Avaí perde e se complica

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Com um futebol irreconhecível, o Avaí perdeu para o Internacional pelo placar de 2x1 e caiu para a 15ª colocação na tabela do Campeonato Brasileiro. Os gols colorados foram marcados por Talles Cunha e Alecsandro. Lima, de pênalti, descontou no fim.

Com esse resultado o Avaí conhece a sua primeira derrota e mantém o jejum de vitórias nesse retorno à Séria A. Apesar de entrar em campo com apenas dois jogadores titulares, o Internacional dominou a maior parte do jogo, não encontrando no Leão da Ilha um adversário que representasse maior perigo. No próximo domingo o Avaí recebe o São Paulo e deve partir para a conquista de sua primeira vitória. Não há outra alternativa. Amanhã trocamos mais "figurinhas".
Em tempo: obrigado aí, “seo” juiz.

Mensagem do Daniel, o desafiante Colorado
Olá galera, sou eu, Daniel o desafiante. Foi um bom jogo, o Avaí teve bons momentos, mas o Inter tá demais, fez valer a qualidade do grupo e ganhou bem. Não gostei do árbitro, os jogadores expulsos não mereciam o cartão vemelho e o penalty, a meu ver, não existiu. De qualquer forma, valeu pelo confronto. No próximo desafio, em SC, estarei aqui de novo. O Avaí foi guerreiro, tem bom time, vai confirmar a primeira divisão esse ano. E olha que eu sou bom de palpite.

Pensamento "positivo"

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floripa 2014

Atualização do Post


Há pouco a FIFA anunciou as 12 cidades sede do Copa do Mundo de 2014 aqui no Brasil. Florianópolis ficou de fora. Acompanhei esse processo com a mesma atenção com que acompanho a candidatura do Brasil à Olimpíada de 2016, ou seja, atenção zero. É relativamente simples de se perceber quando projetos como esses têm como meta apenas criar uma expectativa, um sonho, e ao longo dele tirar-se o maior proveito possível.

Não acompanhei os movimentos políticos que foram realizados e nem mesmo o formato do planejamento apresentado. Mas conheço muito bem a minha cidade e sei que quando um time de futebol joga aqui, todo um lado da ilha pára. Quando o Avaí joga ninguém chega ao nosso (defasado) aeroporto "internacional", aos bairros ou aos hospitais. Sei também que o ator Sérgio Loroza não tem a menor idéia do caos que é o transporte urbano nessa cidade, mas tenho certeza que ele levou uma boa grana pra dizer que é uma maravilha.

Desconfio que os culpados somos eu e você que elegemos políticos inoperantes, incapazes e eternamente focados nas eleições seguintes. O que temos de bom e belo nessa cidade foi doado graciosamente pela natureza, é acidental, fruto da sorte, chame do que quiser, menos que seja ação dos homens. Florianópolis não serve, Florianópolis não têm estrutura, Florianópolis é uma cidade dividida. A FIFA disse não à cidade em que nasci.

Porque o furdunço?

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Como os leitores aqui do Avaixonados já devem ter percebido, gosto de falar das coisas que existem e não daquilo que se especula. Esse meu posicionamento tem muito a ver com o cumprimento do 2° Mandamento que me auto-imputei desde a publicação dos 15 Mandamentos do Futuro Blogueiro Avaiano: “(...) Se parecer fofoca, definitivamente não é notícia”. Não que as especulações deixem de ser um excelente mote para um post, apenas não gosto de perder tempo. Excepcionalmente hoje quero falar sobre a possibilidade sempre latente da saída do técnico Paulo Silas. Eu acho isso absolutamente normal para um profissional competente como ele. Anormal, isso sim, é a reação dos avaianos toda vez que essa informação é veiculada. A impressão que dá é que se instala um estado emocional ao estilo “socorro, querem levar minha babá”. Vejo nisso duas miopias esportivas.

A primeira é a falta de percepção em relação ao mercado da bola. Nós, torcedores, temos a tendência de querer que os profissionais do futebol tenham uma relação com nossos clubes iguais a que nós temos. Ficamos orgulhosos quando eles beijam o escudo, dizem que amam a torcida, que ficam por amor bla, blá, blá. É engraçado quando os torcedores os elevam à categoria de semi-deuses sempre que seguem esses gestos rituais tão típicos. Obviamente que existe um código de ética mínimo que os todo boleiro deve seguir, sob pena de serem queimados nesse mesmo mercado. Mas o que eles fazem no dia a dia não é nada diferente do que eu e você fazemos em nosso trabalho: cuidamos de nossas carreiras com cuidado e sempre procuramos crescer com estabilidade financeira. Chamam a isso de sobrevivência. Silas não é diferente, também quer o mesmo. Quando leio as palavras dele onde diz que “Por agora, agora, está totalmente descartado. Mas vamos ver o que vai acontecer depois da reunião com o presidente” ele acena que isso pode acontecer sim, e a qualquer momento. Aliás ele já deu mostras disso naquela entrevista à Cacau Menezes logo após a conquista do Catarinense de 2009. Ou você já esqueceu? Silas pode ficar ou sair do Avaí até o fim do campeonato, e isso é absolutamente normal.

A segunda miopia é a inversão de valores que demonstramos diante deste possível movimento de mercado por parte de nosso treinador. O que precisa ficar bem claro é que Silas não é maior que o Avai, mô pombo. A síndrome do “socorro, querem levar minha babá” evidencia que muitos avaianos acreditam que sem Silas a vaca vai pro brejo, que tudo estará perdido e restará apenas cinzas do Avaí. Como assim? A mística de nossas maiores conquistas ao longo destes 85 anos não foi construída em cima de excelentes técnicos de futebol, muito pelo contrário. O clube alcançou conquistas memoráveis apesar de alguns cabeças-de-bagre estarem à frente do comando técnico. Não vamos inverter a ordem das coisas. Enxergo em Silas um profissional que está cumprindo seu papel com competência e honradez, mas está sendo pago para isso mesmo. O “pobrema” é que a maior parte de seus companheiros de classe não fazem esse “basicão”, daí ele ser um sonho de consumo para os clubes brasileiros. Mas assim: não sou fiel à ele, não lhe exijo fidelidade incondicional e pra mim ele não é eterno coisa nenhuma. Eterno é o Avaí, e fiel eu sou unicamente à instituição Avaí. É por essa razão que se ele der adeus ao meu clube na semana que vem não estarei entre aqueles que o taxarão de traíra, mercenário e outros adjetivos impronunciáveis.

O Avaí perde? Claro que perde, mas Silas também perde. Afinal, foi ele mesmo que disse que jamais trocaria clube por salário, mas apenas clube por clube. Baseado em suas palavras, o fato dele ter balançado pela proposta do Sport, deixa duas suspeitas suspensas no ar: ou o Sport (leia-se projetos e diretoria) era mais confiável, ou a cláusula de rescisão era muito alta mesmo. Na falta de informações oficiais, só nos resta a especulação. Viu porque não gosto de comentar aquilo que ainda não é notícia de fato? De qualquer maneira, pra mim nada mudou: continuo respeitando-o como técnico e ele continua não sendo meu ídolo. Afinal não é nada pessoal, são apenas negócios.

Só o Avaí Salva

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Estes últimos 12 anos saíram mais caro para o Avaí do que a gente pensa. Quando refletimos acerca de tudo o que não ganhamos, das humilhações sofridas e do longo jejum de sorrisos não dados, só resta ao nosso coração ficar apertado. Mas quando a mente sorrateira lembra também de todos os sucessos do rival nesse mesmo período, aí mesmo é que o infarte bate à porta. Cruz credo.

Perdemos milhões em arrecadação na Ressacada, em vendas de material licenciado, cotas de TV, patrocínios e tudo o que pensarmos que o futebol de vitórias pode trazer. Mas nada disso representa um prejuízo tão grande quato aqueles corações que não se tornaram avaianos. Milhares de crianças hoje em dia não professam sua paixão ao Leão da Ilha, e essa é uma triste constatação. Dói ainda mais quando pecebo que isso aconteceu até mesmo em lares avaianos. Um comparativo nada científico pode ser encontrado na escola de meus filhos. Até meados do ano passado meu menino, de oito anos, era o único avaiano numa sala de 14 crianças. A menina, de seis, formava com sua amiguinha uma dupla solitária de Avaixonadas na turminha de 15 alunos. A luz amarela acendeu no momento em que meus dois pirralhos chegaram em casa dizendo que passariam a torcer pelos dois times de Floripa. A pressão e a gozação estavam insuportáveis. Pára lá. Parem todas as máquinas, reunião familiar de emergência já.

Na primeiras chance que tive dei um choque de Avaianidade nos dois. Comprei camisas, mostrei fotos e vídeos da torcida na internet e, em regime de urgência, levei-os para assistir um jogo na Ressacada. Foi batata. Essa foto acima foi batida nesse dia, no primeiro jogo de suas vidas. E tem mais: com a ajuda dos bons resultados nesses últimos meses, o acesso à série A e o título do Catarinense de 2009 as coisas já começaram a mudar. Ambos já estão conseguindo re-converter alguns amiguinhos que haviam se desviado do "lado mais divertido da praia" (Madagascar, da Disney).

Então você já sabe: filhos, sobrinhos, vizinhos, estranhos, não interessa, adote um coração ainda hoje, ou ele será perdido para o lado Rosa da Força".

Quarta-feira gorda

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Que quarta, não? O jogo que mais nos interessava, Inter e Coritiba, serviu para que confirmássemos algumas suspeitas. A primeira é que o Colorado gaúcho faz o que quer, quando quer e do jeito que quer. Um time realmente poderoso e que continua sendo o favorito ao título do Brasileirão de 2009. A sorte continua ao lado do Avaí, pois mais uma vez vimos o nosso próximo adversário correndo atrás da bola no meio de semana, enquanto assistíamos tranquiladamente das poltronas acolchoadas da Ressacada. E mais, eles continuam com os olhos fixos na Copa do Brasil. Prefiro assim.

A segunda suspeita é a de que o Coritiba não é exatamente um time bobinho nesse campeonato. O time que vimos ontem dar um susto no Internacional é o mesmo que passou sufoco aqui na Ressacada. Com exceção daqueles 15min de “branco básico” na equipe azurra, naquele jogo sempre estivemos mais perto da vitória. Os críticos de plantão podem argumentar que o Coxa estava sem dois titulares e sem a mesma gana. Ué, nós também, ou se esquecem de Marquinhos e Léo Gago? Em relação à gana, ainda não a temos plenamente em função das prioridades emocionais. Ela virá, sim, mas apenas depois de estarmos mais seguros, mais adaptados à essa competição que é nova para o Avaí. Nosso maior adversário no momento é ela, a adaptação.

A série A possui muitas armadilhas, um glamour que pode afetar negativamente qualquer ser humano. Até ontem o Medina, por exemplo, viajava 4hs de ônibus por estradas esburacadas, descia numa pequena cidade catarinense, se hospedava num hotel legalzinho e no dia seguinte enfrentava um time “esforçado”, num gramado 50% toiça, 50% arião. Pois é, agora o mesmo Medina pega um confortável avião, durante 2hs é servido por belas comissárias de bordo, desce numa cidade "pecaminosa" como o Rio de Janeiro, hospeda-se num 5 estrelas e no dia seguinte enfrenta o Flamengo no maior estádio do Brasil. É de subir à cabeça ou não? Sem falar que em todos os lugares, lindas mulheres poderão se apaixonar por aquele corte de cabelo à lá John Lennon e convidar o moleque para largar a lateral e se lançar ao ataque. Caberá a Silas impedir esses "over-lappings" dos seus comandados.

Nunca na história desse país... ops... time, o equilíbrio emocional e a velocidade de adaptação à esse novo mundo dependeu tanto da batuta comandante Paulo Silas. O elenco do Avaí é esse, sem grandes alterações, mas o verdadeiro Avaí da série A ainda não. Não falo do elenco, que pra mim não muda, com exceção de alguns atletas que podem chegar para compor o grupo. Se é o suficiente ninguém sabe ainda, talvez só lá em dezembro. Reforçando isso, lembro de ter escrito em um post anterior que precisávamos de pelo menos cinco rodadas de prazo para termos uma melhor noção sobre a qualidade do grupo em relação ao nível dos outros times da série A. Vamos aguardar.

I love money

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Com uma boa dose de alegria e tristeza, noto um despertar simultâneo em ambos os lados de nossas pontes em relação ao tema do Marketing Esportivo. A tristeza fica por conta da eternidade que isso levou para acontecer, e a alegria porque parece que finalmente chegou. Esse é um daqueles assuntos que todo mundo acha que entende o suficiente só porque não sai da frente da TV. O primeiro sintoma dessa miragem profissional é pensar que Marketing é a mesma coisa que propaganda. Não é não. Se você quiser conhecer o conceito mais amplo pode procurar aqui na Wikipedia. Simplificadamente, costumo dizer que Marketing é a arte de observar as pessoas e transformar isso em um bom negócio para ambas as partes. Se você não as ouve, não conhece seus hábitos, seu poder aquisitivo, seus desejos e sua cultura, esqueça. Pegue aquela verba do panfletinho e invista em deliciosas pizzas em compania de sua família. É muito mais lucrativo.

Tenho ouvido muitos elogios ao Marketing do Corínthians. Reconheço que são ações que estão atraindo milhões de Reais para seu caixa, uma maravilha. Ma sei lá, parece que o timão não gosta de sua marca. O manto alvinegro, por exemplo, virou uma batedeira de logotipos, com exposição de até cinco marcas ao mesmo tempo. Tivesse eu uma grande empresa, não a estamparia na camisa deles hoje, por exemplo. Acho que o alvinegro paulistano age assim exatamente porque não conhece o perfil de seus torcedores, então adeus ao seu conceito de público-alvo. Chegou com grana, tá fechado, porque o que importa são os resultados à curto prazo. Não gosto de clubes que pensam apenas o “agora”, pois estes tendem a pensar assim por muitos anos, e sempre com a corda no pescoço. Sem um planejamento realmente consistente de médio e longo prazo, só resta à estes clubes a eterna parceria com "a Sorte e a Pomba do Divino".

Gosto mais do que faz o sempre grande São Paulo FC. Quando anunciou a criação da rede de lojas oficiais SAO Store, o clube avisou que não vislumbrava apenas um espaço para vender seus produtos. A iniciativa tinha como meta o estabelecimento de um mercado para a formatação de uma grife que usasse o clube como mote. Esse conceito foi consolidado com a inauguração de uma filial na rua Oscar Freire, principal pólo da moda de luxo em São Paulo. Isso é uma verdadeira revolução. A criação de uma grife de um clube é algo inédito no futebol brasileiro. Nem Vampeta, com a maravilhosa sacada de batizar os são paulinos de Bambi, conseguirá evitar que essa marca se torne ainda mais desejada por milhares de consumidores.

Os Bambis cuidam muito de sua MARCA. Não que eles sejam mais amorosos, é que eles não se sentem culpados em ganhar muito dinheiro. Sem parar.

Habemus Blogueirum

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Anthony
Pois é, era uma vez aquele Anthony que todos conheciam: pobre, feinho, cheinho, com aquele Escortzinho todo excangalhado, chamando todos os blogueiros avaianos de Senhor coisa e tal. O mundo dá voltas meus amigos. Agora ele é O CARA. O Avaí FC tem um blog oficial, e quem está à frente é esse aí de cima, com as vestes sacerdotais de quem detêm o acesso privilegiadíssimo às informaçõs mais quentes do Leão da Ilha.

Vejo esse advento como um sinal muito positivo no dia-a-dia dos avaianos que buscam notícias ágeis e sem “ruídos”. Espero sinceramente que essa ferramenta de Interatividade possa não apenas aproximar o clube do torcedor, como também nos proporcionar maior independência em relação aos grandes portais de notícias.


Ainda não sei se o Anthony vai continuar falando com a gente, acho que não, sei lá, agora é celebridade. Desde o último domingo esse figuraça gerencia o blog que já nasceu gigante, carregando a força de uma tradição de mais de 85 anos nas costas. A marca Avaí é fortíssima e atrás dela uma legião de apaixonados segue pronta a consumir produtos e serviços que tenham o escudo do clube mais respeitado de SC.

Mas como diria o tio do Homem Aranha "Grandes poderes trazem grandes responsabilidades". Qualquer erro, uma vírgula fora do lugar que seja, será notado por centenas de pessoas. As outras milhares que não perceberam aquela vírgula ainda assim analizarão se o texto é pertinente, completo e até mesmo verdadeiro. Sem falar que todos os meios de comunicação também ficarão ligadíssimos no endereço www.avai.com.br/blog.

Com tanta responsabilidade acrescida ao seu organograma de funções, seu salário deve ter recebido um incremento de uns... sei lá, 40%. É justo.
E dizer que já comi uma pizza ao lado desse cara e não pedi um autógrafo. Tanso.

Desafio feito, desafio aceito.

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avai inter
Acabo de receber esse e-mail do gauchinho Daniel Amoretti, meu querido primo da bela cidade de Canela/RS, torcedor fanático do Colorado dos Pampas. Esse "abobado" me desafia a certar o resultado de Avaí x Internacional, jogo a ser disputado no próximo domingo, às margens do Guaíba.

Meu querido amigo,
Com o excelente desempenho no Brasileirão série B do ano passado, e o consequente retorno do Avaí a primeira divisão, entramos tambem na situação de adversários clubísticos, algo que para mim é uma grande satisfação, sou um amante do futebol e dividir isso com esse meu grande amigo é motivo de orgulho. Por isso o convido a um desafio, pra ver se acertamos o placar deste clássico. No final de semana próximo, teremos no Beira-Rio o primeiro confronto deste ano pelo Campeonato Brasileiro entre Internacional e Avaí. O colorado vem poupando alguns titulares no Brasileirão, preservando as fases finais da Copa do Brasil que temos grande ambição de conquistar. Ainda assim o Colorado mantem 100% no campeonato, com 3 vitórias em 3 partidas, sendo 2 fora de casa ( Corinthians e Goias ). É líder isolado e vamos correr pra buscar esse título também. Acredito que, com o apoio de toda a “massa colorada” batemos o forte Avaí, em casa, pelo placar de 3 x 0, gols de Danny Morais, Giuliano e Andrezinho, para manter os 100% e a ponta da tabela.
É isso meu velho, aguardo tua participação.

Como não existe a menor possibilidade de que esse manezinho aqui baixe a crista para esse brasileiro lá do finzinho do Brasil, aqui vai o meu palpite: 1 x 0 pro Avaí, gol de Marquinho Santos com a perna esquerda, porque a direita ainda estará em fase de conquista de confiança. O ganhador paga um churrasco pro outro aí em Canela, em julho. Você, leitor do Avaixonados, pode participar desse toró de palpites também. Deixe aí sua aposta para esse jogão de domingo. Você não corre nenhum risco, nem de ganhar esse churrasco. Mas sei lá, vai que o blogueiro aqui se empolga com nossa vitória e resolve premiar o sortudo, hein?

Agora é pra valer

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Fim do período de adaptação
É isso mesmo, com apenas três rodadas o Avaí precisa esquecer sua posição de caçula da série A e partir para o futebol que se espera de um time que pretende lutar pelos lugares mais altos no melhor e mais disputado campeonato dos últimos anos. Juro que gostaria de ser mais flexível, mas o problema é que a tabela do Brasileirão não é. Precisamos acreditar que já estamos prontos, sob pena de lamentarmos mais tarde os preciosos pontos perdidos nesse período inicial. Ainda somos calouros, mas precisamos deixar de sê-lo rapidamente. A maioria de nossos adversários já são veteranos, então não temos alternativa a não ser acreditar que estamos na "universidade" do futebol brasileiro.

Para quem esperava um time que se intimidaria diante de sua inexperência em série A, o Avaí fez muito bem seu papel até aqui. Três jogos disputados, um bom futebol apresentado e nenhuma derrota. Essa é uma forma de ver as coisas. Também podemos dizer que são três jogos sem vitórias, sendo dois disputados dentro de casa. Jogamos bem com o Atlético Mineiro mas deixamos escapar uma vitória depois de um placar favorável de 2x0. Pescamos um ponto contra o Flamengo, esse sim um resultado muito bom. Hoje, diante do Coritiba, jogamos bem mas não conseguimos mais que um novo empate em 2x2. Estamos na 13ª posição na classificação geral, mas não vamos nos enganar: perdemos quatro pontos em casa, com um aproveitamento de apenas 33%.

Acabou-se o que era doce
Tivemos a sorte de enfrentarmos três times que vinham de jogos de meio de semana pela Copa do Brasil, dividindo sua atenção entre dois campeonatos. Eram times mais cansados e menos focados que o Avaí. Agora, sem muito tempo pra respirar, já temos pela frente o Internacional lá em Porto Alegre, favorito ao título de 2009. Depois recebemos em casa o poderoso São Paulo de Muricy Ramalho. É, nos tempos de vacas magras a gente perdia pro Criciúma mas já tinha um Atlético de Tubarão pela frente paa pagar por todos os nossos pecados. Quem mandou ficar famoso.


Renê respeitou o Avaí
Como já havíamos adiantado aqui, o técnico René Simões desistiu de poupar cinco jogadores. Ele deve ter assistido nossa apresentação no Maracanã e preferiu não arriscar um resultado que pudesse baixar a auto-estima da equipe nesse momento. Certo, ele. Apenas o volante Rodrigo Mancha e o atacante Ariel, que estão lesionados, não foram escalados pelo treinador. Começamos o jogo muito melhor, pressionando constantemente o Coritiba. Pra variar eles iniciaram jogando recuado e tentando explorar os contra-ataques. O jogo cresceu em emoção nos minutos finais do primeiro tempo, com dois gols simultâneos. O Avaí abriu o placar, com Muriqui, aos 34 minutos, completando um jogada de Evando. Um minuto depois, o Coritiba se aproveitou de uma bobeira antológica da equipe azurra e empatou, com Hugo, que ingressou na área e bateu na saída do goleiro. Aos 8 minutos do segundo tempo o Coxa virou o jogo, com Marcelinho Paraíba aproveitondo-se da lentidão do meio campo avaiano. O Avaí partiu para a pressão e chegou ao empate, aos 29 minutos, com Ricardinho, que havia acabado de entrar na partida.


Amanhã conversaremos mais sobre esse jogo. Assunto é que não falta, ô.

AVAÍ 2 X 2 CORITIBA
Ficha Técnica
Avaí: Eduardo Martini; Ferdinando, Turatto, Emerson e Uendel; Marcus Winícius, Pingo (Ricardinho), Muriqui e Caio; Evando (Bruno) e William (Luiz Ricardo).
Técnico: Silas Pereira.
Coritiba: Vanderlei; Pereira, Felipe e Demerson; Márcio Gabriel, Jaílton, Leandro Donizetti, Marcelinho Paraíba e Carlinhos Paraíba (Leozinho); Hugo (Bruno Batata) e Marcos Aurélio (Ramon)
Técnico: René Simões.
Arbitragem: Marcelo de Lima Henrique (RJ), auxiliado por Hilton Moutinho Rodrigues (RJ) Marco Aurélio dos Santos Pessanha (RJ).
Cartões amarelos: Carlinhos Paraíba, Jaílton, Felipe, Marcelinho Paraíba, Demerson (Coritiba); Evando, Ferdinando, Emerson, Eduardo Martini, Uendel (Avaí).
Gols: Muriqui, aos 33’/1º tempo, Ricardinho, aos 28’/2º tempo (Avaí); Hugo, aos 34’/1º tempo, Marcelinho Paraíba, aos 9’/2º tempo (Coritiba).
Público Pagante: 8.880
Público Total: 10.007

Renda: R$ 58.600,00

Agora é com a gente

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CampanhaTemperatura
Poucas coisas ainda não foram ditas sobre o jogo de hoje. As informações foram fartas durante toda a semana. Desfalques daqui e dali, cautela por todos os cantos e declarações comedidas. A despeito do Coritiba só pensar no jogo contra o Inter de POA, o técnico Renê Simões sabe muito bem que mais uma derrota pode ter consequência não muito positivas no elenco e torcida. Na minha opinião, o Coxa vem atrás de um empate. Já o técnico Silas, preocupa-se em implantar a filosofia de "pés no chão" no Avaí para superar o Coritiba, daqui a pouco na Ressacada. Isso porque, apesar de ainda não ter vencido na elite do futebol brasileiro (apenas dois empates), ele sabe muito bem que uma certa euforia já começa a bater às portas do clube.

Experiente, Silas não deve permitir que se sonhe acima do bom senso. Segundo ele
"Temos que tirar lições dos dois jogos iniciais da competição. Não podemos achar que, porque fizemos um bom jogo no Maracanã e podíamos ter saído de lá com a vitória, que agora as coisas serão facilitadas aqui em nossa casa. Além disso, temos que usar o exemplo do jogo contra o Atlético-MG para evoluirmos naquilo que foi bom e evitarmos repetir os erros. Não é a toa que eles estão nas semifinais da Copa do Brasil. O René Simões é um grande treinador e os jogadores são experientes e de ótima qualidade. É um time entrosado e que joga muito em velocidade; não podemos bobear em nenhum momento. Temos que colocar nosso modo de jogar desde o início para não sermos surpreendidos".

Dito isso, só nos resta lotarmos a Ressacada e sairmos de lá completamente roucos. Esperamos também que com as novas catracas não tenhamos mais a decepção de percebermos a discrepância entre o números de torcedores que nossos olhos enxergam e aquele que borderô anuncia. Continuo firme em meu
palpite de público para hoje: mais de 12.001.

Ora pois...

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Queda

Foco total

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É amanhã. Após longos 32 anos podemos ter novamente uma vitória na principal divisão do Campeonato Brasileiro. Segundo os jornais de Curitiba, apesar de ainda não ter vencido e ocupar a lanterna do Campeonato Brasileiro, o Coritiba não deverá entrar em campo com sua força máxima. A exemplo do que fez na derrota por 4 a 2 para o Santo André, sábado passado, o técnico René Simões admitiu poupar alguns jogadores no confronto da Ressacada, pensando no jogo com o Inter pela Copa do Brasil, na quarta-feira que vem. As ausências de dois deles é praticamente certa: o lateral-direito Márcio Gabriel e o atacante Ariel Nahuelpan, sendo que Márcio e Ariel ainda são dúvidas. Além destes dois, devem ficar de fora os volantes Rodrigo Mancha e Donizete e o atacante Marcos Aurélio. Não conheço estes jogadores do Coxa, mas também não acredito que Renê Simões incorra no mesmo erro de outros clubes que menospresaram o Brasileirão sob a desculpa que depois correriam atrás do prejuízo e ainda compensariam com sobras. O Fluminense que o diga. Tenho a impressão que desfalques por desfalques, as perdas do Avaí, com Leo Gago e Marquinho Santos, serão muito mais sentidas, pois são os cérebros do Avaí de hoje. Podem apostar, tal como o Avaí, o Coritiba virá à campo com o que tiver de melhor.

O que me chama a atenção é a total desmobilização dos torcedores para esse jogo de amanhã. Experimente acessar qualquer blog do Coritiba e você notará que só se fala no jogo da próxima quarta-feira, contra o Inter de POA. O único tópico na Comunidade do Orkut deles tem como título “Quando é o jogo de Floripa?”. Nós não temos nada com isso, é problema deles. A semana inteirinha a gente só pensou neles. Saímos na frente.

Série B onde?

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Como publicitário, uma de minhas manias é acompanhar tudo o que acontece nessa área mundo afora. Assim que soube da contratação de Fábio Fernandes, um dos expoentes da publicidade brasileira, pelo Vasco da Gama, fiquei à espreita só pra ver o que esse cara iria aprontar. Pois bem, mau chegou no Departamento de Marketing do clube carioca e já criou uma campanha de adesão de novos sócios que está estrapolando as fronteiras do Brasil. Com apenas 28 horas de funcionamento, esse novo programa de sócios com o slogan O Vasco é meu, já teve a adesão de 9.450 torcedores, incluindo pessoas de outros países. Eles precisam pagar a primeira parcela para confirmar a inscrição. O número supera todas as expectativas da diretoria. Na verdade, Roberto Dinamite, presidente do clube, ficou assustado.

Segundo o portal Globo.com “considerando que todos os novos sócios tenham optado pelo plano mais barato, de R$ 20 por mês, o clube já teria uma arrecadação bruta de R$ 189 mil mensais. O Vasco espera atingir ao longo da campanha a meta de cem mil sócios, uma marca que pertence ao Internacional de POA” e à mais ninguém. Mas Fábio Fernandes não parou só nisso, nos números. Ele foi um pouco mais adiante. Por meio de informações mais detalhadas no cadastro inicial, o clube consegue conhecer melhor o perfil do interessado. Além de nome, endereço e números de identidade e CPF, é preciso informar qual o grau de instrução, a profissão e o tamanho da camisa. Esse precioso banco de dados é fundamental para a continuidade do relacionamento clube-torcedor, pois só só nos relacionamos adequadamente com aqueles que conhecemos. O nome disso é fidelização.

Para concluir a adesão ao programa e virar sócio do clube é preciso fazer o pagamento da primeira parcela, no cartão de crédito ou por boleto bancário. São três categorias: Sócio Proprietário (R$ 45 mensais e o pagamento de R$ 500 pelo título), Sócio Geral (R$ 30 menais mais R$ 100 pelo título com direito a voto nas eleições) ou Torcedor Vascaíno (R$ 20 mensais).

Guardadas as devidas proporções e também ligado nessa necessidade de equilíbrio advinda de uma "carteira" de sócios, o Avaí se prepara para lançar a sua campanha visando mais 5.000 sócios, atingindo a cifra respeitável de 15.000 torcedores que dizem Tô Contigo todos os meses. Vamos aguardar com carinho pois acreditamos que boas novas cheguem à nação mais fiel de Santa Catarina. Já era hora.

Isso é Floripa

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Pois antão, promessa feita, promessa cumprida. Aconteceu hoje de manhã o pagamento que o lado festivo e folclórico da cidade tanto esperava. O colunista Miguel Livramento passou às mãos de Eduardo Martini o "troféu" pelo campeonato conquistado do Campeonato Catarinense de 2009.

Assistindo a cerimônia de entrega me deu aquele orgulho manezinho de ver um pedaço da nossa cultura passando diante de mim e de minha família. Chamei esposa e filhos pra frente da televisão, claro. Tive que explicar primeiro as características de um Curió (valeu Google), depois o porque da premiação e por fim o que aquele povaréu todo estava fazendo lá. Foi o encontro da Manezisse com a Avaianidade. Tudo de bom. Foto Blog do Leão da Ilha

Post aqui, só à tarde.

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Para entender, clique na imagem.

Que beleza é a simplicidade

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O Criciúma decidiu abrir seu departamento de marketing para a participação de torcedores. Na noite da última terça-feira, diretores do clube tiveram uma reunião com representantes de uma de suas organizadas para debater futuros para o segmento. O diretor de marketing do clube, Jairton Manique Barreto, fez algumas propostas para os torcedores. As principais metas do dirigente são aumentar o número de pessoas presentes nos jogos do Criciúma neste ano e aprimorar o relacionamento desses adeptos com o clube.

Em contrapartida, os torcedores apresentaram ao clube uma proposta para trabalhar com crianças de Criciúma. A proposta do grupo é selecionar 30 garotos de escolas municipais ou projetos sociais a cada jogo do clube como mandante, levá-los ao estádio e fazer ações de fidelização. O projeto foi rapidamente aceito pela diretoria. Diante disso, deve começar a funcionar neste domingo, dia 24 de maio, quando o Criciúma jogará contra o Marília pela primeira rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. Foto (para agradar os leitores) de Gabriela Fagundes - Miss Criciúma 2008

No domingo eu vou

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CampanhaTemperatura
Milhares de carros em uma pista simples e com um acesso único. Duas horas para ir, três horas para vir. Filas intermináveis. Quem em sã consciência enfrentaria tamanho calvário para assistir uma partida de futebol? Ah, meu amigo, se for jogo do Avaí eu te respondo: uma nação inteira, um bando de alucinados com o sangue apaixonadamente fervente serão levados pelo "Insano de Oliveira" à Ressacada, o nosso templo mágico, ao quadrado verde onde esse Avaí faz côsa.

Domingo será assim. Um mar azul tomará conta do sul da ilha. Gente vindo de Santo Amaro, Biguaçu, Palhoça, São José e de cada recanto desse estado onde pulse um coração avaiano. Você duvida que venha pessoas de outras cidades? Eu te entendo, esse Avaí faz coisas que a gente duvida. Imagina que já levou 5.000 à um “treininho mixuruxa”, mais de 2.500 para o distante Maracanã e desafiou a lógica da engenharia colocando quase 20.000 na decisão do catarinense desse ano.

Como é impossível aumentar a temperatura da Ressacada, estacionada nos 100°C desde sua inauguração, só nos resta fazer estremecer as arquibancadas, ensurdecer o time adversário e levar os 11 que carregam nosso manto sagrado à primeira vitória no campeonato brasileiro. Eu, você e milhares de Avaixonados fantasiados de azul e branco estarão lá. Sentados, em pé, molhados, engessados, não interessa, nós estaremos lá. Todo mundo já sabe que o Avaí não tem torcedor, nunca teve. Quem tem torcedores são os outros.

Meu palpite de público para Avaí e Coritiba? Mais de 12.001 pagantes, com certeza.

O canibal vegetariano

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Parece que a pauta do dia é o projeto do Avaí FC que planeja chegar de imediato aos 10 mil sócios e a 15 mil até julho. Isso significará um aporte financeiro da ordem de até R$ 8 milhões apenas com associados nesse ano. Esse assunto está diretamente relacionado à novela dos preços dos ingressos cobrados na Ressacada, considerado hoje o mais caro do Brasil. As reclamações se avolumam em todos os blogs e na Comunidade do Orkut. Tocar nesse tema é garantia de discussões acaloradas e sei disso porque esse excelente arranca-rabo já aconteceu aqui mesmo no Avaixonados. Desde o início me posicionei claramente a favor da estratégia do Avaí em cobrar o valor de R$50 para os jogos na Ressacada, como forma de “convidar” os torcedores a se associarem, garantindo assim uma fonte de renda estável. Apesar de impopular e excludente, sempre vi como sendo o formato correto sob a ótica comercial. Penso que o problema em ingresso mais acessíveis é que ele permite que o torcedor comum vá ou não ao próximo jogo, o que é péssimo para uma empresa que precisa se planejar com antecedência para seus custos fixos. Com o sócio acontece diferente: indo ou não ao jogo, a grana já está no caixa. O sócio é o “salário fixo” do Avaí.

Pois bem, eu nunca tive dúvidas disso, mas meu ouvido é treinado para o Marketing, e Marketing é o exercício diário de escutar o que as pessoas falam e só então direcionar as estratégias de vendas. Diante de tantas reclamações só me restou repensar esse assunto. Numa breve pesquisa descobri que o torcedor colorado, por exemplo, poderá assitir o jogão de hoje à noite no Beira Rio por R$30,00 (inteira). Poderia citar outros números Brasil afora, mas só esse dado já é o suficiente para que eu faça o meaculpa: errei em minha forma de pensar, o valor do ingresso na Ressacada é injusto. Mas não apenas isso, é também ingênuo, pois essa estratégia parte da premissa de que o time estará bem durante todo o campeonato, o que fará os ingressos e o quadro social serem disputados à tapa. Essa forma de ver os negócios da parte do Avaí fica claro quando lemos no ClicEsportes que “Para conseguir os novos sócios, o Avaí aposta em bons resultados da equipe na Série A do Brasileirão e em campanhas de marketing que devem ser divulgadas em breve”.

O problema é que esses bons resultados podem não acontecer. E aí, faremos o que agora? A solução então seria uma atitude constrangedora, a diminuição destes valores com o campeonato em andamento, o que seria uma prova cabal de imaturidade comercial: “Poxa, com essa a gente não contava”. À estas alturas a Marca Avaí já estaria chamuscada, o relacionamento com o torcedor abalado e os custos para a reversão desse quadro seriam altíssimos. Todos perderiam.

Ok, mas consideremos que o Avaí nem pense em rediscutir esse assunto. Tudo bem, vamos respeitar as diretrizes do clube. Podemos então repensar a obrigatoriedade de pagamento das três mensalidades adiantadas (mais custos de carteirinha). Estes R$135 representam 30% de um salário mínimo e demonstram a inflexibilidade do gerenciamento do relacionamento clube-torcedor, onde percebemos um caminhar de costas para princípios básicos de captação de novos associados no futebol moderno. Há clubes no Brasil que cobram apenas a primeira mensalidade, parcelando-a em até tres vezes no cartão. O Avaí precisa ouvir seus torcedores e entender que eles tem direito, sim, ao futebol nosso de cada dia. Nada contra se manter firme em suas estratégias, mas repensá-las com carinho quando as reclamações do torcedor se avolumarem, é prova de inteligência emocional e até mesmo comercial. Aprendi na faculdade e na vida profissional que em Marketing tudo dá.

A estratégia do Avaí me lembra aquele canibal que jura ter se tornado vegetariano só porque passou a comer apenas as batatas da perna e a planta dos pés de suas vítimas. Vamos repensar aí, mô timo.

A onda avança

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O jornalista Lédio Carmona, em seu blog na SporTV, é outro conceituado profissional de comunicação do eixo Rio-São Paulo que notou um certo time do sul do Brasil, caçula na série A do Campeonato Brasileiro. Vamos ao seu post de hoje:
Não sei qual será a posição final do Avaí no Campeonato Brasileiro. Mas tenho certeza de que o time catarinense não entrou na competição para fazer papel de bobo. O estádio é bom, o time, razoável, o treinador, revelação, e a torcida, fundamental nesse processo, abraçou o projeto. Os avaianos valorizam estar na primeira divisão. E nela querem permanecer. A presença de 3 mil torcedores do clube, sábado, no Maracanã, contra o Flamengo, foi digna de aplausos. O catarinense aplaudiu, torceu, fez o seu papel e mostrou ao time que estará sempre ligado. Isso mostra cumplicidade e disposição para aguentar uma maratona de 38 rodadas. Para jogar a Série A do Brasileiro, é preciso mais do que um time. É necessário postura e vontade de ficar. Para entrar no Brasileirão e fazer cara de paisagem, é melhor nem tentar. O Avaí dá pinta de querer fincar raízes. O caminho é esse. Parabéns aos avaianos! A receita é essa.

A coisa tá "melhorando"

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Ate a semana passada duas grandes empresas do setor alimentício catarinense não queriam "namorar" o Avaí. Agora é só uma.

O título desse post poderia ser Veja o lado bom das coisas, nem que seja na marra.


Eu sei, forcei a barra.

A coisa tá piorando

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Prestes a ter seu contrato de patrocínio com o Vasco, a Champs lamenta a quantidade de empecilhos que encontrou desde que firmou o compromisso. Um dos principais, que ainda incomoda a marca paulista, é o bloqueio de suas contas. A ação foi promovida pela Polícia Federal após uma denúncia de lavagem de dinheiro supostamente falsa, assinada por Roberto Dinamite, presidente do clube carioca, e Luiz Américo, vice-presidente jurídico.

O imbróglio começou em meados de março. Na ocasião, a denúncia foi feita à Justiça de São Paulo, que tomou as providências cabíveis e congelou as contas da Champs. Logo que foi informada do processo, a empresa comunicou o Vasco, que negou qualquer participação e se dispôs a auxiliar na defesa das acusações. "Na hora o presidente entrou em contato com o meu [departamento] jurídico, que, com o Luiz Américo, tentou quebrar a denúncia. Isso para totalmente o mercado. Até os bancos ficam receosos quanto ao contrato", disse Mari Leandrini, proprietária da Champs.

Até o momento, a situação não foi desfeita, e complicou as condições financeiras da empresa. A executiva alega, inclusive, que teve de vender uma propriedade em Ilhabela para pagar parte do compromisso assumido com o Vasco. Leandrini, prefere, no entanto, não apontar suspeitos. "Eu sei que o presidente, e um grupo de dirigentes que sempre me tratou bem, não foi, mas o resto eu já não sei. São documentos montados, e a vontade de quem fez isso não é destruir a Champs, mas destruir o Vasco", disse a executiva.

Fonte: Máquina do Esporte

Panela de Pressão

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Nosso próximo adversário só pensa "naquilo", na Copa do Brasil. Isso é ótimo, aliás, torço para que se classifiquem hoje. Logo abaixo alguns trechos de uma matéria falando da decisão de hoje com a Ponte Preta:

O Coritiba encara uma verdadeira decisão na noite desta terça-feira (19), a partir das 20h30, diante da Ponte Preta, que define quem passa para a semifinal da Copa do Brasil e o técnico René Simões acredita que é preciso passar confiança aos atletas e que nada está definido. Mas agora o pensamento é na Copa do Brasil e a tranqüilidade é fundamental para administrar essa pressão. “No momento certo as coisas acontecem. É preciso muita calma e não podemos queimar qualquer jogador por causa do mau humor de qualquer um”.

O resultado construído fora de casa ainda não garante nada. “Você não pode achar que o 2x2 acabou, porque não acabou. Uma vitória simples classifica a Ponte Preta. Então tem que ter muita atenção. Espero que a gente corrija algo que aconteceu nos últimos três jogos que preocupa muito. É você sair na frente e causar um relaxamento na marcação”. E depois de poupar alguns jogadores, a equipe deve ir com força máxima. Alguns atletas revelam que o desgaste vem sendo grande. “O desgaste é muito grande. Temos que estar inteiros”, conta Felipe. “Acho que a torcida vem angustiada e espera uma resposta pelo que aconteceu, é natural. Espero que tenham paciência, são competições diferentes. Só não vou concordar quando dizem que a Copa do Brasil é de menor importância”, acredita. “Pergunte ao Sport se ele se arrependeu de ter jogado a Copa do Brasil e depois a Libertadores. Não podemos nem garantir que vamos nos classificar, mas temos que encarar com muita seriedade, porque em cinco jogos podemos chegar a Libertadores da América”, finaliza.

Rapidinhas do Avaí

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. O departamento médico do Avaí tenta liberar o meia Odair, que está no departamento médico, com uma tendinite no tendão do joelho. O jogador poderá ser liberado para o jogo de domingo contra o Coritiba.

. O meia Marquinhos ainda continua em tratamento e a tendência que seja liberado no final do mês.

. O zagueiro Douglas, que está no Flamengo e jogou a série B ano passado pelo Santo André, foi oferecido ao Avaí.

. Luiz Albeto, da L.A.Sports irá conversar com a comissão técnica para saber se existe ou não o interesse, se existir o atleta assina com o Avaí.

. Os jogadores nesta segunda-feira estão de folga e retornam amanhã aos treinamentos.

Informações by Fabiano Linhares

Agradecimento aos 100

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No dia de ontem o blog Avaixonados completou 40 dias no ar. Caprichosamente também completou o quadro de 100 associados, que é a forma como vejo as pessoas que clicaram no quadradinho ao lado e declararam seu voto de confiança em uma pessoa que conhecem apenas de ler. Não fiz qualquer campanha ou pedido mais enfático, nem um chaveirinho sequer. Estes 100 são o que há de melhor aqui, pois são os que atestam legitimidade ao Avaixonados e por isso a eles presto contas todos os dias à frente desse espaço de interatividade com o torcedor avaiano.

Esse não é um blog do Avaí, também não é um blog avaiano, na verdade é um blog para aqueles que considero os melhores torcedores avaianos. Pode até perecer a mesma coisa, mas não é não. Em meu trabalho costumo perguntar aos empresários qual é o seu público-alvo. Em mais de 90% das vezes recebo como resposta um lindo e simpático “todo mundo”. Nada mais equivocado, pois quem vende pra todo mundo acaba não vendendo pra ninguém. O público que busco para esse blog são os melhores avaianos, aqueles que são capazes de acrescentar algo de bom ao clube de nosso coração, seja por meio de elogios ou até mesmo críticas, que sempre são bem vindas. Cada um com o seu melhor, dentro de seus limites e características pessoais, mas sempre com um algo a mais que o já tradicional VAMU, VAMU, AVAE! Nada contra, mas isso só ajuda mesmo lá dentro da Ressacada, o palco perfeito para nossa paixão.

Vejo um blog como uma mídia de comunicação que tem como característica principal a troca de idéias entre o autor e os leitores. Um bom blog tem menos de seu autor, um mero incentivador de debates, e muito mais de seus leitores. O melhor do Avaixonados não são os posts, mas os comentários das pessoas que dão de graça idéias fantásticas sob pontos de vista completamente diferentes. Claro que me refiro aos comentários que acrescentam, que colocam visões alternativas e até mesmo opostas, mas de forma civilizada.


Sei que estou na contramão do Google Adsense, mas não dou a mínima para o número de acessos. Até tenho um contador pra isso, mas fica lá no final do sidebar, onde dou uma espiadinha uma vez ou outra. O peso nos meus ombros aumenta mesmo é com o aumento do número de seguidores. À vocês 100 meu mais sincero agradecimento. Aqui o acesso é livre para todos e todos podem ler o opinar acerca de tudo, mas saibam que minha responsabilidade é para com vocês, pois é para vocês que penso e escrevo sobre o Avaí nosso de cada dia todo santo dia.


Gerson dos Santos
Leitor nº1 dos 100

Agora sim

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Prezados leitores,
parece que nem tudo está perdido. Há um fio de esperança no ar. Ainda é domingo e já temos a capa do jornal Notícias do Dia de amanhã, dia 18. Para nossa alegria não temos nenhum time de outro Estado Brasileiro estampando esta importante página, mas sim um time de Florianópolis. Melhor ainda, uma foto do jogo de sábado entre Avaí e Flamengo. Cada povo tem o jornal que merece, por isso se não somos respeitados a culpa é nossa mesmo. Cidadania é um conjunto de direito que se conquista todos os dias.
É um pequeno passo para um jornal "manezinho", mas um grande salto para toda Santa Catarina.
Será que foi por causa do Flamengo? Vamos acompanhar a coerência editorial do pessoal à partir de hoje e aguardemos para ver o que o DC nos trará.

Orgulho de ser CATARINA

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Na entrevista de Silas para Juca Kfouri nessa quinta-feira passada ele citou que às vezes percebe uma coisa de falta de auto estima em nosso futebol. Alguns talvez não tenham entendido essa dica de ouro, mas eu acho que pesquei o sentido da coisa. Espia só:

Em Santa Catarina
Manchete do ClicEsportes - Avaí segura Flamengo e empata a partida no Maracanã
Blog Os Impedidos (Jlle) - Para sorte do Avaí, Fla já depende de Adriano.

Lá fora
Juca Kfouri (SP) - ... o Flamengo que jogará em Santo André seu próximo jogo e que só não perdeu no fim porque Lima chutou em cima de Bruno".
Marcelo Damato (SP) - O Avaí, aliás, mostrou vontade para continuar na Série A. O time está colhendo frutos de um trabalho de mais de um ano com o técnico Silas.
Arthur Muhlenberg (RJ - Lógico, muita gente viu o jogo com os olhos e não com o coração e, como eu, perceberam que os catarinas estiveram mais perto da vitória do que nós.

A minha dúvida
Com os excelentes resultados dos dois clubes da capital nesse fim de semana, que foto estará estampada nas capas dos jornais de Florianópolis nessa segunda? De times de São Paulo, Rio de Janeiro ou Rio Grande do Sul?

Prazer, Avaí.

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Assisti FlamengoxAvaí com mais de 60 avaianos num boteco aqui perto de casa, que por 90min foi a nossa Ressacada. Para nossa alegria concluímos unanimemente que perdemos dois pontos. Sim, jogando fora de casa, no templo sagrado do futebol brasileiro e contra um dos favoritos ao título do Brasileirão de 2009, afirmo com muito orgulho que perdemos dois pontos. Resumidamente vi o mesmo jogo de uma semana atrás, só que ao contrário: durante os primeiro 70min nossa equipe não acreditou que dava pra ganhar e nos 20min finais acendeu a luz do claro de dá. E quase deu.
Se os dois times estivessem em campo com camisas diferentes das oficiais, o Avaí de laranja e o Flamengo de cinza, por exemplo, teríamos sérias dificuldades para identificar quem era o “grande” e quem era o “pequeno”. Nesse jogo de hoje só percebi essa diferença pela atuação da arbitragem. O senhor Francisco Carlos do Nascimento, de Alagoas, fez o óbvio: protegeu o time “grande”. Cartões amarelos equivocados, penalti não dado ao Avaí e 4min de acréscimo em um jogo que não teve interrupções relevantes. Por ironia, quase decretamos uma vitória histórica justamente nestes acréscimos.

Para quem ainda duvidava, o Avaí não está na série A passando férias, de passagem como uma chuva de verão, saiba que esse time conquistou o acesso à elite de forma irretocável, foi campeão catarinense com soberania e neste primeiros dois jogos deu pistas de ser um sério candidato à uma Sulamericana, por exemplo. Exagero? Cuidado, você não conhece o meu Avaí.

Como de hábito, procurei uma imagem para ilustrar esse jogo, mas em todos os portais encontrei apenas fotos tendenciosas que “privilegiavam” o time rubro-negro. A única bendita, aquela ali de cima, surrupiei da Comunidade Avaiana no Orkut, do meu querido Thiago Pravatto. Em protesto a isso, acrescentarei o comentário de Juca Kfouri, um dos poucos jornalistas que viram o mesmo jogo que os 60 avaianos lá do boteco: "E já que o Fla não fazia, o Avaí tratou de tentar e foi vítima de um pênalti claro de Willians em Evando, aos 12 minutos. Em seguida, Josiel, de cabeça, perdeu mais um gol e mais adiante exigiu mais uma grande defesa de Eduardo Martini, aquela velha coisa de ataques pouco certeiros fazerem o nome dos goleiros. Tanto que Bruno fez uma lambança e quase permitiu o gol catarinense, ao tentar sair driblando Evando e ao passar a bola no pé de Lima. Como para o Flamengo que, aliás, jogará em Santo André seu próximo jogo e que só não perdeu no fim porque Lima chutou em cima de Bruno".

Não parece, mas é o Rio

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Manchetes e fatos

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Normalmente eu gosto muito da imprensa brasileira. Tô falando sério. Digo isso não por concordar com tudo o que ela diz, muito pelo contrário. É que acho divertido ficar fuçando as armadilhas escondidas nas entrelinhas. Aqui em Floripa ambas as torcidas vêem os meios de comunicação como o inimigo comum, o que acho uma forma limitada de ver as coisas. Quando olho pra frente vejo-os como nossos aliados. Fico à vontade para dizer isso pois basta olhar os posts anteriores para perceber que tenho meus pontos divergentes em relação a eles, mas jamais tomei a iniciativa de destratá-los. É esse o grande desafio dos relacionamentos, quando conseguimos mantê-los num bom nível de respeito mesmo diante das diferenças. POr isso preparem-se: muito em breve, blogueiros e meios de comunicação sentarão à mesa para uma conversa séria. Isso ainda não tem data certa, mas também não tem volta, como também não tem volta o crescimento dos blogs como meio de interatividade e comunicação.

Falei de armadilha e dou um exemplo. Entrei na página do Flamengo na Globo.com e me deparei com essa Manchete: "Para espantar 'inhaca', Fla recebe o Avaí com força máxima no Maraca". Logo abaixo um sub-título desrespeitoso dizia "Com equipe titular, rubro-negros querem 'abrir a porteira' contra o Leão da Ilha, que volta ao Maraca após 35 anos". Entretanto, no corpo do texto, Cuca, o técnico rubro-negro declara:
- (...) Faz muito tempo que o Avaí não joga no Maracanã e isso é uma motivação. O time é muito bom e organizado. Conheço muito bem.
Léo Moura vem logo depois fazendo coro com o treinador:
- (...) e o Avaí vai vir empolgado. Temos que assimilar a importância da competição. O Silas foi um grande jogador e não é bobo. Nenhum jogo vai ser fácil.
Conseguiram entender? Se os motivadores emocionais do Avaí quiserem, é só imprimir os títulos dessa matéria e pregar nas paredes dos vestiários do Maracanã esta tarde. A imprensa carioca atrapalhou um pouquinho a equipe rubro negra. Lá e cá uma parcela da imprensa pode não respeitar o Avaí, mas o Flamengo respeita. E pra provar que não tenho nada de pessoal contra ninguém da imprensa catarinense, usei a imagem do meu querido Miguel para ilustrar meu palpite para hoje no Maraca: 1x0 pro Leão. Foto J.L. Cibils

Avaí fecha patrocínio

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A ascensão à primeira divisão do Campeonato Brasileiro potencializou as receitas do Avaí. A evolução foi confirmada nesta semana, quando o time catarinense acertou contrato de patrocínio com a empresa de materiais elétricos Andra. A marca será exposta nas camisas do Avaí a partir deste sábado, quando o time catarinense visitará o Flamengo em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O contrato tem validade até o fim do ano, sem valores divulgados.

Desde que foi promovido à elite nacional, o Avaí teve uma evolução de receita com patrocínio de R$ 1 milhão para R$ 3 milhões. Além disso, conseguiu aumentar consideravelmente a cota que recebe das emissoras de TV. "Foi uma evolução de dez vezes na cota de TV. Tudo isso, mais uma série de pequenas receitas, mudou consideravelmente a nossa situação. Sabemos que ainda é pouco para uma equipe de Série A, principalmente em comparação com o que os times mais ricos gastam com futebol por ano. A distância é grande, mas nós estamos evoluindo", disse o presidente do Avaí, João Nilson Zunino.

O principal espaço nas camisas do Avaí, que é fabricada pela Champs, é ocupado pela distribuidora Pauta. O clube catarinense ainda possui acordo comercial com a rede de planos de saúde Unimed, e contabiliza uma série de parceiros menores em diferentes segmentos.
Em 2008, a receita do Avaí girou em torno de R$ 8 milhões. Neste ano, o time de Santa Catarina pretende superar os R$ 21 milhões. O motivo para a evolução tão contundente: a equipe foi promovida para a primeira divisão do Campeonato Brasileiro pela primeira vez em 30 anos. "É uma substancial diferença. Além de termos melhorado a nossa participação com TV, temos uma série de fatores importantes, como patrocínios e relações com o quadro de sócios-torcedores", contou o presidente do clube, João Nilson Zunino.

Série A triplica receita anual do Avaí
O incremento em seu programa de sócios é o fator mais festejado pelo Avaí entre os pilares para a ascensão financeira da equipe catarinense entre uma temporada e outra. O time catarinense tinha 2,5 mil cadastrados em 2006, já ultrapassou 10 mil e pretende atingir 15 mil ainda neste ano.
"É interessante que mesmo em partidas importantes, não conseguíamos presença acima de 75%. Muitos torcedores preferiam pacotes de pay-per-view, até pela dificuldade de acesso à Ressacada. Se tivéssemos algumas alterações no trânsito e facilitássemos a chegada ao estádio, esses números seriam ainda maiores", projetou o mandatário.

Uma das apostas do Avaí para aumentar o número de sócios é um programa para o crescimento do clube fora da Grande Florianópolis. A ideia é oferecer a possibilidade de ver jogos na Ressacada para pessoas que visitam a capital ocasionalmente. O Avaí também usa como estratégia um aumento no número de produtos licenciados. Segundo Zunino, a expectativa é atingir até 3 mil objetos em 2011; "A maior prova do nosso potencial é que vendemos 50 mil camisas oficiais no ano passado". O valor desembolsado pelos sócios-torcedores do Avaí depende do tipo de plano em que eles se cadastram. O tíquete médio é de R$ 55, o que gera uma previsão de receita superior a R$ 7 milhões para este ano com esse programa. O time catarinense ainda arrecadará R$ 3 milhões com patrocínios, valor três vezes maior que o de 2008. Fonte Máquina do Esporte

Porque (sempre) não?

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Juro que não “empombei” com a Perdigão, poderia ter escolhido qualquer outra grande empresa catarinense, mas apenas para reforçar a opinião que dei no post Patrocínio dos Sonhos, quero contar mais uma notícia que saiu ontem. A gente sabe que atualmente o Corinthians muda mais de patrocinador que as mulheres mudam de shampoo. Pois bem, essa mudança constante de patrocinadores expostos na camisa deles não acabou nem depois de o clube alvinegro ter assinado com a Batavo até o fim da Copa São Paulo de 2010. No próximo domingo, quando jogará com o Botafogo, o time do Parque São Jorge substituirá o parceiro pela Perdigão numa ação de marketing pontual. A mudança faz parte de uma estratégia da Perdigão para o lançamento de uma nova linha de produtos. A empresa é proprietária da Batavo desde 2007 e foi a responsável pela negociação de patrocínio ao Corinthians. Essa ação tem como objetivo fortalecer a marca da Perdigão no mercado brasileiro.

Como quero comentar num próximo post a auto-estima avaiana citada por Silas na entrevista de ontem à Juca Kfouri, me pergunto porque uma empresa daqui de SC não pode fazer a mesma coisa através do Avaí que está no mesmo campeonato que o Corínthians disputa? Obviamente os valores seriam muito diferentes, pois os clubes têm apelos comerciais diferentes. Tente imaginar a Tramontina patrocinando o Palmeiras, por exemplo, e não patrocinando um time gaúcho. Nos falta espírito crítico, noção de cidadania e auto-estima comercial.

Espiando o adversário

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Acompanhei o jogo de ontem entre o Flamengo e o maior favorito ao título brasileiro de 2009, o Internacional. O melhor ataque do Brasil foi contido por um time aguerrido, que corre muito e que aparenta ter se entregue de corpo e alma à Copa do Brasil. Não me surpreenderei se pouparem alguns jogadores para o jogo contra o Avaí. Porém, o time rubro-negro não conseguiu atingir sua meta, que era a vitória em casa, mesmo com a ajuda constante de seus laterias, Leo Moura e Juan, que não páram de subir um só momento. São infernais, bem mais que os dois da Chapecoense, claro.

Pressão emocional
Se atrás o Flamengo foi eficiente, o mesmo não se pode dizer de seu ataque, que apresentou o velho problema de finalização, com boas chances que pararam na trave ou no goleiro Lauro, do Colorado. Costuma-se dizer aqui no Brasil que o time que mais criou oportunidades é aquele que merecia ter ganho o jogo. Penso exatamente ao contrário: se criou mais e não traduziu isso em gols, foi também o mais imcompetente. Não merecia ter ganho mesmo.
No fim da partida, a torcida reclamou do empate sem gols em casa. Se é verdade que nosso próximo adversário vêm de um título estadual, também é real o desgaste emocional de uma derrota na estréia do Brasileirão para o Cruzeiro e esse meio-insucesso no primeiro jogo da Copa do Brasil. Se eu fosse o Cuca estaria com minha cabeça voltada para a próxima quarta-feira, no jogo de volta do Beira Rio. Afinal de contas os “especialistas” apontam o Avaí como virtual rebaixado, certo?

Precisamos aproveitar
Pegamos o Atlético vindo de um desgastante jogo contra o Vitória pela Copa do Brasil e não soubemos nos aproveitarmos disso. A situação se repete com o Flamengo, que jogou no meio de semana enquanto assistíamos sua via-crúcis direto das poltronas do CFA da Ressacada. Me parece justo: trocamos Marquinhos, Caio, Odair, Rafael e Silas (talvez) pelo cansaço e desconcentração de nosso adversário. Pensando bem não é justo não.
Iniciei a semana pensando que um empate seria um placar normal para sábado, mas diante desse cenário fico me preparando para sairmos do Maracanã com quatro pontos na tabela. Maluquice? Claro que não. Ainda me lembro daqueles primeiros 70min contra o Atlético Mineiro.

Lá na Espanha

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Reproduzo aqui um texto de Marcelo Damato, blogueiro do Lancenet. Ele fala de um fato ocorrido na Espanha onde me chamou a atenção a união de duas torcidas adversárias por uma causa comum. Interessante.

"Um escândalo explodiu nesta quarta no futebol da Espanha. E não tem nada a ver com futebol, mas com política. O palco foi a partida entre Athletic Bilbao e Barcelona, pela final da Copa do Rei. Como em jogos dessa importância, foi tocado o hino nacional da Espanha. E como quase sempre acontece diante de platéias bascas ou catalãs - regiões que concentram grupos nacionalistas e separatistas-, o hino foi vaiado. E num jogo entre um time basco e outro catalão, a vaia foi intensa. Até aí, nada de inesperado. Mas a TVE, a maior TV do país, decidiu não mostrar a execução do hino, só um momento e com o som ambiente desligado. Ficou mostrando cenas de torcedores em Barcelona e em Bilbao.
No intervalo, a execução do hino foi exibido. Mas, para surpresa geral, o som das vaias não estava presente. Havia sido apagado. Além disso, o narrador da TVE disse que não havia exibido o hino ao vivo por “problemas técnicos” e que ele estava sendo exibido ali, fielmente.

As imagens mostravam apenas os setores da arquibancada em que não havia vaias. O caso ameaça crescer. Alguns políticos e militantes políticos querem saber quem deu a ordem de apagar a vaia e puni-lo. Afirmam que se trata de censura. Por outro lado, alguns jornais simplesmente omitem a informação dos leitores.
Se há animosidade em relação à Espanha, o mesmo não se pode dizer de uma torcida em relação à outra. Pela tendência separatista comum, não há rivalidade entre as torcidas, pelo contrário. A união foi tamanha que os torcedores de um time gritaram o nome do outro e os rivais fizeram o mesmo em retribuição". Foto Marca.com

Já vi na Ressacada

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A torcida do Flamengo não perdeu a chance de tripudiar em cima dos colorados ontem à noite. As arquibancadas do Maracanã recordaram a conquista da Copa União de 1987 e os torcedores exibiram um mosaico com o ano do título. Na ocasião, o Rubro-Negro carioca venceu o módulo verde da competição, deixando os gaúchos em segundo. Se fosse aqui na Ressacada não poderia, seria desrespeito ao adversário.
Isso não é nenhuma novidade para nós avaianos. Lembram do mosaico que o Setor B armou no clássico de 15 de março? Maravilhoso.

Leão busca zagueiro e lateral

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O proprietário da LA Sports, parceira do Avaí, Luiz Alberto Oliveira, afirmou nesta quarta-feira que o Leão da Ilha procura um zagueiro e um lateral-direito para fechar o elenco para disputa da Série A do Campeonato Brasileiro. Segundo Luiz Alberto, a busca pelos atletas é feita com cuidado.

- Tem que ter muito critério, não dá para apostar no Campeonato Brasileiro. Se for para trazer algum jogador que a gente tenha dúvida, melhor segurar para trazer o nome certo. Existe uma entressafra de zagueiro e lateral-direito, mas estamos analisando para não errar a contratação.

Um dos jogadores que estão sendo analisados é o lateral Eduardo Ratinho, atualmente no Fluminense, mas que teve passagens pelo Corinthians e pelo futebol francês e russo.

- Houve negociações, conversas, mas como o jogador não vinha sendo aproveitado no Fluminense e havia questões com um clube francês e o Corinthians, ficamos em stand by para ver o que acontece. Pedi para a comissão técnica analisar alguns jogos dele. Se interessar, pode ser que o Avaí vá atrás. Fonte Globo.com