Dica para o licenciamento do Avaí

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O Avaí que ainda respira

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Não lembro se Geninho já havia feito mistério sobre a escalação da equipe antes de alguma partida no campeonato. Nessa semana resolveu fazer uso desse expediente de técnicos que não têm nada para esconder de um elenco limitado. O professor caiu no lugar-comum dos seus pares nos dias que antecederem a "decisão" de ontem, escolheu peças erradas (Carleto, Eduardo Costa e Wilker?), o time não jogou nada e como prêmio levou uma sacola de gols pelo meio duxcórno.
De costas para a série A - Foto Jamira Furlani
Com 9min de jogo já estava 2x0 para o Joinville e com mais um gol no segundo tempo deixaram o caixão do Avaí há alguns centímetros de ser fechado por completo. Não que a tabela se mostre como impossível ao acesso, haja vista que mesmo perdendo cinco partidas nas últimas seis rodadas, Marquinhos e cia ainda figuram no G4. O problema é o baixo astral generalizado, a sequência complicada pela frente, a incapacidade de reação no ar e a sensação de que os fantasmas de 2013 de fato fazem morada na Ressacada.
A torcida foi em bom número, apoiou do início ao fim, o gramado estava perfeito, o árbitro não influenciou no marcador, os salários estão praticamente em dia, enfim, não há nenhuma conspiração intergaláctica agindo contra o Avaí. Os problemas são internos: veias, artérias, músculos, raciocínio e capacidade técnica individual. Aquelas 12 rodadas de invencibilidade podem ter sido o pico e o último suspiro de futebol do Avaí na até agora perdida temporada 2014. Que as seis partidas restantes na série B desmintam essa desconfiança.

Reforços para 2015

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Não pode ser só emoção

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Que os nervos da avaianada estão todos à flor da pele, disso ninguém tem nenhuma dúvida. Daqui a pouco na Ressacada teremos mais uma edição do "matar ou morrer" do Lão da Ilha com vistas à série A de 2015. Li agora há pouco no GE que "o Avaí está trabalhando o psicológico", frase que quando aplicada no futebol brasileiro, imagino fazer Sigmund Freud se revirar no túmulo. Se os clubes soubessem como fazer isso, para início de conversa jamais usariam essa expressão tosca.
Tanto é que a matéria relata que Geninho, às voltas com os fantasmas de 2013, diz que vem trabalhando com "vídeos, papos, palestras, para passar para eles que dependemos de nós". Essas ações de inculcação mental e sugestionamento emocional à fórceps pode até dar resultado, mas pouco tem de proximidade com a moderna psicologia esportiva. Nada contra os vídeos motivacionais e os slides em Powerpoint, mas hoje a coisa se resolverá na base da raça.

Avaianas, as legítimas

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Não parece, mas essa é Camila Ventura, torcedora do Avaí e como o leitor pôde perceber, não coube em um espaço tão reduzido como esse do blog. Para versão full dessa foto, clique aqui.

Não, um empate não serve

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Essa é uma daquelas partidas em que há bem pouco o que acrescentar em tudo o que foi dito em seus longos dias de comentários pré-jogo. O Joinville chega completo e empolgado para mais um encontro na Ressacada, de sangue doce com sua vice-liderança em seus 57 pontos conquistados, e aposto que Hemerson Maria não quer muito mais que um empatezinho estabilizador.
Já o Avaí está no G4 e, por mais estranho que possa parecer, com a corda no pescoço. Não, um empate não serve. Jogando dentro de casa, com apenas dois pontos a frente do Ceará, o quinto colocado, e ainda em meio a turbulência de uma queda de rendimento só comparável ao que aconteceu no fatídico e vergonhoso final do ano passado, não, um empate não serve.
Eu e muitos avaianos acreditam que o acesso do Leão da Ilha se decide a partir das 19h30. Toda a temporada de 2014, até agora absolutamente improdutiva, está nas mãos, minto, nos pés e nas cabeças de Geninho e seus jogadores de confiança nesse compromisso. Anjos e demônios, heróis ou mercenários, craques ou perebas, isso se definirá hoje na boca do torcedor.

Ele sabe que é complicado

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Tenso. Foto de Rodrigo Philipps / Agência RBS

Complicou, chama o torcedor

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Quando vi o serviço de jogo publicado no site do Avaí após a derrota para a Ponte Preta, estranhei que nenhuma ação de chamamento estava alinhavada nos preços dos ingressos para a partida decisiva diante do Joinville na sexta-feira. Mas ontem de manhã e com a rapidez de um corisco, a diretoria azurra tratou de derrubar o preço do ticket de quase todos os setores para R$20, deixando de fora apenas o setor F, onde deve se posicionar a torcida do JEC por módicos R$30.
Foto divulgação Avaí FC
Já era de se esperar. Com a equipe capenga das pernas, com Geninho já não sabendo mais de onde tirar poções mágicas para fazer esse time jogar de maneira minimamente produtiva, e tudo isso às vésperas de encarar um adversário que vem embalado de três vitórias consecutivas e convincentes, resta aos cartolas apelar para aquele "plus a mais" emocional que só pode vir das arquibancadas.
Se vai dar certo ou não, nessa resposta ninguém vai querer apostar as suas fichas. No ano passado não deu certo, com o Avaí entregando o acesso de bandeja com gente saindo pelo ladrão. O certo é que com ou sem "dopping moral", no fim das contas são os jogadores que decidem os seus destinos dentro do retângulo verde do futebol. Aliás, o que esses moços estão fazendo de apelos nos meios de comunicação é uma grandeza. Acho que dá mais de 10 mil pessoas.

Com assúca até o Juca

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Uma promoção especial foi criada para a partida Avaí x Joinville desta sexta-feira. Os ingressos custarão R$ 20 em quase todos os os setores, exceção feita ao F, onde os visitantes pagarão o valor cheio de R$ 30 (pode isso, Arnaldo?). Bom, além disso, o sócio em dia poderá retirar um ingresso para um amigo ou parente. A terceira molezinha promocional é direcionada às crianças, já que quem tem até 12 anos não paga. Os ingressos começam a ser vendidos hoje nos postos de venda. Os bilhetes podem ser adquiridos na loja Futebol Mania da Tenente Silveira e na Leão Sport Shop da Conselheiro Mafra. Os torcedores também podem comprar os ingressos na Secretaria da Ressacada, nas bilheterias do estádio e pela internet (www.futebolcard.com.br). Os sócios deverão retirar os bilhetes no estádio a partir das 9 horas de hoje até as 15h de sexta-feira, data do jogo. Valores: Setor A - R$ 20; Setores C, D e E - R$ 20; Setores B e H - R$ 20 e Setor F - R$ 30.

Que venham

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Um Avaí frio, fraco e frouxo

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Ao leitor que acaba de chegar, convido a fechar os olhos por três segundos e render louvores aos nossos dois anjos protetores da noite de ontem: "Obrigado Icasa e América/RN pelas graças alcançadas". Vencendo respectivamente Ceará e Vasco da Gama, essas equipes impediram uma desgraça ainda maior após a derrota ao natural do Avaí para a Ponte Preta por 3x1.
Graças ao conjugado dos resultados da 31ª rodada da série B, o Leão da Ilha pôde se dar ao luxo de cravar 20% de aproveitamento na últimas cinco rodadas e ainda continuar no G4 do campeonato, embora já esteja enxergando pelo retrovisor mais dois pretendentes ao seleto grupo que luta pelo acesso. Os 52 pontos do Maior de SC continuam acompanhados de perto pelos 50 do Ceará, mas agora também pelos 47 de Boa Esporte e Sampaio Corrêa. Como repetimos há alguns anos nas retas de chegada das competições, todo mundo ajuda o Avaí, só o Avaí que não se ajuda.
Pior que mais uma derrota num momento em que as bobeiras não costumam ser perdoadas, assusta o torcedor a queda brutal do desempenho da equipe de Geninho em campo. Já não há nenhuma réstia de semelhança com aquele time organizado e com cheiro de vitória das 12 rodadas de invencibilidade, período que ironicamente antecedeu essa descida de ladeira das últimas partidas.
Perder para o líder não seria de se estranhar se isso não tivesse acontecido com um futebol tão medíocre e tão decepcionantemente conformado com a derrota. Geninho está percebendo o momento de seu grupo e não à toa montou o time para não perder. E como todos sabemos, o medo de perder normalmente tira a ambição pela vitória.
João Filipe, Eduardo Costa e Eduardo Neto não funcionaram na contenção dos alvinegros. Junte-se a isso as duas avenidas nas costas de Marrone e Thiago Carleto e temos 90min de convites incessantes para que o adversário somasse mais três pontos rumo ao título da série B. O gol azurra saiu daquele mesmo jeito de sempre, com a única jogada ensaiada que consegue ser realizada com bom aproveitamento: bola parada nos pés de Marquinhos, levantamento para dentro da área e cabeceio de alguém. Ontem, por acaso, foi Pablo.
Acredito que o Avaí decide o seu futuro na próxima sexta-feira, quando recebe o vice líder Joinville na Ressacada precisando retomar o caminho das vitórias, único resultado capaz de restabelecer a confiança do elenco e torcida. É fundamental exorcizar a sensação de que estamos diante da mesma amarelidão do ano passado. Aquela sina de time frio, fraco e frouxo não pode reaparecer assim, de uma hora para outra como um fantasma que se alojou na história desse clube. Nunca mais.

Natália Vaccari, musa da Macaca

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Avaí, só não pode perder

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E uma das partidas mais importantes desta reta de chegada da série B finalmente acontece às 19h30 de hoje no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Avaí e Ponte Preta se enfrentam em situações parecidas e diferentes ao mesmo tempo. Ambos estão no G4, alimentam sérias intenções de conquistar o acesso para a elite do futebol brasileiro e desfilam declarações de respeito mútuo.
Avaí 1x0 Ponte 1º turno - Foto Jamira Furlani
De diferente, bom, aí tem uma penca de coisas. A Macaca vem de uma sequência de nove partidas de invencibilidade, com sete vitórias e dois empates. Ocupa a liderança na tabela com 57 pontos ganhos, joga dentro de casa com o apoio de sua torcida e vê nesse confronto a possibilidade real de encaminhar inclusive o título do campeonato.
Já o Avaí, que vinha empolgado por uma série invicta de 12 rodadas, caiu vertiginosamente de produção, perdeu aquele bom futebol que fazia a torcida sonhar com uma segunda estrela amarela, somou apenas três pontos dos últimos 12 disputados, ocupa a quarta posição no G4 e se vê ameaçado pelo Ceará, dois pontos atrás e que hoje enfrenta o Icasa.
Sabendo destas diferenças, Geninho resolveu fazer algumas mudanças no seu Avaí de maneira a evitar de todo custo sair do interior de SP sem pelo menos um ponto na bagagem. Fortaleceu o setor defensivo sacando os laterais Bocão e Eltinho, e promoveu os retornos de Eduardo Costa, João Filipe e Marquinhos para o meio de campo. Como se pode perceber pela escalação, vamos com três volantes para cima da Ponte: Vagner; Marrone, Pablo, Bruno Maia e Thiago Carleto; Eduardo Costa, João Filipe, Eduardo Neto e Marquinhos; Anderson Lopes e Bruno Mendes.
Embora essa seja uma rodada tensa, é bom lembrar que dependendo da combinação de alguns resultados infelizes dos outros TOP 5 do campeonato, uma vitória do Avaí nesta noite pode representar o retorno para a vice-liderança da série B. Pouco provável, é verdade, mas absolutamente possível e desejável por todos nós. Não perder é o objetivo número um do Avaí em Campinas.

Mas onde diabos estão os chineses?

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Semana decisiva para o Avaí

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Com o baixo rendimento das últimas quatro partidas, é claro que Geninho partiria para algumas alterações em seu time-base. Quando uso a palavra "claro", é por se tratar de um técnico experiente, que não tem mais nada o que provar e pode, sim, realizar as mudanças que julgar serem necessárias para os diferentes momentos de cada um de seus comandados. Fosse outro, "morreria" no campeonato por medo de mexer e perder o controle do grupo, como já vimos antes na Resssacada.
Geninho apertou "aquele" botão - Foto Avaí
O fato é que Geninho apertou o botão do foda-se e quando percebeu que Bocão e Heltinho realmente atingiram o seu limite de elasticidade sacal. Ato contínuo perdem a vez para Marrone e Carleto. Essa movimentação de peças, somada a entrada do zagueiro João Felipe na vaga do meia Diego Felipe, apontam para um reforço na parte defensiva de maneira a não sair de Campinas com uma derrota.
Se o empate com a Ponte Preta não é o melhor dos resultados, que pode inclusive representar a entrega da 4ª posição na tabela para o Ceará, é fato que o Avaí terá ainda sete rodas finais para recuperar-se desse meio-revés. Geninho sabe disso, entende que a partida de amanhã vale muito em termos de pontuação e, sobretudo, a autoconfiança tão importante para a reta final da série B. Nessa semana o Leão decide o que ainda quer de 2014.

Que venha uma semana de alegrias

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Família avaiana na Ressacada - Por Jamira Furlani - Foto Divulgação Avaí FC

Geninho muda meio time

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Se você também ficou assustado, seja bem-vindo ao clubinho. Não é de hoje que Geninho vem dando sinais claros de descontentamento de sua equipe, entretanto não imaginava que chegasse a tanto. Mas essa é a informação dada pelo portal Infoesporte, confirmando que o Avaí terá muitas mudanças para enfrentar a Ponte Preta na próxima terça-feira. É "final" de campeonato, amigo.
Arte Avaí FC
Segue a matéria dizendo que após comandar um treino na manhã de hoje, o técnico avaiano só não mexerá no gol e no ataque, mas todos os demais setores sofrerão com esse tsunami de alterações. Nas laterais, Marrone e Carleto jogam Bocão e Eltinho para fora de campo. Na zaga, o professor  espera que vingue o efeito suspensivo sobre Antonio Carlos, o que recolocaria Bruno Maia no banco.
No meio-campo, Eduardo Costa e Marquinhos retornam do DM e entram nos lugares de Júlio César e Diego Jardel. Já Diego Felipe perdeu sua vaga no time e dará lugar a João Filipe. Assim posto, atenção então para a nova formação do Avaí: Vagner; Marrone, Antonio Carlos, Pablo e Thiago Carleto; Eduardo Costa, João Felipe, Eduardo Neto e Marquinhos; Anderson Lopes e Bruno Mendes.

A palavra é competência

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Ontem tivemos o fechamento da 30ª rodada da série B, o Avaí perdeu uma posição na tabela. Com a vitória do agora segundão Joinville sobre o Ceará por respeitáveis 3x0, o Leão da Ilha passou a ocupar a 4ª colocação, apenas dois pontos acima dos cearenses, o temido 5° colocado. A Ponte Preta continua soberana no topo do campeonato após vencer a Portuguesa por 3x0 no Canindé e o Vasco deu mais uma bobeira ao ser derrotado pelo Náutico por 1x0, indo parar na 3ª colocação.
No futebol, fé sem gols complica. Foto Estado
A proximidade de pontuação dos cinco que lutam diretamente pelo acesso vai produzindo mudanças repentinas a cada rodada. Um empate já é o suficiente para que as peças se mexam nesse tabuleiro pra lá de embolado e que não está livrando a cara de nenhuma equipe em caso de "acidentes de percurso". A partir de agora será a competência o fator que fará a diferença entre os vencedores e perdedores.
Nas próximas oito derradeiras rodadas todas as partidas se revestem de um nítido caráter de decisão. Para o Avaí, especificamente, suas vida será decidida nesta terça-feira diante da líder Ponte Preta, em Campinas, e na próxima sexta-feira, aqui na Ressacada contra o empolgado Joinville. Adversários diretos, Ceará fungando no cangote, "doze pontos" estarão em jogo nestes compromissos. Em meio a essa fase de insegurança provocada pelos pelos 25% de aproveitamento das últimas rodadas, Geninho e seus atletas terão que reaprender o caminho das vitórias. Não há mais tempo para planos de motivação que não passem pela competência.

Antes de marcar, atacar e cruzar

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Marquinhos dá o seu recado

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A nossa colocação do campeonato é boa, o nosso rendimento nas últimas partidas é que nos deixa bastante preocupados. Mas sabemos como chegamos nessa situação de poder queimar essa gordura e como batalhamos para conquistar esse objetivo, então basta retomar. Futebol ninguém desaprende, tem momentos ruins na carreira, no próprio campeonato, então cabe simplificar. Simplificar os jogos começar a fazer as coisas mais simples que estávamos fazendo e correr, batalhar bastante e correr sempre atrás do resultado positivo para comemorar bastante. Nossa posição é privilegiada na competição, só o que mais preocupa é o rendimento que está muito abaixo”.
"Esse não pode ser um ano a mais na vida dos jogadores, eles de repente não vão ter essa oportunidade de um acesso, uma equipe grande e para a carreira do jogador vai ser importante. Depois que eu subi com o Avaí eu fiz os meus melhores contratos. E os jogadores que ficarem, no mínimo vão dobrar os salários em caso de acesso. A gente tem que se concentrar um pouco mais, acatar o que o treinador fala, ele passou por isso tudo e o desfecho dele sempre foi feliz".