Essa vitória sobre o São Paulo foi realmente impactante. Mortos ressuscitaram, viventes faceiros murcharam, positivistas entraram em transe de euforia e negativistas tiveram que redirecionar suas longas trombetas. Tudo normal nesse esporte que é quase que totalmente movimentado pela emoção.
Nosso patrono Luiz Alberto, por exemplo, saiu da quarentena da Copa do Mundo para afirmar garbosamente que "o projeto do Avaí continua dando certo". O grifo é meu, mas a ênfase, tenham certeza, é dele. Essa declaração estava guardada no bolso só esperando uma vitória, não importando o quando. Nosso querido sócio-filho-empresário andou meio tenso, mas um São Paulo irreconhecível tratou de elevar o moral do estimado torcedor do Coxa. Gosto dele, sério.
Bom, mas vamos combinar que irreconhecível também esteve o Avaí. Não mais que de repente assistimos aquele time sonolento, preguiçoso, chinelinho mesmo, correndo atrás da bola como se fosse o último pedaço de carne da face da Terra. Seja bem vindo, delegado, e continue fazendo uso de seu relho. O manto azurra precisa ser respeitado, nem que isso tenha chegado com sete meses de atraso. Antes tarde que nunca.
Alguns torcedores mais afoitos já começam a vislumbrar Dubai no horizonte. O Avaí virou um celeiro de craques e o Palmeiras, coitado, tá no papo. Estão jogando muita responsabilidade nos ombros sexagenários de Antônio Lopes. Como disse no post anterior ao jogo de SP, minhas expectativas eram baixas. Oras, depois de 90min continuam baixas, o que considero salutar para que não criemos um ambiente de fantasias.
Por tudo isso li com satisfação as palavras de nosso experiente treinador logo após a conquista destes três preciosos pontos na capital da garoa: - Uma vitória dessa é muito valorizada pelo adversário que nós enfrentamos. Para mim o São Paulo é a melhor equipe do futebol brasileiro, mas ainda falta muita coisa, já conversei com os jogadores e não tem nada de subir na cabeça, temos que trabalhar.
Perfeito. Se tivéssemos tomado uma chinelada também não seria o fim do mundo. Sejamos menos consumistas, menos imediatistas. O Avaí pode melhorar, mas que não nos deixemos levar por resultados esporádicos. Pezinhos no chão, humildade e caldo de galinha, ok?
Nosso patrono Luiz Alberto, por exemplo, saiu da quarentena da Copa do Mundo para afirmar garbosamente que "o projeto do Avaí continua dando certo". O grifo é meu, mas a ênfase, tenham certeza, é dele. Essa declaração estava guardada no bolso só esperando uma vitória, não importando o quando. Nosso querido sócio-filho-empresário andou meio tenso, mas um São Paulo irreconhecível tratou de elevar o moral do estimado torcedor do Coxa. Gosto dele, sério.
Bom, mas vamos combinar que irreconhecível também esteve o Avaí. Não mais que de repente assistimos aquele time sonolento, preguiçoso, chinelinho mesmo, correndo atrás da bola como se fosse o último pedaço de carne da face da Terra. Seja bem vindo, delegado, e continue fazendo uso de seu relho. O manto azurra precisa ser respeitado, nem que isso tenha chegado com sete meses de atraso. Antes tarde que nunca.Alguns torcedores mais afoitos já começam a vislumbrar Dubai no horizonte. O Avaí virou um celeiro de craques e o Palmeiras, coitado, tá no papo. Estão jogando muita responsabilidade nos ombros sexagenários de Antônio Lopes. Como disse no post anterior ao jogo de SP, minhas expectativas eram baixas. Oras, depois de 90min continuam baixas, o que considero salutar para que não criemos um ambiente de fantasias.
Por tudo isso li com satisfação as palavras de nosso experiente treinador logo após a conquista destes três preciosos pontos na capital da garoa: - Uma vitória dessa é muito valorizada pelo adversário que nós enfrentamos. Para mim o São Paulo é a melhor equipe do futebol brasileiro, mas ainda falta muita coisa, já conversei com os jogadores e não tem nada de subir na cabeça, temos que trabalhar.
Perfeito. Se tivéssemos tomado uma chinelada também não seria o fim do mundo. Sejamos menos consumistas, menos imediatistas. O Avaí pode melhorar, mas que não nos deixemos levar por resultados esporádicos. Pezinhos no chão, humildade e caldo de galinha, ok?
5 comentários:
admite que no fundo no fundo vc tá eufórico tbm... ganhar o São Paulo em pleno Morumbi com time titular de Libertadores, não é pra qualquer time!!
tá certo q não ganhou o campeonato, mas, ganhou moral... ganhou um pouco da confiança perdida e credibilidade!
alguns posts podias mudar o foco do conteúdo... quando eu postei uma "redação" falando de sua cornetagem, houveram muitos comentários puxando teu saco tendo repudiado meu comentário, demonstrando total falta de senso democrático, que tanto pregam que deveria ter na ressacada... ademais, era isso que eu queria externar...
em alguns momentos, mesmo que esparsos, querem ler de vc, que transparece um grande senso crítico, palavras de incentivo para nosso time...
creio que tenho o feito entender, minha visão...
falo isso, pq, apesar de ser contrário em alguns pontos de seus posts, ainda é o primeiro blog avaiano que eu abro, e não é pq começa com a letra A. :P
THIAGO, as suas colocações são perfeitas, inclusive a de que eu esteja eufórico. Mas só um pouquinho rs Também notei as críticas que você recebeu, mas parece que a "cornetagem da cornetagem" é nosso segundo esporte por excelência. Reconheço que ando na TPM (Tô Puto, Meu) com as ações extra-campo de nossa diretoria em 2010. Poucas vezes em minha vida acompanhei tantas decisões desastradas em relação aos torcedores de um clube, e isso me arrebenta a tarrafinha toda. Mas vou tentar desviar minha atenção para as quatro linhas. Ali também temos problemas, mas todos absolutamente normais.
já estou seguindo o avaixonado no twitter!
ah, só pra constar! nos gols do leão, vibrei mais do que os gols que o Brasil fez na copa...
será q tenho problemas!? d=P
abraço!
Gerson, quem é o autor da caricatura do Delegado? Ficou show de bola!
Abç,
Rogério - Itajaí
THIAGO, então somos 190 milhões de problemáticos.
ROGÉRIO, eu a encontrei sem assinatura, copiei e a tratei no Photoshop para ficar azulzinha.
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