É de se lamentar a incapacidade administrativa que assola o futebol brasileiro. Apesar de ser o esporte número um do país e gozar de ampla cobertura de todas as mídias, é um negócio que se nega a largar as fraldas da competitividade. Parte desse cenário nebuloso se deve ao aspecto excessivamente emotivo que cerca esse ambiente empresarial. A bela frase "Futebol é paixão" teima em extrapolar os gramados e arquibancadas indo parar nas decisões estratégicas dos clubes.
Me divirto com o jogo de palavras da vida cotidiana. Com muita criatividade e uma pitada de desfaçatez nos acostumamos a camuflar o verdadeiro significado das coisas. Se prostituta agora é garota de programa e caixa dois se transformou em recursos não contabilizados, no futebol o apadrinhamento recebeu o título de parceria. Assim sobrevivem os clubes, às custas de seus padrinhos, normalmente pessoas muito mais capacitadas na arte de gerar e gerenciar lucratividade.
Um exemplo clássico é o Sr. Antenor Angeloni que há pouco assumiu a presidência do Criciúma. Mal sentou na cadeira do Heriberto Hulse e já foi colocando a mão no bolso. Lá se foram R$3 milhões para todo sorte de pagamentos atrasados. Entrando nessa onda de rebatismos modernosos, poderíamos dizer que o Criciúma firmou uma parceria com a A.A. Sports ou Angeloni Participações, como você preferir.
A parcela de ironia desse movimento desesperado de sobrevivência é que se por acaso algo der errado apela-se para a paixão do torcedor, para sua fidelidade e lança-se uma campanha com um título que gere culpa e responsabilidade paternal. Ganha-se uma sobrevida e no ano seguinte repete-se a fórmula. E no ano seguinte também, e no outro... no outro... no outro... Fonte base FutebolSC
Me divirto com o jogo de palavras da vida cotidiana. Com muita criatividade e uma pitada de desfaçatez nos acostumamos a camuflar o verdadeiro significado das coisas. Se prostituta agora é garota de programa e caixa dois se transformou em recursos não contabilizados, no futebol o apadrinhamento recebeu o título de parceria. Assim sobrevivem os clubes, às custas de seus padrinhos, normalmente pessoas muito mais capacitadas na arte de gerar e gerenciar lucratividade.Um exemplo clássico é o Sr. Antenor Angeloni que há pouco assumiu a presidência do Criciúma. Mal sentou na cadeira do Heriberto Hulse e já foi colocando a mão no bolso. Lá se foram R$3 milhões para todo sorte de pagamentos atrasados. Entrando nessa onda de rebatismos modernosos, poderíamos dizer que o Criciúma firmou uma parceria com a A.A. Sports ou Angeloni Participações, como você preferir.
A parcela de ironia desse movimento desesperado de sobrevivência é que se por acaso algo der errado apela-se para a paixão do torcedor, para sua fidelidade e lança-se uma campanha com um título que gere culpa e responsabilidade paternal. Ganha-se uma sobrevida e no ano seguinte repete-se a fórmula. E no ano seguinte também, e no outro... no outro... no outro... Fonte base FutebolSC

6 comentários:
é verdade......
o caso do Avaí é algo parecido..onde a figura paternal pode pegar os 'filhos' e ir embora com todos, quando der na telha
De fato esse é o cenário de todo futebol brasileiro.
Bom, eu conheço planejamento estratégico, gestão de negócios, gestão de indicadores, todo esse discursinho da área administrativa. Embora seja biólogo, há muito sou auditor de sistema de qualidade, o que me capacita afirmar: toda essa papagaida empresarial, quando aplciada num clube de futebol, só dá certo se houver uma coisa, dinheiro. Não me falem em gestão pra lá, gestão pra cá se o seu cofre não tiver um tostão sequer.
Por isso que eu acredito que o Avaí vai muito longe em seu "planejamento estratégico": há muito dinheiro por lá. Quando acabar, o Hades nos espera.
Cadê o novo portal na internet que o Avaí ia fazer ? Tinha visto essa informação na comunidade do Avaí no orkut e foi divulgada pelo Thiago Pravatto, pelo visto não vai sair nada, aquele site é um lixo reciclável aproveita-se algo, o outro era um lixo orgânico não servia para nada. Abraços
Credo, Rodrigo. Que mau humor. As letras até que são bem visíveis, pô!
Tenho que admitir ultimamente eu ando sem paciência com o Avaí... vai passar... abraços
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