Os gols de América RN 3x1 Avaí

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Não deu praia, de novo

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Reza uma teoria conspiratória que na Grande Florianópolis faz sol de segunda a sexta, para no final de semana a chuva dar o ar de sua graça. Se é sempre assim, não sei, mas foi o que aconteceu nesse feriadão de Páscoa. Sol no sábado de manhã na Ponta do Papagaio, céu nublado a tarde, chuva na parte da noite, previsão de um domingo instável, tocou de volta para a Capital. Mas nada que pudesse impedir de acompanhar a estreia do Leão da Ilha na série B de 2014.
Terminada a partida, com derrota de 3x1 para o América de Natal, não podemos dizer que foi exatamente uma estreia, mas uma reestreia de um roteiro já conhecido pelo torcedor avaiano. Um bom primeiro tempo, pouco aproveitamento das oportunidades, cansaço na etapa final, mexidas equivocadas do treinador, falhas da defesa, ineficiência do ataque e, claro, derrota no placar derradeiro.
Os comentários pós-jogo poderiam ser feitos com um CTRL C + CTRL V da maioria das apresentações do Avaí nas últimas edições das séries B e dos Estaduais. Muda um protagonista daqui, um coadjuvante dali, mas o script geral não foge ao que temos testemunhado desse time que se nega a agir de forma diferente de um modelo perdedor que vai fincando raízes na Ressacada.
Lá vamos nós sem uma zaga que imponha respeito, uma ala esquerda minimamente produtiva, um meio de campo organizado e um centroavante que vez por outra consiga empurrar uma bola para dentro das redes. Uma única partida e cá estamos de novo na zona de rebaixamento.
E como é de praxe, inicia-se também a contagem regressiva para que jogadores, comissão técnica e dirigentes venham aos microfones lembrar que ainda é cedo para se preocupar, quem nem tudo está errado, que é preciso ter calma e que com trabalho esse cenário há de ser alterado. Noves fora, ontem não deu praia para nós na Ponta do Papagaio e menos ainda em Natal. Foto Frankie Marcone

Aviso aos leitores

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Avaí está definido para a estreia

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Sem mistérios, o técnico Pingo confirmou ainda na sexta-feira o time que vai a campo para enfrentar o América-RN, na primeira rodada da Série B. Antes de comandar o último treino em Florianópolis, o treinador afirmou que irá escalar a mesma equipe que vem treinando durante a semana.
Contratado na segunda-feira, o zagueiro Néris já estreia como titular. Ele vai substituir o lesionado Pablo, que está entregue ao departamento médico e não vem treinando com a equipe. O restante do time será o mesmo que vinha jogando o Campeonato Catarinense, com Diego; Bocão, Antônio Carlos, Néris e Eduardo Neto; Eduardo Costa, Tinga, Cleber Santana, Marquinhos e Diego Jardel; Roberto.
A equipe terá uma novidade no banco de reservas. O atacante Jean Silva, que treina desde a semana passada na Ressacada, será relacionado e fica como opção para o decorrer da partida. O jogo contra o América-RN acontece no sábado, às 21h, na Arena das Dunas.

Eu quero é novidade

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Pré-jogo de América-RN x Avaí

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América de Natal e Avaí se enfrentam neste sábado, na estreia do Campeonato Brasileiro da Série B, e ambas equipes querem fazer em 2014 uma campanha melhor do que em 2013. A partida que fecha a primeira rodada da competição está marcada para as 21h, na Arena das Dunas, em Natal.
Décimo colocado na Série B em 2013, o Avaí chega contestado para a competição este ano. A equipe catarinense não fez um bom estadual, ficando de fora do quadrangular final e ainda conquistado apenas o vice-campeonato no hexagonal do rebaixamento. Após a chegada do treinador Pingo e o fim do Campeonato Catarinense, o Avaí contratou reforços para a série B, entre eles o goleiro Vágner, um dos heróis do Ituano na conquista do título do Paulistão. O zagueiro Néris, o volante Abuda e o atacante Jean Silva já foram apresentados.
Se ano passado o América-RN brigou até as últimas rodadas contra o rebaixamento, este ano promete ser diferente, ao menos nas palavras do técnico Oliveira Canindé. Finalista e prestes a levar o título do Campeonato Potiguar (que será decidido quarta-feira, em partida contra o Globo), o treinador ressalta a força do elenco alvirrubro na série B. “Estamos fortes não só de elenco, mas fortes no emocional, que é o mais importante. É uma equipe sólida, confiante e com certeza o Avaí vai entrar forte na Série B. Nós temos a nossa forma de atuar e garanto que ela não vai sofrer alterações. Vamos continuar agredindo o adversário, jogando para frente e sempre em busca das vitórias.”

Avaí não renova com Marquinhos

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Uma boa notícia, porém incompleta

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Ontem o Avaí anunciou a assinatura de contrato profissional até 31 de dezembro de 2016 com o garoto Lucas de Sá, oriundo das categorias de base do clube. Chapecó, como é conhecido, nasceu em 04 de janeiro de 1996, é natural de Faxinal dos Guedes-SC, chegou ao Avaí em abril de 2010, foi dispensado e depois foi resgatado pelo professor Mesquita. O rapaz está faceiro da vida, claro.
Na entrevista, perguntado sobre quem o havia trazido de volta para a base do Avaí, a resposta foi editada em seu texto final para o site: “Vim para Florianópolis para fazer uma avaliação. Fui aprovado, mas depois dispensado. Fiquei por aqui estudando. Foi quando me viram jogar na escola e me trouxeram de volta”, comentou Lucas de Sá".
Por razões até hoje desconhecidas, Mesquita (na foto ao lado de Lucas) foi demitido em julho de 2013 e desde então seu nome parece ser tabu na Ressacada. Qual teria sido o "pecado" cometido pelo profissional especialista em garimpar talentos? Mesquita tem no seu currículo a revelação de vários jogadores que fizeram sucesso no futebol. O maior deles é Marquinhos Santos, mas a lista continua com Guilherme Siqueira, lateral-esquerdo do Granada-ESP e André Moritz, meia de 26 anos que joga no Crystal Palace-ING. Pois é, meus amigos.

Tamires, a musa do América-RN

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A falta que faz um ano sabático

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Assim que assumiu a presidência do clube em dezembro passado, Nilton Macedo foi enfático ao afirmar que o Avaí não permitiria mais do que três jogadores de cada empresário vinculados ao elenco. A intenção era se posicionar de forma completamente contrária daquela adotada pela gestão anterior, sempre às voltas com problemas internos gerados por "perus de fora".
Não demorou muito para que o presidente avaiano tomasse um choque de realidade no que diz respeito à falta de estrutura financeira e administrativa que permeia o futebol brasileiro. Situação ainda mais crítica no Avaí, que teve como "legado inestimável" destes últimos 12 anos um rosário de dívidas em todas as áreas possíveis e imagináveis.
O Avaí e a LA Sports meio que se desentenderam e os louros dos bons negócios caíram no colo de outro parceiro, o empresário Eduardo Uram, que caminha célere para ter sete atletas na folha de pagamento da Ressacada. Fora o meia Mazinho, ainda não confirmado, a blogueira Kátia de Paula nos adiantou no último dia 10 de abril que Uram já emplacou Antônio Carlos, Bocão, Julio Cesar, Héber, Eduardo Neto e agora o goleiro Wagner, campeão paulista de 2014 pelo Ituano. Wagner que teria o interesse do Palmeiras e recebido proposta do São Paulo, mas que veio parar na série B por influência do seu empresário.
Como no Brasil poucas coisas são feitas com planejamento, parece que não há espaço para um trabalho de reorganização que não seja feito à toque de caixa. Nosso dirigentes não têm o perfil de gestores modernos e os torcedores sofrem de ansiedade grave para verem a coisa acontecer.
Temos um círculo vicioso não permite um ano sabático, onde o presidente pudesse declarar que em 2014 o Avaí só lutaria para não cair para a segundona catarinense e a terceirona nacional, mas que em 2015 viria forte, saneado, com muitos atletas formados na sua base e aí sim, com no máximo três jogadores por empresário. Mas por essa cultura de curto prazo, continuamos reféns dos parceiros.

Por essa você não esperava

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Foi mais um lobby de verão

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Passado o verão mais calorento dos últimos anos em terras de SC, já podemos sentir a brisa fresca do outono que serve também apara refrigerar as cabeças pensantes do Avaí FC. Se a lição da última série B é que as vitórias fogem de times com os salários atrasados, o Campeonato Catarinense mostrou que não é com o mantra esotérico "Esse Avaí faz coisa" que se faz uma boa campanha.
O mesmo raio de 2012 não caiu na Ressacada e o que restou foi vibrar com a média de 2.000 torcedores por jogo a cada apresentação do Leão da Ilha no hexagonal de segunda época do Delfinzão 2014. Os dirigentes avaianos erraram nas escolhas de treinadores, jogadores e empresários, o que evidentemente não poderia ser premiado com melhor sorte nesta temporada.
A última quase-bobagem foi o ameaço da volta de Júlio Rondinelli, ex-gerente de futebol que "deitou o cabelo" assim que viu sua posição ser ameaçada com a aproximação de Luiz Alberto, da LA Sports. Com resultados pouco efetivos quando de sua primeira passagem pelo Sul da Ilha, poucos entenderam essa nova oportunidade que lhe seria dada.
Se desde então você, leitor, não ouviu falar mais nada sobre esse "namoro" do Departamento de Futebol azurra, é porque seu nome não foi aprovado pela maioria do elenco (nenhuma novidade), por boa parte dos dirigentes e pela esmagadora maioria dos avaianos principalmente nas redes sociais. Apoio ao retorno de Júlio Rondinelli, só foi percebido mesmo em setores específicos da imprensa e de alguns "apaixonados" que agora apoiam qualquer tipo de decisão dos cartolas do Carianos.
Embora não haja nada certo em nenhuma direção, parece que prevaleceu o bom senso e o saber da importância de se manter o bom clima organizacional dentro do clube. Comprar briga com boleiro e torcida é, como já se pôde experimentar num passado recente, um péssimo negócio. E aos que ficaram chateados pelo lobby fracassado, sentimos muito, mas os não tansos ainda são maioria.

Uma reflexão

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https://twitter.com/andrizek/status/456024434059771904

Um Avaí do tamanho do seu cobertor

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O torcedor avaiano, embora esperançoso como sempre, não está apostando 100% de sua caderneta de poupança nesse Avaí que inicia a série B na Arena Dunas, às 21h do próximo sábado, diante do América-RN. As contratações estão sendo pontuais: "Temos pouco dinheiro. Ponto", e a partir daí vamos em busca de um campeonato na base da superação individual e coletiva do elenco.
O atacante Jean, vindo São José-RS com o tradicional selo de "destaque do futebol gaúcho" por ter feito três gols (?), já está correndo com o grupo em torno do gramado da Ressacada. Anderson Lopes, atacante que vestia o manto barcelonizado do Marcílio Dias e que balançou a rede seis vezes no Delfinzão, retorna ao Avaí jurando que não apenas inchará a folha do clube. E ainda temos outro rompedor de área, o japonês Toshi.
O volante Abuda chega do Goiás, o zagueiro Néris e o meia Mazinho vêm do Brusque e, fora isso há mais um ou dois ameaços, ninguém deve fugir do padrão ajustado ao "legado inestimável" assumido pelo desaparecido presidente Nilton Macedo. Se esticar muito o pé, periga faltar cobertor. Se dá para confiar nesse elenco? Não, ainda não.

O verdadeiro troféu do campeão

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Imagem e ideia originais da fanpage Gozando o Figayra.

Por enquanto nada a responder

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Afirmei no final do ano passado que o Avaí não havia ganho nada em 2013, nem experiência. Na verdade foi um ano perdido em todas as direções, dentro e fora dos gramados. Desde uma campanha medíocre no Estadual, passando por problemas salariais desde o mês de fevereiro, até aquela "entregada" histórica do acesso a partir de uma sapatada de 4 dentro da Ressacada logo para o maior rival.  O ano de 2014 está sendo isso aí que estamos testemunhando e nesse momento não há um só avaiano realmente confiante numa boa Copa do Brasil e Série B nacional.
Já o clube do Estreito está na baía oposta desse oceano de infortúnios do azul e branco de SC, o que está levando seu Departamento de Marketing a deitar e rolar em cima do Avaí. Já tivemos que conviver com outdoors e banners virtuais reforçando a goleada maldita, enaltecendo o acesso para a série A e agora comemorando o título estadual ao mesmo tempo que, sarcasmo dos sarcasmos, saúda o nosso vice no Hexagonal.
Um tópico da Comunidade no Facebook cobra uma resposta do Departamento de Marketing do Avaí para essa zoação que já dura quatro meses e meio. Comentei que discordava da cobrança por uma razão muito simples: dizer o que? O timing não é nosso, mas deles. Não estamos na série A, não fomos campeões catarinenses, perdemos a posição de mais vezes campeão único do Estado, fomos parar do hexagonal da morte e não temos capital sequer para quitar as folhas salariais atrasadas do ano passado.
Qualquer tentativa de contra ataque publicitário, por melhor que fosse, esbarraria no fato de que são eles que estão na capa dos portais esportivos do Brasil. Completei dizendo que cabe ao marketing do Avaí esperar o momento ideal (nós por cima e eles no chão) para carcar a "vingança" de todas as formas possíveis. Sempre com inteligência e de maneira que doa até a alma. Até lá é se organizar administrativamente, conquistar sucessos dentro de campo e aí sim, o justo "direito de resposta".

Homenagem ao campeão de 2014

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Você está com vergonha do quê mesmo?

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Não sei se porque resolvi praticar o desapego pelo Campeonato Catarinense desde que o Avaí conseguiu a façanha de ficar fora do quadrangular, mas estranho o sentimento de vergonha que se abateu sobre alguns torcedores pela derrota por 4x1 em Chapecó. É certo que a marca Avaí sofreu mais alguns arranhões, mais uma queda pelo placar dolorido de quatro, isso não podemos negar.
Entretanto fica aquela sensação que o torcedor brasileiro é realmente imediatista, preocupando muito mais com uma gota de insucesso do hoje do que com o oceano de desastres de um ontem não muito distante, ainda grudado em nossas lembranças mais recentes.
O que significa, leitor frustrado com o vice-campeonato do Hexagonal do Incompetentes, o constrangimento da goleada deste sábado, diante da vergonha de um clube que engatou atrasos salariais saltitantes de fevereiro a dezembro do ano passado? Será que o estrago ao seu nome no mercado do futebol brasileiro não foi imensamente maior quando o país tomou conhecimento da paralisação de jogadores e funcionários pelos cinco meses de atrasos consecutivos de pagamentos de seus "soldos"? Quem quer vir para o Avaí hoje em dia?
Não me parece que uma vitória ou um empate no estádio da prefeitura de Chapecó aliviaria o vexame do Maior Clube de SC ter ficado na 6ª colocação final de uma competição onde apenas cinco times podem ser considerados profissionais. Para ser ainda mais pragmático, diria que os testes realizados no Oeste catarinense deram ao técnico Pingo a oportunidade de esfregar na cara de todos os interessados, que se o Avaí não quer ser mais que um sparring na série B, terá que ir em busca de reforços para o time titular. No que depender do elenco, de alternativas via banco de reservas e base, lutaremos para ficar entre os 10 primeiros. Para ser mais exato, do 5° ao 10° lugar e olhe lá.

Os ídolos soltaram o gogó

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Já está no ar a campanha da 27ª Edição da Feira da Esperança da APAE. O evento acontece entre os dias 1º e 4 de maio, no Centrosul, e a peça publicitária traz diversas personalidades catarinenses que apoiam a iniciativa. Dentre eles Marquinhos e Fernandes, os dois maiores ídolos da história de Avaí e Figueirense. A renda obtida na feira corresponde a 70% do faturamento da APAE e o vídeo completo da cantoria da manezada da Ilha você assiste clicando aqui.

Pré-jogo de Chape x Avaí

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Para o time da casa, o título do hexagonal parece valer muito mais que para o Avaí. A Chape, abaixo no ranking da CBF - é o 41º, bem abaixo do rival azurra, melhor catarinense, na 23ª posição - prefere levantar a taça, e assim garantir a vaga automática na Copa do Brasil de 2015, a esperar um convite para a competição nacional.
O técnico Gilmar Dal Pozzo leva tão a sério a partida deste sábado, a última antes da estreia na elite do futebol brasileiro, que relacionou dois jogadores que devem ser titulares na Série A e que estavam lesionados: o meia Régis e o atacante Fabinho Alves; esse último estará em seu primeiro jogo no hexagonal após se lesionar na primeira rodada contra o Avaí.
Do outro lado, o Avaí também vai atrás da vitória e do título, claro, sem tanta 'vontade'. A prova é a escalação. Além de três titulares que estão suspensos - Marquinhos, Eduardo Costa e Roberto - o técnico Pingo preserva todos os outros, com exceção de Héber, pensando na Série B do Brasileiro e na sequência da Copa do Brasil. Com isso, o Leão da Ilha estará repleto de garotos da base, com poucos nomes conhecidos até pelo mais fanático torcedor, e deve entrar em campo com: Aleks, Jean, Marcão, Luiz Matheus e Paulinho; Braga, Revson, Chapecó e Zangão; Wilker e Héber. Os canais PremiereFC, Premiere HD e PFC Internacional transmitem a partida no Índio Condá ao vivo, às 16h.