelha poderia ter perdido, mas tomar aquele banho de bola foi um osso duro de roer. O professor do tricolor está tentando salvar sua lã, o que é compreensível, mas nesse mundo de hoje fica cada vez mais difícil encontrar tolos que engulam uma história da carochinha como essa.
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Sim, a vitória de ontem do Avaí em Joinville foi normal. Pode parecer incoerência deste blogueiro dizer isso só agora, ainda mais que no Pré Jogo havia destinado míseros 10% de possibilidades de vitória azurra. As adversidades para esse jogo eram muitas e um empate até seria um bom resultado.
Acredito que meu excesso de realismo (ou pessimismo, como queira) teve o mesmo ingrediente do ufanismo que hoje lemos e ouvimos da maioria dos torcedores avaianos: o esquecimento. Após longos 30 anos voltamos à série A no ano passado. Ainda é um fato novo para nós, a ficha não caiu e de vez em quando foge de nossa mente o senso de realidade. O Avaí é um time de série A, entendeu?
Orçamento, estrutura física, status, reconhecimento comercial, enfim, há um abismo entre a realidade do clube do Carianos e a do campeonato regional que ele participa. Ontem vimos esse cenário diante de nossos olhos, uma diferença gritante entre o Avaí e o segundo melhor time catarinense.
Nesse momento nos damos conta também da distância que nos separa dos chamados “grandes” do futebol brasileiro, com tudo o que o Avaí têm multiplicado por "n". Não se iluda, em 2010 continuaremos lutando para ser melhor que quatro clubes. Esse desafio está à porta, cerca de duas semanas até lá. Mesmo temendo que isso possa ser visto como um tipo de empáfia, entendo que o nosso regional teve mais a finalidade de acertar o time, desenferrujar os atletas, encontrar o ponto de equilíbrio. O título, bom, o título seria o famoso "plus a mais" que a gente aceita de bom agrado.
Acredito que meu excesso de realismo (ou pessimismo, como queira) teve o mesmo ingrediente do ufanismo que hoje lemos e ouvimos da maioria dos torcedores avaianos: o esquecimento. Após longos 30 anos voltamos à série A no ano passado. Ainda é um fato novo para nós, a ficha não caiu e de vez em quando foge de nossa mente o senso de realidade. O Avaí é um time de série A, entendeu?
Orçamento, estrutura física, status, reconhecimento comercial, enfim, há um abismo entre a realidade do clube do Carianos e a do campeonato regional que ele participa. Ontem vimos esse cenário diante de nossos olhos, uma diferença gritante entre o Avaí e o segundo melhor time catarinense.
Nesse momento nos damos conta também da distância que nos separa dos chamados “grandes” do futebol brasileiro, com tudo o que o Avaí têm multiplicado por "n". Não se iluda, em 2010 continuaremos lutando para ser melhor que quatro clubes. Esse desafio está à porta, cerca de duas semanas até lá. Mesmo temendo que isso possa ser visto como um tipo de empáfia, entendo que o nosso regional teve mais a finalidade de acertar o time, desenferrujar os atletas, encontrar o ponto de equilíbrio. O título, bom, o título seria o famoso "plus a mais" que a gente aceita de bom agrado.
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Domingo de pratos exóticos em Joinville, ovelha e coelho chamuscados. Depois de duas semanas de jogos decisivos fomos a Joinville e demos um sacode num time que ficou esse tempo todo apenas se preparando para o confronto de ontem. O Avaí foi a campo com Renan, Emerson, Emerson Nunes e Gabriel, Uendel e Patric, Rodrigo Thiesen e Rudnei, Davi e Robson e Roberto.Foi um 3-6-1 mascarado, sim mascarado. Patric flutuava por todo campo e quando defendia fazia a segunda linha de 4. Chamusca posicionou o time na marcação como se costuma ver na Europa, com duas linhas de 4, Patric livre para jogar e Emerson Nunes cobrindo a direita. A verdade é que o JEC não jogou, não teve oportunidade, ficou atônito com a superioridade técnica e tática do Avaí.
Primeiro tempo
Fomos para cima como deve ser. Davi e Robson distribuíam bem a bola, Roberto corria e dava trabalho ao adversário. Destaque para Patric que deu um banho: correu, se apresentou, limpou e criou opções para os homens de frente. Quando foi a linha de fundo inteligentemente botou colocou uma bola por baixo para Davi conferir. Esse 0x1 saiu barato para o JEC que não teve uma única oportunidade clara. Quando tentavam faziam por meio de chuveirinho, logo pra cima de quem... Emerson e Gabriel? Mofas!
Segundo tempo
Voltamos do mesmo jeitinho, time acertado, jogando pra frente, o que não impediu de Rudnei nos dar um susto perdendo a bola na frente da zaga e obrigando Renan a finalmente aparecer no jogo. Logo depois esse mesmo Rudnei fez 0x2 na cruzeta do Robson. Com dois gols de diferença pra mim a Inês estava morta. Que nada, o JEC acabou achando um gol em uma linda cobrança de falta. Só.
Vieram desordenadamente para o ataque, o que resultou em inúmeras oportunidades perdidas pelo Avaí no contra-ataque, principalmente Roberto, que tratou de nos lembrar de suas atuações medianas. Em um desses contra-ataques Uendel sofreu um penal corretamente anotado por Bezerra. Roberto pegou a bola e conferiu dando números finais ao jogo.
Terceiro tempo
Falando sério o Avaí foi bonzinho. Poderia ter feito mais gols no fraco time do JEC. Roberto perdeu várias oportunidades e Davi poderia ter arriscado mais a gol, o goleiro do JEC estava aceitando. Parece piada falarmos num Avaí sem sete titulares e que ainda deu um chocolate num jogo de final, mas não é não. Esse grupo cresceu nas partidas decisivas e agora apresenta um verdadeiro conjunto.
Davi, que ninguém tinha visto jogar até agora, está desencantando. A dupla de volantes “reserva” é tão boa ou melhor que a titular. No gol não preciso nem tecer comentários, Renan e Zé Carlos são dois monstros. Robson, fez merecer a sua escalação criando boas opções e não se omitindo.
Assistimos novamente um time que foi guerreiro, teve vergonha na cara e fez valer a tradição de seu nome, sobrenome e qualidade que carrega. Para o JEC faltou calma, por a bola no chão, não tremer nas bases e um bom armador. Bem feito, mandaram embora o único cara que fazia isso, Willian. Não temos nada com isso. Avaí Sempre, Sds Azurras. Guilherme Quadros
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Avaí põe uma mão na taçaTexto extraído do blog de Rodrigo Braga - Jornal de SC
A previsão, inclusive desse blogueiro, era de equilíbrio na grande final do Catarinense 2010. Os motivos eu já havia colocado anteriormente: tradição de ambos e os desfalques e cansaço do Avaí, além do fator Arena a favor do JEC.
Mas o que se viu no campo encharcado da Arena neste domingo foi um show do Avaí de como se joga uma final. O que deixou o Leão na condição inegável de virtual bicampeão Catarinense. Mesmo cheio de desfalques, deu de ombros para a pressão da torcida do JEC e dominou, matando o jogo ao construir o 2 a 0 nas chances que teve. O JEC até acordou no fim, descontou e esboçou uma pressão, mas no fim a verdade é que 3 a 1 ficou barato. E a missão do time de Mauro Ovelha é quase impossível: vencer por três gols de diferença no jogo da volta, domingo que vem, na Ressacada.
A chuva atrapalhou, é verdade. Mas as duas equipes perderam com isso, portanto não serve de desculpa. O árbitro Paulo Henrique de Godoy Bezerra ia bem até o lance do pênalti do César Prates no Laércio. Discutível, mas eu não daria. Ou seja, influência da arbitragem (que novidade) no resultado final, mas sejamos justos, nada que tenha desvirtuado a superioridade do Avaí nos 90min.
A impressão que ficou do primeiro jogo foi de que alguns jogadores do Joinville tremeram de forma inesperada na hora da decisão, perdendo o primeiro jogo do ano diante da torcida (e justo quando não podia). Diferente do time da Capital, que já tinha mostrado a mesma personalidade nos jogos contra o Grêmio, pela Copa do Brasil. Sem Sávio e Vandinho, o Avaí minimizou os desfalques e teve atuação coletiva excelente. O time jogou bem na Arena, mas as atuações de Roberto, Davi, Robinho e, principalmente, do lateral Patric, o melhor do jogo, merecem registro. No Joinville, o desfalque do Tesser parece ter feito mais estragos que a coleção de ausências avaianas. Ricardinho, o herói do turno, até fez um belo gol de falta, mas nada além disso. Cris e Lima estiveram abaixo do esperado.
Dizer que o JEC não pode reverter a situação complicadíssima na Ressacada não seria justo. Poder, até pode, mas eu, sinceramente, não acredito nisso. O Leão está muito perto do bicampeonato estadual, que desde o começo do campeonato era encarado como uma obrigação do clube azurra. E o Mauro Ovelha? Seria a sina do bom técnico fazer boas campanhas e perder na final? Ou consegue um milagre na semana que vem, ou vai chegar ao quarto vice-campeonato estadual. E olha que muita gente achava, eu entre eles, que dessa vez ele tinha o melhor time nas mãos para quebrar o incômodo tabu.
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Hora do Recreio
Muita coisa entra em campo hoje na primeira partida da decisão do estadual de 2010. São 26 títulos regionais (14 do Avaí e 12 do JEC), as duas maiores cidades do estado e as melhores equipes da competição. O teatro está armado para que tenhamos um bom espetáculo.
O favorito
Sem demagogia, obviamente que é o JEC e justificativas para isso é que não faltam. A equipe do norte assistiu de poltrona as últimas batalhas do Avaí contra o Grêmio, contra as Barbies e novamente o Grêmio. O desgaste avaiano foi imenso, o que pode ser comprovado nas suspensões e na superlotação do DM.
O JEC ainda joga dentro de casa, têm o apoio de 90% das arquibancadas e entra em campo completinho. O Avaí, bem, o Avaí estará sem sete titulares. Eu disse sete. Ainda assim acho que ficamos com um time superior ao deles, mas sei que não há um clube no mundo que consiga manter seu padrão de jogo com tantas baixas. Os desencontros no gramado serão inevitáveis.
Previsão
Depois do parágrafo anterior você já deve estar pensando que esse post seria concluído em clima de superação, confiança, ufanismo psicológico coisa e tal. Nada disso. Eu realmente acredito que o JEC seja o favorito para esse jogo e que deva vencer. Percentualmente arriscaria 50% para vitória deles, 40% para empate e 10% para um “crime” azurra. Mas decisão, decisão mesmo, só no domingo que vem aqui na Ressacada, com um Avaí descansado e sem remendos. Aí aguenta.
O favoritoSem demagogia, obviamente que é o JEC e justificativas para isso é que não faltam. A equipe do norte assistiu de poltrona as últimas batalhas do Avaí contra o Grêmio, contra as Barbies e novamente o Grêmio. O desgaste avaiano foi imenso, o que pode ser comprovado nas suspensões e na superlotação do DM.
O JEC ainda joga dentro de casa, têm o apoio de 90% das arquibancadas e entra em campo completinho. O Avaí, bem, o Avaí estará sem sete titulares. Eu disse sete. Ainda assim acho que ficamos com um time superior ao deles, mas sei que não há um clube no mundo que consiga manter seu padrão de jogo com tantas baixas. Os desencontros no gramado serão inevitáveis.
Previsão
Depois do parágrafo anterior você já deve estar pensando que esse post seria concluído em clima de superação, confiança, ufanismo psicológico coisa e tal. Nada disso. Eu realmente acredito que o JEC seja o favorito para esse jogo e que deva vencer. Percentualmente arriscaria 50% para vitória deles, 40% para empate e 10% para um “crime” azurra. Mas decisão, decisão mesmo, só no domingo que vem aqui na Ressacada, com um Avaí descansado e sem remendos. Aí aguenta.
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Pré Jogo
O leitor deve estar lembrado do post Ninguém me ama, ninguém me quer onde lamentei o contínuo esquecimento das grandes empresas catarinenses em patrocinar o Avaí. Citei a Seara, uma empresa originalmente catarinense (no ano passado foi comprada pelo grupo Marfrig de SP) que jamais deu uma piscadela comercial aqui pelas bandas da ilha.
Pois bem. Eis que leio que o Criciúma não só fechou um bom patrocínio com a Seara como também com Neo Química, empresa que já patrocina o Corínthians. O investimento da empresa de alimentos deve ser de R$1,2milhão para estampar sua marca no Criciúma durante uma temporada. Os valores da negociação com a Neo Química não foram divulgados pela direção do clube. Já o jornalista Rodrigo Santos acrescenta via Twitter que a Bozzano também está chegando com bastante "generosidade" na cidade do carvão.
Quero crer que boa parte desses bons negócios se deve ao poder de barganha do Sr. Antenor Angeloni, que não é pouca coisa. Entretanto creio ser ingenuidade pensar que isso explica toda a "sorte" comercial da camisa do Criciúma. Noves fora, o Avaí ainda é a melhor vitrine de SC para empresas de alcance nacional. Enfim, o que será que o Criciúma têm que o Avaí não tem? FutebolSC
Pois bem. Eis que leio que o Criciúma não só fechou um bom patrocínio com a Seara como também com Neo Química, empresa que já patrocina o Corínthians. O investimento da empresa de alimentos deve ser de R$1,2milhão para estampar sua marca no Criciúma durante uma temporada. Os valores da negociação com a Neo Química não foram divulgados pela direção do clube. Já o jornalista Rodrigo Santos acrescenta via Twitter que a Bozzano também está chegando com bastante "generosidade" na cidade do carvão.
Quero crer que boa parte desses bons negócios se deve ao poder de barganha do Sr. Antenor Angeloni, que não é pouca coisa. Entretanto creio ser ingenuidade pensar que isso explica toda a "sorte" comercial da camisa do Criciúma. Noves fora, o Avaí ainda é a melhor vitrine de SC para empresas de alcance nacional. Enfim, o que será que o Criciúma têm que o Avaí não tem? FutebolSC
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Marketing
Segundo o repórter Alisson Francisco da Rádio Guarujá o médico do Avaí, Luiz Fernando Funchal, descartou as presenças de Sávio e Vandinho no primeiro jogo da decisão do Catarinense, amanhã em Joinville.
Embora já estejam treinando com bola ambos os jogadores ainda não estão 100% recuperados mas trabalharão firmes durante essa semana para estarem em condições para o a final no próximo domingo. Já Leonardo deve retornar apenas no Brasileirão.
O Avaí treinou na manhã deste sábado com a seguinte formação no esquema 3-5-2: Renan; Emerson Nunes, Gabriel e Emerson; Patric, Rodrigo Thiesen, Rudnei, Robinho e Uendel; Davi e Roberto. Fonte base FutebolSC - Imagem DC
Embora já estejam treinando com bola ambos os jogadores ainda não estão 100% recuperados mas trabalharão firmes durante essa semana para estarem em condições para o a final no próximo domingo. Já Leonardo deve retornar apenas no Brasileirão.
O Avaí treinou na manhã deste sábado com a seguinte formação no esquema 3-5-2: Renan; Emerson Nunes, Gabriel e Emerson; Patric, Rodrigo Thiesen, Rudnei, Robinho e Uendel; Davi e Roberto. Fonte base FutebolSC - Imagem DC
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Rapidinhas
Não sei se o leitor se deu conta, mas desde a partida contra o Metropolitano, em Blumenau, todos os jogos do Avaí até agora foram decisões. Se o torcedor azurra precisou de coração forte, os jogadores tiveram que se segurar no peito, na raça e na musculatura para aguentar jogos duríssimos a cada três dias. Essa sequência desgastante não está saindo barato, o DM do Carianos vive lotado. Não bastassem os problemas clínicos, a equipe está sempre às voltas com suspensões, uma verdadeira montanha russa. Ultimamente Chamusca vai escalando aqueles que “sobraram”.
Na primeira partida da decisão amanhã em Joinville não teremos Zé Carlos, Rafael, Marcinho Guerreiro e Batista, todos suspensos. Leonardo continua em recuperação de seu tornozelo e está fora do jogo. Sávio e Vandinho são dúvidas, mas devem jogar.
Destas ausências a menos sentida será a de Batista que começa a preocupar pela fracas atuações desde sua estréia. Sabemos o quanto sabe jogar bola e por conta disso ficamos esperançosos que reencontre o seu verdadeiro futebol, mas paciência também têm limite. Além do mais me agrada muito a possibilidade de reeditarmos a boa dupla de volantes do início do estadual, Thiesen e Johnny.
Como já comentei anteriormente, para o Catarinense o Avaí tem um excelente elenco. Não temos aqui uma outra equipe que possa se dar ao luxo de não contar com tantos titulares e ainda assim ter bala na agulha para substituir quase à altura. Vamos acompanhando as informações, mas acredito que só teremos a escalação definitiva naqueles 20min que antecedem ao jogo.
Na primeira partida da decisão amanhã em Joinville não teremos Zé Carlos, Rafael, Marcinho Guerreiro e Batista, todos suspensos. Leonardo continua em recuperação de seu tornozelo e está fora do jogo. Sávio e Vandinho são dúvidas, mas devem jogar.
Destas ausências a menos sentida será a de Batista que começa a preocupar pela fracas atuações desde sua estréia. Sabemos o quanto sabe jogar bola e por conta disso ficamos esperançosos que reencontre o seu verdadeiro futebol, mas paciência também têm limite. Além do mais me agrada muito a possibilidade de reeditarmos a boa dupla de volantes do início do estadual, Thiesen e Johnny.
Como já comentei anteriormente, para o Catarinense o Avaí tem um excelente elenco. Não temos aqui uma outra equipe que possa se dar ao luxo de não contar com tantos titulares e ainda assim ter bala na agulha para substituir quase à altura. Vamos acompanhando as informações, mas acredito que só teremos a escalação definitiva naqueles 20min que antecedem ao jogo.
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Primeiras do dia
Cartola do Avaí é opção para gerir futebol do Fla
Texto extraído do jornal O Globo - 23/04 - 18:26hs
No processo de reestruturação do futebol do Flamengo, a diretoria do Flamengo busca um diretor-executivo para o futebol. Na Gávea, um dos nomes que surge é o de João Henrique Areias, atualmente no Avaí. Ele já teria sido contactado por pessoas ligadas à presidente Patrícia Amorim e chegaria ao Rio amanhã para conversar com a diretoria. A profissionalização do futebol é um desejo da presidente desde sua posse, em dezembro do ano passado. Procurado pela reportagem, João Henrique Areias disse ter ouvido a história, mas negou ter sido oficialmente procurado.
- O que eu ouvi dizer é que vão contratar um diretor-executivo de futebol. Estou bem no Avaí, onde desenvolvo um projeto há dois meses dando consultoria. Mas essa história saiu de algum lugar. Ouvi esse galo cantar, mas não sei aonde. Estou em Parati para um evento e neste sábado estarei no Rio, mas para resolver assuntos particulares - disse Areias.
Areias já esteve presente na política do Flamengo. Ano passado, chegou a ser um dos candidatos à presidência do clube, mas acabou desistindo do pleito. Integrantes de sua chapa apoiaram Patricia Amorim, mas na ocasião ele recusou uma fusão das candidaturas. Recentemente ele exerceu a função de diretor-executivo nos esportes olímpicos e era subordinado a Marcos Braz, que também atuava nos esportes olímpicos. Indagado sobre João H. Areias, o vice-geral, Hélio Ferraz, foi claro:
- Não ouvi falar neste nome. Mas é neste perfil que há uma procura. Não estou participando de qualquer processo hoje - esclareceu Helio Ferraz.
Texto extraído do jornal O Globo - 23/04 - 18:26hs
No processo de reestruturação do futebol do Flamengo, a diretoria do Flamengo busca um diretor-executivo para o futebol. Na Gávea, um dos nomes que surge é o de João Henrique Areias, atualmente no Avaí. Ele já teria sido contactado por pessoas ligadas à presidente Patrícia Amorim e chegaria ao Rio amanhã para conversar com a diretoria. A profissionalização do futebol é um desejo da presidente desde sua posse, em dezembro do ano passado. Procurado pela reportagem, João Henrique Areias disse ter ouvido a história, mas negou ter sido oficialmente procurado.
- O que eu ouvi dizer é que vão contratar um diretor-executivo de futebol. Estou bem no Avaí, onde desenvolvo um projeto há dois meses dando consultoria. Mas essa história saiu de algum lugar. Ouvi esse galo cantar, mas não sei aonde. Estou em Parati para um evento e neste sábado estarei no Rio, mas para resolver assuntos particulares - disse Areias.
Areias já esteve presente na política do Flamengo. Ano passado, chegou a ser um dos candidatos à presidência do clube, mas acabou desistindo do pleito. Integrantes de sua chapa apoiaram Patricia Amorim, mas na ocasião ele recusou uma fusão das candidaturas. Recentemente ele exerceu a função de diretor-executivo nos esportes olímpicos e era subordinado a Marcos Braz, que também atuava nos esportes olímpicos. Indagado sobre João H. Areias, o vice-geral, Hélio Ferraz, foi claro:
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Clipping
Sim, todos os avaianos saíram satisfeitos da Ressacada “ontisdonti” à noite. Não nos classificamos, o que por si só é uma derrota, mas o torcedor é um lúdico, um sonhador, só precisa de pão e circo para ser feliz. Por isso o naufrágio do objetivo número um da diretoria avaiana para 2010, a Copa do Brasil, não teve grande impacto emocional para a nação azurra. O que importou foi a apresentação de um bom futebol, de uma razão para acreditarmos que estamos próximos de um futebol que permita uma boa participação na elite nacional.
Vencemos um grande
Li e ouvi de muita gente que o Avaí pagou caro pela retranca no início do segundo tempo contra o Grêmio. Não penso assim, e olha que sou crítico ferrenho dessa postura amedrontada do time de Chamusca sempre que está à frente do placar. Não foi o Avaí que recuou, mas o Grêmio que avançou, você já tentou pensar por esse ângulo? De certa maneira fomos surpreendidos pela disposição tricolor quando o “combinado” era um amornamento do jogo. Nada feito, os caras foram pra frente com fome de gol, montaram uma blitz em nosso campo defensivo e não cessaram até alcançar o tento. Oras, era o Grêmio, não era um time qualquer.
Ah, se...
Surpresa foi ver o Avaí respirar fundo, colocar a bola no chão e jogar novamente como quem não tem medo de ser feliz. Fizemos o 2x1 e marchávamos firmes para o 3x1 e a decisão nos penais. Ah, se Uendel não tivesse corrido do torpedo de Fábio Rochembach... O ala avaiano preferiu salvar a própria vida e abriu uma enorme cratera na barreira, justamente por onde passou e redonda. Nem penso em criticar o rapaz, eu é que não ficava ali nem a pau.
Dindim no caixa
O Avaí foi eliminado da Copa que era a menina dos olhos da diretoria. É, sim, uma grande derrota estratégica. Aliás, pagamos mensalidades mais caras porque o plano era chegar à final dessa competição, estão lembrados? Pois é, agora temos um saldo de três jogos a ver. Haverá reembolso? A paixão do torcedor diz que não, que fique no caixa para ajudar o clube, mas que isso sirva de lição para que se busquem argumentos mais inteligentes para as futuras “garfadas” em nossos bolsos.
Vencemos um grande
Li e ouvi de muita gente que o Avaí pagou caro pela retranca no início do segundo tempo contra o Grêmio. Não penso assim, e olha que sou crítico ferrenho dessa postura amedrontada do time de Chamusca sempre que está à frente do placar. Não foi o Avaí que recuou, mas o Grêmio que avançou, você já tentou pensar por esse ângulo? De certa maneira fomos surpreendidos pela disposição tricolor quando o “combinado” era um amornamento do jogo. Nada feito, os caras foram pra frente com fome de gol, montaram uma blitz em nosso campo defensivo e não cessaram até alcançar o tento. Oras, era o Grêmio, não era um time qualquer.
Ah, se...
Surpresa foi ver o Avaí respirar fundo, colocar a bola no chão e jogar novamente como quem não tem medo de ser feliz. Fizemos o 2x1 e marchávamos firmes para o 3x1 e a decisão nos penais. Ah, se Uendel não tivesse corrido do torpedo de Fábio Rochembach... O ala avaiano preferiu salvar a própria vida e abriu uma enorme cratera na barreira, justamente por onde passou e redonda. Nem penso em criticar o rapaz, eu é que não ficava ali nem a pau.
Dindim no caixa
O Avaí foi eliminado da Copa que era a menina dos olhos da diretoria. É, sim, uma grande derrota estratégica. Aliás, pagamos mensalidades mais caras porque o plano era chegar à final dessa competição, estão lembrados? Pois é, agora temos um saldo de três jogos a ver. Haverá reembolso? A paixão do torcedor diz que não, que fique no caixa para ajudar o clube, mas que isso sirva de lição para que se busquem argumentos mais inteligentes para as futuras “garfadas” em nossos bolsos.
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Direto do Twitter
Não foi dessa vez. Os jogadores lutaram, correram, foram guerreiros, a torcida apoiou, fez da ressacada um verdadeiro caldeirão, mas não conseguimos reverter o placar adverso.Fomos a campo desfalcados, mas com o time ofensivo entrando num 4-4-2 com Roberto e Cristian na frente, Davi e Robson no meio, Emerson Nunes e Uendel nas alas, Marcinho, Batista como dupla de volantes, Rafael e Emerson na zaga e Zé no gol.
Primeiro tempo
Encurralamos o Grêmio sem tempo para darem um único suspiro. O tricolor gaúcho não conseguia marcar, armar, respirar, tamanha a pressão do Avaí. Essa pressão não era apenas de torcida, mas de marcação, armação e jogadas lúcidas. Jogadores como Davi e Robson apareceram no meio, deram opções, sendo que Davi chamou a responsa cheio de moral.
Essa pressão não se traduzia em perigo efetivo. Estávamos tocando, pressionando, mas sem chances de gol. Quando elas surgiram Victor salvou a pátria dos pampas, com lindas defesas em um chute de Roberto e cabeceio de Rafael, ambos à queima roupa. Mas isso foi até Roberto subir sozinho para testar para o fundo das redes, 1x0.
Esse mesmo Roberto esteve impossível, correndo, dando opção e mostrando que pode ser muito mais que um jogador de segundo tempo. Fomos para o vestiário com vantagem no placar, moral elevada e perto da classificação. Do outro lado tinha um time muito qualificado e logo na volta já vimos diferença.
Segundo tempo
Sabemos que Silas sempre altera o time no intervalo, principalmente a postura. Sabe analisar a partida e assim fez seu time sair para o jogo. Colou Douglas no ataque deixando nosso time sem sobra e prendendo Emerson Nunes na zaga. Laércio entrou no lugar de Cristian que nada produziu, nem ao menos se apresentou para o jogo na primeira etapa.
O jogo agora estava igual, chances para os dois lados, mas o Grêmio estava com mais posse de bola. Num escanteio, após confusão, a bola é cortada para o miolo da área e eeles empatam. Voltamos ao ataque com tudo e nosso impossível Roberto tratou de acender o time. Em uma jogada individual levantou a cabeça e tocou para Laércio conferir, 2x1.
A pressão azurra era enorme, mas em um contra-ataque, fizemos a falta e tomamos um golaço. Rochemback mandou um petardo e contou com a colaboração de nossa barreira que foi para o lado na hora da cobrança deixando Zé Carlos sem chance alguma de defesa, 2x2.
Se já estava complicado, ficou impossível. Medina entrou no lugar de Davi que não tinha mais pernas e acrescentou muito. Patric entrou na direita no lugar de Emerson Nunes. Laércio comprovou seu faro de gol e marcou o terceiro, o da vitória.
Terceiro tempo
Ótima partida, bonita de se ver, emocionante. Mantivemos a invencibilidade, mas fomos desclassificados. O time todo foi “monstro”, mas alguns jogadores como Roberto, Robson, Davi, Batista, Laércio que até agora não haviam jogado nada mostraram que tem futebol para vestir a nossa celeste. Avai sempre. Sds azzuras. Guilherme Quadros
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Não, não é o jogo de ontem que devemos esquecer, muito pelo contrário. Além do orgulho pelos que honraram o manto azurra, verdadeiros guerreiros, foi também a primeira vez em 2010 que vimos esse time praticando um futebol de série A. Quero falar da humilhação imposta à Paulo Silas.
O leitor que acompanhou o blog em 2009 deve se lembrar de que muitas vezes, em momentos de endeuzamento, teci críticas à algumas decisões táticas, suas teimosias com alguns jogadores, declarações etc. Por isso fico muito à vontade para externar meu constrangimento ao presenciar o ambiente hostil a que foi exposto o homem Silas no estádio da Ressacada. Eram milhares contra apenas um. Seu erro foi fazer jus ao salário recebido de seu patrão, o Grêmio. Cansamos de vê-lo à beira do gramado pressionando juízes contra nossos adversários. Era amado e admirado por isso. Seu único pecado foi declarar antes da primeira partida que o sentimento que tem pelo Grêmio já era superior àquele que teve pelo Avaí, uma demagogia barata com o torcedor tricolor, nada mais.
Vendo os insultos que lhe foram dirigidos, os braços em riste, as faces embotadas pelo ódio desmedido, pela primeira vez em minha vida tive vergonha de ser avaiano. Sempre que isso aconteceu foi em relação ao time, homens que por hora não honravam nossas cores, mas em relação ao clube, jamais.
A postura do presidente Zunino, não se comportanto como presidente, mas como torcedor, foi extremamente infeliz. Todos sabemos que foram suas palavras apaixonadas após o jogo de POA que acenderam o estopim do espetáculo lamentável de ontem à noite. O torcedor, aquele que é a própria alma de um clube de futebol, veio à reboque nesse emocionalismo barato e adentrou por uma selvageria típica de um país de 3° mundo.
Silas nunca foi herói nem ídolo pra mim, nunca, mas foi um homem que teve seu caráter exaltado por todos os avaianos ao longo de dois anos. Não é possível que ele tenha enganado a tantos por tanto tempo. Ou Silas é um gênio da atuação teatral ou somos verdadeiros idiotas, marionetes emotivas, soldadinhos de chumbo do futebol.
Essa falta de memória, esse desrespeito, me parecem ser viscerais, fazem parte do que somos e pensamos como clube e torcida. As pessoas não importam muito, o que interessa mesmo é o time, os títulos, contra tudo e contra todos, mesmo que esse todos sejam pessoas. Danem-se as pessoas. Depois ficamos reclamando de como o clube nos trata, nos afasta do estádio, não responde e-mails, reclamações etc. Oras, esse é o trato: "Vocês torcem, nós tentamos presenteá-los com vitórias e juntos patrolaremos quem tentar atrapalhar nossos planos".
Cada vez mais entendo o porque da primeira Medalha de Honra ao Mérito Saul Oliveira ter sido dada para um gaúcho, gremista e que nunca morou em Florianópolis. Como o Brasil, o Avaí e seus torcedores também não têm memória. Educação, um pouco, mas depende muito da ocasião.
O leitor que acompanhou o blog em 2009 deve se lembrar de que muitas vezes, em momentos de endeuzamento, teci críticas à algumas decisões táticas, suas teimosias com alguns jogadores, declarações etc. Por isso fico muito à vontade para externar meu constrangimento ao presenciar o ambiente hostil a que foi exposto o homem Silas no estádio da Ressacada. Eram milhares contra apenas um. Seu erro foi fazer jus ao salário recebido de seu patrão, o Grêmio. Cansamos de vê-lo à beira do gramado pressionando juízes contra nossos adversários. Era amado e admirado por isso. Seu único pecado foi declarar antes da primeira partida que o sentimento que tem pelo Grêmio já era superior àquele que teve pelo Avaí, uma demagogia barata com o torcedor tricolor, nada mais.
Vendo os insultos que lhe foram dirigidos, os braços em riste, as faces embotadas pelo ódio desmedido, pela primeira vez em minha vida tive vergonha de ser avaiano. Sempre que isso aconteceu foi em relação ao time, homens que por hora não honravam nossas cores, mas em relação ao clube, jamais.A postura do presidente Zunino, não se comportanto como presidente, mas como torcedor, foi extremamente infeliz. Todos sabemos que foram suas palavras apaixonadas após o jogo de POA que acenderam o estopim do espetáculo lamentável de ontem à noite. O torcedor, aquele que é a própria alma de um clube de futebol, veio à reboque nesse emocionalismo barato e adentrou por uma selvageria típica de um país de 3° mundo.
Silas nunca foi herói nem ídolo pra mim, nunca, mas foi um homem que teve seu caráter exaltado por todos os avaianos ao longo de dois anos. Não é possível que ele tenha enganado a tantos por tanto tempo. Ou Silas é um gênio da atuação teatral ou somos verdadeiros idiotas, marionetes emotivas, soldadinhos de chumbo do futebol.
Essa falta de memória, esse desrespeito, me parecem ser viscerais, fazem parte do que somos e pensamos como clube e torcida. As pessoas não importam muito, o que interessa mesmo é o time, os títulos, contra tudo e contra todos, mesmo que esse todos sejam pessoas. Danem-se as pessoas. Depois ficamos reclamando de como o clube nos trata, nos afasta do estádio, não responde e-mails, reclamações etc. Oras, esse é o trato: "Vocês torcem, nós tentamos presenteá-los com vitórias e juntos patrolaremos quem tentar atrapalhar nossos planos".
Cada vez mais entendo o porque da primeira Medalha de Honra ao Mérito Saul Oliveira ter sido dada para um gaúcho, gremista e que nunca morou em Florianópolis. Como o Brasil, o Avaí e seus torcedores também não têm memória. Educação, um pouco, mas depende muito da ocasião.
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Pós Jogo
Sentimentos comuns são vividos pelo torcedor avaiano que acompanha o dia a dia de seu clube. Alguns são particulares, outros coletivos, mas em comum o fato de serem invariavelmente esquisitos.
Não sei se esse é o seu caso, mas quando o Avaí sai na frente do placar me bate uma agonia, um tremendo aperto n'alma. Já aprendi que com Chamusca o 1x0 é prenúncio de fortes emoções. O time recua, o adversário nos prensa contra a parede, Zé Carlos desanda a fazer milagres e N. Srª. da Ressacada, coitada, passa a ter trabalho dobrado.
Segundo nosso comandante essa é a estratégia de jogar no erro do adversário. Sobrenaturalmente isso vem dando certo. A campanha de Chamusca no mesmo período de tempo já é superior à de Silas, por exemplo.
Eis que ontem ouvi uma entrevista do bom baiano azurra que me tranquilizou. Dizia ele que temos que chegar aos 25min do segundo tempo vencendo por 1x0 para só então sair no abafa em busca do gol da classificação. Perfeito. Chamusca sabe que se o Avaí estiver "classificado" muito antes do fim dos 90min corremos o sério risco de tomarmos um gol, o empate e até mesmo uma virada. Então anote aí o enredo dessa noite: correria avaiana nos primeiro minutos. Sai o gol. Passamos a "amorcegar" até a metade do segundo tempo e então, dá-lhe correria. Sai o segundo gol. O juiz nem dá nova saída e levanta os braços. Avaí classificado. Gostei.
Mas vamos fazer um pacto: durante o jogo nada de bater os pés antes de uma jogada perigosa dizendo "gol... gol... gol". Nada de gritar "é campeão" antes do apito final. Por fim o mais importante, nada de cantar "não é mole não, na Ressacada ninguém ganha do Leão". Tudo isso aí junto dá um azar desgraçado e aí, meu filho, aí não têm estratégia que funcione mesmo.
Não sei se esse é o seu caso, mas quando o Avaí sai na frente do placar me bate uma agonia, um tremendo aperto n'alma. Já aprendi que com Chamusca o 1x0 é prenúncio de fortes emoções. O time recua, o adversário nos prensa contra a parede, Zé Carlos desanda a fazer milagres e N. Srª. da Ressacada, coitada, passa a ter trabalho dobrado.Segundo nosso comandante essa é a estratégia de jogar no erro do adversário. Sobrenaturalmente isso vem dando certo. A campanha de Chamusca no mesmo período de tempo já é superior à de Silas, por exemplo.
Eis que ontem ouvi uma entrevista do bom baiano azurra que me tranquilizou. Dizia ele que temos que chegar aos 25min do segundo tempo vencendo por 1x0 para só então sair no abafa em busca do gol da classificação. Perfeito. Chamusca sabe que se o Avaí estiver "classificado" muito antes do fim dos 90min corremos o sério risco de tomarmos um gol, o empate e até mesmo uma virada. Então anote aí o enredo dessa noite: correria avaiana nos primeiro minutos. Sai o gol. Passamos a "amorcegar" até a metade do segundo tempo e então, dá-lhe correria. Sai o segundo gol. O juiz nem dá nova saída e levanta os braços. Avaí classificado. Gostei.
Mas vamos fazer um pacto: durante o jogo nada de bater os pés antes de uma jogada perigosa dizendo "gol... gol... gol". Nada de gritar "é campeão" antes do apito final. Por fim o mais importante, nada de cantar "não é mole não, na Ressacada ninguém ganha do Leão". Tudo isso aí junto dá um azar desgraçado e aí, meu filho, aí não têm estratégia que funcione mesmo.
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Hora do Recreio
Gostaria de posicionar o leitor do blog em relação a atenção que não será dispensada ao clube do Estreito à partir dessa data. Sabemos que a indiferença ainda é melhor maneira de interromper o crescimento ou recuperação de um concorrente, não é o ataque direto, a crítica contundente ou o menosprezo de seus produtos e serviços, mas a indiferença.
Esse não é o objetivo desse blogueiro em relação ao esforçado clube d'além ponte, até porque o seu desaparecimento significaria pontos garantidos a menos para o Avaí na competição regional. Então que permaneça vivo, esperneante, mas apenas o suficiente para nos ser útil em momentos específicos.
Tal posicionamento busca apenas a coerência do que é pertinente, uma vez que o referido clube já concluiu a sua participação secundária no estadual de 2010 e não fará parte de nossa agenda até 2011. Assim, não vejo razão para sua citação, crítica, gozação ou qualquer ato que o torne presente na realidade esportiva do Avaí FC. Esse abismo que divide os dois clubes da capital será respeitado aqui no Avaixonados, espaço que não se prestará a ressuscitar da vala do esquecimento aqueles que nesse momento nos são absolutamente irrelevantes. Se não têm luz própria que peçam uma "pomboca" emprestada pra Taschibra.
Esse não é o objetivo desse blogueiro em relação ao esforçado clube d'além ponte, até porque o seu desaparecimento significaria pontos garantidos a menos para o Avaí na competição regional. Então que permaneça vivo, esperneante, mas apenas o suficiente para nos ser útil em momentos específicos.Tal posicionamento busca apenas a coerência do que é pertinente, uma vez que o referido clube já concluiu a sua participação secundária no estadual de 2010 e não fará parte de nossa agenda até 2011. Assim, não vejo razão para sua citação, crítica, gozação ou qualquer ato que o torne presente na realidade esportiva do Avaí FC. Esse abismo que divide os dois clubes da capital será respeitado aqui no Avaixonados, espaço que não se prestará a ressuscitar da vala do esquecimento aqueles que nesse momento nos são absolutamente irrelevantes. Se não têm luz própria que peçam uma "pomboca" emprestada pra Taschibra.
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Rapidinhas
Ainda não consegui entender toda essa celeuma envolvendo o técnico Paulo Silas. Não falei disso antes e nem me estenderei agora por absoluta falta de interesse sobre o tema. Explico. Silas é técnico do Grêmio e por conta disso a única atenção que direciono é saber como armará seu time contra o Avaí. Depois, não vi nada de fantasmagórico em sua postura no primeiro jogo do Olímpico. Por atitudes semelhantes quando estava no Carianos, pressionando os juízes a nosso favor, conquistou nosso respeito e admiração.Nada mais óbvio que fazer o mesmo pelo time que no momento lhe garante o seu pão de cada dia. Seu único erro em toda essa história foi declarar antes da primeira partida que o sentimento que tem pelo Grêmio após três meses de trabalho é superior áquele que tem pelo Avaí, onde atuou por dois anos. Foi demagogia com o torcedor gremista e se alguém deveria ficar magoado seriam eles e não os avaianos. Silas mentiu pra salvar a própria pele, coisa que muitos de nós fazemos uma vez ou outra. Quem não tiver esse pecado que atire a primeira pedra. Sinceramente, é muito emocionalismo barato por parte dos torcedores, da diretoria avaiana e de toda imprensa esportiva da capital.
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Do outro lado
Nossos olhos se voltam agora para o Grêmio, adversário de amanhã na Ressacada. Damos um breve break no campeonato catarinense e focamos a Copa do Brasil, uma competição nacional e o caminho mais curto para a Libertadores. Sonhar ainda não é proibido.
As lembranças da partida de Porto Alegre ainda estão vivas. Quando jogamos para não perder, perdemos, e quando jogamos sem medo encurralamos o Grêmio. E isso com 10 em campo. Agora nem temos opção, temos que balançar as redes custe o que custar.
Superação
Se o Avaí queria um jogo para testar sua capacidade de se superar, aí está uma oportunidade de ouro. Como se não bastasse a pressão pela vitória e a ausência de Caio (suspenso), o DM avaiano segue a tradição de estar lotado. Sávio, Vandinho e Leonardo são dúvidas para amanhã, sendo que o caso de Leonardo é quase uma missão impossível. A foto ao lado é auto-explicativa.
Vamos acompanhar as notícias no dia de hoje e até momentos antes do jogo. Teremos muito mistério, declarações de despiste, treino secreto, enfim, tudo o que se espera de um "jogo de xadrez" como esse onde qualquer deslize pode ser fatal. Apesar de serem apenas dois dias, muita água pode rolar por debaixo de nossa ponte. Foto Infoesporte
As lembranças da partida de Porto Alegre ainda estão vivas. Quando jogamos para não perder, perdemos, e quando jogamos sem medo encurralamos o Grêmio. E isso com 10 em campo. Agora nem temos opção, temos que balançar as redes custe o que custar.
SuperaçãoSe o Avaí queria um jogo para testar sua capacidade de se superar, aí está uma oportunidade de ouro. Como se não bastasse a pressão pela vitória e a ausência de Caio (suspenso), o DM avaiano segue a tradição de estar lotado. Sávio, Vandinho e Leonardo são dúvidas para amanhã, sendo que o caso de Leonardo é quase uma missão impossível. A foto ao lado é auto-explicativa.
Vamos acompanhar as notícias no dia de hoje e até momentos antes do jogo. Teremos muito mistério, declarações de despiste, treino secreto, enfim, tudo o que se espera de um "jogo de xadrez" como esse onde qualquer deslize pode ser fatal. Apesar de serem apenas dois dias, muita água pode rolar por debaixo de nossa ponte. Foto Infoesporte
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Primeiras do dia
Nem tudo foi tão perfeito na Ressacada. Papamos o segundo turno, é verdade, mas alguns problemas persistem. Alguns foram involuntários, como as ausências de Patric, Sávio, Vandinho e Leonardo. O resultado desses desfalques foi a necessidade de se fazer alguns testes, se é que essa é a palavra correta. Outros se arrastam, como a falta de um sistema tático definido e o eterno abandono do meio de campo. Se o MST assistir um jogo do Avaí montam na hora acampamento no círculo central. Área devoluta, dirão eles.
Meio barro, meio tijolo
Emerson Nunes, Gustavo, Cristian e Davi, titulares absolutos do banco de reservas, tiveram a oportunidade de iniciarem a partida. Destes o mais fraco foi Cristian. Isolado, perdido em campo, mas vamos e venhamos, o 3-6-1 de Chamusca sepultaria até o futebol de Pelé. Os demais se saíram relativamente bem, se movimentaram, foram voluntariosos, mas a falta de sequência de jogos foi indisfarçável. Destaque para Davi que ignorou a pressão, pediu a bola e bateu o penalti.
Uendel, Batista e Caio, sinceramente, não me convencem. São aqueles jogadores que fazem uma ou outra boa partida e por isso nos costumamos a dizer que "não comprometeram", uma forma carinhosa de dizer que não fizeram diferença para mais. Caio sofreu o penalti, eu sei, mas a quantidade de passes errados por jogo é enorme, mais irritante até que os seus tochinhos a gol. A maior decepção ainda é Batista, que não é nem sombra daquele que vimos jogar em 2008. Preguiçoso, disperso e sem bússola.
Positivo
Um post anti-clímax para o dia seguinte de um título é meio brochante. Por isso quero concluir citando Zé Carlos e Marcinho Guerreiro em especial. Estão enchendo os olhos do torcedor, jogando como homens, com garra, com vontade de fazerem a diferança. Martini e Ferdinando, who?
Outra destaque foi o torcedor avaiano. Promoveu um espetáculo de vozes maravilhoso quando da entrada dos atletas e jogou com o time o jogo inteiro. Tudo com ordem, em paz e muita beleza. Beleza que captei na foto desse post: belas e loucas torcedoras do Avaí FC. Fomos apenas 12.600 fiéis (14.100 - 1.500 Barbies), o estádio não estava lotado, mas os que foram souberam torcer com a alma. Na verdade é isso o que realmente importa.
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Pós Jogo
As viúvas carpideiras seguem sua missão em disfarçar a eliminação de seu limitado time, só que agora descambam para o etéreo. Os torcedores do primo-segundo-do-Estreito assumem de vez a sua pobreza esportiva e se juntam aos poucos avaianos paranóicos que também acreditam na Teoria da Conspiração. Eu até entendo essa fraqueza emocional, própria de jovens "pilhados", mas quando isso vem de adultos, pais de família e alfabetizados, aí é constrangedor demais.
Pois bem, agora também se sentem perseguidos pela RBS e tudo porque os comentaristas da empresa gaúcha são unânimes em afirmar que foi penalti em Caio. Pode até pintar uma nota de repúdio pela arbitragem de Sálvio Espínola, esse folgadinho que não acrescentou nada aos 3min de acréscimo regulamentares da etapa final. Belém, Belém, não ficam mais de bem nem com a FCF, entidade "parceira" de muitas das últimas conquistas. Não todas, mas algumas, ah, com certeza.
A estratégia é criar uma nuvem atordoante em volta do argumento de que ontem eles foram superiores em campo. Não sou cego e percebi o domínio deles no meio de campo após os 20min iniciais. Mas também vamos combinar, nesse ano qual foi o time que não dominou esse espaço de terreno quando jogou contra o Avaí? É o nosso latifúndio improdutivo por excelência, com o coitado do Marcinho tentando assobiar e chupar cana ao mesmo tempo.
Zé Carlos só foi realizar uma boa defesa no segundo tempo o que significa que do outro lado tínhamos um adversário com jogadores incompetentes para traduzir esse pseudo-domínio em gol, por exemplo. Então fez-se justiça. O time de melhor campanha do campeonato foi para a final e o time menos competente ficou pelo caminho. Morreram na praia e tiveram a honra de jogar no gramado sem buracos da Ressacada. Continuem tentando, mas por favor, com menos paranóia.
Pois bem, agora também se sentem perseguidos pela RBS e tudo porque os comentaristas da empresa gaúcha são unânimes em afirmar que foi penalti em Caio. Pode até pintar uma nota de repúdio pela arbitragem de Sálvio Espínola, esse folgadinho que não acrescentou nada aos 3min de acréscimo regulamentares da etapa final. Belém, Belém, não ficam mais de bem nem com a FCF, entidade "parceira" de muitas das últimas conquistas. Não todas, mas algumas, ah, com certeza.
A estratégia é criar uma nuvem atordoante em volta do argumento de que ontem eles foram superiores em campo. Não sou cego e percebi o domínio deles no meio de campo após os 20min iniciais. Mas também vamos combinar, nesse ano qual foi o time que não dominou esse espaço de terreno quando jogou contra o Avaí? É o nosso latifúndio improdutivo por excelência, com o coitado do Marcinho tentando assobiar e chupar cana ao mesmo tempo.
Zé Carlos só foi realizar uma boa defesa no segundo tempo o que significa que do outro lado tínhamos um adversário com jogadores incompetentes para traduzir esse pseudo-domínio em gol, por exemplo. Então fez-se justiça. O time de melhor campanha do campeonato foi para a final e o time menos competente ficou pelo caminho. Morreram na praia e tiveram a honra de jogar no gramado sem buracos da Ressacada. Continuem tentando, mas por favor, com menos paranóia.
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Pós Jogo
Não, os juízes não foram os principais responsáveis pelas agruras cardíacas que os avaianos sofreram de janeiro até aqui. Temos decisões equivocadas da diretoria, um treinador que ainda não tem uma proposta de jogo definida e um time titular, apostas que ainda continuam sendo apostas etc, etc, etc. Enfim, temos as nossas responsabilidades por caminhar no fio da navalha nesse 2010.
Entretanto também não se pode negar que os homens de preto (ou amarelo, verde limão, vermelho...) escolheram o Avaí para testar o limite de elasticidade sacal do povo de SC. A FCF, hoje um tipo de Vaticano do futebol catarinense, se enclausurou em sua incompetência e não soube montar e gerenciar o seu quadro de árbitros de forma minimamente profissional. Depois de tantos absurdos coube ao Avaí pressionar a entidade para ver se pelo menos na final do returno poderíamos ter uma arbitragem decente.
E foi isso que assistimos ontem na Ressacada. O árbitro Sálvio Spínola soube se impor em campo, acompanhou as jogadas de perto, não se deixou levar pelas mazelas dos jogadores e teve o jogo sempre sob controle. Cometeu dois erros normais ao não amarelar o jogador rosado que entrou forte em Emerson e Roberto que simulou um pênalti. Fora isso sequer notamos sua presença. o Sr. Sálvio foi um coadjuvante, exatamente como devem ser todos os árbitros de futebol. Tanto isso é verdade que busquei fotos dele no clássico de ontem nos portais informativos e nada encontrei. Coincidência ou não, bastou um juiz agir com isenção e o Avaí sagrou-se campeão.
Mas aviso: não tente encontrar torcedores do lado de lá com essa mesma opinião. Estão chorando feito viúvas desamparadas. Sentem-se perseguidos pela imprensa, pela PM, pela FCF e pelo lobo mau. Também acreditam que Caio cavou o pênalti e que time bom mesmo é o deles. O topete de série A ainda continua lá, mesmo com um time de segunda. Pobres miseráveis.
Entretanto também não se pode negar que os homens de preto (ou amarelo, verde limão, vermelho...) escolheram o Avaí para testar o limite de elasticidade sacal do povo de SC. A FCF, hoje um tipo de Vaticano do futebol catarinense, se enclausurou em sua incompetência e não soube montar e gerenciar o seu quadro de árbitros de forma minimamente profissional. Depois de tantos absurdos coube ao Avaí pressionar a entidade para ver se pelo menos na final do returno poderíamos ter uma arbitragem decente.E foi isso que assistimos ontem na Ressacada. O árbitro Sálvio Spínola soube se impor em campo, acompanhou as jogadas de perto, não se deixou levar pelas mazelas dos jogadores e teve o jogo sempre sob controle. Cometeu dois erros normais ao não amarelar o jogador rosado que entrou forte em Emerson e Roberto que simulou um pênalti. Fora isso sequer notamos sua presença. o Sr. Sálvio foi um coadjuvante, exatamente como devem ser todos os árbitros de futebol. Tanto isso é verdade que busquei fotos dele no clássico de ontem nos portais informativos e nada encontrei. Coincidência ou não, bastou um juiz agir com isenção e o Avaí sagrou-se campeão.
Mas aviso: não tente encontrar torcedores do lado de lá com essa mesma opinião. Estão chorando feito viúvas desamparadas. Sentem-se perseguidos pela imprensa, pela PM, pela FCF e pelo lobo mau. Também acreditam que Caio cavou o pênalti e que time bom mesmo é o deles. O topete de série A ainda continua lá, mesmo com um time de segunda. Pobres miseráveis.
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Parece sina esse Avaí nos fazer passar sufoco. Sofremos uma barbaridade, empatamos em 1x1, fomos campeões do segundo turno e estamos na final do estadual. Perfeito. Chamusca entrou em campo com um remendo daquilo que costumamos chamar de time titular. Com o DM lotado ele não teve dúvidas e mandou a campo um 3-6-1 como de costume, com Zé Calors, Emerson, Emerson Nunes e Rafael na zaga, as alas com Uendel e Gustavo, Marcinho e Batista na contenção Caio e Davi no meio, Cristian sozinho na frente.Primeiro tempo
Apesar de tudo isso começamos melhor, pressionando e tomando conta da meia cancha. Caio flutuava pelo meio, marcava e distribuía a bola. Nossa ala esquerda era mais efetiva e por ali quase chegamos ao gol com Davi que logo de início. Cara-a-cara com Wilson não converteu. A bola sobrou para Caio que também não soube aproveitar.
Apesar de melhores e com mais posse de bola não chutamos no gol e quase sempre errávamos o último passe. Davi e Caio tomaram conta da meia cancha nos primeiros 20min, criavam com desenvoltura, mas Davi ainda melhoraria no tempo final.
Em um lance fortuito tomamos o gol. Numa bola mequetrefe lançada na área azurra, Emerson cortou mal cabeceando a bola para o meio, bico da área. Um Barbie apanhou, abriu para outro Barbie que cruzou rasteiro na área para Fernandói conferir. Lambança feita, voltamos para o jogo meio que no desespero e sem muita inspiração.
Segundo tempo
Voltamos com mudança, Chamusca sacou Gustavo e colocou Roberto, fazendo com que Emerson Nunes cobrisse a direita. Deu resultado. Fomos para cima com tudo sem deixar os Barbies respirarem. Volantes bem posicionados, reposições de bola bem feitas, meias encostados nos atacantes e Roberto bom boa movimentação pela direita garantiram a pressão até o gol de empate, em um penal bem marcado em cima de Caio. Davi bateu e decretou aquele que seria o placar final, 1x1.
Após o gol Chamusca sacou Cristian e colocou Rudnei para fechar o meio. A partir daí tivemos uma partida de “administração”. Apesar de nossa ala direita estar totalmente descoberta, o time do Estreito não teve competência para jogar por ali. Podíamos ter matado o jogo com Davi caso ele estivesse 100%. Rodrigo Thiesen ainda entrou para saída de Marcinho Guerreiro que esteve muito bem e já estava amarelado.
Terceiro tempo
Vantagem imposta, vantagem aproveitada. Empatamos o jogo e isso nos favorecia e seria um pecado imenso ficarmos fora da final. Mesmo com um Avaí muito desfalcado, os Barbies não conseguiram levar vantagem. Chutarem três bolas a gol em toda a partida. Agora nosso pensamento se volta para a Copa do Brasil, na quarta, um jogão. Com a garra que jogamos os últimos jogos podemos passar pelo Grêmio. Avai Sempre. Sds Azurras, Guilherme.
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Colunistas
Texto de Sérgio da Costa Ramos
Vitória, agora, se escreve assim: Avaí. O returno é do azul e branco; o campeonato, ainda não. Mas a justiça começa a reconhecer o mérito da equipe que melhor jogou futebol em dois meses de disputa.
O 1 a 1 foi justo e equilibrado, há mais de ano um não consegue vencer o outro. Muito desfalcado - sem seus principais atacantes, Sávio, Vandinho e Leonardo –, o Avaí dominou o primeiro tempo – e perdeu. Com cinco minutos, jogou fora duas chances claríssimas, com Davi e Caio. Aí, o Figueirense entrou em campo e nos apresentou um velho conhecido: Fernandes. O craque alvinegro, há três meses fora dos gramados, vestiu a camisa do “Sobrenatural de Almeida” e dividiu, no chão, um cruzamento com dois indecisos zagueiros: gol do Figueira.
Como todas as “coisas” do Avaí, vitórias e títulos só chegam com muito sofrimento. E, ontem, por mérito de uma melhor campanha, o empate serviria como vitória. Daqui a dois mil anos, este Avaí x Figueira ressurgirá na memória inconsciente da cidade e os alvicelestes ainda lembrarão: "E aquele clássico da Ressacada, hein? Quem não viu, não viveu! Abrimos o caminho para o bi"
Davi - de boa atuação na partida - empatou, de pênalti. Aí, foi administrar o tempo e suportar a paciência de defender o empate como vitória. Habituado às batalhas terrestres ou navais – como a que lhe empresta o nome -, o Avaí estava diante de um grande desafio: ou vencia o returno - e para isso bastava-lhe empatar com o arquirrival – ou seria expulso do campeonato pela porta dos fundos, mesmo ostentando a melhor e mais eficiente campanha. Coisas de um critério oblíquo e caolho, inspirado por uma Federação de Futebol que gosta de várias cores – mas abomina o azul.
Depois daquela portentosa “garfada” em terras gremistas, pela Copa do Brasil, um nova via- crúcis esperava o Avaí em sua própria casa. O Figueira foi um adversário de brio, lutou e tentou a vitória salvadora, mas estava escrito há 40 mil anos (com a licença do anjo Nelson Rodrigues): o Avaí é o finalista de um campeonato que - por pontos - já deveria ter ganho há muito tempo...
Se pode chegar à glória pelo método mais difícil e complicado, se pode chegar ao Paraíso com uma escala no Purgatório, por que optar pela “janela” quebrada, se não há porta que o Avaí não abra? Se pode chegar a uma conquista pelo caminho dos espinhos, com sofrimento, suor, suspense e paixão, o Avaí despreza todas as retas e todos os atalhos.
Nos longínquos anos 1950 o Avaí já fazia “coisas”. Como encher o Campo da Liga, Estádio Adolfo Konder, numa quarta-feira à tarde. Com a ajuda dos funcionários públicos, que deixavam o paletó nas costas da cadeira e “fugiam” até o “Pasto do Bode”, o Azurra escreveu valorosas vitórias vespertinas...
O que dizer deste belo domingo de abril, sol radiante em tarde de muito calor, em que o Leão da Ilha Formosa tinha diante de si a verdadeira encruzilhada para o bicampeonato estadual?
Um mar humano transformou a Ressacada num “tsunami” azul e branco, que, no segundo tempo, viu chegar os temíveis e fatídicos “acréscimos”. Desta vez, não houve tragédias, apenas aflição. E, na sacristia do campeonato, o time subiu o primeiro degrau diante do altar onde está guardada a eucaristia do bi. Claro, ainda há o respeitável Joinville, mas vencer o clássico era remover a grande pedra, o histórico obstáculo, o rival eterno.
Com uma escalação enfraquecida, o Avaí confirmou ser o contrário da Lei de Murphy – o conhecido código do fracasso universal. E soube ser o seu oposto: “De onde e quando menos se espera, aí mesmo é que o Avaí triunfa”... E continua sabendo fazer coisa. Acabou de “assinar” mais uma. ClicRBS
Vitória, agora, se escreve assim: Avaí. O returno é do azul e branco; o campeonato, ainda não. Mas a justiça começa a reconhecer o mérito da equipe que melhor jogou futebol em dois meses de disputa.
O 1 a 1 foi justo e equilibrado, há mais de ano um não consegue vencer o outro. Muito desfalcado - sem seus principais atacantes, Sávio, Vandinho e Leonardo –, o Avaí dominou o primeiro tempo – e perdeu. Com cinco minutos, jogou fora duas chances claríssimas, com Davi e Caio. Aí, o Figueirense entrou em campo e nos apresentou um velho conhecido: Fernandes. O craque alvinegro, há três meses fora dos gramados, vestiu a camisa do “Sobrenatural de Almeida” e dividiu, no chão, um cruzamento com dois indecisos zagueiros: gol do Figueira.
Como todas as “coisas” do Avaí, vitórias e títulos só chegam com muito sofrimento. E, ontem, por mérito de uma melhor campanha, o empate serviria como vitória. Daqui a dois mil anos, este Avaí x Figueira ressurgirá na memória inconsciente da cidade e os alvicelestes ainda lembrarão: "E aquele clássico da Ressacada, hein? Quem não viu, não viveu! Abrimos o caminho para o bi"Davi - de boa atuação na partida - empatou, de pênalti. Aí, foi administrar o tempo e suportar a paciência de defender o empate como vitória. Habituado às batalhas terrestres ou navais – como a que lhe empresta o nome -, o Avaí estava diante de um grande desafio: ou vencia o returno - e para isso bastava-lhe empatar com o arquirrival – ou seria expulso do campeonato pela porta dos fundos, mesmo ostentando a melhor e mais eficiente campanha. Coisas de um critério oblíquo e caolho, inspirado por uma Federação de Futebol que gosta de várias cores – mas abomina o azul.
Depois daquela portentosa “garfada” em terras gremistas, pela Copa do Brasil, um nova via- crúcis esperava o Avaí em sua própria casa. O Figueira foi um adversário de brio, lutou e tentou a vitória salvadora, mas estava escrito há 40 mil anos (com a licença do anjo Nelson Rodrigues): o Avaí é o finalista de um campeonato que - por pontos - já deveria ter ganho há muito tempo...
Se pode chegar à glória pelo método mais difícil e complicado, se pode chegar ao Paraíso com uma escala no Purgatório, por que optar pela “janela” quebrada, se não há porta que o Avaí não abra? Se pode chegar a uma conquista pelo caminho dos espinhos, com sofrimento, suor, suspense e paixão, o Avaí despreza todas as retas e todos os atalhos.
Nos longínquos anos 1950 o Avaí já fazia “coisas”. Como encher o Campo da Liga, Estádio Adolfo Konder, numa quarta-feira à tarde. Com a ajuda dos funcionários públicos, que deixavam o paletó nas costas da cadeira e “fugiam” até o “Pasto do Bode”, o Azurra escreveu valorosas vitórias vespertinas...
O que dizer deste belo domingo de abril, sol radiante em tarde de muito calor, em que o Leão da Ilha Formosa tinha diante de si a verdadeira encruzilhada para o bicampeonato estadual?
Um mar humano transformou a Ressacada num “tsunami” azul e branco, que, no segundo tempo, viu chegar os temíveis e fatídicos “acréscimos”. Desta vez, não houve tragédias, apenas aflição. E, na sacristia do campeonato, o time subiu o primeiro degrau diante do altar onde está guardada a eucaristia do bi. Claro, ainda há o respeitável Joinville, mas vencer o clássico era remover a grande pedra, o histórico obstáculo, o rival eterno.
Com uma escalação enfraquecida, o Avaí confirmou ser o contrário da Lei de Murphy – o conhecido código do fracasso universal. E soube ser o seu oposto: “De onde e quando menos se espera, aí mesmo é que o Avaí triunfa”... E continua sabendo fazer coisa. Acabou de “assinar” mais uma. ClicRBS
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Pós Jogo
É nessa situação que saímos hoje da cama, como campeões do segundo turno catarinense e assim será até às 16hs quando a bola for tocada pela primeira vez. O empate é nosso, nos dá o título e nos garante na final. Mais do que uma vantagem esse é um prêmio tímido pela campanha (muito) acima dos demais clubes nesse campeonato.
Não só o empate, mas quase tudo está a a favor do Avaí. Melhor elenco, jogadores mais experientes, um banco de reservas mais qualificado, jogando dentro de casa e com 90% das arquibancadas nas cores azul e branca. Falei quase tudo porque viemos de uma derrota para o Grêmio no meio de semana com forte desgaste físico e emocional. Mas isso é válido até a bola rolar, depois são 11 contra 11. Frase nova, essa.
Avaí
Apesar de serem tidos como dúvidas, Emerson, Vandinho e Sávio não vão querer perder esse filé mingnon. É claro que jogam, nem que seja de muletas. Patric está suspenso e Leonardo não deve ter condições mesmo. Assim, Emerson Nunes assume a ala direita, Roberto e Cristian devem formar a dupla de atacantes e Chamusca insistirá com Caio no meio de campo. Não sei até onde vai essa teimosia, Robinho era o cara para hoje. Assim a tendência é que entremos com Zé Carlos; Emerson Nunes, Rafael, Emerson e Uendel; Marcinho Guerreiro, Batista, Caio e Sávio; Vandinho e Roberto.
Eles
Não interessa "eles". Basta que o Avaí faça a sua parte, jogue o seu futebol, sem excesso de respeito, sem esquecer de quem é série A, e confirmaremos que o adversário de hoje não passa de um penetra na competição. Respeitar, sim, sobrevalorizar, não. O Avaí é favorito? Sim. Já estamos classificados para a final? Não. E que isso fique bem claro!
Não só o empate, mas quase tudo está a a favor do Avaí. Melhor elenco, jogadores mais experientes, um banco de reservas mais qualificado, jogando dentro de casa e com 90% das arquibancadas nas cores azul e branca. Falei quase tudo porque viemos de uma derrota para o Grêmio no meio de semana com forte desgaste físico e emocional. Mas isso é válido até a bola rolar, depois são 11 contra 11. Frase nova, essa.
Avaí
Apesar de serem tidos como dúvidas, Emerson, Vandinho e Sávio não vão querer perder esse filé mingnon. É claro que jogam, nem que seja de muletas. Patric está suspenso e Leonardo não deve ter condições mesmo. Assim, Emerson Nunes assume a ala direita, Roberto e Cristian devem formar a dupla de atacantes e Chamusca insistirá com Caio no meio de campo. Não sei até onde vai essa teimosia, Robinho era o cara para hoje. Assim a tendência é que entremos com Zé Carlos; Emerson Nunes, Rafael, Emerson e Uendel; Marcinho Guerreiro, Batista, Caio e Sávio; Vandinho e Roberto.
Eles
Não interessa "eles". Basta que o Avaí faça a sua parte, jogue o seu futebol, sem excesso de respeito, sem esquecer de quem é série A, e confirmaremos que o adversário de hoje não passa de um penetra na competição. Respeitar, sim, sobrevalorizar, não. O Avaí é favorito? Sim. Já estamos classificados para a final? Não. E que isso fique bem claro!
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Nessa semana falamos do patrocínio máster pontual que o Avaí celebrou com a WOA. Achei bacana, pois o clube alavanca um faturamento extra e a empresa consegue um excelente custo-benefício para divulgação de sua marca. Como avaiano parcial que sou, olhei exclusivamente pelo ótica do clube e fiquei feliz com essa negociação: “Mais um dinheiro pro caixa do clube, elaiá”.
Tratamentos diferentes
Mas foi então que hoje me caiu uma ficha. O Avaí elevou o valor dos ingressos a patamares de Europa para afastar justamente os aproveitadores de ocasião, aqueles torcedores que só aparecem nas finais. O torcedor fixo, o sócio, seria atraído pela vantajosa relação mensalidade x n° de jogos enquanto o torcedor avulso, o aproveitadorzinho, esse arcaria com um talagaço na bilheteria.
Então quer dizer que para empresas que só querem o bem-bom das finais aí pode? Isso deixa evidenciada a falta de zelo do Avaí para com sua marca nos últimos anos. Não foi plantado e semeado um conceito base, uma estrutura continuada, então só restou atirar para todos os lados e torcer para que as moedas caíssem uma aqui outra ali.
Anotem os números
Você pode dizer que são coisas diferentes, mas não são. Há um tratamento diferente para fontes de renda semelhantes, com desdém evidente para as pessoas físicas. O resultado disso veremos amanhã nas arquibancadas da Ressacada e no borderô de terça-feira da FCF. Mesmo com acréscimo de 1.300 lugares a preços “populares” (R$40) e com as 1.500 Barbies ocupando seu espaço, duvido que tenhamos mais de 15mil pagantes. Em tempo: é claro que posso falar disso na véspera da decisão. Não nos julguemos tão influentes, por favor.
Tratamentos diferentes
Mas foi então que hoje me caiu uma ficha. O Avaí elevou o valor dos ingressos a patamares de Europa para afastar justamente os aproveitadores de ocasião, aqueles torcedores que só aparecem nas finais. O torcedor fixo, o sócio, seria atraído pela vantajosa relação mensalidade x n° de jogos enquanto o torcedor avulso, o aproveitadorzinho, esse arcaria com um talagaço na bilheteria.
Então quer dizer que para empresas que só querem o bem-bom das finais aí pode? Isso deixa evidenciada a falta de zelo do Avaí para com sua marca nos últimos anos. Não foi plantado e semeado um conceito base, uma estrutura continuada, então só restou atirar para todos os lados e torcer para que as moedas caíssem uma aqui outra ali.
Anotem os números
Você pode dizer que são coisas diferentes, mas não são. Há um tratamento diferente para fontes de renda semelhantes, com desdém evidente para as pessoas físicas. O resultado disso veremos amanhã nas arquibancadas da Ressacada e no borderô de terça-feira da FCF. Mesmo com acréscimo de 1.300 lugares a preços “populares” (R$40) e com as 1.500 Barbies ocupando seu espaço, duvido que tenhamos mais de 15mil pagantes. Em tempo: é claro que posso falar disso na véspera da decisão. Não nos julguemos tão influentes, por favor.
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Péricles Chamusca faz tudo o que pode para despistar. Leonardo e Patric, esses são ausências certas. Para todos os efeitos Emerson, Sávio e Vandinho, só Deus sabe se jogam. Por isso não espere muita definição no treino apronto de hoje na Ressacada. Repito, pra mim os três jogam.
Como assim?
Frase de ontem de Chamusca: “A nossa equipe tem uma característica de ter a iniciativa do jogo, é uma característica dos jogadores que formam esse grupo”. Se o comandante azurra sabe disso, porque insiste tanto em jogar recuado? Até contra o Juventus, aqui na Ressacada, foi assim. ClickRBS
A arbitragem
A escolha de um árbitro haole para esse clássico decisivo me deixou menos tenso. A esperança é que Sálvio Spínola, homem de preto da FIFA e da Federação Paulista de Futebol, possa evitar o circo que se tornou a arbitragem catarinense. Aliás, essa escolha é um mea culpa da FCF em relação à sua incapacidade de gerir nosso quadro de árbitros. Só não entendi muito bem a utilização de auxiliares aqui da terrinha. Até quando acerta a FCF erra.
Como assim?
Frase de ontem de Chamusca: “A nossa equipe tem uma característica de ter a iniciativa do jogo, é uma característica dos jogadores que formam esse grupo”. Se o comandante azurra sabe disso, porque insiste tanto em jogar recuado? Até contra o Juventus, aqui na Ressacada, foi assim. ClickRBS
A arbitragem
A escolha de um árbitro haole para esse clássico decisivo me deixou menos tenso. A esperança é que Sálvio Spínola, homem de preto da FIFA e da Federação Paulista de Futebol, possa evitar o circo que se tornou a arbitragem catarinense. Aliás, essa escolha é um mea culpa da FCF em relação à sua incapacidade de gerir nosso quadro de árbitros. Só não entendi muito bem a utilização de auxiliares aqui da terrinha. Até quando acerta a FCF erra.
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