Avaianas, as legítimas

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Júlia Herzmann Vieira, avaiana, fanática.

William vai bem, Avaí vai ao mercado

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A boa notícia é que William, o nosso atacante fofucho, passa bem após cirurgia realizada na última terça-feira, para dar aquela "ajeitada" na fratura sofrida no tornozelo direito em treino num dos campos auxiliares da Ressacada. Na foto - mal e porcamente cortada para caber no espaço padrão do blog, mas que você pode ver por completo aqui - vemos que o procedimento foi um sucesso, sendo que a recuperação deve se dar entre 8 a 10 semanas. Como é muito tempo e as opções são limitadas no atual elenco, a direção precisa ir atrás de outro 9. Menos focucho, de preferência.

"Vamos para a guerra contra o Avaí"

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Essa foi uma das frases de efeito do novo superintendente de futebol do Joinville, o senhor João Carlos Maringá, quando de sua mini-palestra de chegada para os atletas do clube (foto acima). O dirigente, afoito por injetar ânimo no grupo, não deve ter tido tempo para se informar sobre os últimos problemas ocorridos entre torcidas nas imediações daquela praça esportiva.
Infelizmente, essa é a forma abrasileirada de aplicação do que seria a psicologia do esporte. Em caso de novas ocorrências policiais, seremos obrigados a ouvir que era "apenas uma expressão normal do futebol" e que "não é isso que criou a confusão". Isoladamente, não, mas a história tem mostrado que isso já é uma cultura, um jeito torto de enxergar um evento de entretenimento, depois acompanhado de campanhas blasés por paz nos estádio. Grande bobagem, senhor João. Foto divulgação JEC

Avaí, de primeira

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Avaí estuda contratação de atacante - A lesão de William pegou o Avaí de surpresa e deve fazer a diretoria voltar ao mercado em busca de um jogador para a posição. Sem contar com o atacante por até quatro meses, os dirigentes do departamento de futebol vão se reunir para decidir se uma peça será contratada para repor o desfalque.
A tendência é de que o clube traga um jogador com característica parecida com a de William e André Lima, que deve ser titular nas próximas rodadas do Brasileirão. Entre os atacantes, apenas os dois têm estilo de jogo parecido, já que os outros são considerados jogadores de velocidade.
Além de André Lima, Kleina conta com outros seis atletas para o setor: Hugo, Roberto, Rômulo, Tauã, Conrado e Toshi. Os dois últimos sequer estrearam com a camisa azurra. Matéria Infoesporte

Pense nisso

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Não se negocia identidade

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"(...) Vender o mando de campo pode deixar de oxigenar as finanças combalidas da instituição, mas reforça a identidade de um clube que não está à venda, que não trai sua comunidade em troca de 30 dinheiros. São ações como esta, aliadas à tantas outras ações possíveis em prol da união entre clube e comunidade, que  nos permitará, no futuro, ter tanto sucesso na relação clube/torcedor (...), desde que elas não sejam apenas mais uma ação passageira, sem continuidade, contradita amanhã por alguma outra nova ação que destrua o que esta construiu." Para ler o texto do Blog Memória Avaiana em sua íntegra, basta clicar aqui. Foto Jamira Furlani AFC

Um raro gesto de respeito no futebol

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Não era boato, o Avaí realmente recebeu uma proposta de R$ 700 mil para transferir a partida com o Fluminense para o estádio Mané Garrincha, a fim de tornar a estreia de Ronaldinho um evento mais abrilhantado. Também é verdade que Nilton Macedo e seu staff cogitaram vender o jogo, mas sobre terem apresentado uma contra proposta mais salgada ao tricolor, há quem afirme, sem certeza.
De qualquer maneira, a direção azurra finalizou as negociações privilegiando o seu torcedor, numa nota publicada em todas as suas redes sociais, dizendo que vendeu o evento para os 15 mil que espera estarem presentes nessa mesma partida, agora confirmada para a Ressacada.
Não é algo com que o maltratado e sempre usável torcedor brasileiro esteja acostumado, tanto que muitos avaianos não "conseguem aceitar" um ato até óbvio de respeito aos acordos firmados, e já se cobram de si mesmos e de outros, a presença no estádio, o associativismo imediato, a compra de material licenciado etc. "Eu não mereço. É muito. Tenho que devolver". É Freud na veia.
O clube também acertou por não se colocar em mais uma saia justa nessa série A. Se já não caiu nada bem Nilton Macedo voltar atrás em sua promessa de não mexer nos preços para o campeonato, majorando valores de ingressos e associativismo em até 100% para os novos sócios-torcedores uma semana antes da estreia, vender uma partida agora seria jogar por água abaixo a relação com os atuais fiéis  de carteirinha e toda a campanha de chamamento para o fã avulso.
Após esse erro, que se somou ao lançamento gourmet da nova camisa em um cinema exclusivo para 300 convidados, não se esperava outra coisa dos dirigentes. Por isso, e merecidamente, pela segunda vez em menos de um mês o clube é manchete em portais nacionais (primeiro com a ação de inclusão de haitianos) e consegue algo muito importante, o respeito instantâneo do seu torcedor.
Digo instantâneo porque essa é uma planta que precisa ser regada, mantida em ambiente saudável de continuidade, sob pena de se retornar para a relação fria que normalmente norteia a relação entre os clubes de futebol e os torcedores brasileiros: "Eu baixo preço aqui e você volta para o estádio acolá, mas sem muito envolvimento". E isso, como todos sabemos, nunca deu certo.
Que o diga o ano de 2010, quando os homens de negócios (?) do Avaí elevaram os preços da Ressacada para padrões acima daqueles praticados na Europa, estrago que até hoje se procura consertar. Às vezes com dois passos para frente e um para trás, mas com mais esforço e menos esganação do que em nos últimos anos. Parabéns, ontem fizeram isso bem feito. Foto Cristiano Estrela

Avaí, de primeira

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William se lesiona em treino do Avaí -  Um dos últimos reforços contratados para o Campeonato Brasileiro, William pode desfalcar o Avaí por até quatro meses. O atacante se lesionou durante o treino realizado na tarde desta terça-feira, na Ressacada, e foi encaminhado para um hospital de Florianópolis. O clube confirmou que o atleta teve uma fratura no tornozelo.
Ontem William foi submetido a uma cirurgia e nos próximos dias inicia o tratamento, que envolve imobilização e fisioterapia. Os médicos do clube estão acompanhando o atleta no hospital. A previsão é de que fique entre oito e 16 semanas longe dos gramados. William chegou ao Avaí em junho e disputou sete jogos no Campeonato Brasileiro, marcando um gol. Matéria via Infoesporte

Fato ou boato?

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O Avaí FC já se pronunciou sobre o assunto. Leia clicando aqui.

Kleina não viu

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Comentário de Mário Coelho no post Parece que faltou alguém: "Claro que, pelos números, o culpado inicial e mais óbvio é a zaga. Mas acho necessário ter um olhar um pouco mais aprofundado. No sábado, jogamos sem Renan, nosso primeiro volante e verdadeiro motor da marcação.
No lugar dele, ao invés de Adriano ou outro da posição, Kleina escolheu Pablo, lateral direito que agora joga sua bolinha pelo meio. Ganhamos velocidade na saída para o ataque, mas perdemos o meio de campo. Isso complica muito.
Em vários momentos da partida, Emerson e Jeci iam dar combate quase na linha do meio de campo. Mais velhos e pesados, acabavam perdendo para a velocidade do Atlético. Kleina não viu isso. E, quando mexeu, conseguiu piorar o time e esvaziar ainda mais a marcação.
O segundo gol do Atlético foi por conta disso: não tínhamos nenhum marcador além dos dois zagueiros e do lateral Romário. Time mal postado em campo, substituições ruins. Derrota ruim porque realmente perdemos para nós mesmos. Vágner até fez mais defesas que Weverton, mas mesmo assim poderíamos ter vencido". Foto Jamira Furlani AFC

Derrota com um "Q" de ilusão

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Exóticas, assim vejo as declarações dos profissionais da bola após as derrotas dos seus times. É assim de norte a sul do Brasil, sem distinção de famosidade ou tamanho da cota de patrocínio. É sempre aquela dúvida se o cara está enrolando, se não tem inteligência ou humildade para assumir a simples e nobre responsabilidade pelo insucesso, ou se realmente acredita naquilo que diz.
Aqui no nosso quintal não é diferente. Isso há anos, há décadas, sempre o mesmo quáx-quáx-quáx para tangenciar o óbvio, aquilo que qualquer torcedor com visão mediana consegue enxergar desde a arquibancada ou pelo tubo da TV, mesmo que de 14 polegadas e ainda sem sinal digital.
Das coisas ditas após o insucesso da última rodada, me chamou a atenção das palavras do lateral Romário, que sentenciou que "A gente perde para a gente mesmo". O efeito subliminar dessa frase com um "Q" de ilusão, é a semeadura da fé (?) de que na próxima "não daremos bobeira e a vitória virá". Sim, porque "qualidade nós temos... só depende de nós ... só não parem de apoiar".
Sejamos sinceros e humildes: o Avaí perdeu para o Atlético/PR, um time mediano da série A, mas que foi menos atabalhoado que Romário e cia. Reconhecer os erros, as próprias limitações, o mérito do adversário e não fazer jogo de palavras, que tal recomeçar por aqui? Foto Jamira Furlan

Avaí, de primeira

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Anderson Lopes recebe sondagem para deixar o Avaí - Renan não é a única revelação azurra a despertar interesse de outro clube. Mas enquanto o volante está apenas sendo monitorado pelo Arsenal sem nenhuma proposta oficial, o atacante Anderson Lopes já recebeu sondagens para deixar a Ressacada. O clube, no momento, não pretende negociar o atleta.
O assédio em Anderson Lopes já chegou ao conhecimento de Gilson Kleina. Os dirigentes procuraram o treinador para saber sua posição, e ouviram que tecnicamente o atacante é importante para o time.
Anderson Lopes já ultrapassou o limite de seis jogos no Campeonato Brasileiro, o que impede uma transferência para outro time que disputa a elite. A única possibilidade de negociação neste momento seria uma saída para o exterior. O clube só vai abrir mão do atleta se a proposta financeira for boa.
Com três gols em 11 jogos, Anderson Lopes é o artilheiro da equipe na Série A. O atacante atualmente está no departamento médico se recuperando de lesão e deve retornar apenas em agosto. Matéria via Infoesporte

Uma imagem

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Haitianos na Ressacada. Foto Guilherme Lopes AFC

Parece que faltou alguém

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Meus comentários de ônti e ontisdônti no Twitter: "Pessoal detonando Juninho pela empáfia de sair do banco de reservas, botar a bola embaixo do braço e perder o pênalti. É o menos culpado. Emerson, Jéci, Pablo, Renan Oliveira, Roberto, André Lima, tudo cobra criada, e quem se sente + confiante é um reserva de 25 anos? A escala dos batedores de faltas, escanteios e pênalti já deveria estar devidamente programada desde os vestiários. Falha de Gilson Kleina.
O time tem muitos atletas experientes. Poderiam ter segurado o ímpeto do rapaz vindo do Timor Leste. Faltou líder em campo. Ainda assim, caso o pênalti fosse convertido, dois pontos seriam mais uma vez perdidos dentro da Ressacada. Aí está o problema. Faltou dizer: a zaga, a nossa meninas dos olhos, é hoje a mais vazada do campeonato. Culpa dos zagueiros ou da falta de proteção a ela?" Parece que faltou alguém nesse time... Foto Cristiano Estrela

Avaí foi bem, só faltou tudo

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Com o computador baleado no final de semana, sobrou chorar o leite derramado na Ressacada, desta vez diante do Atlético/PR, via smartphone no Twitter do blog. De qualquer modo, Incrível a dificuldade do Avaí fazer o resultado quando dentro dos seus domínios. Tem sido assim ao longo de todo campeonato, o que vem fazendo a diferença (negativa) em termos de classificação geral.
Dirigentes, técnicos, jogadores e até muitos torcedores já adotaram o "futebol de resultado". Quer espetáculo, vá no teatro, dizem eles, deixando nas entrelinhas as suas deficiências em apresentar (ou assistir) qualidade técnica em um esporte profissional e de alto rendimento. Entretanto, são esses os que não perdem tempo em enaltecer uma pseudo boa apresentação justamente nas derrotas.
Pelo que pude entender das entrevistas coletivas e comentários pós-jogo dos "mais apaixonados", o Avaí perdeu lindamente. Gilson Kleina, por exemplo, não teve dúvidas em afirmar que "Nossa equipe tem um futebol atual, insinuante, envolvente (...) Não deixamos de atacar e estávamos comandando bem o jogo (...) Faltou a eficiência, a tranquilidade". Ou seja, faltou tudo. Sim, porque até segunda ordem, o que realmente importa no futebol de resultado é o resultado, certo? Foto Charles Guerra

Avaí, de primeira

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Kleina diz que não era para Juninho bater pênalti - Após desperdiçar pênalti no último lance do jogo contra o Atlético-PR, o meia Juninho recebeu apoio dos companheiros. Emerson disse que o momento é de abraçar o atleta, enquanto Rômulo afirmou que qualquer um poderia ter perdido.
No entanto, o técnico Gilson Kleina não gostou nem um pouco de ver o meia assumir a responsabilidade de cobrar a penalidade: - O Juninho treina muito pênalti, mas não era a hora dele bater. É uma situação ruim. Os batedores estavam definidos, tem um momento. A cobrança vai ser forte e vai acontecer - garantiu o treinador em entrevista coletiva.
Sobre a partida, Kleina destacou a intensidade das duas equipes e lamentou os erros do Avaí, principalmente no primeiro gol de Marcos Guilherme: - O jogo foi de alta intensidade, as duas equipes jogaram para frente. Nos preparamos essa semana para essa intensidade, mas infelizmente erramos no primeiro gol. Criamos chances, mas faltava um pezinho ali. Depois do gol ninguém desistiu e mantivemos a postura, mas lamento não termos pontuado - comentou. Matéria Infoesporte

Derrrota pra lá de inesperada

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Teve pênalti não marcado para o Avaí. Teve pênalti marcado e desperdiçado pelo Avaí. Mas a naba foram os dois gols marcados pelo Atlético/PR e apenas um pelo Avaí. Uma péssima derrota em casa, onde a novidade Juninho, o reserva que se sentiu "confiante" para bater um penal no finalzinho da partida. Mas quem ficou bonitão na foto foi goleiro do CAP, que garantiu três pontos para seu time.
Em tempo: computador com problema, travando o tempo todo, deve ir para a manutenção na segunda-feira, e posts só depois disso. Bom domingo a todos. Foto Gustavo Oliveira/ CAP

Vencer em casa, essa é a meta

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Pelo simples olhar para a tabela, já seu pode perceber que o Avaí não terá vida fácil logo mais às 18h30, na Ressacada, quando enfrenta o Atlético/PR pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os paranaenses estão na 8ª colocação, com 22 pontos, enquanto os catarinas de Flonópix ocupam a 13ª posição, com 17 pontos conquistados e um aproveitamento bastante irregular de 40%.
O vem de um festejado empate com o Cruzeiro no último domingo, o que não significa que Gilson Kleina esteja tranquilo, sendo embalado por uma campanha que lhe permita sonhar com os chamados voos mais altos. A luta ainda é contra o rebaixamento, apenas quatro pontos nos separam da zona maldita, então vencer em casa é a missão a ser colocada em prática nesse sábado.
E por falar em Gilson Kleina, o técnico avaiano está feliz pelo retorno de Roberto após cumprir suspensão, o que deixou transparecer que a equipe possa atuar com três atacantes, somando-se aí o garoto Tauã e William. Se Romário ainda é dúvida pela lateral esquerda, talvez tenhamos que voltar a a exercitar o dom da paciência com Eltinho, pródigo em deixar largas "avenidas" em suas costas.
Jogo bom de se assistir, com público mediano, previsão do tempo instável, uma bela oportunidade para o Avaí voltar a vencer dentro de casa, pular para regiões mais auspiciosas na tabela e proporcionar uma semana mais tranquila até o próximo compromisso, contra o JEC, lá. Foto Abílio Silva

Avaí, de primeira

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Avaí pode ter formação com três zagueiros - A forte chuva de ontem na Capital fez o Gilson Kleina pensar em um plano B ao Avaí. Temendo um gramado da Ressacada pesado, sábado, diante do Atlético-PR, o comandante testou uma formação com três zagueiros e com maior força física. A previsão do tempo, contudo, indica nuvens, mas com uma chance menor de precipitação.
Durante o treino, Kleina sacou Roberto e colocou Antonio Carlos. Segundo o técnico, seria uma forma de se precaver e evitar as jogadas pelo lado do campo, parte mais prejudicada pelo mau tempo.
- Olhando o nosso campo temos dificuldade para jogar com velocidade, são jogadores de condução e bola, como você vai conseguir a transição? Então se tiver que acontecer o Antonio Carlos tem uma estatura e bola aérea forte e estamos nos precavendo para o caso do nosso campo não dar condições, como foi no clássico. Então temos que ter jogadores bons cabeceadores - explicou Kleina.
Caso o gramado esteja em condições, o Avaí vai no 4-2-3-1, formação que vem sendo adotada. Roberto e Tauã nas pontas para dar suporte a William, esquema que tem agradado a Kleina.
- Como nós perdemos a referência do Marquinhos, optamos por uma força maior de transição, contra o Sport. Deu certo, tivemos um erro que nos custou dois pontos, mas quando vi da velocidade pelos lados e um atacante de referência, esse jogador foi mais acionado. Então gostei dessa velocidade e nesse esquema temos também o desgaste - encerrou. Matéria via Globo Esporte

Não esquecemos, não esqueceremos

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Há exatos 10 meses, João Grah voltava para Floripa depois de acompanhar uma partida do Avaí, quando na BR-101, em Balneário Camboriú, uma pedra foi arremessada de um viaduto contra o micro-ônibus em que estava, atingindo-o mortalmente na cabeça. Nenhum dos responsáveis foi preso, julgado ou processado. Para mais informações clique aqui na matéria do DC de hoje.