
Domingo quase perfeito. Dia lindo, sol de cegar, Ressacada um brinco, dia pra vencer e relaxar. Mas o Avaí perdeu. Tarde fatídica dentro de campo, piorada por uma fila descomunal na volta pra casa. Só o torcedor avaiano para aguentar tudo isso.
Primeiro tempo
Algumas alterações para melhor nesse jogo. Os retornos de Caio, Robinho e Patric eram um alento diante dos últimos resultados. E foi no abafa que o Avaí iniciou a partida. Todos para frente, marcação adiantada e um visível domínio territorial. Maior posse de bola mas sempre esbarrando na falta de qualidade de finalização e no último toque.
A ala direita funcionava, mesmo com um Rudnei todo desengonçado caindo por aquele lado. O mesmo Rudnei é um caso de amor e ódio, ao mesmo tempo que é um dos que mais corre e se apresenta para o jogo, é também seríssimo candidato ao “Troféu Errei Quase Tudo”. Que agonia vê-lo jogando, meu Deus. Parece que planeja entregar a batata quente para o adversário.
Nesse abafa o Avaí só conseguiu maior posse de bola, pois abusando de jogadas pelo meio atleticanamente congestionado, não criou boas opções. O calcanhar de Aquiles deles era a ala direita, onde caia Eltinho e Davi, sendo aquele o melhor caminho para opções na primeira etapa. Mesmo assim eram desperdiçadas por um Vandinho solitário e desorientado.
Válber saiu logo no início deu lugar a Davi que tratou de abusar da paciência do torcedor. Time desatento, essa foi minha visão.
Segundo tempo
Voltamos com a mesma formação, mas o Furacão mudou a forma de jogar: adiantou a marcação e isso complicou nossa saída de bola. Já de cara obrigaram Renan a fazer uma bela defesa. Davi e Eltinho foram mais acionados. O Delegado viu que ali tava facim e por ali jogamos, deixando Patric mais atrás em função da marcação. Novamente muita posse de bola e poucas oportunidades. O tempo minguava e nada acontecia, ninguém batia de fora da área.
Uma ótima triangulação de Vandinho, Caio e Robinho, deixou Robinho na cara para perder o gol, nada de anormal, se não fosse uma das únicas oportunidades do time. Rudnei deu lugar a Leandro Bonfim que pouco ou nada acrescentou. Mais tarde Sávio entrou no lugar de Caio, que embora fora de ritmo era o único que tentava chutar no gol.
A tática passou a ser a dos cruzamentos desesperados na área pra ver no que dava, e vi o desatento Davi perder um gol incrível no qual não esboçou nenhuma reação e posou de poste vendo a bola bater em sua canela. Melhor seria a vaca do Tabajara, essa pelo menos fica parada e quando a bola bate nela, entra. Esse ainda teve mais uma oportunidade de deixar a torcida puta-dos-cornos após sair sozinho em direção ao gol, ficar na frente do goleiro adversário e... nada.
Naquela de quem não faz leva, após uma bicuda do goleiro atleticano o atacante deles virou para cima de Rafael e saiu na cara do Renan. Esse não desperdiçou e fez 0x1 para o time rubro-negro, decretando mais uma derrota avaiana.
Terceiro tempo
O time pouco-guerreiro do Avaí jogou sem tesão, não criou grandes oportunidades e ainda perdeu as poucas que surgiram. Os melhores em campo foram sacados e no final tínhamos uma lateral esquerda morta com Eltinho e Davi, um meio campo lento e um jogador se sobressaindo aos demais, Marcinho Guerreiro que correu até o último minuto. Esse é um monstro, não tem tempo ruim.
Primeiro turno concluído fica evidente que agora a campanha azurra agora é só para não cair. Repetindo esse mesmo desempenho no segundo lutaremos para não sermos o time do bate-volta que tantos secadores apregoaram já em 2009. Sds azurras, Guilherme Quadros
Primeiro tempo
Algumas alterações para melhor nesse jogo. Os retornos de Caio, Robinho e Patric eram um alento diante dos últimos resultados. E foi no abafa que o Avaí iniciou a partida. Todos para frente, marcação adiantada e um visível domínio territorial. Maior posse de bola mas sempre esbarrando na falta de qualidade de finalização e no último toque.
A ala direita funcionava, mesmo com um Rudnei todo desengonçado caindo por aquele lado. O mesmo Rudnei é um caso de amor e ódio, ao mesmo tempo que é um dos que mais corre e se apresenta para o jogo, é também seríssimo candidato ao “Troféu Errei Quase Tudo”. Que agonia vê-lo jogando, meu Deus. Parece que planeja entregar a batata quente para o adversário.
Nesse abafa o Avaí só conseguiu maior posse de bola, pois abusando de jogadas pelo meio atleticanamente congestionado, não criou boas opções. O calcanhar de Aquiles deles era a ala direita, onde caia Eltinho e Davi, sendo aquele o melhor caminho para opções na primeira etapa. Mesmo assim eram desperdiçadas por um Vandinho solitário e desorientado.
Válber saiu logo no início deu lugar a Davi que tratou de abusar da paciência do torcedor. Time desatento, essa foi minha visão.
Segundo tempo
Voltamos com a mesma formação, mas o Furacão mudou a forma de jogar: adiantou a marcação e isso complicou nossa saída de bola. Já de cara obrigaram Renan a fazer uma bela defesa. Davi e Eltinho foram mais acionados. O Delegado viu que ali tava facim e por ali jogamos, deixando Patric mais atrás em função da marcação. Novamente muita posse de bola e poucas oportunidades. O tempo minguava e nada acontecia, ninguém batia de fora da área.
Uma ótima triangulação de Vandinho, Caio e Robinho, deixou Robinho na cara para perder o gol, nada de anormal, se não fosse uma das únicas oportunidades do time. Rudnei deu lugar a Leandro Bonfim que pouco ou nada acrescentou. Mais tarde Sávio entrou no lugar de Caio, que embora fora de ritmo era o único que tentava chutar no gol.
A tática passou a ser a dos cruzamentos desesperados na área pra ver no que dava, e vi o desatento Davi perder um gol incrível no qual não esboçou nenhuma reação e posou de poste vendo a bola bater em sua canela. Melhor seria a vaca do Tabajara, essa pelo menos fica parada e quando a bola bate nela, entra. Esse ainda teve mais uma oportunidade de deixar a torcida puta-dos-cornos após sair sozinho em direção ao gol, ficar na frente do goleiro adversário e... nada.
Naquela de quem não faz leva, após uma bicuda do goleiro atleticano o atacante deles virou para cima de Rafael e saiu na cara do Renan. Esse não desperdiçou e fez 0x1 para o time rubro-negro, decretando mais uma derrota avaiana.
Terceiro tempo
O time pouco-guerreiro do Avaí jogou sem tesão, não criou grandes oportunidades e ainda perdeu as poucas que surgiram. Os melhores em campo foram sacados e no final tínhamos uma lateral esquerda morta com Eltinho e Davi, um meio campo lento e um jogador se sobressaindo aos demais, Marcinho Guerreiro que correu até o último minuto. Esse é um monstro, não tem tempo ruim.
Primeiro turno concluído fica evidente que agora a campanha azurra agora é só para não cair. Repetindo esse mesmo desempenho no segundo lutaremos para não sermos o time do bate-volta que tantos secadores apregoaram já em 2009. Sds azurras, Guilherme Quadros
0 comentários:
Postar um comentário