Comemorando a solidariedade

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Avaí pode se casar com a noiva infiel

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Nessa semana assisti Questão de tempo, filme que conta a história do jovem Tim, que ao completar 21 anos recebe a notícia de seu pai de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado. Sua primeira decisão é usar esta capacidade para conseguir uma namorada, mas logo percebe que alterar o que já aconteceu pode provocar consequências inesperadas. Bom filme, pode pegar sem medo na locadora.
Lembrei dessa película ao ler detalhes da reunião do Conselho Deliberativo do Avaí no Infoesporte e no blog de Paulo Branchi, dando conta que a ICT tem até o dia 10 de setembro para honrar o contrato de patrocínio das camisas azurras, firmado há três meses. Apesar disso, na mesma reunião, Nilton Macedo mostrou os projetos que contemplam a modernização da Ressacada (pela ICT), incluindo uma arena e um empreendimento no local do CFA.
O filme e a "novela" envolvendo o Leão da Ilha e a multinacional chinesa não se encontram no momento em que Tim, já morando com a amada vivida pela belíssima Rachel McAdams, decide pedi-la em casamento. Oras, se já viviam juntos e eram felizes, qual seria a utilidade de um papel assinado na vida deste casal já tão estável emocionalmente? Mas coincidência ou não, apenas após o evento matrimonial é que se sentem mais tranquilos para decidiram ter filhos.
É nesse ponto que o Avaí está fazendo ao contrário. Já tem um acordo pré-nupcial assinado onde a noiva, por enquanto infiel há 90 dias, pode se tornar esposa ao mesmo tempo em que pode ser processada judicialmente. Vamos e venhamos, é uma situação "amorosa" um tanto quanto singular, mas que foi euforicamente festejada por alguns conselheiros nas redes sociais.
Se confirmada, essa é uma situação muito estranha, e por isso continuo com aquele "chute" no post de quarta-feira passada "Meu pitaco é que aquele patrocínio da camisa não entra em setembro mas, com o interesse imobiliário dos china na área da Ressacada, os Conselheiros serão convencidos a entender as razões pelas quais o Avaí não processará a ICT por descumprimento do acordo". Mas fica também a esperança de que Nilton Macedo consiga aparar as arestas e fechar um bom negócio.

Ronaldinho no Avaí

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Se o leitor ficou decepcionado ao comparar o título do post com a fotomontagem acima, então já sabe o tamanho da frustração de muitos avaianos ao ler o "Balanço da Reunião do Conselho Deliberativo" realizada na noite de ontem na Ressacada. Por tudo o que a nota publicada não disse, repito o que comentei no Twitter: "Possíveis razões para a nota que nada fala: Assunto é sigiloso Parceria miou de vez "Segura que o furo é do RA" O CD não aceitou". Vamos e venhamos, Nilton Macedo já foi mais transparente. Montagem sobre foto de Clark Little, feita na praia de North Shore, Oahu, Hawaii.

贊助,我覺得這頭牛跑到沼澤

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Na noite de hoje acontece a reunião do Conselho Deliberativo do Avaí, ocasião onde a Diretoria Executiva - leia-se Nilton Macedo e colaboradores - prestará esclarecimentos sobre o patrocínio e o projeto envolvendo o clube e a ICT do Brasil, braço institucional da multinacional chinesa Jinggong.
Como já comentado aqui neste espaço em outra oportunidade, sabemos que no final de maio o Avaí assinou o contrato de patrocínio master de sua camisa, o que vem sendo cumprido desde 03/06, quando o Leão da Ilha enfrentou o Icasa em Juazeiro do Norte. O mesmo não se pode dizer dos orientais, que estão a menos de uma semana para completar três meses sem depositar um centavo na conta do Avaí.
Pouco se falou de concreto nesse meio tempo, até porque não faria sentido abrir as cláusulas de um contrato milionário deixando expostas ambas as instituições. Por isso mesmo é grande a curiosidade para saber que tipo de novidade será compartilhada pelo presidente avaiano ao grupo que tradicionalmente concorda unanimemente com as decisões pré-tomadas de todos os dirigentes anteriores.
Nesse momento, obviamente, todas as opiniões são meros chutes no escuro, haja vista que o negócio foi tratado com sigilo exemplar e poucos são os que conhecem o teor do pronunciamento vindouro de Nilton Macedo. Por isso meu pitaco é que aquele patrocínio da camisa não entra em setembro mas, com o interesse imobiliário dos china na área da Ressacada, os Conselheiros serão convencidos a entender as razões pelas quais o Avaí não processará a ICT por descumprimento do acordo. Para traduzir título do post, copie e cole no Google Translate, escolhendo "Chinês" à esquerda e "Português" à direita.

Totalmente desnecessário

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Com essa foto acima, seguida da frase enigmática "Esse é o Liniker jogador do Avai... que saiu de férias e não voltou... e agora?", Flávio Roberto, Coordenador Técnico das Categorias de Base, resolveu questionar em seu perfil no Facebook, esse mistério envolvendo o agora ex-futuro jogador do clube. Em mais um erro de comunicação envolvendo um profissional do Avaí, o detalhe exótico fica por conta dos comentários de Alexandre Souza (salvo engano, ex-funcionário do Avaí agora trabalhando como treinador de goleiros da base do Estreito) defendendo os atletas e comissão técnica azurras, alegando falta de pagamento de salários. Tudo isso poderia e deveria ser tratado internamente.

Um banho de água fria

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Diferente daquele desafio de balde de gelo protagonizado por pessoas influentes e outras nem tanto assim mundo afora, o empate do Avaí diante do Santa Cruz não se reverteu em nenhum tipo de lucratividade emocional para os 7.137 torcedores que ocuparam as cadeiras da Ressacada. Até o apito inicial o sábado estava sendo perfeito. Aliás, é difícil entender a dificuldade do time em fazer valer a sua "favoritisse" quando tudo coopera para o bem daqueles que amam o Leão da Ilha.
Um Bill Gates no Avaí, pensa!
O adversário não era nenhum bambambam do campeonato, o gramado estava um tapete, o grito de apoio vinha das arquibancadas, a rodada estava à caráter para assumir a ponta da tabela, enfim, estavam juntas a fome e a vontade de comer mais três pontos importantíssimos para se apoderar de uma campanha dita equilibrada. Infelizmente não foi dessa vez, mas continuamos vivos pelo acesso.
Apesar de tudo, com 31 pontos conquistados e um aproveitamento global de 57,4%, o Avaí ainda conseguiu se manter no G4, de onde não pretende sair no fechamento do primeiro turno que se encerra no sábado, enfrentando o Vasco da Gama no Rio de Janeiro. Quem promete roubar essa posição é o Joinville, que está apenas um ponto atrás e pega o provável rebaixado Oeste na cidade do balé.
Geninho suplica por um centroavante de ofício, aquele cara sem medo de empurrar a bola para as redes com o pé pé, joelho, canela ou bunda. O técnico pede por esse homem desde o recesso da Copa do Mundo. O problema é que todos os clubes brasileiros procuram a mesma coisa e o Avaí, sem dinheiro em caixa, sai atrás de todos quando o quesito é poder de barganha. Isso que o clube tem oito atacantes em sua folha salarial. Matador, nenhum, mesmo problema da seleção brasileira.

Uma excelente semana para você

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Foto de Cristiano Estrela para o DC Esportes

A coletiva pós-jogo de Geninho

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O resultado - "Eu acho que o empate não foi o resultado que queríamos, porque em uma combinação de resultados poderíamos assumir a liderança e é uma chance que não se pode deixar passar. No segundo tempo melhoramos, tivemos mais chances e o Vagner não fez nenhuma grande defesa. Infelizmente não tivemos capacidade para transformar as chances em gol. E em um dia que você não está bem e perde essas oportunidades, você não merece ganhar. Se jogássemos dentro do normal, poderíamos ter vencido."
O ataque
"Todo mundo errou, o próprio Anderson, que às vezes é individualista.  Ele é garoto, tem muita qualidade e precisa melhorar. E não tem essa de ansiedade, todos os jogadores têm que estar preparados para jogar, ele tem que estar preparado para tudo. Se você sentir o jogo, não está preparado para a profissão. Nós não temos uma sequência ofensiva, porque uma hora que a dupla começar a fazer gol, eu não mexo mais."
Geninho - Foto Jamira Furlani
Meio de campo
"Ainda não defini o que fazer, provavelmente eu tenho a volta do Eduardo Costa. O Diego Jardel não foi bem, pode dar mais. Ele tem uma penetração, uma chegada e ficou abaixo do esperado. Mas claro que não só ele."
Presença da torcida
"Hoje a torcida jogou, ela veio, entrou em campo e se dependesse dela, nós ganhávamos o jogo. Se tivéssemos sempre esse público com esse comportamento seria maravilhoso. Em momento nenhum eu ouvi vaia, sempre tem um descontente, aquele cara que reage diferente, mas eram esporádicos. Todo mundo empurrou, fez sua parte e a torcida tem que ser elogiada pelo comparecimento, que mostra a confiança no time e ele não pode decepcionar. Agora é ter um resultado positivo para trazer no próximo jogo em casa a gente subir esse público."
Ausência de Diego Felipe
"Toda vez que você não faz um bom jogo e algum jogador importante fica fora, essa ausência vai ser sentida. O Diego Felipe tem um aproveitamento na bola parada. Mas hoje não fizemos um bom jogo num todo. Claro que ele poderia nos ajudar, até pelo que ele vem fazendo." 
Perda de Marquinhos e volta de Diego Felipe
"São jogadores diferentes, com características diferentes. O Diego Felipe tem esse chegada boa, enquanto o Marquinhos é mais cadenciado e tem a excelente bola parada. Tanto que um completava o outro, vamos tentar achar um homem de bola parada. A gente perde muito nos escanteios e na bola parada. Se ele não corre tanto, pode decidir assim, como já decidiu. Quem bate, faz meio gol. Mas ganhamos em movimentação."
André Santos e Lucas
"Eu acho que o André não se encaixaria no que a gente quer. Precisamos de um lateral esquerdo e ele não tem esse volume. Ele viria com uma movimentação como a do Eduardo. O André não é jovem, é pesado, não vinha em uma produção. No meio, faria a função de alguém que já temos. Dentro da situação do Avaí, não seria o investimento que precisa fazer. E quanto ao Lucas, eu não quero lateral. Não estou precisando, não tem que gastar ali. A prioridade seria um matador. Temos duas carências no nosso elenco mais acentuadas. Você tem que trabalhar com o pé no chão e não adianta enganar, não dá para sair contratando. Então temos que ir nos adequando. E se você tem pouca bola na guerra, tem que usar em um bicho grande. Precisamos de um definidor e um meia de chegada para você não ter só o Diego Felipe fazendo isso, mas primeiro um atacante."
Lista de reforços do Criciúma
"A lista ainda não chegou na minha mão, ouvi alguns nomes e não gostei. Igual aos que temos aqui, eu não trago. Se o Criciúma me der jogador de qualidade, eu quero. Mas alguns nomes que foram ventilados não ajudam. Trazer só para trazer, não adianta, fica com o crédito." Matéria do Globo Esporte

A feijoada não teve culpa

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Os jogadores do Avaí não participaram da feijoada festiva desta tarde, então Marquinhos deve estar certo: maldita ansiedade. O Leão dominou, criou as oportunidades, mas os passes e afoitos se somaram ao sofrimento dos atacantes naquele último toquinho em direção às redes adversárias. E Marquinhos, ansioso, toma um 3° amarelo bobo e fica de fora da última partida do 1° turno diante do Vasco. Com esse 0x0 o Avaí perdeu a chance de fechar a 18ª rodada como líder e agora, para não sair do G4, precisa secar o Joinville contra o Luverdense logo mais às 21h. Foto Buffetsabor10

Um dia especial para os avaianos

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Esse sábado amanheceu diferente, como um clima de alegria para a nação azurra como já não se via desde aqueles "velhos tempos" em que a Ressacada se preparava para receber um mar de gente vestida de azul. O Avaí não está na elite do futebol brasileiro, o adversário de hoje não é um gigante nacional, mas não são poucos os temperos que empurram esses bons ventos para o Sul da Ilha.
Foto Ricardo Duarte
Com os primeiros resultados da 18ª rodada iniciada ontem, com o América Mineiro vencendo a Ponte Preta por 3x0 e o Vasco tropeçando no 1x1 diante do Icasa, se o Ceará não vencer a Portuguesa e o Avaí fazer o seu dever de casa para cima do Santa Cruz, ainda hoje a série B terá um novo líder. É uma oportunidade de ouro para a autoestima do grupo de Geninho, já ensaiando um returno com chances reais de acesso.
A diretoria espera pelo menos 10 mil torcedores nas arquibancadas, o que é uma estimativa coerente não só com esse bom momento vivido pela da equipe, mas também por pegar o gancho com a 8ª edição da Feijoada do Avaí. Os participantes da festa que estiverem com seu kit poderão comprar o ingresso com desconto de 50%. Sim, desde de manhã todo aquele burburinho típico do futebol já estará no entorno da Ressacada.
Em relação a equipe, Geninho terá que despistar os problemas para escalar os seus 11. Sem Diego Felipe, suspenso, Bocão, constipado, e Eduardo Costa, Carleto e Eltinho às voltas com o DM, o técnico avaiano deve sair jogando com Vagner; João Filipe, Antônio Carlos, Pablo e Marrone; Júlio César, Eduardo Neto, Diego Jardel e Marquinhos; Anderson Lopes e Willen. Jogo bom, jogo importante, jogo valendo a liderança, sem dúvidas um dia especial para os avaianos.

Cada dia mais

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Não sei onde peguei.

Mea culpa, nossa culpa

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Na última sexta-feira, comentei com colegas a semelhança visual entre o selo criado pelo Marketing do Avaí para a celebração dos 91 anos do clube, com aquele já utilizado pelo Lions Clube Internacional. No dia seguinte, outros torcedores também perceberam e comentaram nas redes sociais.
Ato contínuo, além da retratação do clube em seu site, algumas pessoas passaram a analisar o conteúdo visual do blog e viram que o ícone do logotipo (um leão) era muito comum na internet, utilizado inclusive por uma ONG que poderia ter sido responsável por sua criação. Na dúvida, não seria certo mantê-lo no ar e o substituí por outro idealizado há alguns meses.
Mesmo com um abismo de responsabilidades separando um blog com faturamento de - R$ 30 anuais (custo do domínio na internet) e uma empresa com orçamento R$ 20 milhões para 2014, não se espera de ambos menos que reconhecer a falha, pedir desculpas e providenciar a alteração.
Mas novas “pesquisas” foram realizadas no Avaixonados com imagens na seção "Hora do Recreio" sem os devidos créditos, o que também era verdadeiro. Diria que foi uma justa cobrança para com um blogueiro murrinha que normalmente é o primeiro a apontar erros de comunicação e marketing dos clubes. Pouco importa se espaços virtuais dos "pesquisadores" têm os mesmos calcanhares de Aquiles e assim continuarão. Aqui nesse endereço aceitamos as críticas e corrigimos os erros.
Entretanto, lendo a lei 9.610 que trata sobre os direitos autorais, desconfio que dificilmente um blogueiro amador possa hoje bater no peito e apontar o dedo para quem quer que seja relativo a "cópias", haja vista que os clippings, comentários de leitores, vídeos, fotos, montagens, enfim, todo conteúdo publicado e não próprio está, via de regra, descumprindo os direitos do seu legítimo autor.
Acho que a lei de direitos autorais só é respeitada (e olhe lá) em portais de comunicação ou em endereços que criam seus conteúdos. Fora estes, uns respeitam mais, outros menos, mas a diferença seria a quantidade de cestas básicas de punição caso as fontes empombassem com os "copiadores".
Sendo breve, o Art. 29 do Capítulo III nos limita a publicar uma obra somente após “autorização prévia e expressa do autor”. Não, não basta dar os créditos. Se você citou o nome do gaudério, até inseriu o link, mas não tem a sua autorização por escrito, você está se apoderando do que legalmente não lhe pertence. Mais adiante, o Art. 33 reforça que “Ninguém pode reproduzir obra que não pertença ao domínio público, a pretexto de anotá-la, comentá-la ou melhorá-la, sem permissão do autor”. Aquele papo de “fazer repercutir”, por exemplo, é apropriação indevida de capital intelectual.
Fiz esse post em respeito aos leitores do blog que mereciam uma explicação em relação ao tema ventilado em outros endereços de forma pouco elucidativa. Ressalto que meus conhecimentos de Direito tendem ao zero e posso ter lido a lei de forma equivocada. Mesmo assim me comprometo a partir de hoje a dar os créditos também da origem de todas as imagens e vídeos utilizados aqui, mesmo sabendo que ainda é insuficiente. Um grande abraço e Avaí 2x0 Santinha.

Vale a pena convidar de novo

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Vasco não vence o Icasa, Ceará não vence a Portuguesa, o Avaí faz os três pontos diante do Santinha e se torna líder isolado da série B. Pensa na festa.

Um dia muito bom para o Avaí

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O dia de ontem nos trouxe duas novidades no que se refere ao futebol do Avaí. A primeira foi a confirmação da mudança de ares de Cleber Santana, que sai do Sul da Ilha de Florianópolis rumo ao sul do Estado, mais precisamente a cidade de Criciúma. Angeloni finalmente realizou o seu sonho.
Foto Rodrigo Gazzanel Ag Estado
Negociação celebrada por uns e lamentada por outros, a verdade é que o Leão da Ilha não tinha "bala na agulha" para arcar com aqueles R$150 mil mensais para o pernambucano craque de bola. Craque se olharmos para 2012, pois no ano passado fez uma temporada muito abaixo do normal e agora em 2014 simplesmente desapareceu. Se Cleber era motivo de ciumeiras salariais dos companheiros e um dos culpados pela lentidão do nosso meio de campo, podem virar o disco porque essas desculpas não existem mais.
E sem se desculpar com Silas, a outra novidade de ontem foi a vitória azurra sobre a Lusa por 3x1 em pleno Canindé e pulou para o terceiro lugar na tabela da série B, apenas um ponto atrás do líder Ceará que soma 31. Esses números são ainda mais importantes quando vemos o Avaí alcançar a meta de pontuação para o primeiro turno faltando ainda duas rodadas para a sua conclusão. Santa Cruz no próximo sábado aqui na Ressacada e Vasco da Gama em São Januário, as duas oportunidades para que Geninho e cia se firmem como reias postulantes ao acesso.

O G4 não é pouca coisa

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Pegando leve, mas sem parar

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No último 7 de abril o Avaixonados completou cinco anos no ar. Uma data importante, um número simbólico, quase quatro milhões de acessos para serem festejados, um bate-papo de lei com o leitor, enfim, tudo certo para esses motes serem pinçados no dia da celebração. Ou quase tudo certo, não fosse o fato de só ter lembrado da data cerca dois meses depois.
Nesse momento ficou clara uma desconfiança que vinha ganhando corpo desde o final do ano passado: o blog deixou de ser um prazer e passou a ser uma obrigação. Assim, de forma mecânica e pouco entusiasmada, os posts estavam se sucedendo sem que houvesse uma contrapartida emocional para esse escriba. Não havia o ganha-ganha, então não estava tudo certo.
Bandeiras, voltem aos estádios!
Esse foi um processo lento e contínuo que me fez reler alguns textos de dois, três anos atrás, e perceber que o conteúdo aqui hoje publicado já não é nem sombra daquele onde o futebol ainda me parecia uma atração muito interessante. Talvez seja a mesma percepção popular que vem esvaziando os estádios e exigindo dos dirigentes um "plus a mais" na gestão destas empresas esportivas.
Gosto de futebol, é o esporte que acompanho, e essa paixão é vivida por meio do Avaí, meu time desde o ventre materno. Entretanto, de maneira geral, os clubes entraram numa pobreza técnica que faz o fã do "joga bonito" ser banido sumariamente para o teatro, que é o "lugar de espetáculo". Desconfio que eu e mais alguns milhares de cidadãos não sejamos o público assim tão alvo do futebol.
No estádio, pela TV ou internet, continuo não perdendo um só jogo do Avaí, o que às vezes acontece não por vontade própria, mas em função da responsabilidade com o blog. Opinar sem assistir a partida não existe e por isso não raro me vi na obrigação de acompanhar os 90min de um jogo que definitivamente não queria assistir. Para mim, hoje, isso não é possível e não vale a pena.
Assim posto, a partir de hoje só escreverei aqui no blog quando sentir real entusiasmo e se o tema for interessante para ser comentado. Desse jeito fica espontâneo e sem "encheção de linguiça". Para situar os leitores, ficamos acordados que não há mais uma frequência diária, mas sempre que um texto for publicado, será às 11h da manhã. Um forte abraço e tenha uma ótima semana!

Uma frase

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Uma nova marca, uma nova fase

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Desde a primeira postagem, isso em abril de 2009, o Avaixonados já teve três logotipos e todos, sem exceção, não foram criados, mas redesenhados a partir de banco de imagens gratuitos disponíveis na internet. Além do alto nível de preguiça para sentar e fazer algo de "próprio mouse", investir muito tempo em um logotipo para um espaço "amador", sempre me pareceu um esforço em vão.
Entretanto, tenho uma nova marca pronta há meses, surgida de uma situação vivida no Catarinense desse ano. Com uma pequena bandeira nas mãos, daquelas de janelas de automóvel, minha filha foi abordada na entrada da Ressacada por um policial pouco sutil e teve que jogar sua haste de plástico fora. Dentro do estádio, decepcionada, resolveu colocá-la no bolso "porque não abre, pai".
Cheguei em casa e fiz traços de uma bandeira azul e branca tremulando, solta ao vento como que exigindo de volta a alegria daquele futebol que não existe mais. Já finalizada, pesquisei na internet e não encontrei nada igual, embora seu desenho não possua nada de novo em termos de identidade visual. Parecidas têm milhares, mas essa eu fiz e há de passar a mensagem desejada.
Seria lançada em 2015. Depois adiantada para o próximo 1° de setembro. Entretanto, dois eventos agilizaram essa programação: um deles foi saber ontem, infelizmente de forma indireta, que o atual ícone é igual ao de uma ONG que pode ter criado ou pago por ele. Na dúvida, não é certo mantê-lo por aqui nem mais um dia. O outro evento desencadeador dessa mudança tem a ver com uma necessária nova fase do blog, movimento de desapego que venho adiando desde o ano passado.
Assim posto, unirei o útil ao desagradável e amanhã, já de marca nova, compartilharei com os leitores.

Cai média de público na Ressacada

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Texto editado via Globo Esporte. Nos oito primeiros jogos na Ressacada deste ano, o Avaí levou uma média de 3.055 pessoas ao estádio, o que representa 17% da capacidade do estádio. No ano passado, quando brigou pelo acesso, o Leão terminou com 6.053 torcedores em média.
Segundo Geninho "A queda de público do Avaí se deve ao final do ano passado. O Avaí criou a expectativa de que ia subir e na reta final precisava de duas vitórias e não conseguiu, trouxe uma desilusão. E até trazer a confiança do torcedor, demora. Nesse ano, não fez um grande regional e não resgatou a confiança da torcida para ela voltar. Se ele não acreditar na equipe, não vai. O torcedor está ressabiado e vamos ter que fazer muita coisa ainda para tê-lo do nosso lado".
Para Chico Lins "O fenômeno de redução público é do futebol brasileiro em geral. Hoje, qualquer motivo é válido para não ir. Tem a violência e com R$ 50 você paga e vê todos os jogos em casa, com cerveja, família, seguro. E nós não passamos a confiança necessária para o torcedor vir à Ressacada. Não posso só culpar o torcedor. Acho que os 3,5 mil que vêm, tem apoiado, não podemos reclamar. Hoje, acho que nós, como time, temos que passar uma confiança maior para ele vir e apoiar. E essa sintonia entre a gente e o time com certeza pode nos ajudar".

Uma imagem

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