Imagina as festas

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De saída do Galo, hoje o portal Notícias do Dia fez uma brincadeira analisando o custo-benefício para os clubes de SC, caso algum resolvesse bancar a vinda Ronaldinho. Para o Avaí esse seria o cenário: Vantagens: Estádio lotado mesmo em dia de praia; Certeza de mais um acesso; Solução para as dívidas do clube; Clube deixaria de ser conhecido apenas como o “time do Guga”; Bonequinhos do R10 poderiam recuperar o o prejuízo com o boneco de Silas. Desvantagens: Baladas pela Ilha da Magia; Marquinhos perderia a vaga no time; Poderia preferir ver o jogo o jogo no camamarote do Guga; Infindáveis tardes no P12 em dia de treino; Futevolei no Riozinho. E agora?

Reflexos do "legado inestimável"

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O Avaí é o clube catarinense que tem a maior dívida tributária no futebol brasileiro. Em análise de consultoria feita pela BDO e publicada no jornal "O Estado de S. Paulo", o clube azurra está na frente de Figueirense e Criciúma, ocupando a 18ª colocação entre os times do país.
Fonte base Infoesporte
O Leão encabeça a lista das equipes de Santa Catarina, com dívida estimada de R$ 29,6 milhões. O clube da Ressacada é seguido pelo Alvinegro (R$ 16,3 milhões) e pelo Tigre (0,6 milhão). Em âmbito nacional, o ranking dos devedores é liderado pelo Flamengo, com valor de R$ 386,4 milhões. Em seguida aparecem Botafogo, (R$ 350,9 mi), Vasco (R$ 270,9 mi), Atlético-MG (R$ 258,8 milhões) e Fluminense (R$ 238,6 milhões).
Assim como os demais times do país, Avaí e Figueirense aguardam a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte para conseguir quitar a dívida. O projeto deve ser votado no Congresso Nacional na próxima semana. A Lei prevê o parcelamento do débito desde que o clube cumpra seus compromissos financeiros.
Somando a dívida total (trabalhistas, empréstimos, etc), o Avaí tem débito de R$52 milhões, segundo o presidente Nilton Macedo Machado. A do Figueirense é ainda maior. De acordo com levantamento do Conselho Deliberativo, a dívida do clube gira em torno de R$ 64 milhões.

Geninho, sem guéri-guéri

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Com 100% de aproveitamento na série B, fruto de três vitórias consecutivas que colocaram o Avaí no G4 da série B, Geninho nem precisava ser tão competente nas coletivas de que têm participado. Mas ontem não foi diferente não programa Debate Diário da CBN. Um clima de luz de mel com o torcedor avaiano. Logo abaixo a transcrição, via Diário Catarinense, de algumas de suas palavras:
G-4
"Eu esperava chegar no G-4, mas estou surpreso de alcançarmos tão rápido. Agora é tentar manter e não deixar o pelotão de cima se afastar. O ideal é entrar e ficar no último terço do campeonato porque isso motiva o grupo, é a reta final."
Meta do turno
"Acredito que viramos o turno com pelo 30 pontos que é a nossa meta. E o returno fica mais complicado porque os confrontos se acirram porque não vou ter outra chance de buscar aqueles pontos."
Reforços
"O que eu pedi e o que precisa faz parte do passado. Hoje o grupo é esse e é com ele que vamos. Não vamos enganar o torcedor porque o Avaí não tem condições de contratar ninguém."
Bandido
"Eu gosto de um jogador bandido, encrenca, mas que resolve. Nunca vi um time ser campeão sem um bandido. Eu tive o Kleber Pereira, artilheiro do Brasil no Santos, que dava trabalho no extracampo. (...) O Jael do Joinville é um problema, mas é o artilheiro do time e do campeonato e vive uma boa fase. Ano passado o Joinville tinha outro, o Lima, que era de um perfil bem parecido. Mas hoje o bandido é diferente, é o zagueiro que chega firme e eu gosto desse cara. Mas a arbitragem inibiu muito. Se o cara chegar como era antigamente, que atropelava, vai ser expulso."
Torcida
"Já vim jogar contra o Avaí com o Estádio cheio e vazio. E toda vez que peguei o estádio cheio, com 12 mil pessoas pra cima, eu perdi. Só isso demonstra a força que a torcida tem. Quando ganhamos o Brasileiro em 2001 com o Atlético-PR, muito disso veio em função do Caldeirão que era a Arena da baixada. Se a torcida junto, o time embala e acho que os avaianos vão estar firmes com a gente."
Exemplo
"Futebol na maioria dos casos tem que administrar como empresas, com planejamento. Algumas coisas não. No caso do Botafogo, o jogador entra com faixa dizendo que está com cinco meses de salário atrasado. O Sport, onde trabalhei no ano passado, evoluiu muito, mas lá um grupo de empresários investiu, pegou junto e saneou o clube. Depois eles foram pagos, o dinheiro foi devolvido, mas houve essa mobilização. Sem apoio e sem grupo é muito difícil. Um só não dá conta."

Crise ali do lado

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Cleber voltou e faz o convite

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"Não podemos fazer da Ressacada o caldeirão dos outros". A frase do meia Cleber Santana resume o sentimento de todos no Avaí. Com média de 2.964 torcedores por jogo na Série B, o clube azurra espera um grande público na partida contra o Luverdense na próxima sexta-feira. A motivação é o fato de o time estar no G4 pela primeira vez nesta temporada.
- Peço ao torcedor que venha ao jogo, ao nosso caldeirão, porque não podemos fazer da Ressacada o caldeirão dos outros. A torcida tem que ter paciência, não é após 10 minutos estar vaiando. Tem que vir e apoiar até o final do jogo. A Ressacada sempre foi assim.  A torcida não pode ficar com desconfiança e vir apenas duas mil ou três mil pessoas, tem que vir em grande número para nos apoiar que vai ser importante - afirmou Cleber Santana em entrevista coletiva na segunda-feira.
Com 23 pontos, o Avaí é o 4ª colocado da Série B, com a mesma pontuação de América-MG e Joinville, que estão na frente. Já o Luverdense tem dois pontos a menos e está na 6ª posição. A partida acontece às 21h de sexta-feira, na Ressacada. Fonte base Infoesporte

Tudo bem, ou quase isso

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Dentro de campo, seja em treinos ou partidas oficiais, é certo que o Avaí continua trabalhando para manter a boa fase e continuar firme na busca do acesso. Geninho chegou de mansinho, botou a rapaziada para correr, desenvolver o condicionamento físico, foi implantando seu modelo tático, ajustando seus atletas com inteligência e fazendo uso da criatividade para tirar "leite de pedra".
O professor também já entendeu que dinheiro em caixa não é uma das virtudes do Leão da Ilha nesse momento conturbado do futebol brasileiro. Mesmo assim soma três vitórias consecutivas na série B, o que foi suficiente para colocar o Avaí no desejado G4. Pela frente temos a Luverdense em casa, o Oeste fora e o América Mineiro de volta à Resacada. Três jogos para sete pontos, quem sabe.
Fora de campo é que a situação está estranha. Ainda às voltas com o "legado inestimável" da administração da qual fez parte como vice-presidente, Nilton Macedo tenta manter sua palavra de não atrasar salários. Missão aparentemente resolvida na parceria firmada com a ICT, braço do conglomerado chinês Jinggong. O problema é que já são dois meses de patrocínio master circulando na camisa azurra sem que a verba pingasse no clube.
Por alguma razão que desconhecemos e que o clube não vem a público esclarecer, as duas parcelas de R$ 500 mil pendentes não conseguem pousar em nosso "aeroporto" de dificuldades financeiras. Os salários de junho venceram no último dia 15, até esse momento não foram pagos, menos ainda aqueles meses do final de 2013. O temor fica por conta do retorno das tensões que essa situação acaba por gerar. Que tudo se resolva com serenidade e boas doses de profissionalismo.

Avaianas, as legítimas

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Para mais fotos da musa Camilla Ventura, é só clicar aqui.

O que o Avaí faria com R$ 170 milhões?

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Todo mundo de olho arregalado no novo técnico da seleção brasileira, o midas que poderá salvar o futebol brasileiro do buraco onde a Alemanha o jogou, e esquecendo que o nosso maior problema tem residência fixa nas salas administrativas dos nossos clubes. É ali, de maneira servil e conservadora, que as mazelas no esporte número um do país têm continuidade.
Já se falou à exaustão sobre a tendência de espanholização dos campeonatos estaduais e nacionais, com clubes de maior torcida recebendo quantias milionárias em detrimento dos "pequenos" que lhes servem de sparrings. No final das contas, salvo raríssimas exceções, são os "grandes" que disputarão o caneco.
Essa quantia no título do post, os R$ 170 milhões, é o valor a ser recebido pelo Flamengo apenas de cota de TV para a temporada 2014 do Brasileirão. Os outros clubes, como Chapecoense e Criciúma, receberão quase nove vezes menos, algo em torno dos R$ 20 milhões, e terão que se desdobrar para fazer frente ao seu primo rico carioca.
O Avaí, que vem de alguns anos de má administração e ainda devendo salários e 13° de 2013, receberá da Globo ridículos R$ 3 milhões por sua participação na série B. Divididos pelos sete meses da competição, chegamos a uma ajuda de custo de R$ 430 mil mensais. É praticamente a folha só do seu departamento de futebol. A ironia é que nesse exato momento o Leão da Ilha está mais próximo da série A de 2015 que o Urubu marrento, atualmente na Z4 da primeira divisão.
Disponibilizar fortunas para clubes que ainda não aplicam os mais rudimentares conceitos de administração é um perigo. Por isso o Avaí, que peleia com seus problemas financeiros e espera conquistar o acesso nesse ano, precisa continuar atento as melhores práticas de gestão do futebol. Nilton Macedo deve incentivar seus colaboradores a olharem para Europa e América do Norte a fim de se prepararem para gerir esse monumental desequilíbrio presente no futebol brasileiro.
Mas respondendo a pergunta inicial e imaginando aqueles R$ 170 milhões no caixa da Ressacada, por certo Chico Lins sairia desarvoradamente mundo à fora atrás de pelo menos um centroavante. Que não fosse Fred e Jô, mas que vez por outra conseguisse balançar a rede adversária.

Voltamos

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A opinião de Geninho

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"Partida complicada - Um adversário que há muito tempo não perdia em casa, há uma rivalidade regional, não local, mas regional. Então é uma vitória muito importante, mas muito importante, pois não será qualquer um que irá sair daqui com três pontos ganhos.  Sofremos no começo da partida, batemos cabeça e pouco conseguimos criar na parte ofensiva, mas a vitória foi muito importante em um jogo muito complicado – exaltou Geninho, logo depois da partida neste sábado.
A vitória
A vitória em si foi muito importante aqui em Jlle. Se eu não me engano, vinha numa performance muito boa, fazia tempo que não perdia aqui, era um time brigando pela liderança. Tinha a rivalidade regional muito grande, então acho que levar três pontos é muito importante, porque não são todas as equipes que vão conseguir levar pontos daqui.
O jogo
Foi um jogo complicado para o Avaí. Entramos um pouco desarrumados, demos algumas chances para o Joinville chegar, nós não estávamos incomodando na parte ofensiva. O segundo tempo foi melhor, começamos a chegar mais na frente com algumas jogadas e o jogo se equilibrou. No fim, fizemos o gol e tivemos que ter mérito para segurar o resultado.
O melhor em campo
Acho que o Vagner foi importante, outros jogadores jogaram muito bem. A zaga começou mal, mas foi importante. O segundo tempo do Bocão foi muito bom na marcação. Na minha opinião, eu daria o prêmio para o Eduardo Costa, ele foi o que se manteve o jogo todo com a mesma performance. Alguns jogadores hoje não repetiram a performance. O Eduardo Neto começou um pouco ruim, e o segundo tempo terminou bem. Acho que o Diego Felipe não fez uma boa partida, os dois atacantes tiveram dificuldades, no segundo movimentaram um pouco mais". Geninho, para o Globo Esporte

Melhores momentos de JEC 0x1 Avaí

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Avaí entra no G4 pela porta da frente

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Jogar em Joinville é sempre muito complicado, isso a gente já sabe desde há muito tempo. Da arquibancada sempre vem aquele barulho de muita gente, o que ontem se confirmou com os 10.392 torcedores presentes. Se é uma arapuca para os adversários comuns, imagine para um time da Capital. E foi assim, com uma invencibilidade que durava desde outubro do ano passado e com a intenção de voltar à liderança da série B que o JEC teve que engolir mais uma vitória do Avaí.
Sem Marquinhos, Geninho aproveitou para reforçar o meio de campo com a entrada do combativo Eduardo neto. Fez a coisa certa, segurando o ímpeto do Joinville no primeiro tempo e abrindo generosos espaços para contra-ataques na etapa final. Diria até que o Leão foi melhor, com o goleiro Vagner novamente colaborando de forma decisiva para garantir a segurança da nossa cozinha.
Penso que a grande virtude do técnico azurra é estar conseguindo trabalhar com as limitações do elenco que tem em mãos. Gerencia um futebol simples, por enquanto mais na base da transpiração do que na inspiração, mas também um futebol de resultados eficazes. É apenas a sua terceira partida oficial no comando do time, mas com esse gol de ontem de Cleber Santana, é também a sua terceira vitória consecutiva. Três preciosos pontos que colocam o Avaí no G4 do campeonato (sem precisar de WO via tapetão) e salvam o final de semana dos catarinenses. Porque os outros representantes do Estado, pelamordedeus, foi só tristeza.

Vitória com Cleber e tudo

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Comentei com amigos que considerava o JEC favorito para a partida de hoje no estádio da Prefeitura de Joinville. Mas a gente sabe que esse Avaí costuma pregar peças no tal do prognóstico, então por volta das 14h de hoje, postei um comentário no Twitter: 1. JEC é muito favorito; 2. JEC é muito Cavalo Paraguaio; 3. Avaí não perde; 4. Avaí é foda e vai aprontar. Batata. Vitória de 1x0 com gol de Cleber Santana (voltou?) aos 38min do segundo tempo. Excelente resultado e mais três importantes pontos!

Avaí negocia acordo com credores

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Segundo matéria do Diário catarinense, depois de uma reunião de conciliação, o Avaí e o Tribunal Regional do Trabalho chegaram a um acordo para quitar as dívidas trabalhistas do clube catarinense. Os 30 credores se reuniram a diretoria azurra em Florianópolis para renegociar os quase R$ 6 milhões que o Avaí deve de salários atrasados e quebras de contrato.
Créditos individuais de até R$ 70 mil serão integralmente pagos em agosto. Os demais serão gradualmente quitados em 40 parcelas mensais. O valor da parcela mensal será progressivo, começando em R$ 150 mil nos primeiros seis meses, prosseguindo com R$ 180 mil nos 16 meses seguintes e aumentando para R$ 220 mil nos 18 meses restantes. Caso o Avaí falhe em pagar as parcelas, uma multa de 30% está prevista no acordo.

A musa dos tricolores

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Essa é Sabrina, representante do JEC no Garota Torcida Série B de 2012. Mais fotos clicando aqui.

Não é clássico, mas é jogo importante

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JEC e Avaí se enfrentam hoje às 16h20 em Joinville para ficarem mais perto dos seus objetivos. Além de um possível retorno à liderança por parte do JEC, e até uma vaga no G-4 para o Avaí, o encontro marca o retorno do tricolor para sua casa após 51 dias sem partidas oficiais no estádio.
Para Geninho, o favorito é Joinville, que está no G-4 e joga à frente da sua torcida. O time do Norte teve a semana inteira para treinar por já ter sido eliminada da Copa do Brasil, porém, conta com uma extensa lista de desfalques. Para Hemerson Maria o Leão é o dono do favoritismo por ser mais entrosado, ter atletas mais experientes e jogar há mais tempo juntos, principalmente o setor de meio de campo. 
O Avaí poderá contar com a base que venceu os últimos dois jogos pela Série B após o retorno da Copa do Mundo. Marquinhos, porém, é dúvida para a formação do time de azul e branco. Geninho não faz muito mistério, mas ainda não tem certeza se conta com seu capitão. No ataque, porém, ainda diz ter uma dúvida. Assim, deve mandar a campo Vagner; Bocão, Pablo, A. Carlos e Carleto; E. Costa, Diego Felipe, Cleber Santana e Marquinhos (Diego Jardel); Anderson Lopes e Paulo Sérgio (Roberto).
Hemerson Maria costuma fazer mistério para montar sua equipe. Sem contar com quatro titulares, o treinador pode ter o retorno de Bruno Collaço ao sistema defensivo. Meio de campo e ataques seguem incógnitas, mas ele deve mandar a campo a seguinte formação: Ivan; Edson Ratinho, Anderson Conceição, Thiago Medeiros e Murilo (Bruno Collaço); Washington, Daniel Pereira (Harrison) e Marcelo Costa; Fabinho, Edigar Junior e Jael. Fonte base Globo Esporte

Jamile, musa avaiana

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Quatro mitos que precisam cair

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1 - O que funcionou no passado funcionará no futuro
Uma das principais armadilhas do futebol brasileiro nos últimos 12 anos tem sido recorrer às fórmulas do passado para obter sucesso no futuro. Ocorre que, em gestão, nem sempre uma receita tem resultado constante ao longo do tempo. E isso é verdade no futebol, que vem passando por transformações substanciais nas últimas décadas. Mas a arcaica CBF e seus arcaicos treinadores continuam presos ao passado de glórias. É a ideia de que não é preciso mudar se já vencemos a Copa cinco vezes. Basta procurar nossas raízes. Foi com essa linha de raciocínio que apostamos em Parreira em 2006, em Parreira e Felipão em 2014 e que vamos apostar em Dunga em 2018.
2 - O País do Futebol
Outra ideia enganosa é aquela de que os brasileiros nascem com a bola nos pés e se tornam artistas da bola quando crescem, à diferença dos europeus, que têm a cintura dura e incomodam mais pelo preparo físico privilegiado do que pelo talento. Talvez tenha sido assim até a década de 1970. A verdade é que há talentos por toda a parte e que a vantagem técnica do Brasil ficou pelo caminho. Pergunte a Messi, Cristiano, Iniesta, Ribery, Zidane, Xavi, Ozil e tantos outros. Veja quem são os protagonistas nas eleições de melhor do mundo e quantos deles são brasileiros. Enquanto craques despontam por todas as partes e as mais diversas seleções começam a tratar a bola com carinho, o Brasil ainda mantém na sua cultura os volantes brucutus e uma frequência de faltas durante o jogo vergonhosa. Mesmo assim, há quem ainda defenda que o brasileiro é sempre diferente.
3 - Um País que só pensa naquilo
Assim como o brasileiro não nasce com a bola nos pés, não é verdade que nutra um nível de fanatismo pelo futebol maior do que qualquer outro país. A maior torcida em território nacional, por exemplo, não é nem o Flamengo nem o Corinthians. À frente da dupla de torcidas de massa, surge nas pesquisas o grupo dos que declaram não torcer para ninguém, com mais de 20% dos entrevistados. Enquanto isso, as arquibancadas nos campeonatos nacionais ficam cada vez mais vazias, ridiculamente vazias, e ao mesmo tempo as transmissões ao vivo não param de perder espaço na briga pela audiência. O apreço do brasileiro pelo futebol é real, mas não é imortal. Ou os dirigentes cuidam do futebol com carinho ou o torcedor, e a sua renda, ficarão cada vez mais distantes.
4 - A culpa é do apagão
Faz parte do repertório justificar as derrotas em Copas do Mundo com “erros pontuais”. É como se o Brasil fosse sempre superior aos rivais e capaz de perder tão somente para si mesmo, sempre por conta de algum fator acidental. Isso esconde o fato de que outras seleções evoluíram e superaram os pentacampeões. O Brasil não perdeu para a Alemanha por causa de um “apagão”. Não perdeu para a Holanda quatro anos antes por um vacilo. Nem caiu contra a França em 2006 por causa das meias de Roberto Carlos. Perdeu, em todos os casos, porque do outro lado havia um adversário competente, que a camisa amarela não teve força nem equilíbrio para superar. Reconhecer as próprias fraquezas e as forças dos rivais será um bom primeiro passo para caprichar na preparação e buscar soluções que olhem o futuro, e não mais o passado. Otávio Maia para o portal Esporte Fino

Depende (mais) desses três

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No momento, o Avaí é isso?

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Tomei a liberdade de adicionar um ponto de interrogação na frase de Geninho, dita na coletiva após a derrota para o Palmeiras. Num misto de resignação e autodefesa, o treinador resumiu o Avaí que tem em mãos, depois que aqueles três ou quatro reforços esperados durante a Copa do Mundo tenham se resumido a Carleto e Diego Felipe. A bem da verdade, estes chegaram para ocupar os buracos deixados pelas saídas de Rafinha e Tinga. Seis por meia dúzia foi o que permitiu o caixa da Ressacada no que se refere a encorpamento do elenco para os 2/3 restantes da série B.
"Não adianta enganar o torcedor", diria Geninho para essa secura de negociações. Mas se é essa a realidade avaiana, fica a expectativa de que além de "coelhos" de sua cartola, haja uma radical mudança de atitude de alguns atletas considerados estratégicos. Claro que o nome de Cleber Santana surge de imediato na cabeça do leitor do blog.
Atualmente não corre, não marca, não chuta e erra passes de 2m. Um espectro embaçado daquele craque que "fez chover" nas finais do Estadual de 2012. Sobre as vaias que têm recebido, não fugiu de seu habitual estado de "mornidão" e se disse tranquilo. Não tivesse assinado um contrato de três anos com salário de seis dígitos, certamente já estaria no banco repensando o seu próprio futebol. Ou ao menos incomodado de não fazer jus à sua trajetória vencedora.