Sim, todos os avaianos saíram satisfeitos da Ressacada “ontisdonti” à noite. Não nos classificamos, o que por si só é uma derrota, mas o torcedor é um lúdico, um sonhador, só precisa de pão e circo para ser feliz. Por isso o naufrágio do objetivo número um da diretoria avaiana para 2010, a Copa do Brasil, não teve grande impacto emocional para a nação azurra. O que importou foi a apresentação de um bom futebol, de uma razão para acreditarmos que estamos próximos de um futebol que permita uma boa participação na elite nacional.
Vencemos um grande
Li e ouvi de muita gente que o Avaí pagou caro pela retranca no início do segundo tempo contra o Grêmio. Não penso assim, e olha que sou crítico ferrenho dessa postura amedrontada do time de Chamusca sempre que está à frente do placar. Não foi o Avaí que recuou, mas o Grêmio que avançou, você já tentou pensar por esse ângulo? De certa maneira fomos surpreendidos pela disposição tricolor quando o “combinado” era um amornamento do jogo. Nada feito, os caras foram pra frente com fome de gol, montaram uma blitz em nosso campo defensivo e não cessaram até alcançar o tento. Oras, era o Grêmio, não era um time qualquer.
Ah, se...
Surpresa foi ver o Avaí respirar fundo, colocar a bola no chão e jogar novamente como quem não tem medo de ser feliz. Fizemos o 2x1 e marchávamos firmes para o 3x1 e a decisão nos penais. Ah, se Uendel não tivesse corrido do torpedo de Fábio Rochembach... O ala avaiano preferiu salvar a própria vida e abriu uma enorme cratera na barreira, justamente por onde passou e redonda. Nem penso em criticar o rapaz, eu é que não ficava ali nem a pau.
Dindim no caixa
O Avaí foi eliminado da Copa que era a menina dos olhos da diretoria. É, sim, uma grande derrota estratégica. Aliás, pagamos mensalidades mais caras porque o plano era chegar à final dessa competição, estão lembrados? Pois é, agora temos um saldo de três jogos a ver. Haverá reembolso? A paixão do torcedor diz que não, que fique no caixa para ajudar o clube, mas que isso sirva de lição para que se busquem argumentos mais inteligentes para as futuras “garfadas” em nossos bolsos.
Vencemos um grande
Li e ouvi de muita gente que o Avaí pagou caro pela retranca no início do segundo tempo contra o Grêmio. Não penso assim, e olha que sou crítico ferrenho dessa postura amedrontada do time de Chamusca sempre que está à frente do placar. Não foi o Avaí que recuou, mas o Grêmio que avançou, você já tentou pensar por esse ângulo? De certa maneira fomos surpreendidos pela disposição tricolor quando o “combinado” era um amornamento do jogo. Nada feito, os caras foram pra frente com fome de gol, montaram uma blitz em nosso campo defensivo e não cessaram até alcançar o tento. Oras, era o Grêmio, não era um time qualquer.
Ah, se...
Surpresa foi ver o Avaí respirar fundo, colocar a bola no chão e jogar novamente como quem não tem medo de ser feliz. Fizemos o 2x1 e marchávamos firmes para o 3x1 e a decisão nos penais. Ah, se Uendel não tivesse corrido do torpedo de Fábio Rochembach... O ala avaiano preferiu salvar a própria vida e abriu uma enorme cratera na barreira, justamente por onde passou e redonda. Nem penso em criticar o rapaz, eu é que não ficava ali nem a pau.
Dindim no caixa
O Avaí foi eliminado da Copa que era a menina dos olhos da diretoria. É, sim, uma grande derrota estratégica. Aliás, pagamos mensalidades mais caras porque o plano era chegar à final dessa competição, estão lembrados? Pois é, agora temos um saldo de três jogos a ver. Haverá reembolso? A paixão do torcedor diz que não, que fique no caixa para ajudar o clube, mas que isso sirva de lição para que se busquem argumentos mais inteligentes para as futuras “garfadas” em nossos bolsos.
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