Enquanto isso, em 2025

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Fotomontagem sobre imagem original de ICT Brasil.

Fomos novamente enganados?

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Ontem o matemático Tristão Garcia apresentou seus cálculos de acesso para a turma de cima da tabela da série B. Ponte Preta e Joinville têm 99% de chances, seguidos por Vasco com 81%, Santa Cruz com 34% e finalmente Avaí com minguados 27%. Coincidentemente ontem tivemos uma reunião para lavar a roupa suja na Ressacada, onde após duas horas de sincericídio, Chico Lins veio à público decretar um revés de proporções tsunâmicas a sua credibilidade junto ao torcedor avaiano.
Indignação - Foto Jamira Furlani Avaí FC
Segundo as palavras do diretor de futebol "Se tem jogadores que talvez não estejam completamente comprometidos, não com o Avaí, mas com sua profissão? Eu acho que tem (...)". Uma declaração sui generis, me parece.
Primeiramente, Chico Lins não deveria achar, deveria ter certeza. Se mais uma vez está fazendo jogo de palavras para não magoar os meninos mimados de Geninho, isso é problema dele, mas se espera mais convicção e atitude de um profissional contratado exclusivamente por ser "bom de vestiário". Se não tem a informação precisa, se não tem certeza do que diz e ainda mantém essa dúvida em relação ao comprometimento do grupo, peça para sair porque não está fazendo aquilo para o que foi designado.
Segundamente, Chico, se o atleta não está comprometido com a sua profissão e faz parte da folha de pagamento do Avaí, é óbvio que o barbado também não está comprometido com o Avaí. Qual a sua dúvida em relação a isso? Mas o que mais decepciona o torcedor é tomar conhecimento desse corpo mole de alguns jogadores do elenco no final de outubro, quando o bezerro já está no brejo aguardando a chegada de sua mãe, a "vaca" da eliminação da disputa pelo acesso à série A de 2015.
A pergunta que gostaria de fazer a Chico Lins, por quem tenho admiração pessoal desde os tempos em que trabalhava no rival do Estreito, é onde ele estava todo esse tempo em que afirmava que o grupo estava coeso no obetivo, sofrendo todos juntos, se cobrando mutuamente e, principalmente, irmanados na busca da recuperação. Era mentira, Chico? Pois até ontem esse era o seu discurso.
Se era, perdes o que tinhas de mais valioso junto aos avaianos, a credibilidade em tudo o que dizias pessoalmente ou por intermédio da imprensa esportiva. Se não era, se realmente acreditavas que estava tudo bem, então precisas rever a sua forma de trabalho no mundo do futebol. Urgentemente.

Mudando de assunto

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O Avaí que perturba a gente

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Nós brasileiros que acabamos de acompanhar uma edição da Copa do Mundo, estamos pós-graduados em ações extra-campo que pouco ou nada contribuem para o aumento de rendimento ou qualidade técnica da equipe. Entrar em fila indiana e de mãos dadas, cantar o hino abraçados, usar bonés e camisetas com mensagens de apoio, fazer declarações emocionadas de união, não mais que meros placebos para vender capas de editorias de esporte e engabelar os torcedores.
Não sei até que ponto Geninho acredita que o fato do Avaí ter entrado "muito cedo" no G4 tenha repercutido negativamente sobre os jogadores. Pressão antecipada por se manter no grupo que almeja o acesso, aumento de responsabilidade, ansiedade excessiva entre os mais jovens, terror noturno entre os remanescentes que protagonizaram a derrocada na série B do ano passado, enfim, por tudo isso o técnico chegou a um diagnóstico: "O mais preocupante é que o time está ficando emocionalmente perturbado dentro de campo."
Não tenho dúvidas que o ser humano é profundamente afetado em sua produtividade pelos aspectos emocionais. Inclusive, acho curioso quando alguém se declara como muito racional, mal sabendo que essa característica geralmente serve de barragem para o seu conhecido (por ele) descambar passional. Mas será que o Avaí tem um sapo desse tipo enterrado na Ressacada?
Não vivo o dia a dia interno do clube, não conheço os seus bastidores, o modelo de relacionamento que têm entre si em horário de trabalho e menos ainda o que se faz quando o assunto é qualidade de conversação. Entretanto, vale a pena lembrar que do lado de cá também tem muita gente desgostosa com essa sequência de infortúnios merecidos que acomete o time ultimamente.
De nada adiantará lançar camisetas para pagar premiações do acesso se o tesão por esse objetivo escorre pelos dedos a cada rodada do campeonato. Chamar o torcedor para amolecer o coração dos boleiros, façam-me o favor, brincadeira tem hora. Sabemos que o elenco é tecnicamente limitado, mas se demonstrarem compromisso em campo - apenas isso - todos verão que os resultados serão mais positivos. Ademais, senhor Geninho, é "esse seu Avaí" que está perturbando a gente!

Loucura, loucura, loucura

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Compre uma camiseta da Campanha AgorAvaí por R$ 30 e ajude a pagar a premiação dos nossos craques pelo acesso a Série A. Mas façam fila que a loja está numa loucura só! Foto divulgação Avaí FC

A derrota, por Geninho

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Trechos da entrevista coletiva publicada no Globo Esporte - "O time começou relativamente bem e tomamos dois gols bobos, estamos tomando gol de bola cantada. Você sabe o que o adversário vai fazer, mas ele faz e consegue o gol. São gols que você pode evitar, uma equipe que almeja chegar aos quatro primeiros, não pode tomar esse tipo de gol. No segundo tempo melhorou, o Marquinhos rendeu mais, criamos chances. E dávamos o contra-ataque para eles, mas foi pouco. Infelizmente não conseguimos, o time erra e se perturba, fica emocionalmente perturbado. Muito jogador jovem, os mais velhos passaram pela situação do ano passado e fazem cobrança.
Desatenção defensiva
Você mexe com ser humano, de repente apaga a luz. Ele quer tanto ajudar e não guarda a posição, falta força para um passe e a cobrança é grande. Alguns sentem o peso. Tem que cobrar, corrigir, mas ter tranquilidade. Se você chega chutando o balde, não consegue nada. É uma desatenção por querer acertar, erros oriundos de um excesso de vontade. Se cada um fizer o seu, fica mais difícil do adversário jogar, futebol é um esporte coletivo. Mas estamos tomando gols mostrados, compilamos tudo e você passa isso. Agora o porque você erra, é difícil de explicar e não é um jogador errando. Se fosse um, era mais fácil, mas são vários e isso cria um problema grande. A gente está tentando e o importante é não desistir. Está pegando fogo na casa? Está, mas tem que achar a porta.
Ajuda externa
Nunca fui refratário a ajuda, uma palavra de fora sai de uma maneira melhor do que o dia a dia. (...) é uma saída que tentei, falei com pessoas que me ajudaram em outras situações e estão em outro clube. Se alguém tiver alguma sugestão, é bem-vindo, quem vier para puxar a corda, é bem-vindo. Nosso vestiário é bom, não tem rivalidade, mas uma palavra de fora pode trazer algo que você não está dando.
Chegada dos times de baixo
Equipes podem alcançar, temos o Ceará. Os times encostaram, o Santa venceu, o Atlético-GO, o América-MG, mais gente chegou para o baile. Se o Ceará vence, ele me puxa, mas estarei no bolo, a um passo de voltar ao G-4. O importante é terminar a última rodada entre os quatro.
Possibilidade de sair do G-4
Eu disse que não gosto de entrar no G-4 cedo, você vira alvo e traz a responsabilidade grande. É um desgaste, inclusive emocional, existe a cobrança de ficar entre os quatro. Por isso eu falo que não gosto de entrar muito antes, o clube se acostuma a estar na situação. O time que entra agora, está motivado. Quem estava lá, pode se acostumar e fica assustado em sair. Agora que entramos, claro que vamos ficar. Se sairmos, vem a motivação para voltar, mas o futebol é assim, você administra os momentos. Não é que eu não queria estar no G-4, mas você entrar cedo tem esse desgaste, eu gostaria de entrar agora, é mais fácil de se manter. Se sair, vamos tentar voltar.
É possível voltar às boas atuações
Quem faz uma vez, pode fazer duas. Mas tem que ter tranquilidade para isso. Se na primeira bola errar e ficar com medo, não vai conseguir. É preciso ter calma para voltar a jogar aquele futebol, a confiança tem que vir de dentro de cada jogador. O Avaí não fez uma vez, fez 12 jogos sem perder".

A cada rodada lembra mais

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Alessandro Abreu, presidente do Conselho Deliberativo do Avaí, via Twitter.

O Avaí deixou de ser o Avaí

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Mais uma jornada esportiva onde o time do Avaí protagonizou uma peça grotesca ao Clube Avaí. A derrota de ontem por 3x1 em Lucas do Rio Verde, a sexta nas últimas sete rodadas, sela o que tudo indica ser um revival de um dos capítulos mais humilhantes vividas pelo torcedor em toda a história do Leão da Ilha: o descambar na reta final do campeonato do ano passado, com uma sequência vexatória de derrotas, quando o acesso já era praticamente garantido.
Arte Avaí FC
Na verdade estamos testemunhando uma era perdida na história do Avaí. Não é muita coisa, apenas quatro anos, mas com um breve intervalo no Estadual espírita de 2012, aquele em que a diretoria já havia jogado a toalha e empossado um certo Hemersom Maria, desde 2011 a marca Avaí está ligada às palavras "derrota, humilhação e amarelidão".
A boa notícia é que se Ceará, Santa Cruz e Atlético/GO não vencerem seus jogos no complemento desta 33ª rodada, incrivelmente o Avaí ainda se mantém no G4. A má é que se todos vencerem, o limitado time de Geninho cai para a sétima posição e praticamente dá adeus à série A do ano que vem.
Pra fechar essa postagem matinal, uma frase de minha filha de 12 anos na noite de ontem: "Pai, por que o Avaí virou uma galinha morta?" Minha resposta: "Porque o Avaí deixou de ser o Avaí". Garra, comprometimento e profissionalismo no trato do futebol, virtudes de um passado saudoso e que tudo indica permanecerão distantes da Ressacada por mais um tempo. Com Criciúma vindo da série B com uma estrutura ainda forte e Joinville, Chapecoense e rival do Estreito com orçamentos de série A, a temporada de 2015 pode ser de um Avaí outra vez figurativo. A palavra continua sendo CONTINUIDADE.

Esses moleques não são fracos

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Na tarde de hoje a equipe Sub 17 do Avaí, comandada por Emerson Nunes, venceu o JEC por 1 a 0 na partida de ida da final do Campeonato Estadual 2014. O gol do Avaí foi anotado por Baiano e a decisão será no dia 07 de novembro no estádio da Prefeitura de Joinville. O Avaí tem a vantagem do empate e a equipe do Norte precisa vencer por qualquer placar. Fonte site Avaí FC - Foto Alceu Atherino

Calça de veludo ou bunda de fora

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Não há meio termo para o Avaí nesta noite em Lucas do Rio Verde. Embora o empate garanta mais uma rodada no G4, apenas uma vitória poderá separar as águas barrentas de uma sequência de três derrotas consecutivas daquelas que poderão conduzir ao acesso. Para um elenco sofrível em termos de potencial técnico, tudo o que Geninho não quer administrar é um buraco emocional repleto de inseguranças, baixa autoestima e a assombração pela repetição do mesmo roteiro de 2013.
O Luverdense não serve para ser o último biscoito do pacote, haja vista que sua meta para o campeonato é apenas afastar em definitivo o risco de queda para a série C. Fora isso é um franco atirador e seus atletas querem apenas que algum empresário que lhes sorria com um contratinho mais interessante para 2015. Infelizmente a gente sabe que é justamente diante de adversários assim que o Avaí costuma entregar a rapadura, sina que não pode se repetir hoje de maneira nenhuma.
Todos na Ressacada sabem que a partida é chave no projeto de aproveitar alguma coisa nessa temporada. Se pensasse em contar com seus atacantes, o Avaí nem precisaria ter enfrentado o rally aéreo e terrestre para chegar na distante cidade de Mato Grosso, Há oito jogos sem saber o que é balançar as redes, o setor ofensivo do Avaí é realmente ofensivo. Ofende os olhos, ofende a paciência, ofende a inteligência, ofende o bom futebol, ofende a vontade de vitória, uma desgraça.
Por isso Geninho já esboça uma nova formação para hoje. Atacante, atacante mesmo,apenas Anderson Lopes, já que todos os outros sete ou oito "matadores" do elenco já provaram que aqui não renderão o mínimo que se esperava deles. Assim o Leão da Ilha vai a campo num 4-5-1 com Vagner; Bocão, João Filipe, Antônio Carlos e Eltinho; Eduardo Costa, Eduardo Neto, Diego Felipe, Diego Jardel e Marquinhos; Anderson Lopes. Manter a posse de bola e garantir uma vitória, as metas de hoje.

Avaianas, as legítimas

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Fabi M. Santos, torcedora do Avaí. Foto via Facebook

Frases cansadas no futebol

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Tenho restrições aos adágios tipo "gotas de sabedoria" quando aplicadas ao futebol. Embora tenham muitas coisas boas em seus formatos, o ser humano teima em desvirtuar seu sentido de forma que se adapte a interesses pessoais, justificativas de erros, distorções de fatos ou simplesmente fugir de responsabilidades. Nesse momento de incerteza vivo pelo Avaí, vem à mente três delas.
"Criticar na crise é fácil"
Não, não é fácil, não. É horrível, principalmente quando percebemos que estas mesmas críticas surgiram lá nos momentos bons, quando a equipe cravava uma bela recuperação após a Copa, mas sem que os reforços necessários para a sua subsistência aportassem na Ressacada. Significa que nada foi feito desde então. Dizer que o elenco é limitado desde os primeiros dias de uma invencibilidade que durou 12 rodadas é complicado, até porque o torcedor prefere a fantasia com generosas camadas de otimismo. Isso sim é popular, simpático e de fácil aceitação.
Foto André Palma Ribeiro - Avaí FC
"Estava tudo certo e agora está tudo errado?"
Movido que é pelas paixões, o futebol sempre está sujeito ao céu e ao inferno num piscar de 90min. Embora uma vitória tenha o poder de jogar para debaixo do tapete um rosário de cavalisses, as críticas pelas derrotas não são bem digeridas quando surgem. Não se quer, pelo visto, que se tenha apenas um peso e uma medida para ambas as situações.
"É momento do pacto"
Das expressões do futebol, essa do subtítulo é a mais desesperadoramente desonesta. Surge para acobertar incapacidades via apelo à paixão do fã da bola. Mas é o que restou para a fase de insegurança em que o Avaí conseguiu se meter. O encontro de ontem dos torcedores catequizando os jogadores sobre a importância do acesso é bonito em sua essência, mas um placebo para os boleiros macacos velhos.
"Eu acredito"
Quando surge é porque a coisa está complicada. Apela-se para a fé, para a superação física e emocional, para a paixão interior dos jogadores (?) e para o autossugestionamento desse mantra pessoal. Acho que a tradução fiel da frase é: "Eu acredito que se eu acreditar, algo sobrenaturalmente vai acontecer". Não vou pronunciá-la pois dá um azar desgraçado, então troco por essa: senhores atletas do Avaí, 95%
do poder de exorcizar esse clima de baixo astral só depende de vocês!

A seguir cenas dos próximos capítulos

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Montagem sobre arte divulgação Avaí FC

O que Geninho disse

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Recuperação - "Tem que buscar, se você não tiver forças fica difícil, falamos no vestiário. Se não tiver força, para agora. Ficou mais difícil do que em outras rodadas, mas de repente podemos não depender mais das nossas forças, você tem que esperar tropeços. É altamente preocupante o fato de em seis jogos vencer só um e cometer os erros do passado. Eu não acho que o Avaí fez um jogo muito ruim, pecamos em jogadas que sabíamos que o adversário faria. Não foi diferente do que eles vêm fazendo nos últimos jogos, marcação e bolas enfiadas. 
Dificuldade em fazer gols
O grande problema do Avaí é a incapacidade de fazer gol. Se não tem achado uma bola parada, não faz gol. E em um campeonato difícil, é complicado, você martela e não bota para dentro. Se não faz, não vence. Temos dificuldades de transformar o volume em gols e isso é preocupante.
O que mudar no ataque
Tem que mudar, alguma coisa tem que mudar em relação ao que a gente está fazendo. É difícil, mas não é impossível. Estou tentando de todas as maneiras, dou chances, jogo com três atacantes, pela produção em treino, não podemos demorar a encaixar. Todos os jogos, em casa e fora, tem que buscar pontos. É preocupante a situação de não fazer os gols, mas desistir, nunca. Com certeza vou passar a noite acordado pensando nisso, temos dois dias para treinar e fazer o jogo contra o Luverdense.
O que faz acreditar
Quem sabe, não desaprende. Quem anda de bicicleta, anda de bicicleta em qualquer hora. Quem fez aquela performance de 12 jogos sem perder, ele pode voltar. Se não tivesse jogado nada no campeonato ou oscilado, era mais difícil, mas nenhum time faz 12 jogos sem perder. Alguma qualidade de bom o Avaí tinha. Um time com aquela performance não pode terminar de forma melancólica. Vamos continuar, mesmo que a gente saia do G-4, não vamos ficar distantes, tem que lutar. É nessa hora que você mostra força, entregar é típico do covarde. Nessa hora cada um tenta buscar soluções e faço com quem trabalhe comigo pense nisso.
Jogadores no departamento médico
Eu estava conversando com o departamento médico. O Roberto ainda não, talvez contra o Oeste. O Bruno Maia parece que teve estiramento. O Pablo vai ser reavaliado no domingo, mas dificilmente tem condição de jogo, a mesma situação com Marquinhos e Eduardo Costa, que reclamaram de dores no joelho. O Pablo tem uma chance pequena, ele tem uma lesão pequena, mas se essa lesão não estiver cicatrizada, pode perder ele para o resto do campeonato.
Permanência no cargo
O grupo tenta, eu tenho que elogiar em relação ao que você passa. Ruim quando você vê rebeldia, não faz o que o treinador pede. Em alguns jogos temos vacilado, a marcação da bola parada, estamos cometendo alguns erros de posicionamento. Mas não posso falar nada em relação ao desempenho do grupo. Com a minha situação eu não me preocupo, em sair ou não. Se alguém achar que não estou ajudando, eu saio. Se acharem que posso ajudar, eu continuo. E não fico só por ficar, eu fico enquanto eu acho que posso ajudar. Eu me preocupo em relação ao Avaí, não ao Geninho.
Poder contar com a dupla Pablo e Antonio Carlos
Seria muito bom, é uma dupla afinada, os titulares, com uma performance boa na retaguarda e também na frente. Você ganharia em poder defensivo e ofensivo. Quando a coisa está ruim, tudo acontece. Tivemos o problema do Antonio, que ninguém esperava e a lesão do Pablo. Não sei se terei os dois tão rápido. Entrevista coletiva de Geninho, via portal Globo Esporte - Foto Jamira Furlani Avaí FC

Dica para o licenciamento do Avaí

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O Avaí que ainda respira

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Não lembro se Geninho já havia feito mistério sobre a escalação da equipe antes de alguma partida no campeonato. Nessa semana resolveu fazer uso desse expediente de técnicos que não têm nada para esconder de um elenco limitado. O professor caiu no lugar-comum dos seus pares nos dias que antecederem a "decisão" de ontem, escolheu peças erradas (Carleto, Eduardo Costa e Wilker?), o time não jogou nada e como prêmio levou uma sacola de gols pelo meio duxcórno.
De costas para a série A - Foto Jamira Furlani
Com 9min de jogo já estava 2x0 para o Joinville e com mais um gol no segundo tempo deixaram o caixão do Avaí há alguns centímetros de ser fechado por completo. Não que a tabela se mostre como impossível ao acesso, haja vista que mesmo perdendo cinco partidas nas últimas seis rodadas, Marquinhos e cia ainda figuram no G4. O problema é o baixo astral generalizado, a sequência complicada pela frente, a incapacidade de reação no ar e a sensação de que os fantasmas de 2013 de fato fazem morada na Ressacada.
A torcida foi em bom número, apoiou do início ao fim, o gramado estava perfeito, o árbitro não influenciou no marcador, os salários estão praticamente em dia, enfim, não há nenhuma conspiração intergaláctica agindo contra o Avaí. Os problemas são internos: veias, artérias, músculos, raciocínio e capacidade técnica individual. Aquelas 12 rodadas de invencibilidade podem ter sido o pico e o último suspiro de futebol do Avaí na até agora perdida temporada 2014. Que as seis partidas restantes na série B desmintam essa desconfiança.

Reforços para 2015

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Não pode ser só emoção

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Que os nervos da avaianada estão todos à flor da pele, disso ninguém tem nenhuma dúvida. Daqui a pouco na Ressacada teremos mais uma edição do "matar ou morrer" do Lão da Ilha com vistas à série A de 2015. Li agora há pouco no GE que "o Avaí está trabalhando o psicológico", frase que quando aplicada no futebol brasileiro, imagino fazer Sigmund Freud se revirar no túmulo. Se os clubes soubessem como fazer isso, para início de conversa jamais usariam essa expressão tosca.
Tanto é que a matéria relata que Geninho, às voltas com os fantasmas de 2013, diz que vem trabalhando com "vídeos, papos, palestras, para passar para eles que dependemos de nós". Essas ações de inculcação mental e sugestionamento emocional à fórceps pode até dar resultado, mas pouco tem de proximidade com a moderna psicologia esportiva. Nada contra os vídeos motivacionais e os slides em Powerpoint, mas hoje a coisa se resolverá na base da raça.

Avaianas, as legítimas

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Não parece, mas essa é Camila Ventura, torcedora do Avaí e como o leitor pôde perceber, não coube em um espaço tão reduzido como esse do blog. Para versão full dessa foto, clique aqui.

Não, um empate não serve

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Essa é uma daquelas partidas em que há bem pouco o que acrescentar em tudo o que foi dito em seus longos dias de comentários pré-jogo. O Joinville chega completo e empolgado para mais um encontro na Ressacada, de sangue doce com sua vice-liderança em seus 57 pontos conquistados, e aposto que Hemerson Maria não quer muito mais que um empatezinho estabilizador.
Já o Avaí está no G4 e, por mais estranho que possa parecer, com a corda no pescoço. Não, um empate não serve. Jogando dentro de casa, com apenas dois pontos a frente do Ceará, o quinto colocado, e ainda em meio a turbulência de uma queda de rendimento só comparável ao que aconteceu no fatídico e vergonhoso final do ano passado, não, um empate não serve.
Eu e muitos avaianos acreditam que o acesso do Leão da Ilha se decide a partir das 19h30. Toda a temporada de 2014, até agora absolutamente improdutiva, está nas mãos, minto, nos pés e nas cabeças de Geninho e seus jogadores de confiança nesse compromisso. Anjos e demônios, heróis ou mercenários, craques ou perebas, isso se definirá hoje na boca do torcedor.