Respeitável público, os profetas do lado de lá da ponte apostam suas fichas para um jogo choncho essa noite no nosso "estimado" Remendão. Pois o Mané aqui acredita que teremos 90min de pura emoção. São quase 30 campeonatos em campo, numa rivalidade que beira os 90 anos. Os objetivos de cada time são diferentes, mas a gana pela vitória é a mesma.
O adversário
A queda para a série B foi apenas o início das dores. Acreditando estarem num intervalo comercial esportivo, o clube do Estreito não olhou para a segunda divisão com o respeito que ela merecia, o que resultou numa não classificação em um ano em que isso seria uma baba.
A traumática dissolução com sua empresa parceira e uma batalha judicial em seu horizonte já atinge todas as estruturas outrora profissionais. O clube arregimentou cerca de três dúzias de jogadores desconhecidos que até agora não conseguiram mais do que ocuparem a zona de rebaixamento do Catarinense.
Está morto? Não, senhor, não está não. Vislumbrando a importância emocional de um clássico, os primos-segundos trataram de dispensar o seu técnico para dar aquele gás a mais para hoje. Além disso jogam a sua vida na competição, o que por si só é um dopping perigosíssimo. Pode funcionar.
O Avaí
Por incrível que pareça, chegamos à sexta rodada ainda atuando com time misto. Contusões antigas, lesões de última hora, recuperações em andamento, enfim, um mundo de contratempos faz com que o Avaí entre em campo hoje com um time desentrosado. Chamusca vai escalar quem estiver à disposição, mas não será esse o time de seus sonhos.
As novidades poderão ser a estréia de meia Robinho e dos volantes Fredson e Rudnei. Uendel cai para a ala-esquerda e como ficará o meio, aí só Chamusca sabe. No comando do ataque, Jandson continua sendo o preferido do treinador, bem como Sávio que poderá render um pouco mais que na sua estreia. Mas que fique bem claro: hoje ninguém sabe ao certo qual será o time titular.
O favorito
Pra mim é o Avaí, e digo isso sem soberba ou positivismo barato, há uma lógica. Sabemos que historicamente o time que chega mais fragilizado a um clássico costuma reverter a situação e vencer o adversário. Logo, em função do disparate que é a diferença entre Avaí e Figueirense (em tudo), o favoritíssimo é o time do Estreito, certo? Mas como em clássico sempre acontecem surpresas, o Avaí deverá fazer o que a tradição não manda, vencer o mais fraco que à priori era o favorito. Entenderam? Nem eu.
O adversárioA queda para a série B foi apenas o início das dores. Acreditando estarem num intervalo comercial esportivo, o clube do Estreito não olhou para a segunda divisão com o respeito que ela merecia, o que resultou numa não classificação em um ano em que isso seria uma baba.
A traumática dissolução com sua empresa parceira e uma batalha judicial em seu horizonte já atinge todas as estruturas outrora profissionais. O clube arregimentou cerca de três dúzias de jogadores desconhecidos que até agora não conseguiram mais do que ocuparem a zona de rebaixamento do Catarinense.
Está morto? Não, senhor, não está não. Vislumbrando a importância emocional de um clássico, os primos-segundos trataram de dispensar o seu técnico para dar aquele gás a mais para hoje. Além disso jogam a sua vida na competição, o que por si só é um dopping perigosíssimo. Pode funcionar.
O Avaí
Por incrível que pareça, chegamos à sexta rodada ainda atuando com time misto. Contusões antigas, lesões de última hora, recuperações em andamento, enfim, um mundo de contratempos faz com que o Avaí entre em campo hoje com um time desentrosado. Chamusca vai escalar quem estiver à disposição, mas não será esse o time de seus sonhos.
As novidades poderão ser a estréia de meia Robinho e dos volantes Fredson e Rudnei. Uendel cai para a ala-esquerda e como ficará o meio, aí só Chamusca sabe. No comando do ataque, Jandson continua sendo o preferido do treinador, bem como Sávio que poderá render um pouco mais que na sua estreia. Mas que fique bem claro: hoje ninguém sabe ao certo qual será o time titular.
O favorito
Pra mim é o Avaí, e digo isso sem soberba ou positivismo barato, há uma lógica. Sabemos que historicamente o time que chega mais fragilizado a um clássico costuma reverter a situação e vencer o adversário. Logo, em função do disparate que é a diferença entre Avaí e Figueirense (em tudo), o favoritíssimo é o time do Estreito, certo? Mas como em clássico sempre acontecem surpresas, o Avaí deverá fazer o que a tradição não manda, vencer o mais fraco que à priori era o favorito. Entenderam? Nem eu.
1 comentários:
O Clássico foi uma sacanagem que o Avaí tem que abrir o olho, basta ver o jogo pelas filmagens, aponto o que segue:
- Os gandulas no clássico foram orientados para retardar o máximo se o Figueirense tivesse ganhando e agilizar quando perdendo, fizeram de acordo com a orientação;
- Goleiro que retarda jogo só leva amarelo, o Wilson fez cera e só um amarelo, pois nunca vi explusão de goleiro por cera e não seria o Célio Amorim que não gosta do Avaí que iria expulsar;
- Tinha jogador do Leão que andava em campo com sangue frio, sem vontade, faltou motivação e eles estavam motivados pelo Diário Catarinense (matéria "Golias e Davi") e o Colunista Roberto Alves ("O Paulo Brito disse que o Avaí vai golear"), a imprensa motivou o Figueirense descaradamente;
- Célio Amorim não marcou um penalti claro e que iria expulsar o jogadar do Figueirense que já tinha amarelo, além de várias faltas, muita descaração, sem falar que o Wilson fez e desfez para retardar o jogo e nada de segundo amarelo e expulsão. Tem que vetar este arbítro que prejudica sempre o Avaí.
- Zé Carlos saiu mal no segundo gol do Figueirense;
- Estamos sem alas direita e esquerda, além da referência no ataque que falta, começa a me preocupar...
Deixo a seguinte pergunta:
a) será que a LA Sport tá querendo investir no Coritiba e deixar um pouco o Avaí como está?
b) o pessoal do PFC e da RBS não quer reconhecer estatisticamente os dois jogos oficiais pela Copa Santa Catarina que o Time B do Avaí do Figueirense ano passado (2009), tanto no Scarpelli como na Ressacada.
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