Leio nas redes sociais que a torcida azurra está organizando mais uma "invasão" em um treino do time avaiano para o próximo dia 20, sábado. Mais uma. Sinceramento acredito que quando o desespero se junta à ingenuidade corre-se o risco de se colocar em prática ações sem sentido e de resultados pouco práticos. Placebos emocionais, nada mais.
Após o épico treino dos 5 mil às vésperas da decisão do campeonato catarinense de 2009 tem-se a impressão que basta criar um banner bacaninha e juntar várias imagens lacrimejantes em um vídeo para que sobrenaturalmente ocorra uma conspiração cósmica e popular. Não é bem assim. Ainda esse ano foi convocado o Treino do Mil e no fim das contas apareceram 40 bravos e valorosos avaianos.
Na manhã de ontem fui entrevistado pelo repórter Jean Balbinotti no aeroporto Hercílio Luz quando da recepção ao elenco avaiano. Jean me perguntou se essa era a hora do torcedor apoiar mais, unir forças coisa e tal. Respondi que para isso bastaria aos avaianos manterem a média, fazerem o mesmo que sempre fizeram. Caberia ao grupo de Benazzi, isso sim, fazer jus a esse apoio que nunca faltou, mesmo quando o povão foi afastado da Ressacada. Das arquibancadas a força de nossa paixão continuaria a mesma, ou seja, à plenos pulmões.
É claro que não sou contra qualquer tipo de iniciativa positiva do torcedor para com o Avaí FC ou até mesmo para com seus jogadores. Entretanto acredito que estes atletas é que precisam reconquistar nosso respeito entrando em campo contra o Atlético Goianiense com a mesma garra apresentada diante do Internacional. Estão em débito e isso não é de hoje.
Aos motivadores desse evento, minha bênção. A quem for à Ressacada para mais um ato de carinho aos comandados de Benazzi, um salve especial. Mas eu e ninguém de minha família vai aderir a mais esse "doping emocional". Estas iniciativas estão ficando repetitivas, maçantes, um lugar-comum que pode "queimar" novamente aquilo que um dia foi sucesso e marca registrada da nação azurra. Acredito que o argumento está equivocado e o momento é inoportuno, o que não impede deste blogueiro estar completamente fora da casinha.
Após o épico treino dos 5 mil às vésperas da decisão do campeonato catarinense de 2009 tem-se a impressão que basta criar um banner bacaninha e juntar várias imagens lacrimejantes em um vídeo para que sobrenaturalmente ocorra uma conspiração cósmica e popular. Não é bem assim. Ainda esse ano foi convocado o Treino do Mil e no fim das contas apareceram 40 bravos e valorosos avaianos.
Na manhã de ontem fui entrevistado pelo repórter Jean Balbinotti no aeroporto Hercílio Luz quando da recepção ao elenco avaiano. Jean me perguntou se essa era a hora do torcedor apoiar mais, unir forças coisa e tal. Respondi que para isso bastaria aos avaianos manterem a média, fazerem o mesmo que sempre fizeram. Caberia ao grupo de Benazzi, isso sim, fazer jus a esse apoio que nunca faltou, mesmo quando o povão foi afastado da Ressacada. Das arquibancadas a força de nossa paixão continuaria a mesma, ou seja, à plenos pulmões.
É claro que não sou contra qualquer tipo de iniciativa positiva do torcedor para com o Avaí FC ou até mesmo para com seus jogadores. Entretanto acredito que estes atletas é que precisam reconquistar nosso respeito entrando em campo contra o Atlético Goianiense com a mesma garra apresentada diante do Internacional. Estão em débito e isso não é de hoje.
Aos motivadores desse evento, minha bênção. A quem for à Ressacada para mais um ato de carinho aos comandados de Benazzi, um salve especial. Mas eu e ninguém de minha família vai aderir a mais esse "doping emocional". Estas iniciativas estão ficando repetitivas, maçantes, um lugar-comum que pode "queimar" novamente aquilo que um dia foi sucesso e marca registrada da nação azurra. Acredito que o argumento está equivocado e o momento é inoportuno, o que não impede deste blogueiro estar completamente fora da casinha.
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