Susto

| 0 comentários
avaí choro

O assunto é dinheiro

| 0 comentários
Li nesta manhã que os salários do Avaí podem estar atrasados. Não os salários dos meninos de Mauro Ovelha, mas dos funcionários do "outro" Avaí. Explico. Certa vez um colega, funcionário do clube, confidenciou que na Ressacada existem dois departamentos: o de futebol e o resto. Na prática funciona mais ou menos assim.

Caso precisasse de um grampeador, o caminho mais rápido era recorrer a alguém da "área mais poderosa" para que solicitasse a compra do material. Garantia que em questão de horas o acessório estaria em mãos. Seguindo o rito normal, muito provavelmente teria que ele mesmo comprar o grampeador do próprio bolso.

Já ouvi de funcionários - que pode ser apenas um chororô da categoria - que fora os altos cargos do clube e aqueles lotados no Departamento de Futebol, dificilmente alguém recebe mais de R$1.500 mensais do Leão da Ilha. Então, se pagam pouco, que pelo menos paguem em dia.

Mais ou menos bom

| 0 comentários
Numa coisa todos os avaianos concordam: ainda não dá para confiar nesse time. Há quem aposte que nem o tempo, nem treinamentos, nem Mauro Ovelha ou o Sobrenatural de Almeida poderão dar jeito no elenco mais barato da história do Avaí (segundo o mago Carlito Arini). Já percebi, inclusive, alguns torcedores que dão o Catarinense como favas contadas: "Agora é completar os buracos e acertar o time para a série B". Menas, bem menas, gente.

Temos a nosso favor o baixo nível do campeonato. Mesmo aos trancos e barrancos, com um futebol sofrível e jogadores que dificilmente abandonarão os seus cacoetes varzeanos, o fato é que o Avaí terminou a segunda rodada na quarta posição, há três pontos da líder Chapecoense, com seis. Ok, apenas cinco times podem ser levados à sério e três pontos é muita coisa, mas para quem já acalentava pesadelos com a zona de rebaixamento, até que estamos bem na foto.

Tem perfil

| 0 comentários
avaí prego

O Avaí largado às traças

| 2 comentários
O que não tem faltado são denúncias de elementos que tratam de emporcalhar o nome do Leão da Ilha. Não apenas produtos piratas são vendidos descaradamente como espocam denúncias de "ajudas de custo" não reconhecidas pelo clube. Tudo circulando faceiramente pela rede. Esclarecer e punir tais abusos é fundamental.

Agora são os "rebeldes sem causa" que depredam o patrimônio sorrindo para as câmeras.
Se os guardiões do Avaí (?) precisam de provas, elas existem à reviria. São muitos os torcedores que enviam fotos, vídeos, links informativos, enfim, um verdadeiro arsenal à disposição de todos os departamentos lotados no Carianos.

A contrapartida é o silêncio institucional, o "faz de conta que não vi", a permissividade tão característica nos últimos anos. Mas ainda assim acho estranho tamanha paciência. Há algo de tortuoso que não consigo entender muito bem. As imagens estão lá e todos sabem quem são, então porque nada é feito? Enquanto isso as famílias continuam se afastando da Ressacada.

A vitória da transpiração

| 4 comentários
Mais um jogo ruim onde o Avaí era um dos protagonistas. Do outro lado um Criciúma que ainda não disse ao que veio no Campeonato Catarinense. Uma ode especial para sua zaga que fez lembrar a mitológica dupla Gian-Dirceu. Perdeu e fez por onde com todos os louvores.

Mas o Avaí venceu. Fez seus primeiros gols no ano e conquistou a primeira vitória. Sem muita inspiração, é verdade, mas o medo do caos superou todo o desentrosamento e o tradicional cansaço do segundo tempo. Aliás, porque o Avaí cansa mais que seus adversários? Nem penso em questionar a ineficiência do ataque porque esse, Deus que me perdoe.

O primeiro tempo foi bom, movimentado, com boas chances desperdiçadas por Robinho e cia. Destaque especial para a marcação realizada na saída de bola do Criciúma que deixava os clones de Gian-Dirceu em polvorosa. E foi ainda na etapa inicial que Pirão, com seus dois gols, nos passou a impressão que a vitória viria ao natural. Vai nessa, Genésio.

No segundo tempo o Avaí voltou a tentar fazer o que não sabe fazer. Enterrado na defesa, passou a tomar sufoco dos carvoeiros. Não podia dar outra coisa. Dois gols relâmpagos (32' e 34'), de bola parada, sendo um de cabeça e outro discosta de Bruno. Filme antigo. Diogo Orlando, aos 48', anotou o gol da vitória e estancou a crise que já surgia no horizonte.

Fato é que o time tem suas limitações. Não são poucas e sugerem que reforços devam chegar. O elenco não foge a regra e não dá opções a Ovelha quando pensa em injetar um pouco de qualidade extra. Se o Estadual, disputado por apenas cinco equipes profissionais, já nos sugerem essa dureza, imagine a série B com 20 esfomeados de todos os cantos do Brasil.

Louvado seja, Avaí vence

| 6 comentários
4130_IMG1767jpg

Pois é, a nova camisa

| 9 comentários
Como havia comentado anteriormente, já me dava por feliz em perceber que a nova camisa do Avaí não sofreu o típico ataque de invencionice dos últimos três anos. Entretanto, não esperava que o bom desenho viesse acompanhado de evolução em termos de qualidade global.

O desenho
O desenho é bom mas possui três senões. A numeração na cor dourada pode prejudicar a visualização
em jogos noturnos. Indo para o calção, há uma desnecessária repetição do logotipo do Plano de Sócios em ambos os lados, disputando a atenção com o escudo do Avaí. Mais um ato falho da atual filosofia mercantilista do clube. Por fim, confirmei que a camisa, o calção e as meias brigam entre si com três diferentes tons de azul.

Acabamentos
De bate pronto salta aos olhos a descontinuidade das listras frontais em relação às traseiras. As costuras simplesmente não se encontram fazendo com que a camisa fique "torta". Essa falha pode ser confirmada tomando a gola como referência na foto de divulgação.

O Polyester 100% é o mesmo de sempre e por isso não agreda nenhum valor extra. Também não há recortes mais aprimorados e que denotem a sensação do "novo".
Na altura dos ombros, próximo a gola, de um lado o tecido está repuxado e do outro, franzido, nos três modelos vistos.

O mesmo franzido acontece ao longo dos frisos dourados que vão de cima a baixo. Destaque para as costuras aparentes, ultrapassadas e propícias para o "repuxar de fio" ali pela sexta lavada. Sobre a gola, mesmo com a saída do modelo polo, ainda assim continua desbeiçada. Não há exu caveira que consiga manter aquele pedaço de tecido "em pé".

Enfim, é uma camisa bem desenhada mas mal produzida. É um uniforme comum, mal finalizado, com calção e meias que destoam grosseiramente do conjunto e que nem com muito fanatismo valeriam os R$170 sugeridos pela parceria Avaí/Fanatic. Fico com a minha Penalty patrocinada pela Portobello.

Para afastar a zica

| 2 comentários
Lá vamos nós para mais um pré-jogo iniciando com a frase mais repetido nos últimos dois anos: o Avaí precisa vencer. É uma ladainha verbal que já cansou a todos os avaianos. O problema é que a vitórias são um luxo na realidade atual do clube. São apenas oito vitórias nos últimos oito meses. Persistindo essa média, caminhamos à passos largos para destronar o Íbis.

Passada uma única rodada, Mauro Ovelha já se vê às voltas com problemas para escalação de seu time titular. Suas entrevistas, inclusive, denunciam a tensão reinante. Leandro Silva é desfalque certo. Cleverson é dúvida. Aliás, você já notou que nesse elenco só os melhores se machucam? Os tranca-ruas são verdadeiros Homens de Ferro. Tem que ver isso aí.

Assim posto, o treinador deverá pinçar destes 20 a equipe que tentará evitar o surgimento da primeira crise do ano na Ressacada:
Goleiros: Moretto e Aleks; Laterais: Arlan, Aelson e Rodinei; Zagueiros: Cássio, Rafael, Renato Santos e Bruno; Volantes: Marcinho Guerreiro, Pirão, Mika e Diogo Orlando; Meias: Cleverson, Robinho e Diego Palhinha; Atacantes: Neílson, Capixaba, Laércio e Maurício

Haja paciência

| 2 comentários
avaí camisaLançada na quinta-feira passada, finalmente as novas camisas do Avaí chegaram às lojas da Grande Florianópolis. Hoje fui conferir nosso paninho sagrado. Como previsto, nenhum milagre. Cansado e já no limite da elasticidade sacal com a Fanatic, comentarei amanhã.

Altas e baixas

| 4 comentários
Primeiro a boa notícia. Após seis meses de tentativas burocráticas (se não me engano) o zagueiro Rafael finalmente teve seu nome publicado no BID e está à disposição de Mauro Ovelha. Uma sequência muito bal explicada de erros administrativos gerou esse imbróglio que entra para o hall da fama das patacoadas de Zunino e cia.

A informação meio barro, meio tijolo é que o Avaí deve mesmo anunciar o atacante Gilmar como sua mais nova contratação. Ainda não pode ser rotulado de reforço, uma vez que chega sob os olhares cuidados do DM do clube. Se N.Sra. da Ressacada ajudar, o rapaz entra em campo ainda esse ano.

A notícia ruim é a suspeita de lesão do zagueiro Leando Silva no ligamento do joelho. Um dos poucos bons jogadores trazidos pelo Avaí e já se machuca logo no primeiro jogo do ano. Me faz lembrar do que aconteceu com Caçapa em 2011. Se confirmado Leandro pode desfalcar o time por dois meses.

Um Avaí fora da lei

| 0 comentários
Poucos blogueiros avaianos são advogados, o que não impediu que até os bicões da área do direito já soubessem que a diretoria do Avaí estava brincando com o azar ao cobrar valores diferenciados de ingressos na série A de 2011. Que coisa mais feia. O Ministério Público denunciou o migué em forma de promoção e o STJD acabou condenando essa panaceia financeira com uma multa de R$10 mil. Mais uns cascalhos para serem socializados junto aos usuários da Ressacada.

À época esta prática teve o apoio de parte dos torcedores avaianos das redes sociais porque "ferraria" os figueirenses no clássico do fim da temporada. "Então pode, hahaha". Esses aloprados se sentiam mais avaianos que os "cornetas" que criticavam até isso. Não bastasse vermos a transmutação de alguns genes do bem do antigo Leão da Ilha, agora algumas pessoas estão adquirindo-o por osmose. Ética, ou você tem ou você não tem. Sem meio termo.

Missão ingrata

| 0 comentários
avaí naufragio

O que realmente preocupa

| 9 comentários
Em menos de 15min é possível levantar a ficha completa de qualquer jogador do Brasil e do mundo. Vídeos, matérias jornalísticas e a opinião da torcida por onde o rapaz passou. Embora "vendidos" por Carlito Arini como o negócio da década, o avaiano mais ou menos bem informado já sabia das limitações do elenco, por isso todas as esperanças foram lançadas nas costas de Mauro Ovelha.

Os cartolas avaianos tem uma filosofia de trabalho por demais conhecida. Comentamos esse modelo há mais de dois anos. O temor é que essa filosofia voltada para os negócios pudessem dar forma ao estilo do treinador recém chegado. Levando em conta os 90min de ontem, Ovelha já foi infectado pelas muriçocas da Ressacada e sofreu a triste metamorfose.

Nos perguntamos hoje qual a serventia da pré-temporada em Bento Gonçalves. Embora sendo apenas a primeira partida, nos assombram as semelhanças dos erros na Arena Condá com aqueles que teimosamente desfilam diante de nossos olhos ano após ano. Nem a pegada típica dos times de Ovelha estava em campo. E novamente, sem que haja qualquer explicação plausível, Robinho continua sendo o maestro dessa sinfonia desafinada.

Robinho não é o pior jogador desse elenco, há outros e bem piores, mas apenas ele resiste jogando tão pouco em times tão ruins por tanto tempo. E sempre como titular, inclusive no time de Mauro Ovelha. Coincidência? Não, não pode ser coincidência. O camisa 10 do Avaí é apenas o topo do iceberg de uma administração equivocada e varzeana até o osso.

Pós-jogo terceirizado

| 1 comentários
Esperei até agora (é uma da manhã de segunda-feira quando escrevo esse artigo) para evitar que a indignação influenciasse a postagem caso eu escrevesse logo após a partida. Com esse “descanso”, tenho a chance de fazer uma postagem mais racional. Pois bem, vamos ao jogo.

Sinceramente, ao ver a escalação do Avaí as esperanças de um bom resultado já ficaram reduzidas. Arlan, Renato Santos e Ronaldo Capixaba entre os titulares? É coisa pra deixar o torcedor assustado o jogo inteiro. O franzino lateral é o mesmo do ano passado, que se esconde do jogo. Sobre os dois ex-Joinville eu já emiti opinião quando foram contratados. Para piorar, Robinho envergando a camisa dez é pra desanimar qualquer um.


Primeiro tempo
Contrariando as expectativas iniciais, o Avaí foi superior na primeira parte do jogo. Ainda que não tenha sido assim “uma Brastemp”, criou duas chances claras que só não se transformaram em gol pela incompetência dos finalizadores: primeiro, Marcinho Guerreiro “rabou” em bola na frente do goleiro, mas podemos perdoá-lo por não ser atacante; na segunda, o “matador” Ronaldo Capixaba atrasou a bola pro goleiro chapecoense. Triste, mas já esperado.

A Chapecoense não fazia nenhuma força ou pressão para ganhar o jogo. Ao contrário, parecia só esperar que o Avaí fizesse os gols e acabasse logo com aquela agonia. A partir dos 35 minutos, vendo que o nosso time não fazia, o time do Oeste começou a se soltar e a primeira etapa terminou equilibrada, um péssimo indício sobre o que seria o segundo tempo.

Segundo tempo
Sem alterações, aconteceu o que era esperado: o Avaí começou a fazer uma coisa que me irrita profundamente e que vem se repetindo nos últimos anos. Ao invés de ir pra cima e tentar vencer a partida, achou que o empate era um bom resultado e ficou segurando o jogo. Ora, claro que o adversário sente isso e se enche de força para vir pra cima. E não foi diferente: a Chapecoense passou a ser melhor no jogo e a criar chances. Se no primeiro tempo não havia concluído contra o gol de Moreto, a bola já começava a rondar perigosamente nossa meta.

E o gol não demorou, numa jogada que estamos carecas de ver mas parece que ninguém na Ressacada percebe: bola cruzada na nossa área, gol de cabeça. Depois disso, o time da casa acreditou que poderia mesmo vencer o jogo e passou a jogar como se fosse a final do campeonato. Mauro Ovelha tentou alguma coisa com Neílson, visivelmente acima do peso (é impressionante como jogadores profissionais ficam gordos na Ressacada).

Quando esperávamos alguma reação, ao menos uma pressão, Ovelha tira da cartola Laércio Carreirinha. Ali tive vontade de desligar a TV e ir brincar com meus filhos, mas a paixão falou mais alto e fiquei até o fim. Obviamente, o Avaí não criou mais sequer UMA chance de gol. Ficou até o final com Robinho se arrastando em campo e jogando bolas altas na área. Podia jogar até terça-feira que não marcaria gol. Não com Ronaldo Capixaba na frente, salvo se tivéssemos um pênalti a nosso favor.

E não venham me dizer que Capixaba é “esforçado”. Eu também sou e nem por isso fico mamando nas generosas tetas avaianas. Esforçado é o empresário dele, que consegue colocar esse bonde pra jogar e ainda ganhar um bom dinheiro. Esse sim, merecia uma estátua.

Nota: não pude evitar de "chupinhar" o pós-jogo de Marcelo Herondino, titular do blog Mundo Avaiano que ainda se deu ao trabalho de fazer a análise individual do time. Portanto, continue lendo aqui.

Gotas de sabedoria

| 0 comentários
avaí sabedoria

Esse Avaí a gente já conhece

| 5 comentários
Primeiro jogo do ano. Primeira derrota. E uma derrota com requintes de crueldade com a memória do torcedor avaiano. Os homens de frente continuam não marcando a saída de bola do adversário. Destaque para Capixaba que sofre de incontinência de função: não se encaixa em nenhuma.

Nosso meio de campo é inerte, acéfalo, sem criatividade e não tem a menor ideia de como gerar oportunidades para os homens de frente, aqueles que ficam parados olhando a banda passar. Os volantes de Mauro Ovelha estão perdidos e não conseguem marcar. A zaga, bem, a zaga continua batendo cabeça e tomando gols de bola parada... há três anos.

A Chapecoense tentou ajudar entrando com sete jogadores reservas, mas nem assim o Avaí evitou a derrota por 1x0. Poderia ter sido mais. Faltou garra, organização tática e vontade de respeitar as cores do Leão da Ilha. O Avaí pode terminar a primeira rodada do Catarinense da mesma forma que terminou a série A de 2011: na zona de rebaixamento. Esse Avaí a gente já conhece.

Na torcida por um bom começo

| 0 comentários
Saímos hoje do marasmo das férias do futebol. A síndrome de abstinência já estava gigante, mas felizmente a bola volta a rolar. Um novo Avaí vai a Chapecó enfrentar a Chapecoense. Lá é sempre uma pedreira, sempre. Além do "assalto do século" em 1999, a "guerra" de 1977 lá mesmo no Índio Condá não sai da memória. Mas vamos olhar pra frente e torcer pelo nosso 10, Mauro Ovelha.

Não há fanatismo que faça o torcedor avaiano se empolgar com o elenco de baixo custo montado para o Estadual. O respeito terá que ser conquistado dentro das quatro linhas, isso é fato.

Entretanto, o embaço da temporada 2011 fez o clube evoluir em alguns aspectos. A soberba de iniciar uma competição com time B foi aposentada. Elenco inchado, não tão cedo. Assessor do assessor do assessor do Departamento de Futebol também não.

De velho só o famoso hábito básico em esconder a escalação. Mauro Ovelha não foge a regra e também faz seu charminho não confirmando o time titular com Moretto; Leandro Silva, Renato Santos e Bruno; Arlan, Marcinho Guerreiro, Pirão, Robinho e Aelson; Cleverson e Ronaldo Capixaba.

Já a Chapecoense vai a campo com sérios problemas para a formação da equipe titular. P
roblemas físicos e de documentação atingem nove de seus jogadores. Se já não conhecíamos o time do Oeste, imagina agora. De qualquer maneira o Avaí não deve esperar moleza. Tradicionalmente um jogo duro, mordido, dentro e fora de campo.

A bola já rolou

| 1 comentários
A primeira rodada do Campeonato Catarinense teve início hoje com dois jogos e uma excelente média de gols. Em Ibirama o Atlético venceu o Criciúma por 4x3 e em Florianópolis o Caixa D'Água sapecou sonoros 5x0 no esforçado - mas muito incompetente - Marcílio Dias. A rodada será concluída amanhã com mais três jogos: Chapecoense x Avaí no Índio Condá, Metropolitano x Brusque no Sesi e finalmente Joinville x Camboriú na Arena da cidade que mais chove na Terra.

Quem foi

| 0 comentários
Goleiros: Moretto e Aleks
Laterais: Arlan, Aelson e Rodinei
Zagueiros: Leandro Silva, Bruno, Renato Santos e Cássio
Volantes: Marcinho Guerreiro, Mika, Diogo Orlando e Pirão
Meias: Robinho, Cleverson e Diego Palhinha
Atacantes: Ronaldo Capixaba, Neílson e Laércio