O Brasileirão do Avaí

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Como sabemos, o time de Santa Catarina é dono da maior sequencia de vitórias neste Brasileirão: 5. Pois resolvi fazer um exercício de imaginação sobre como seria uma classificação do Campeonato Brasileiro levando em conta apenas os últimos 15 pontos disputados, justamente as rodadas correspondentes a esta sequencia espetacular do time do Silas. Vejam no que deu, é também um termômetro de quem vem crescendo e quem vem caindo no campeonato. Com vocês, o Brasileirão do Avaí (ps: não levo em conta critérios de desempate, apenas a pontuação mesmo):

1. Avaí 15 pts
2. Goiás e Palmeiras 12 pts
4. São Paulo e Corinthians 10 pts
6. Botafogo 9 pts
7. Flamengo 8 pts
8. Atlético Mineiro, Inter, Santos e Cruzeiro 7 pts
12. Grêmio e Coritiba 6 pts
14. Vitória e Barueri 5 pts
16. Santo André 4 pts
17. Náutico 3 pts
18. Sport 2 pts
20. Atlético Paranaense e Fluminense 1 pt
Fonte: Blog Primeira Mão

Mania nacional

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Inspiração do Botafogo é o Avaí
Ney Franco sonha repetir a façanha do time catarinense, que venceu cinco jogos seguidos e deu salto na tabela

A superação do nadador César Cielo, que venceu a prova dos 100m livre e quebrou o recorde mundial, em Roma, bem que poderia servir de exemplo para o Botafogo, que luta para se afastar da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Apesar de reconhecer que ficou emocionado com a vitória do brasileiro, Ney Franco prefere se espelhar em um caso mais próximo: o Avaí.
A equipe catarinense conseguiu vencer os seus últimos cinco jogos no campeonato, e, depois de visitar a zona de descenso, já está em oitavo lugar.
- Todos ficaram emocionados com a vitória dele (Cielo), mas são modalidades diferentes. Prefiro me espelhar no Avaí, que venceu cinco jogos seguidos.
Ney Franco espera já estar livre do risco na tabela de classificação assim que o primeiro turno terminar. Fonte Globo.com

O guru nordestino

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Vocês conhecem o Snowman? Bom, eu também não conhecia, pelo menos até ontem, quando em seu post demonstrou que também não nos conhecia, ou melhor, não conhecia o Avaí. Selecionei para os leitores do Avaixonados algumas de suas pérolas proféticas, escritas ontem no blog do torcedor do Vitória na Globo.com

Avaí. Está na hora de dar um freio nesse time

Até 3 semanas atrás eu via esse compromisso contra o Avaí como uma obrigação de faturar 3 pontos, mesmo o jogo sendo na Ressacada. (...) Surpreendentemente o Avaí acertou a defesa e o ataque sem fazer contratações bombásticas. Dentre as mudanças que deram certo, a que chamou mais a atenção foi a utilização do esquema com 3 zagueiros. Os jogadores gostaram e o time realmente ganhou estabilidade e ritmo. Olhando friamente, é surpreendente essa subida meteórica do Avaí. O time não tem grandes destaques.

No meio de campo quem vem muito bem é o volante Léo Gago, exímio chutador de média distância e também é forte na marcação. A qualidade fica por conta de Marquinhos, jogador de inegável habilidade e passe refinado, mas é “de lua”, faz uma partida maravilhosa em um dia (no jogo contra o bahia na Série B do ano passado pedi a sua contratação) e outra apagadíssima no jogo seguinte. Espero que hoje ele esteja no dia apagado. Mas é no ataque que está minha maior surpresa. Conheço bem os dois atacantes e sei que são extremamente ruins, mas nesse time Silas consegue transformar água em vinho. (...) Por melhor que esteja o Avaí, quem almeja o título ou ao menos a Libertadores não pode perder um jogo como esse. (...) Mesmo sabendo que o Avaí está longe de ser uma galinha morta, está na hora de dar um freio nesse time e como deu certo contra o Coritiba vou repetir o presságio: venceremos e com gol de Roger.

Vai ser ruim de profecia assim lá na periferia de Machu Pichu, mô pombo.

Amor em gotas

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Por iniciativa da Torcida Organizada Mancha Azul e em parceria com o Avaí FC, acontece amanhã, sábado, a partir das 10hs, a Campanha de Doação de Sangue no HEMOSC. Os doadores serão recebidos por alguns jogadores avaianos (não relacionados para a partida contra o Corinthians).

Esse é um convite dirigido à todos os torcedores, não importando a cor de seu time. Quem não tiver time, também está convidado. No fim das contas, o que importa mesmo é que muitas pessoas precisam do Sangue Vermelho, esse mesmo que combina com a cor do seu coração.

Quinta de vitória

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GuilhermeJogo numa quinta, o leão buscando a quinta vitória consecutiva em cima do time do Vitória. Daria pra fazer muitos outros trocadilhos, principalmente se tivesse entrado mais uma bolinha, a quinta. O time do Vitória simplesmente não veio a Floripa. Talvez tenha ficado com medo do frio, talvez tenham ficado com dó de amassar nosso tapete verde ou com as belezas de uma cidade que é um desbunde. Pode ter sido também as cores azul e branca da nossa camisa, claro, ou simplesmente não conseguiram jogar nada. Não sei. Mas a verdade é que o Avaí dominou amplamente a partida e a equipe baiana não conseguiu ameaçar a meta de Martini em nenhum momento. Minto, teve uma bolinha na trave, mas se entrasse ia seria um aborto da natureza, da zaga e também do atacante.

Apesar das semelhanças nos esquemas 3-6-1, o Avaí foi o único que apertou, marcou e se preocupou com as qualidades do outro time. Apodi não conseguiu produzir nada de efetivo na ala direita, mesmo com proteção de volante e zagueiro. Silas, é claro, se preocupou com aquele setor, fazendo Muriqui cair nas costas do lateral adversário e Eltinho fazendo marcação cerrada com o apoio de Rafael (que geralmente atua no miolo da zaga, fazendo a cobertura pela esquerda para uma eventual descida). Por outro lado, Silas liberou Luis Ricardo de vez, que pra mim foi uma surpresa boa no primeiro tempo, fazendo surgir por ali a maioria das jogadas avaianas, inclusive com um gol de nosso lateral/atacante direito.

Com dois gols logo nos primeiros 16min o jogo ficou muito facilitado, permitindo ao Avaí atuar no contra-ataque, assim como tem feito nas últimas partidas. Muriqui foi nosso principal articulador e marcou seu golzinho de pênalti, sofrido por ele mesmo. Vai fazer uma falta tremenda contra o Timão no domingo, pois tomou o seu terceiro amarelo. Caio, que entrou no lugar de Muriqui, fez um golaço e deve entrar no time titular no domingo. Roberto e Odair entraram mas não fizeram muito mais que demonstrar disposição.

Voltamos a perder muitos gols, sendo que Marquinhos, ainda no 1° tempo, teve duas oportunidades seguidas cara a cara com o goleiro, fruto de uma linda jogada. Willian perdeu vários gols, daqueles que só ele consegue perder. Contra o Corinthians não podemos nem sonhar em desperdiçar essas oportunidades. No domingo estaremos sem nossa dupla de volantes, Leo foi expulso e Ferdi tomou o 3° Amarelo. Resumo da ópera 4x0 pro Leão com mais tres pontinhos valiosos na tábua de classificação. Surpreendentemente, foi uma das partidas mais fáceis para o Avaí nesse ano. Ou jogamos muito ou eles não jogaram nada. Talvez um meio termo caia como a melhor explicação. Em tempo: parabéns à torcida avaiana, que pra não encarangar, cantou e pulou muito.

Abraços
Guilherme Quadros
www.twitter.com/gui_quadros

Pré Jogo

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PricillaNo meu primeiro post aqui no Avaixonados (no início deste mês) a nação azurra passava por momentos de grande angústia devida má campanha do nosso Clube, lembro que recebi diversas mensagens de leitores do blog que se sentiam da mesma forma que eu e que estavam inconformados com a situação. Hoje a situação é completamente diferente. Viemos de uma recuperação fantástica, com quatro vitórias consecutivas (tres delas fora de casa) e nos encontramos em uma posição muito mais confortável. Os torcedores estão eufóricos, confiantes e desejosos de uma 5ª vitória, ainda mais que o jogo desta noite é dentro da nossa casa.

Temos que fazer festa, sim. Passamos por um momento histórico e temos que mais uma vez fazer a nossa parte. Cantar, vibrar e apoiar o time durante os 90 minutos de jogo. Não acredito num jogo fácil já que estamos falando de Série A e todos os nossos adversários merecem respeito. Ainda mais o Vitória, que faz uma boa campanha e é um adversário perigoso. Como bem disse Jorge Bem Jor “Olha aí meu bem, prudência e dinheiro no bolso, canja de galinha não faz mal a ninguém”. Pois é, a ansiedade é grande, na hora da postagem da coluna já devo estar na Ressacada, assim como grande parte dos leitores aqui do Avaixonados. Não vou deixar palpites do placar porque sempre que eu tento adivinhar o resultado dá alguma zebra. A única coisa que eu posso dizer é que “Hoje à noite todos os caminhos levam à Ressacada” e eu continuo acreditando e sonhando. Vai pra cima deles Leão!
Saudações Azurras
Pricilla S. Testoni

Avaí e Vitória

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A rodada de ontem do Brasileirão foi muito interessante para o Avaí. O pessoal da zona de rebaixamento não pontuou e com isso permite que os demais se afastem um pouquinho mais. Nossos outros concorrentes diretos (Coritiba, Santo André e Botafogo) não sairam do empate. Com uma vitória sobre o Vitória/BA podemos chegar à 7ª posição na tabela. Mesmo perdendo hoje (toc, toc, toc) na Ressacada, apenas o São Paulo, caso ganhe do Grêmio, poderá nos tomar a 11ª posição.

O adversário
O Vitória, da bela Monique Rodrigues, ocupa hoje a respeitável 5ª posição, e isso com um jogo a menos. Vencendo o Avaí (toc, toc, toc) pode pular para 3º. A equipe chega à Floripa com pelo menos três preocupações. O time não tem um bom retrospecto fora de casa, venceu apenas o Atlético-PR e mesmo assim lá na distante primeira rodada, em Curitiba. Depois foram seis jogos, com dois empates e quatro derrotas. A outra pulga na orelha é por conta das investidas do Flamengo no técnico Paulo César Carpegiani, substituindo o “falecido" Cuca. Como bem sabemos, isso sempre atrapalha um pouco. E por último, o time tem alguns desfalques: o goleiro Viáfara, embora recuperado de um edema na coxa, é dúvida. Para compor a zaga, com a ausência de Wallace, suspenso com três cartões amarelos, a opção é o volante Uelliton.

Jornais baianos
Nessa manhã dei uma espiadinha em dois jornais online de Salvador. O jornal A Tarde chama Silas de "engenheiro" e pinça um comentário inteligente do técnico Paulo César Carpegiani: "O engenheiro do Avaí é o técnico Sílas, que ascendeu com a equipe ano passado da Série B, e parece ter azeitado a máquina catarinense. “É muito difícil uma equipe encontrar um rumo durante o campeonato. E o time do Avaí fez isso. É hoje a equipe a ser batida. Vem de uma impressionante sequência de vitórias dentro e fora de casa. Vai ser um jogo muito difícil para eles e para nós, analisa o treinador".

Num outro jornal, o nosso querido Tribuna da Bahia, fiquei sabendo de algo completamente novo, diria até mesmo inusitado. O jornal alerta para uma grande dificuldade que o Vitória encontrará em Florianópolis, o gramado: "A delegação chegou ontem a Florianópolis debaixo de chuva, e se ela continuar durante o dia de hoje, o gramado do estádio da Ressacada, que é ruim, estará comprometido, pesado, difícil de fazer a bola rolar e só irá beneficiar o Avaí que já conhece o seu campo e está acostumado a jogar nestas circunstâncias". Ah, pára, né ô!? Deixa o Ademir saber disso.

O sócio-torcedor

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Um excelente texto de Erich Beting, falando da visão dos clubes em relação aos sócios-torcedores.

Receita antecipada ou perda de dinheiro?
Modelo adotado em alguns clubes da Europa, o sócio-torcedor é visto hoje como tábua de salvação dos clubes no país. O maior argumento pró-programa é a antecipação de receitas que ele traz. Hoje, o Internacional, líder absoluto com o seu programa, tem pouco mais de 100 mil sócios-torcedores pagando R$ 41,5 milhões ao ano para o Colorado. Sem dúvida é o benchmarking para todos os outros times do país, que ainda tentam fazer seus projetos decolarem.

Mas o Inter é a exceção
No Brasil, o sócio-torcedor é erroneamente tratado como um facilitador dos dirigentes naquilo que hoje é o maior problema do futebol: o acesso do torcedor ao jogo. Os clubes enxergam o projeto como uma forma de "encher" o estádio sem depender da venda de ingressos para uma partida. Foi assim, por exemplo, que o Inter lançou o seu programa. O sócio-torcedor já tinha ingresso cativo para o jogo do time. Veio o título da Libertadores em 2006 e aí o sistema ruiu. A chegada à reta final forçou o clube a brecar o programa e relançá-lo. O motivo, obviamente, é que a procura pelo título de sócio-torcedor era maior do que a capacidade do estádio.

O programa de sócio-torcedor do Colorado foi, então, reprogramado. Em vez de ingresso para o Beira-Rio, o sócio-torcedor passou a ter facilidades na aquisição dos bilhetes, entre outras coisas. Mas, para chegar aos 100 mil cadastrados, foi preciso criar todo um programa de relacionamento com a torcida, por meio de estratégias de marketing, que fez cada um perceber o quanto é possível ajudar o clube pagando uma contribuição mensal e tendo, em troca, alguns benefícios para a aquisição de produtos oficiais, ENTRE ELES o ingresso para o jogo.

A partir do momento em que o clube olha o sócio-torcedor como uma boa forma de tirar o problema de venda de ingressos da frente, ele deixa para trás uma gama de outros torcedores, que não têm interesse em contribuir mensalmente com o time, mas que podem perfeitamente consmuir diversos produtos oficiais, ENTRE ELES o ingresso para o jogo. Os clubes, no final das contas dão as costas para diversos outros tipos de torcedores. São pessoas que podem dar muito mais dinheiro do que uma simples contribuição mensal. E que querem ter o direito de poder, quando lhe interessar, assistir a um jogo do time em seu estádio.

O sócio-torcedor pode ser uma espécie de cliente vip. Encher um estádio só com ele é um tiro no pé. Fecham-se as portas para qualquer outro torcedor, tão fanático quanto o outro, mas que por algum motivo não faz parte do clube vip. Obviamente que é para se comemorar, e muito, a iniciativa de termos cada vez mais sócio-torcedores. Só que eles precisam ter muito mais benefícios do que ir ao estádio, tirar foto com o jogador predileto, etc. Ele tem de ser um privilegiado. Só assim a cultura de consumo do esporte vai mudar. Mas, aos poucos, já podemos perceber que tamanho de torcida não é tão importante. Muito mais interessante é ter um torcedor que seja consumidor. Só assim é que se ganha dinheiro.

Avaiano em todo lugar

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Sempre disse que a melhor parte do Avaixonados são os comentários dos leitores. É ali que se encontra o melhor desse espaço avaiano. O post principal nada mais é que uma “armadilha” para incitar as pessoas a compartilharem suas idéias, suas experiências e tudo mais que pode gerar dividendos para a comunidade azurra como um todo. Pois bem, no texto de ontem, Um avaiano em terras estrangeiras, os leitores Bruno Carvalho e Rodrigo Bush contaram dois “causos” sobre essa mania que nós avaianos temos de levar nosssa paixão esportiva pra tudo que é lugar.

A história do Bruno
Sei bem como o Sérgo se sente. Estou neste momento em Campos Novos, outra cidade cheia de "catauchos". Quando o Avaí jogou contra o Goiás saí do hotel e fui até um bar assistir o jogo. Lá chegando só vi camisas do Grêmio (que estava jogando com o Curitiba) e eu com a camisa do Avaí no pescoço fui surpreendido pelos mesmos olhares de reprovação. Como não sou de baixar a cabeça, olhei pro garçon na minha frente e disse "Vai passar o jogo do Avaí?" Ele olhou pra trás (em direção as dezenas de torcedores do Grêmio) e me disse que na TV passaria o jogo do Grêmio. Calmamente olhei pra’quele pessoal, depois olhei pro garçon e disse "E eu pensando que Campos Novos ainda era Santa Catarina...". Antes que aquele povo todo se levantasse eu dei as costas e fui ouvir o jogo no raidinho no meu carro. Com relacão a futebol, esse povo do Oeste nao tem identidade nenhuma.

O “causo” do Rodrigo
Então vou te contar uma história ainda mais inusitada. Atualmente resido em São Paulo e no ano passado, pela série B, fui assistir Avaí x Bragantino em Bragança. Encurtando a história, encontrei por lá um cara vestido à paisana, apenas com um bótom do Avaí na lapela e com um sotaque de gringo carregado. Pois bem, o nome dele era (e é) John, inglês de Liverpool, torcedor sabe de quem? Avaí FC. Na hora não acreditei e perguntei pra ele se torcia para o Liverpool também e de pronto me disse “Não. Meu time é só o Avaí”. John vêm todos os anos para o Brasil para ver de 4 a 6 jogos do Leão. Nos tornamos amigos e na próxima sexta desembarca aqui. Vai retribuir a visita que lhe fiz agora no mês de julho e ele vem para ver comigo a sequência de jogos do Leão em agosto, dentro e fora casa. Esse Avaí faz coisa.

A minha história
Eu não podia deixar essa de fora. Voltando de Porto Alegre, no dia que visitei o Internacional, parei num posto para abastecer, o frentista olha minha placa e manda na lata: “Opa, Florianópolis, terra do meu Avaí”. Como assim? Conversamos e Moacir me disse ser Colorado de coração, mas que em SC a sua paixão é avaiana. Papo vai, papo vem, falei pra ele de nossa campanha para conquistar novos sócios e perguntei se ele poderia repetir as mesmas coisas ditas até aquele momento num vídeo, semqualquer interferência minha, dando um recado para a nação azurra. “É pra já”.
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O lugar do Azul é junto ao sol

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TassioToda a imprensa esportiva brasileira está com os olhos voltados para o maior de SC, afinal de contas, ganhar quatro partidas seguidas não é um feito tão simples assim. O “grandalhão” globoesporte.com trás um destaque honroso ao Avaí citando três jogadores como melhores da rodada mais o técnico Silas. Isso tudo é fruto do trabalho que vem sendo muito bem realizado por todos os envolvidos com o futebol do clube etc.

Nós merecemos
É muito óbvio rasgar elogios aos responsáveis quando os bons resultados aparecem, mas digo: o Leão mostrou só a unha do dedo mindinho, ótimos resultados ainda virão em cima de muitos times tradicionais em série A. Escrevo isso me baseando na crença que tenho em profissionais-chave com extrema competência que, graças ao bom Deus, fazem parte do nosso Avaí e ajudam diretamente a proporcionar o momento pelo qual passamos hoje. Simplesmente é o que todos merecemos: gladiadores das quatro linhas e fanáticos-sem-medo-de-tempo-ruim das arquibancadas.


Eltinho
Vejo-o como um grande “culpado” pela nossa sequência de vitórias. Eltinho, o lateral das chuteiras amarelas à La Jeff Silva encontrou sua melhor forma e vem jogando tudo e mais um pouco pelo corredor esquerdo do campo nesses últimos jogos. Não sei se o problema crônico de ala está resolvido do lado sinistro, mas se Eltinho continuar demonstrando esse futebol estaremos com uma preocupação a menos daqui para diante.

Vitória? Que seja a nossa
É na quinta feira que, se o velhinho lá de cima permitir, mais uma vez nosso esquadrão entra em campo para defender nossas cores contra o bom time do Vitória com o motivado Leandro Domingues. E, pelos últimos resultados - dois empates uma derrota e uma vitória - continuar na zona da Libertadores é algo com o qual a torcida deles deve estar contando, pois jogarão com o modesto “Hawaii do Guga”, e isso é ótimo, pois já vimos esse filme num passado recente. Que o Avaí tenha a calma necessária para somarmos mais três difíceis pontos para que possamos continuar na nossa humilde caminhada rumo à Dubai (pérae, foi só força de expressão, não tem?). Eu voto em casa cheia, mais um espetáculo imperdível e num Vitória desnorteado pela vitória Avaiana. Imagem do Orkut by Geovanni Rocha

Tássio Leonardo.

A profissionalização da informação

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No post anterior, o leitor Adir José, o temido caçador de incoerências da imprensa catarinense, volta a atacar. Adir chama a atenção para um texto curto, porém antológico, de nosso quiridu Bob Alves em sua coluna de hoje no DC. A pérola é dele, o grifo é meu: "O Avaí ainda curte a vitória na Arena. De lá para cá, a frase que mais ouvi foi esta: “O time do Avaí é muito bom”. Como todo torcedor, concordo. Faltava apenas ajustar o esquema, com melhor marcação; qualidade a equipe tem. Em casa ou fora, é preciso jogar da mesma forma". Quem te viu, quem te vê, hein Bob?

Diante disso deixo aos leitores do Avaixonados um texto muito interessante do jornalista Erich Beting, extraído do site Universidade do Futebol Brasileiro, onde ele comenta sobre a necessidade da profissionalização de jornalistas e departamentos de comunicação dos próprios clubes. Na realidade a responsabilidade do trato correto das informações pertence a todos, e isso inclui os que transitam nas Redes Sociais Esportivas aqui da internet, sem exceção.


Acabaram com os furos no futebol
O jornalismo investigativo, descobridor de grandes histórias do mundo da bola, está com os dias contados. A acomodação da imprensa, em parte, explica esse fenômeno. É cada dia mais notório que o futebol vive um período de “pasteurização” da cobertura da imprensa. O jornalismo investigativo, descobridor de grandes histórias do mundo da bola, está com os dias contados. Ou, pelo menos, com a tendência a ficar cada vez mais raro de existir.


E qual é o motivo para isso?
A acomodação da imprensa, em parte, explica esse fenômeno. Em tempos de internet e comunicação mais do que instantânea, é cada vez mais fácil você obter informações de fontes oficiais sem a necessidade de correr atrás da notícia. Basta acessar o twitter, o site oficial, o blog e semelhantes que a informação está à disposição. Mas talvez essa seja a origem para que esteja cada dia mais complicado o jornalismo esportivo ser uma escola de formadores de bons repórteres, como já foi no passado. O amadurecimento dos profissionais que atuam no futebol tem provocado uma certa preocupação com a qualidade da transmissão da notícia. E isso faz com que, finalmente, o futebol discuta a necessidade de profissionalização dos departamentos de comunicação.

Não é mais comum vazarem informações sobre negociações de patrocínio. Demissões de treinadores são alinhadas com todos os envolvidos antes de serem comunicadas à imprensa. Saída e chegada de atletas são cada vez mais oficializadas depois de o contrato ter sido assinado ou, pelo menos, todas as partes terem chegado a um acordo. Foi-se o tempo em que o clube permitia vazar informações antes de o negócio estar consumado. E isso mostra uma evolução na maneira como o futebol está preparado para ser gerido como negócio. Às vezes, se uma história é passada à imprensa antes de ter sido consumada, atrapalha a negociação, que muitas vezes vira pó.

Esse cenário é péssimo para o jornalismo de investigação, mas permite que o futebol caminhe cada vez mais para uma profissionalização num dos campos mais carentes, que é o da gestão. Aos poucos, essa evolução no comando do futebol se refletirá nas outras áreas. O jornalismo já “sofre” um pouco com isso. Mas, do outro lado, os dirigentes nunca estiveram tão tranquilos no comando de suas funções.

Um avaiano em "terras estrangeiras"

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Nós, blogueiros avaianos, temos um mailing de endereços eletrônicos por meio do qual trocamos informações e idéias em relação ao Avaí e afins. Hoje fomos supreendidos por um testemunho de Sérgio Leandro, CEO do blog Esse Avaí faz Coisa. Ele fala de sua experiência de torcer por um clube catarinense em territoório catarinense. Você pensa que isso é a coisa mais normal do mundo, não é? Hã, então segue um trecho de seu relato:

"Pessoal, na semana passada durante o jogo contra o Grêmio eu estava a trabalho indo da cidade de Pinhalzinho para a cidade de São Lourenço do Oeste (...) o Oeste Catarinense é cataúcho de carteirinha o primeiro time do coração aqui é Inter ou Grêmio, depois vem a Chapecoense, mesmo sabendo que iria encontrar vários cataúchos assistindo e torcendo para o Grêmio fui ao “boteco” para ver o jogo. Durante o jogo recebi vários olhares de reprovação (...) nada muito assustador, no entanto ao final do jogo ao comemorar mais uma vitória de nosso time, alguns torcedores quiseram me repreender. (...) alguns mais exaltados me mandaram embora para floripa (...) o dono do “boteco” logo pediu para se acalmarem e o negocio passou. Hoje estou em Palmitos também no Oeste e conversando sobre futebol em um restaurante novamente aconteceu isso, mas desta vez com um rapaz que entrou no restaurante com um agasalho do Avaí. Começaram a falar gracinhas do tipo "só pode ser da Capital, têm que torcer para time não essas porcarias". Fiquei só olhando, o rapaz sentou em um canto e pediu uma cerveja, então fui até falar com ele, o cara é morador daqui, sempre foi, mas ninguém aceita que ele seja torcedor do nosso time e não de um time do RS".

Sei muito bem do que o amigo Sérgio Leandro fala. Morei no meio-oeste catarinense por um ano e meio, de 2003 à 2004, e pude perceber essa indisposição do povo para com tudo o que está relacionado à capital. Pelo que pude perceber, algumas são as razões que originaram e ainda alimentam esse estado de antipatia, por assim dizer:
. a colonização gaúcha, o que por si só já explica muito desse atrito esportivo;
. o nome Capital. Isso os lembra que são interior, o que traz em seu bojo um certo complexo;
. a fama de que esta é a cidade dos “vida-mansa”, os funcionários públicos;
. é um povo muito trabalhador e por isso não acreditam que seja possível produzir numa cidade cercada por 42 praias. Sentem-se usados por carregarem o Estado “nas costas”;
. nas TV’s os telejornais invariavelmente falam alguma coisa daqui, o que alimenta um pouco mais essa dualidade de amor e ódio;
. não têm futebol. É só a Chapecoense mesmo e olhe lá.
O que temos é um grande desafio se quisermos estender nossa influência esportiva não só para essa região, mas para o Estado de Santa Catarina como um todo. É um trabalho árduo, de cunho social e cultural, que haverá de retomar os espaços hoje ocupados por clubes do RS, RJ e SP. O melhor atalho são os Consulados Avaianos, projeto que precisa ser implantado e gerenciado com uma visão de longo prazo, e põe longo nisso. Bom, por hoje era só. E para não terminarmos o post em baixo astral, fique com a imagem de Jamila Fernandes, a belíssima Miss Chapecó. Vai, agora confessa: não dá vontade de fazer as pazes com o povo do Oeste?

Gostinho de "quero mais"

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GuilhermeQuarta vitória consecutiva. Igualamos o feito de Inter e Palmeiras, os únicos a conseguirem essa marca até agora nesse campeonato. Uma vitória marcada pela eficiência dentro e fora de campo. Sim, fora também. Que presença marcante dessa nossa torcida apaixonada torcida. Nosso time a cada jogo está mais acertado, a maturidade e a tranquilidade, ainda latentes, já despontam como características ascendentes e definitivas em nossa equipe. Já não temos medo de rifar a bola quando isso se torna necessário. Já não tememos caras feias e até fazemos as nossas próprias caretas.

Primeira etapa
Impecável. Logo de início o que se esperava era nosso time jogando nos contra-ataques, mero engano. Silas adiantou a marcação e todos os jogadores estavam apertando a saída de bola do Atlético. Nossos volantes marcavam quase na linha central do gramado, roubando a bola muito mais perto da área adversária, o que nos deu um enorme poder ofensivo porque eram constantes as bolas rifadas pela zaga do Atlético que rapidamente caiam nos pés de Marquinhos ou Eltinho. Num contra-ataque Eltinho passou pra Willian que no bico da área soltou o pé para defesa de Galatto. No rebote Muriqui decretou a primeira mexida no placar. A partir desse momento dominamos amplamente o meio campo e o segundo gol aconteceu após uma roubada de bola de Emerson, quase no meio campo, passando pelos pés no nosso maestro e chegando à Eltinho que bateu cruzado para Willian fazer 2x0. Seguimos o primeiro tempo tendo domínio territorial e nossa zaga perfeita, principalmente Rafael.

Segunda Etapa
A equipe voltou bem postada e ligada, novamente. A equipe atleticana tentou a qualquer custo se jogar para o ataque, mas fez isso desordenadamente. Apesar de duas alterações ainda no intervalo, o setor ofensivo não obteve sucesso. Aos 17min, após um lateral muito bem batido por Luis Ricardo, Willian ficou cara a cara com o goleiro e teve apenas o trabalho de dar um drible de e estufar as redes. Se a vitória era um grande desejo, esses 3x0 já figurava no campo dos sonhos. Nossa zaga teve apenas um momento de vacilo, quando o pequenino Marcinho subiu sozinho quase na pequena área para anotar o único gol do Atlético, aos 20min. Desesperadamente e pouco inspirados os paranaenses tentatram se recuperar, mas a exemplo dos outros jogos fora de casa, Martini não foi incomodado. Marcus Winícius se machucou e foi substituído por Bruno, que se não fez uma grande partida, também não comprometeu. Muriqui saiu pra dar lugar a Caio, o motorzinho, e já perto do fim Luis Ricardo deu lugar a Anderson. Ficamos com quatro zagueiros e Augusto passou a circular pela ala direita. Ficamos ainda mais protegidos.

Como um time
Estamos jogando verdadeiramente como um time agora. Todos se doam, atacam, marcam e voltam. Um exemplo claro foi Marquinhos cobrindo Bruno em um avanço, onde até carrinho o galego deu pra afastar o perigo na zaga. Nosso capitão incorporou de vez a braçadeira que Silas lhe deu. Foi ele quem peitou o juiz, acalmou o time, criou e correu. Enfim, está jogando muito mais e fazendo isso de forma objetiva. Nessa quinta receberemos o Vitória, “apenas” o terceiro na tabela do campeonato, uma equipe muito rápida mas que não vêm obtendo grandes resultados longe de casa. A Ressacada vai pulsar.

Bom início de semana
Guilherme Quadros
www.twitter.com/gui_quadros

Jamais estarás só

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Vamos discutir sobre qual é a maior torcida do Estado? Vamos. Vamos discutir sobre que time possui a melhor média de público? Vamos.

Vamos discutir sobre qual torcida é a mais fiel? Não, não vamos.

Homenagem a uma nação que não tem explicação. Foto Infoesporte

A Metamorfose

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De um time combalido, sem alma, um quase morimbundo, para uma equipe que passa a figurar entre aqueles que merecem respeito. Um misto de humildade e vergonha na cara vieram somar ao bom grupo que já tínhamos. Não somos grandes, ainda temos fragilidades em alguns setores e por certo não haveremos de entrar no oba-oba, ninguém aqui é tolo. Mas dá licença, esse é um momento para ficarmos extasiados de alegria, nos entregarmos aos sonhos, aos devaneios e tudo o que nossas emoções nos proporcionarem. Vamos ser irresponsavelmente felizes sim, sem neuras, pelo menos até quinta-feira, quando receberemos o Vitória numa Ressacada superlotada, aí nós torcedores voltaremos ao nosso estado normal.

Equilíbrio
Vencemos o difícil e desfalcado Atlético Paranaense com autoridade, como time que sabe que do outro lado tem no máximo 11 homens. Do lado de cá também, ué. Esses 3x1 em plena Arena da Baixada confirma a ascenção da equipe e garante a 9ª posição na tabela, pelo menos até o complemento da rodada deste domingo. Chova ou faça sol, da zona da Sulamericana não sairemos.


Fazia tempo que eu andava à procura de uma chance para usar uma foto de William em um post aqui no Avaixonados. Demorou mas o momento chegou. Com seus dois gols, o nosso “Batoré” foi um dos destaques desse jogo. Na verdade o time como um todo se apresentou muito bem, equilibrado, consciente e em franco processo de amadurecimento. Estamos pegando a manha das vitórias.

Ficha técnica
Atlético-PR: Galatto; Alberto (Raul), Rafael Santos, Manoel e Alex Sandro (Jhonatan); Rafael Miranda, Valência, Marcinho, Wesley; Wallyson (Rafael Moura) e Alex Mineiro
Técnico: Waldemar Lemos
Avaí: Eduardo Martini; Rafael, Augusto e Emerson; Luiz Ricardo (Anderson), Marcus Winícius (Bruno), Léo Gago, Marquinhos Santos e Eltinho; William e Muriqui (Caio)
Técnico: Silas Pereira
Gols: Muriqui, aos 10 e William, aos 27 do primeiro tempo, William aos 16 do segundo tempo (Avaí); Marcinho aos 20 minutos do segundo tempo (Atlético-PR)
Cartão amarelo: Rafael Miranda, Alberto, Jhonatan e Carlão (Atlético-PR); Emerson, Luiz Ricardo e Bruno (Avaí)
Arbitragem: Pericles Bassols Cortez, auxiliado por Marcos Aurélio dos Santos Pessanha e Ediney Guerreiro Mascarenho ( trio carioca)
Publico total: 14.382
Renda: R$ 273.020

Atlético e Avaí

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Daqui a pouco, às 18:30hs, Atlético-PR e Avaí se enfrentam pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os paranaenses estão acossados pela incômoda 17ª posição na tabela e por isso precisam vencer se pensam em sair da da zona do rebaixamento. Após tres vitórias consecutivas o Avaí (16 pontos) é o 12º colocado na classificação. Como já informado anteriormente aqui mesmo no Avaixonados, o técnico Waldemar Lemos está com uma série de desfalques muito preocupantes, mas em contrapartida terá o retorno de Alex Mineiro ao clube, atacante que está entre os dez maiores artilheiros da história do clube.

Como se não bastassem esses probleminhas, ontem o Atlético-PR e o Coritiba foram punidos cada um com a perda de mando de campo de uma partida. O Furacão ainda vai ter que pagar uma multa de R$ 20 mil e o Coxa de R$ 10 mil. Os clubes receberam tais punições pelo tumulto entre as duas torcidas no intervalo do Atletiba do último fim-de-semana, que terminou em 0 a 0. As medidas só irão valer a partir da próxima rodada. Nada disso nos garante um jogo fácil, nem pensar, mas que não ajuda nada para o clime organizacional dos rubro negros, ah, não ajuda mesmo.

O Avaí
Devemos entrar em campo praticamente com a mesma formação que derrotou o Grêmio na última rodada. Silas só não vai poder contar com o volante Ferdinando, que, após fazer o gol da vitória sobre o Grêmio, foi expulso. Ele dará lugar a Marcus Winícius. No meio-de-campo, Léo Gago retorna ao time após cumprir suspensão. As maiores novidades do Leão ficam para o banco de reservas, que terá a presença de Odair e Bruno. Antes de viajar para a capital paranaense, Silas comentou sobre a postura que o time terá em Curitiba e a reação da equipe na tabela de classificação:

- O importante é tentar repetir as duas atuações (fora de casa), principalmente no que diz respeito ao equilíbrio e a organização. Quando você está em último na tabela, o outro time vem, mesmo que inconscientemente, mais relaxado e achando que a qualquer momento ganha o jogo. Tanto que lá no Rio Grande do Sul, a notícia que saiu é que o Grêmio conseguiu perder para o Avaí. É uma forma de menosprezo inadequada.

Estranho
O caso bizarro da semana fica por conta da ida-não-ida do atacante (?) Lima para o FC Metalist, da Ucrânia. O nosso menino até rescindiu o contrato com o Avaí na terça-feira e se apresentou ao clube ucraniano. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu, mas o clicEsportes dá algumas informações sobre o caso. Sinistro.


Anote aí
Local: Arena da Baixada, Curitiba
Horário: 18:30hs
Atlético: Vinícius; Alberto, Manoel, Rafael Santos e Alex Sandro; Valencia, Rafael Miranda, Marcinho e Wesley; Alex Mineiro e Wallyson
Técnico: Waldemar Lemos
Avaí: Eduardo Martini; Augusto, Rafael e Emerson; Luiz Ricardo, Marcus Winícius, Léo Gago, Marquinhos, Muriqui e Eltinho; William
Técnico: Silas
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ). Auxs.: Marco Aurélio dos Santos Pessanha (RJ) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)
Fontes: Globo e Gazeta do Povo

Uma Marca desejada por toda SC

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Notícias de lá

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Valeu a secação. O nosso olho gordo funcionou e choveu um mundo de água na cabecinha dos paranaenses. Com o empate de ontem em 1x1 com o Sport, o Coritiba não conseguiu passar à frente do Avaí na tabela do campeonato e por isso mantemos a 12ª posição e a permanência na Zona da Sulamericana. Que chique.

Em relação ao nosso próximo adversário, o Atlético Paranaense, as notícias são bem interessantes. Por motivo de suspensão os rubronegros não terão os laterais Nei e Márcio Azevedo, além do zagueiro Rhodolfo. Além destes, seguem vetados pelo DM os atletas Antônio Carlos e Chico. O técnico Waldemar Lemos está atucanado, claro. Espero apenas que esse moço não encasquete de montar um time de reservas mesclados com juniores. Isso dá um “azar” desgraçado pra gente.

A salvação atleticana nos últimos campeonatos nacionais foi o fator campo. A Arena sempre fez a diferença, junto com a força da torcida rubro-negra. Porém, neste Brasileirão, nem isso tem conseguido. Nas sete partidas no Caldeirão, o Rubro-Negro obteve apenas duas vitórias; empatou duas e perdeu outras três. Aproveitamento de 38%. O segundo pior ao lado do Fluminense. Atuando em casa apenas Náutico e Botafogo são mais ruins que o Furacão (33,3%). Não é à toa que essas equipes figuram na zona de rebaixamento.


Antes que algum abobado venha com aquele papinho de que “vocês estão tendo sorte”, lembro que nunca vi a sorte andar ao lado de quem não trabalha. Nunca. Fonte: um monte de lugar que não lembro mais.

Pra terminar o dia

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Depois de uma quinta-feira plena de regozijo, nada melhor que um pouquinho do chororô do moço do blog do Torcedor do Grêmio lá na Globo, falando do jogo de ontem. É um típico discurso de perdedor e, como poderão perceber, o choro é livre. A seguir, fragmentos de seus lamentos:

Ressaca na Ressacada

A culpa foi do Gre-nada, só pode ser. O Grêmio não jogou nada contra o Avaí e realmente não mereceu ganhar. Talvez um empate seria o resultado mais justo. Mas como dizem vários técnicos, no futebol não existe injustiça. Ganha quem for mais competente. (...) Falando em expulsão, que juizinho bem meia-boca! De uma tacada só ficamos sem Maxi, Rever e Fabio Santos pro jogo de sábado contra o Santo André. Voltando ao Autuori, ele fez uma leitura perfeita ao fim do jogo. O Grêmio, com um a mais, afunilou todas as jogadas ao invés de abrir pelas laterais e ir a linha de fundo. Olhando o jogo pensei que tivesse sido instrução dele, mas pelo jeito não foi. O Joílson chegou a ser irritante: tinha sempre uma avenida pela frente e insistia em trazer a bola pro meio. (...) Mas sem terra arrasada porque sabemos que o Grêmio que jogou ontem não é o mesmo Grêmio que amassou os coloridos no Grenada e socou o Corinthians.

Nota do blogueiro mané: lembranças ao Laçador, tá?

Olho gordo

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Tres jogos fecharão a 13ª rodada do Brasileirão nessa noite. O que mais nos interessa é a partida entre Coritiba e Sport, que se enfrentam à partir das 21hs, no Couto Pereira. O Coxa está em 14º na classificação, com 14 pontos e, caso não vença esse jogo, permitirá que o Avaí mantenha a atual 12ª posição (16 pontos) e a permanência na Zona da Sulamericana. Teremos todo apoio do nosso quiridu Vandinho que volta ao ataque rubro-negro após cumprir suspensão automática. Você pode fazer aquela secação básica através do canal Premiere, pelo sistema pay-per-view, que transmite o jogo para todo o país. Fica combinado assim: vamos torcer por uma noite de tantos relâmpagos e trovoadas para os coxas brancas, que a musa deles, a morena Simone Fescki, terá que apagar aquele solzinho do umbigo ainda hoje, à laser... e antes da meia noite. Medonha, ela.
Nota: excepcionalmente hoje não teremos a Coluna de Pricilla Testoni, mas semana que vem ela está de volta.

Relaxa, Ferdinando

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Futebol é assim mesmo. Quando o time perde, caça às bruxas, a busca pelos culpados é quase uma instituição nacional. Quando o time vence é a mesma coisa, só que ao contrário. Após uma vitória como a de ontem, nada mais normal que saiamos caçando os “culpados” por esses benditos tres pontinhos num jogo importantíssimo para nossas pretensões. Ferdinando é uma dessas bruxas da vez e não apenas pelo belo gol, mas também pela excelente execução da função de proteção a nossa zaga. Quem diria, hein?

Entretanto, me preocupa muito a tendência que o nosso homenageado pelos 100 jogos com a camisa do Leão tem para realizar estas contenções que invariavelmente resultam em cartões coloridos. No jogo de ontem, por exemplo, cometeu uma falta absolutamente desnecessária, e isso lá no distante meio de campo. Foi um tipo de voadeira, sei lá o que foi aquilo, mas se pega um joelhinho de frente, adeus carreira do companheiro. Tivéssemos perdido o jogo, não tenham dúvida, a cabeça dele estaria sendo pedida hoje numa bandeja. Coisas do futebol.

Vi no portal da Globo os números que deixam essa deficiência Ferdiniana muito evidente. Hoje ele é o jogador mais faltoso do campeonato, com 45 faltas em 12 jogos. Essa mesma voluntariedade com um pouco mais de cuidado ficaria perfeito. Relaxa, Ferdi. Ou então pega a “manha” das encenações com o Martini. Já notou que a cada boa defesa dele sempre temos um espetáculo teatral do nosso Locke avaiano no palco verde da Ressacada? Esse Martini... Foto Ricardo Duarte ClicEsportes

Feito time Grande

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GuilhermeO jogo da afirmação, jogo para restabelecer a confiança do torcedor e encaminhar nosso time à patamares mais altos nesse campeonato. Um desses patamares pode ser a compreensão de que nossa luta é para permanecermos na série A, mas que isso não precisa ser um dramalhão mexicano. Com garra e humildade essa meta haverá de ser conquistada ao natural.

Primeira etapa
Entramos num 3-6-1 mascarado, mascarado por que Muriqui entrou jogando ao lado do Willian. As novidades ficaram por conta da volta do Marquinhos e Fernando Bob no lugar de Léo Gago. Logo de início um jogo truncado, muita marcação por parte de Grêmio e Avaí, com meio campo totalmente congestionado. A alternativa foi jogar pelas laterais, com Luis Ricardo sendo o mais acionado, embora não levando perigo em nenhuma jogada. Eltinho, quando acionado, foi muito melhor e construiu as melhores jogadas, principalmente quando conseguiu trocar passes com Muriqui. Minha preocupação no jogo de ontem era a ala esquerda do Grêmio com Fábio Santos, Adilson e Souza que caem por aquele lado causando grandes problemas. Mas Ferdinando, Augusto e Luiz Ricardo conseguiram neutralizar todos esses aí também. O Grêmio chegou somente em bolas paradas, uma de Máxi Lopes, que para nossa sorte bateu no peito do Martini. Pelo lado avaiano, Marquinhos deu dois presentes para Willian, que repetiu o que de melhor sabe fazer: perder gols. Numa dessas a bola espirrou próxima à risca da grande área e Muriqui, de frente pro gol, mandou lá na sede da Mancha. Terminamos o 1° tempo jogando melhor, atacando mais e dominando o confronto, tantos que os atacantes do Grêmio estavam ajudando a marcar no meio campo, totalmente retrancado.

Segunda etapa
Voltamos ainda melhor, marcando a saída de bola do Grêmio e logo aos 4min, numa falta no bico da área, Ferdinando, aquele dos três penaltis que sempre critiquei, disparou um petardo e fez explodir a nossa linda Ressacada, calando de vez a fiel torcida do Grêmio. Após do gol continuamos marcando lá no ataque e ainda fazendo pressão forçando o erro tricolor. No momento em que acontecia o esperado, entrada de Roberto (18min), acontecia também o inesperado, expulsão de Ferdinando que abriu a “caixa de ferramentas” em Souza. Expulsão sem direito a amarelo. Com Roberto no lugar de Willian e Marcus Winícius no lugar de Muriqui o time foi recomposto. Jogamos somente no contra ataque, com Marquinhos “ensebando” o jogo com classe e lançando Roberto com bolas pra lá de adocicadas, sempre armando uma correria pra cima do Grêmio. Silas ainda colocou Caio no lugar de Marquinhos e com isso melhoramos ainda mais, embora tenha aumentado o risco de tomarmos os famosos contra ataques do time copeiro. Luis Ricardo não foi bem na segunda etapa, foi por ali que saíram quase todas jogadas de contra ataque do adversário sendo que não conseguiu fazer uma jogada que valesse elogios. Diante desse cenário restava ao Grêmio viver de bolas paradas ou de chutes de fora da área. O Avaí estava compacto, bem armado em campo e não dando opções à equipe dos Pampas. Ainda deu tempo para Martini salvar o Avaí numa bomba de Adilson.

Destaques
Fernando Bob fez uma boa partida, Marquinhos voltou a jogar e correr também, nossa zaga foi quase perfeita. Todos zagueiros muito seguros e sem cometer faltas, Emerson e Augusto foram perfeitos nas bolas aéreas. O Principal nesses jogos e principalmente o de hoje foi a vontade do time, a entrega, a raça e nossa torcida incentivando e calando os pampas.

A “ficha" caiu
A equipe azurra percebeu que pode muito mais do que fez nos primeiros 10 jogos. Ainda temos carência evidentes em alguns setores, mas a confiança que faltava, essa já chegou. Vimos na noite de ontem um jogo de GRANDES, o Avaí foi grande, foi sim. Subimos bem na tabela, agora vamos pra mais uma vitória fora de casa, dessa vez na Arena da Baixada. Se quando estávamos na lanterna eu já tinha confiança, imagine agora. Essa noite dormi feito um bebê, feliz, bem alimentado e com a fralda limpinha. Aposto que a noite de Paulo Autuori não tenha sido assim tão boa.


Sds Azurras
Guilherme Quadros
www.twitter.com/gui_quadros
Foto Yan Orkut

Deu pra ti, tchê

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Mais um jogo onde a garra avaiana entrou em campo. Só assim para superar a falta de um homem desde os 17min do segundo tempo. Só assim para superar o Sr. Felipe Gomes da Silva que entra para a história da Ressacada como um dos profissionais mais covardes a arbitrar em nosso estádio. O moço não expulsou um jogador do Grêmio que cometeu uma falta escandalosa no atacante Roberto, inventando que foi outro atleta, justamente um que não tinha um um amarelinho "nas costas". E por fim, só com garra é que se pode superar o Grêmio, um time copeiro, aguerrido e com um elenco que figura entre os mais caros do país.
Apesar de todas as dificuldades o Leão da Ilha garantiu a vitória por 1 a 0 na noite de hoje, garantindo a terceira vitória seguida no Brasileirão e consolidando sua arrancada na competição. Agora, o time soma 16 pontos e volta a campo contra o Atlético-PR, em Curitiba, neste sábado.

Silas entrou em campo no esquema com três zagueiros e também contando com o retorno do meia Marquinhos, mas com a ausência de Léo Gago. Gostei de seu substituto, Fernando Bob, mas o Léo é o Léo. Destaque para Rafael, com uma atuação impecável no setor defensivo. Como já era de se esperar, Roberto entrou na segunda etapa e botou fogo no belíssimo gramado da Ressacada. Para ser breve, meu único contra-ponto na atuação da equipe avaiana fica por conta do lateral (?) Luis Ricardo. Na verdade, continuamos sem lateral.

Uma vitória para colocar o time nos trilhos da verdade. Ainda não temos um elenco para dispararmos no campeonato, mas também estamos longe de sermos candidatos permanentes à zona de degola. E pra finalizar o post, ganhar é bom, mas ganhar de gaúcho é melhor ainda.

Ficha Técnica
Avaí (1)
Eduardo Martini; Rafael, Augusto e Emerson; Luis Ricardo, Ferdinando, Fernando Bob, Marquinhos (Caio) e Eltinho; Muriqui (Marcus Winícius) e William (Roberto)
Técnico: Silas
Grêmio (0)
Victor; Mário Fernandes (Joílson), Léo, Réver e Fábio Santos; Túlio, Adilson, Tcheco (Maylson) e Souza; Herrera (Jonas) e Máxi Lopez
Técnico: Paulo Autuori
Gol: Ferdinando, aos três minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Fábio Santos, Souza, Túlio, Máxi Lopez, Réver, Herrera e Léo (G), Fernando Bob, Marquinhos (A)
Vermelho: Ferdinando
Arbitragem: Felipe Gomes da Silva, auxiliado por Marco Aurélio dos Santos Pessanha e Wagner de Almeida Santos (trio do RJ).
Renda: R$ 101.625,00
Público pagante: 12.204
Público não pagante: 822
Público total: 13.026
Local: Estádio da Ressacada, em Florianópolis.

A simpatia avaiana

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O nosso pombo-mestre-dos-pampas, Marcos Castiel, se perdeu ontem em sua emoções esportivas. Num post intitulado “Azul na Ilha só do Avaí” misturou sua paixão colorada com o ímpeto de vingança “grenalístico” e rebatizou os gremistas com a alcunha de argentinos ridículos. Quase em tempo real a notícia se espalhou chegando às Redes Sociais Mosqueteiras. Rebuliço geral, claro, com ameaças de retaliação.
Esse tipo de sentimento não pertence ao Avaí e aos seus torcedores, de forma alguma. Já é de nossa tradição receber muito bem os nossos adversários, têm sido assim até hoje e o será por muitos anos, oxalá para sempre. O que foi possível observar com esse deslize do Castiel é um choque de culturas que escorreu entre os dedos e adentrou os meios de comunicação. Não foi a primeira nem será a última vez a ocorrer esse acidente. É o preço que pagamos por ter uma empresa gaúcha como a principal mídia informativa de Santa Catarina. Fosse ao contrário aconteceria o mesmo, ou alguém acredita que o nosso Miguelito faria diferente num blog do ClicEsportes lá da gauchada?

O DNA do Avaí é a SIMPATIA. Sempre disse isso e vou repetir até o fim de minha vida. Qualquer campanha do Avaí FC que não leve isso em conta está fadada ao suicídio. Lembro muito bem da comoção que tomou conta de 99,9% dos torcedores avaianos quando do crime cometido com o Sr. Ivo, aquele mesmo de Criciúma. Um fato isolado e lamentável que não deve sair jamais de nossa memória e que provocou uma profunda reflexão: Não somos isso assim. O avaiano é cordial, alegre, de bem com a vida. É um cara que vai ao estádio com sua família, chega mais cedo pra fugir da “bicha” e aproveita pra comer um churrasquinho de gato com os amigos. Assim posto, não importa de onde venham, todas as torcidas serão bem recebidas aqui, isso inclui os nossos queridos vizinhos argentinos (rs). Essa é nossa sina. Infelizmente não consegui anexar o Banner que tão bem exprime essa nossa pré disposição à cordialidade, mas ele está lá, é só dar uma espiadinha.

Que jogo, que jogo

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Um jogo importantíssimo, é isso que teremos hoje à noite na Ressacada. Com mais uma vitória, a terceira consecutiva nesse campeonato, o Avaí pode se firmar definitivamente como um não pretendente à série B de 2010. Sim, isso mesmo, pode até parecer uma visão “pra baixo” mas essa é nossa realidade. Sem ufanismos, com os 22 pés no chão e a tradicional garra avaiana devemos entender que esse é o ano da afirmação. Para o ano que vem a gente pode projetar algumas “bobiças’, quem sabe. O Grêmio é favorito? Claro que é, nem precisa discorrer sobre isso, mas sabemos muito bem do que o Leão é capaz. Marquinhos joga ou não joga? Sei lá. Todo um cenário pré-dramático já está todo montadinho, coisa comum para o torcedor avaiano. Previsão de chuva, vento, frio e trânsito caótico (ainda mais com jogo às 19:30hs), setor dos visitantes com ingressos esgotados, espaços avaianos literalmente tomados, enfim, o básico. Como se não bastasse tudo isso, pintou no Orkut a informação que o mundo vai acabar. Não sendo antes do fim do jogo...

É isso aí, um jogo pra se assistir até embaixo d’água. Não dá pra perder. Não será moleza pra gente, mas também não será pra eles. Tô nervoso. Fotos de Marcelle Lisboa e Rafaela Fernandes, Musas de Avaí e Grêmio.

Torcida apaixonada enfraquece o coração

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Pesquisa mostra que o amor a um time aumenta risco de enfarto Hotnews
A paixão é violenta. Difícil encontrar um homem que não sofra por futebol, mantendo a adoração pelo time como uma prioridade. Em dia de jogo, não há programa que consiga tirar o torcedor da frente da televisão isso quando ele não foi ao estádio, mesmo com chuva, para acompanhar a partida. Enquanto o placar não se define, as mãos suam, os palavrões saltam, os gritos explodem e o corpo sofre.

Todo esse envolvimento pode custar muito caro à saúde. Segundo um estudo que acaba de ser publicado na revista americana de Cardiologia, o coração do torcedor fica mais sensível nos dias em que o resultado do jogo deixa a desejar. Formigamento no braço, taquicardia, músculos enrijecidos, boca seca, mãos e pés frios indicam que há necessidade urgente e procurar um médico, mesmo que você não sofra com obesidade ou colesterol alto, por exemplo.

Em situações de estresse, seu organismo libera uma série de substâncias (como adrenalina e cortisol) na corrente sanguínea. Quando ocorre de vez em quando, o mecanismo não chega a causar danos. Mas, com a repetição dos jogos (e do estresse), essa descarga vai favorecendo o acúmulo de placas de gordura e o infarto torna-se mais provável. "Além disso, quando a emoção atinge níveis mais intensos, o coração pode acelerar demais os batimentos e não suportar a carga de trabalho", diz a médica. Não é à toa, portanto, que o coração do torcedor fica mais vulnerável a paradas quando o time dele perde e o risco aumenta ainda mais quando o jogo pertence a algum campeonato importante ou tem caráter decisivo. Segundo a pesquisa americana, as mortes por ataques cardíacos crescem numa cidade quando a equipe esportiva local obtém classificação para disputar a final de um campeonato. Ainda de acordo com os cientistas americanos, ataques cardíacos e problemas de circulação estão entre os problemas mais comuns nos pacientes/torcedores em dias de emoções intensas no esporte. Então você aí já sabe, se nesta quarta-feira à noite você não mer ver na Ressacada, me procure na UTI do Celso Ramos, porque o caso é grave. Imagens Avaí FC

Fex côsa

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TassioTerça passada cantei a bola quando disse que “Esse Avaí voltará a fazer CÔSA”. O grupo mostrou a determinação do verdadeiro Avaí que sempre lhe foi peculiar. Concordo com Guilherme Quadros quando diz que a formação tática e a dedicação da equipe foram fundamentais, pois jogo fácil em Recife contra o Sport não existe, bem como foi o jogo contra o Goiás na quarta passada. O que temos de fato é que Silas achou a maneira de o Avaí se postar em campo com uma receita muito bem pensada. Nesses dois jogos o nosso azul e branco foi um time com um meio-campo muito forte que, com todo o cuidado, ofereceu a cobertura à zaga sempre que necessária. Coincidentemente, quando houve mudanças nas alas o time jogou, venceu e convenceu. E amanhã o todo-poderoso Grêmio que se cuide, há um Leão com toda a gana solto pela ilha.

Roberto
Já contra o Botafogo mostrou que incomoda, mostrou que sabe fazer gol no jogo contra o Goiás, mostrou que está pedindo passagem nesse último jogo contra o Sport e o mais importante: calou a boca de muitos, inclusive do colunista que vos escreve. Jogando um futebol simples, porém agressivo, o esforçado jogador deve estar causando uma dor de cabeça no Silas para montar a escalação do time titular. Dando uma passada pelo Orkut, muita gente diz que o cara merece a vaga. Diante das demonstrações que o Roberto nos deu, porque não testá-lo desde o início?

O nosso elenco
Para fazer futebol um time precisa de dinheiro para montar um grande elenco. Na série A somos um time considerado pequeno por não termos as mesmas arrecadações dos ditos grandes, e, consequentemente, não temos esse grande elenco. Até onde isso é verdade? Para mim isso é coisa de quem não tem paciência. Vejam Fluminense, Cruzeiro e São Paulo que possuem grandes times, mas não obtiveram grandes resultados dentro de campo. Acho que não encaixaram a melhor forma de jogar o Campeonato Brasileiro. Vejo o Avaí da mesma forma, porém acredito que sua reação será nítida no campeonato de agora em diante. O time se mostra com uma polivalência que poucos a tem, ou é normal um centro-avante jogar de ala direito?

Hoje temos Ferdinando, Luís Ricardo, Caio, Muriqui, Medina que são curingas. Roberto, Odair e até os próprios Caio e Medina que podem ser considerados “armas para incendiar” uma partida. Não posso, é claro, deixar de citar a nossa zaga que tendo o devido suporte dos cabeças-de-área joga com mais tranquilidade. E o Marquinhos juntamente com Muriqui? Calejam os adversários mesmo em dias de pouca inspiração. Vejo carências no setor de homens-gols e no setor de alas (que podemos ter agradáveis surpresas com Roberto e Luís Ricardo). Esperemos para vê-las, mas que continuemos a esperar com vitórias. Foto ClicEsportes


Tássio Leonardo.

Mais de Um Novo Sócio pro Leão

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Foi bom demais. Na verdade poderíamos ter encerrado a promoção poucas horas depois de seu lançamento pois a leitora Evelise Marini, resolveu associar sua filha, a fanática Isabella, quase em tempo real. Ô mulhé ligêra.

Família Santos
Atingida a meta de UM novo sócio, a campanha poderia ter sido encerrada, certo? Errado. E vai que aparecesse mais alguém, não é mesmo? Sócio demais nunca é demais, basta planejar a forma correta de se relacionar com cada um deles. Meus dois filhos viram o post da Campanha e exigiram ser sócios do Leão: “A gente não pode, porque?”. Pode, claro.

André Rodrigues
Logo em seguida o leitor André Rodrigues tomou uma decisão inusitada. Ele, que não é sócio pois costuma assistir os jogos pelo Pay Per View, decidiu se associar junto com sua esposa e filho na modalidade de Sócios do Coração. Ele que já se entope mensalmente com vários produtos licenciados, encontrou mais essa forma de ajudar seu clube do coração. Ao torcedor avaiano que tem essa disponibilidade financeira, taí um bom exemplo.

Família Salvador
A família Salvador associará os dois únicos da casa que ainda não têm a sua carteirinha. Agora serão quatro sócios, 100% da casa. Estamos apenas tentando fazer a transferência de suas posições no estádio, pois como o casal está situado no setor B, onde não cabe mais ninguém, vamos encontrar um cantinho na Ressacada onde possam torcer juntos.

Fábio Flora
Já o Fábio, também sócio do Avaí, ficou sabendo que a filha de 16 anos de um amigo já estava querendo se associar há um bom tempo. Ele pegou o conteúdo do post da Promoção e enviou para esse amigo. A resposta foi positiva, e estamos providenciando uma vaguinha no setor do pai.

Responsabilidade
Os leitores do Avaixonados entenderam que essa não era uma campanha de incentivo mas de COBRANÇA mesmo. Temos que mudar essa mentalidade de que somos sócios apenas para acomodar nossas bundas nas arquibancadas. A idéia é APOIAR de verdade e isso pressupõe sérias RESPONSABILIDADES para todos os avaianos. Conquistar novos sócios e torcedores é uma delas.

Agradecimentos
Embora tenha sido uma campanha “in solo” do blog, alguns blogs parceiros tiveram o cuidado de citá-la em seus posts. Assim, agradeço aos blogs do Polidoro Júnior, Sandro, vidAvaí e Sacode a Ressacada, que acreditram que essa poderia ser uma boa idéia. Fico feliz também com o e-mail recebido de Cláudio Dutra, sócio-proprietário da Marcca Comunicação (agência do Avaí), com quem tive o prazer de conversar por mais de duas horas algumas semanas atrás. E para terminar essa prestação de contas da Campanha UM NOVO SÓCIO PRO LEÃO, deixo as palavras do Presidente Zunino encaminhadas ao blog (também por e-mail) assim que soube dessa promoção totalmente Sem Noção:
Gerson, Parabéns! Fique certo que este Clube será grande por causa de sua torcida.

Um abraço
Zunino