Procura-se

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Só os fortes entenderão. Arte sobre foto de Cristiano Andujar - VipComm

Um choque de realidade

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Se ao torcedor desatento ainda restava uma expectativa mais ufanistas para 2014, a derrota de ontem do Avaí para o time reserva do Palmeiras por 2x0 pode ter servido para trazê-lo de volta à realidade dos fatos. Não que isso seja uma desgraça de proporções globais, mas a luta do clube, o foco da diretoria, é sanear o que restou dos escombros financeiros dos anos anteriores. Se apenas conseguir isso, fazendo uma boa campanha na série B, ainda assim teremos tido um ano proveitoso.
Geninho - Foto Cristiano Estrela
Geninho foi honesto em suas palavras na coletiva pós-jogo, afirmando que os reforços são necessários, mas sem dinheiro essa é uma possibilidade inviável. Vamos com o que temos e pronto. Talvez o professor encontre um encaixe salvador com estas mesmas peças e até brigue verdadeiramente pelo acesso, mas isso é apenas uma conjectura, uma esperança, coisas ainda ao alcance de nossa paixão.
Apesar da "ausência" de Cleber Santana, o Avaí domíniou no primeiro tempo, com chutes de fora da área e jogada ensaiada de escanteio que deram trabalho para o goleiro Palmeirense. Mas chance de gol mesmo tiveram eles, quando Vagner teve que realizar uma excelente defesa num chute cruzado quase à queima roupa. No segundo tempo, ainda sem Cleber Santana, bateu aquele pianço no pessoal mais experiente, o Palmeiras tomou as rédeas da partida, balançou a rede duas vezes, terminou os 90min com 63% de posse de bola e tornou a Copa do Brasil uma missão quase impossível para o Leão.

Torcida organizada

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Operação salva-vidas, o Avaí está dentro

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A CBF convocou para a próxima semana uma reunião com os 40 clubes da Série A e B para discutir as suas dívidas. O objetivo é definir uma estratégia para viabilizar a aprovação de um projeto de lei que já está em discussão no Congresso Nacional, o de Responsabilidade Fiscal (antigo Proforte).
A expectativa da comissão de clubes formada pela CBF e dos deputados envolvidos era de que a medida fosse aprovada até mesmo antes da Copa do Mundo começar. O texto parou nas mãos de Guido Mantega, ministro da Fazenda, e não andou mais.
A proposta consiste no refinanciamento dos débitos, mas com punições desportivas para o descumprimento dos pagamentos, como perdas de pontos e até mesmo rebaixamento de divisão - com novos prazos, muitos cartolas acreditam que podem salvar as contas. Além dos representantes dos times, presidentes de federações dos estados que estarão presentes também foram convidados a participar. Fonte ESPN

Ana, a musa dos periquitos

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Any Patzer, torcedora do Palmeiras, foi uma das finalistas do concurso que elegeria a mulher mais sexy do Brasil de 2013. Mais fotos da morena clicando aqui e aqui.

Avaí e Palmeiras, o duelo da Ressacada

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A Copa do Mundo trouxe novos treinadores e esperanças de dias melhores para Avaí e Palmeiras. Na prática, porém, o Leão da Ilha larga em vantagem no duelo desta quarta-feira, às 19h30, na Ressacada, pela 3ª fase da Copa do Brasil. Com Geninho no comando, o Avaí conquistou duas vitórias consecutivas e viu sua invencibilidade aumentar para quatro jogos na Série B.
Com desfalque de dois dos reforços recém-contratados por já terem atuado na Copa do Brasil pelos ex-clubes, e um lateral suspenso pelo terceiro amarelo, Geninho confirma a equipe com Wagner; Marrone, Pablo, Antônio Carlos e Eltinho; Eduardo Costa, Eduardo Neto, Cleber Santana e Marquinhos; Anderson Lopes e Paulo Sérgio. 
Pelos lados dos paulistas, o argentino Ricardo Gareca assumiu o Verdão com dois tropeços e um jejum incômodo - derrotas para Santos e Cruzeiro aumentaram a série negativa da equipe para cinco partidas sem vencer. Sem demonstrar preocupação com pressão por resultados adversos neste início de trabalho, Gareca optou por poupar alguns jogadores da viagem para SC. Não jogam Wendel, Tobio, William Matheus, Renato, Mendieta, Diogo (poupados), Fernando Prass, Lúcio, Eguren (no DM) e Bernardo (já jogou pelo Vasco no torneio). Fonte base Globo Esporte

Com postura de profissional

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Hoje o colombiano James Rodríguez, um dos destaques na última Copa do Mundo, foi apresentado pelo Real Madrid no estádio Santiago Bernabéu. Diante de 40 mil torcedores, James apareceu sem boné, brinco, corrente, pulseira, anel, óculos fashion ou cabelo colorido. Nada daquelas palhaçadas visuais que vemos desfilar em nossos clubes e até mesmo na seleção brasileira. Jogador de futebol com jeito de profissional de futebol e não de vitrine de bijouteria barata.

Palmeiras vem com time misto

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Visando o clássico com o Corinthians no próximo final de semana, o Palmeiras terá um time misto para enfrentar o Avaí nesta quarta-feira, pela Copa do Brasil. O técnico Ricardo Gareca comandou uma atividade na manhã desta terça-feira, na Academia de Futebol, e encaminhou o time titular.
A equipe paulista não vai contar com o zagueiro Lúcio, que sofreu uma fratura na face, e com o volante Eguren, que lesionou a coxa direita. Wendel, Mendieta, Tobio, Renato e Diogo serão poupados. Com isso, o time pode ter oito mudanças em relação à equipe que perdeu para o Cruzeiro na última rodada do Campeonato Brasileiro.
Do time que iniciou o jogo contra o Cruzeiro, permanecem apenas o goleiro Fábio e os atacantes Leandro e Henrique. Para substituir Lúcio, o treinador Gareca optou por Wellington, enquanto Wesley assume a vaga que era de Eguren. (...) As mudanças no time já haviam sido sinalizadas por Ricardo Gareca após a derrota para o Cruzeiro. "Vamos com os melhores jogadores que tivermos, mas é difícil que o mesmo time que jogou contra o Cruzeiro jogue na quarta: "Jogamos contra o Santos, 72 horas depois tivemos o jogo contra o Cruzeiro e agora, 72 horas depois mais uma vez, vamos ter a Copa do Brasil. Isso é muito difícil" - disse o treinador.

Um bom jogo de futebol à vista

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Marquinhos tem todas as razões do mundo para convocar o torcedor avaiano à comparecer na primeira das duas partidas diante do Palmeiras que definirá quem segue na Copa do Brasil. Não bastasse ser um jogo considerado grande, que recoloca o Avaí nas pautas dos noticiários nacionais, é uma oportunidade de ouro para continuar oxigenando as finanças do clube. E M10 sabe disso.
Não só o ídolo azurra, mas também a diretoria espera que a Ressacada receba um público de pelo menos 10 mil pessoas, o que considero improvável. Teremos uma boa participação popular, com um incremento de cerca de 1.200 torcedores palmeirenses, o que deve embolocar a ocupação efetiva de 7 mil, quem sabe até 8 mil cadeiras azuis.
Entretanto, vale lembrar que o tesão de Marquinhos e de todo elenco não é apenas pelo grito extra que virá das arquibancadas ou do dindim das bilheterias. Está na mesa mais R$ 530 mil para os cofres do Sul da Ilha em caso de classificação para a 4ª fase da competição. O Avaí já recebeu R$ 160 mil + R$ 160 mil + R$ 430 pelas três fases anteriores, o que deve ter tirado um bocado de barriguinhas da miséria.
Ainda há que se desconsiderar aquele plus a mais que bate forte no coração de todo boleiro, que é mostrar seu repertório de potencialidades para um time grande e de quebra reaparecer no cenário nacional classe A. Sim, meu estimado leitor, amanhã teremos um belo espetáculo a Ressacada. Vamos atender o convite do capitão, tirar a bunda do sofá e curtir um bom jogo de futebol.

Convite do capitão

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Como marketing, Dunga é uma tragédia

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"Se fosse uma estratégia de marketing, a volta de Dunga à Seleção Brasileira ia virar “case (...). Um case de fracasso absoluto. Difícil encontrar um nome que esteja menos desconectado do desejo do torcedor brasileiro do que o do capitão do tetra. Vamos relembrar: após os 7 a 1 (é duro, mas é necessário relembrar) algumas coisas ficaram claras. Primeiro que nosso futebol é feio. Segundo que não é mais eficiente. Terceiro que estamos atrasados com relação aos melhores do mundo.
Eduardo Tironi, ESPN.
A goleada e a eliminação humilhantes trouxeram de volta a vontade de ganhar jogando bem. Depois de ver a Alemanha transformar uma semifinal de Copa do Mundo numa roda de bobinho, a torcida entendeu que assim não dá mais. O Brasil quer de volta o seu futebol da forma que ele ficou conhecido, não o futebol guerreiro que pode até trazer taças, mas com mais gosto de alívio do que prazer.
Com todos estes indicativos em mãos, a CBF agiu. E trouxe o maior símbolo do futebol de resultados que o Brasil já produziu. Aqui escreve um defensor do trabalho de Dunga em 2010, diga-se. O momento era outro, o time era eficiente. Mas passou. Vivemos outros tempos, com outras necessidades e desejos. O torcedor queria arte. A CBF respondeu com o homem que mais levanta a bandeira da vitória a qualquer custo. Pode até trazer canecos. Mas do ponto de vista do marketing, perdeu de goleada. De 7 a 1". Eduardo Tironi, editor-executivo dos canais ESPN no Rio de Janeiro.

Jogar feio não é uma opção

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"Tem hora que você tem que jogar feio, você vai ser analisado pelo resultado". Com essa frase Geninho concluiu uma de suas falas na coletiva pós-jogo da última sexta-feira, enaltecendo o "espírito de luta e o futebol sem vergonha de dar chutão" que teriam sido as maiores virtudes na vitória sobre a Ponte Preta. No que concordo inteiramente com o comandante avaiano: o time será avaliado pelo resultado, inclusive por seu torcedor mais fiel e apaixonado.
Nós brasileiros, de um modo geral, já nos conformamos com a realidade do futebol praticado há alguns anos em terras tupiniquins. Não temos mais aquele esporte vistoso, com jogadas ensaiadas que não sejam de bola parada, dribles desconcertantes, prioridade para a posse de bola, busca incessante pelo gol, enfim, tudo aquilo que um dia nos colocou no topo da cadeia alimentar do mundo da pelota.
Por isso acho muito estranho quando um técnico, jogador, dirigente ou até mesmo um torcedor tece comentários lembrando que "Não estamos preocupados em dar show". Toda vez que vejo essa permissão para o jogo feio, também conhecido pelas expressões "entrega em campo... sangue nos olhos... com raça... de heróis da superação", me pergunto que time nesse país poderia se decidir por jogar de outro jeito. Hoje, jogar feio não é uma opção.
Não lembro de uma equipe que possa se dar ao luxo de abrir mão do jogo bonito para se dedicar ao futebol de resultado. Não temos material humano e mentalidade disponível para essa "frescura". Até podemos sonhar com um "retrocesso" para os tempos da bola tratada com carinho, mas enquanto isso não acontece, temos que torcer para que nossos clubes contratem excelentes fisioterapeutas, preparadores físicos, médicos e massagistas. Grosso modo, do Oiapoque ao Chuí, parece que são esses profissionais que estão fazendo a diferença dentro dos gramados brasileiros.

Feliz Dia do Amigo

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Foto de Cristiano Estrela - Agencia RBS

Riquelme, aquele que "viria" para o Avaí

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Na reta final de sua carreira, Juan Román Riquelme voltará a vestir a camisa do clube que o revelou para o futebol. Na última quinta-feira, Claudio Borghi, técnico do Argentinos Juniors, revelou a ‘Fox Sports' o acerto com o meia ex-Boca Juniors, que se incorporará ao time já na próxima segunda-feira. Logo depois, o clube também confirmou o reforço.
"Está tudo certo. Román é uma caixa de surpresas, e essa sempre foi nossa esperança. Fiquei sabendo (do acerto) às três e meia da manhã e não dormi", afirmou o treinador, que acrescentou que é um admirador do futebol de Riquelme, ainda que não seja amigo pessoal do jogador.
"Tenho uma relação de muito respeito e admiração com Román. Não sou um amigo íntimo. Sou apenas um conhecido que se senta para falar de futebol", encerrou ao canal argentino.
Para ir a campo, Riquelme ainda deve melhorar a parte física, visto que sua novela de renovação com o Boca já se arrestava desde antes da Copa do Mundo. Um dos candidatos a contratação do meia, o Sport, do Recife, chegou a fazer uma proposta, mas acabou desistindo do negócio.
O Argentinos Juniors, durante a tarde desta quinta, confirmou o acerto com o meia de 36 anos e anunciou sua apresentação para sábado. Antes de se destacar com a camisa do Boca, Riquelme iniciou a carreira no Argentinos Juniors, clube que defendeu apenas na juventude. A equipe, de Buenos Aires, também foi responsável por revelar jogadores como Maradona e Sorín. via ESPN

A emoção de uma pintura

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Foto Cristiano Estrela - Agência RBS

A elitização de onde menos se esperava

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Esqueça a imagem do corintiano surrado que juntava uns trocados na porta do estádio para ver o jogo na arquibancada. O padrão elevou e o "maloqueiro sofredor" tem de se contentar em ver na TV o Corinthians jogar. A final da Libertadores contra o Boca Juniors, no Pacaembu, em 2012, materializou o que a diretoria alvinegra imaginava: a de que podia encher estádio com os preços nas alturas.
Em seus três primeiros jogos no Itaquerão, a equipe paulista conseguiu rendas fantásticas para o padrão brasileiro, sempre acima de R$ 2,5 milhões por jogo. As rendas obtidas no novo estádio estão entre as mais altas da história do clube. No jogo de estreia do estádio em Itaquera, Corinthians 0x1 Figueirense teve R$ 3 milhões de renda para pouco mais de 36 mil espectadores. No jogo seguinte do Corinthians na luxuosa arena, empate contra o Botafogo, os valores atingiram R$ 2,6 milhões (37.119 torcedores). Ou seja: somados os valores oriundos da venda de ingresso dos três jogos do Corinthians dentro do novo estádio, a arrecadação é de R$ 8,1 milhões.
Para se ter uma ideia do que essas cifras representam financeiramente neste Brasileirão, o clássico Santos 2x0 Palmeiras, disputado quinta-feira (17), na Vila Belmiro, arrecadou R$ 205 mil com venda de ingressos, 10 vezes menos do que Corinthians 2x1 Inter (R$ 2,5 milhões), jogo disputado na Zona Leste no mesmo horário da partida na Baixada Santista.
A diretoria do Corinthians entende que as rendas polpudas apresentadas nos jogos no Itaquerão não sofrerão queda depois que o estádio deixar de ser novidade para os torcedores. Ao contrário. A grande procura por novas adesões ao Fiel Torcedor (programa do clube que dá prioridade na compra de ingressos) é o principal indicativo da cúpula alvinegra de que a elitização da torcida será mantida.
"Dependendo do plano, o torcedor [do Fiel Torcedor] pode comprar o ingresso de R$ 50 pagando R$ 35. O programa oferece benefícios e descontos ao torcedor assíduo. Se for preciso fazer revisão [dos preços], tenha certeza de que será feito", informou Lúcio Blanco, gerente de operações.
As seguidas arrecadações milionárias no novo estádio são sentidas no bolso do corintiano. O torcedor comum do Corinthians que quisesse assistir à vitória do time contra o Inter por 2 a 1, na quinta, encontraria como preço mais em conta o ingresso a R$ 180 (com meia-entrada). Os bilhetes mais baratos, R$ 50, foram adquiridos pelos clientes do Fiel Torcedor, não sobrando para a venda em guichês. Os outros setores disponíveis custaram R$ 250 (setor Oeste) e R$ 400 (área Vip).

Uma imagem

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Foto de Cristiano Estrela - Agência RBS

O Avaí na visão do seu técnico

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Geninho na coletiva pós-jogo de ontem a noite na Ressacada:
  • "Foi um futebol coletivo, um tentando corrigir o erro, ajudando na marcação. Dificilmente ficamos no mano a mano e é uma característica que tem que ter. Hoje a Ponte teve poucas jogadas de fundo, marcamos melhor e isso é bom. A maior virtude foi esse espírito de luta e um futebol sem vergonha de dar um chutão. Vergonha é tomar gol. Tem hora que você tem que jogar feio, você vai ser analisado pelo resultado". 
  • "Eu tinha dito que seria mais difícil que o Atlético-GO, (a Ponte) é um time mais arrumado e foi um jogo de muita falta, truncado. É o jogo típico do que você briga pelos pontos e vamos ter muitos jogos assim. O futebol está disputado, principalmente o da Série B. Foi um jogo até feio, muito brigado. E quem fizesse o gol traria dificuldades ao adversário".
  • "A emoção do Carleto foi porque ele esteve na Ponte, não teve a chance que achou que merecia e saiu magoado. Ele faz um gol e é um desabafo total. Ele veio me agradecer porque a gente dá força, ficamos com ele treinando até depois, batendo falta e eles têm um treinador que acredita neles. Eles podem errar, mas vão ter uma retaguarda e foi um desabafo espontâneo".

A pancada do menino Carleto

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A culpa é do Geninho

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Diria a regra de etiqueta virtual que o cara da foto no post pós-jogo de hoje deveria ser Thiago Carleto. Com a boa apresentação de ontem, somada ao torpedo de falta que decretou a segunda vitória consecutiva do Avaí após o recesso da Copa, não seria mais do que normal. Entretanto, quem vem chamando a minha atenção em particular é esse quase-novo Avaí do técnico Geninho.
Já foi comentado aqui e em todas as redes sociais azurras que aquele gatinho que se resumiu à miados esganiçados ao longo de toda temporada de 2014 está diferente. Não que a partida de ontem tenha sido brilhante, coisa que ninguém em sã consciência poderia exigir já de saída na retomada do campeonato. Mas que o time já dá sinais de organização tática e, pasme, vergonha na cara, isso é evidente.
Um misto de competência, experiência e o fato de seu nome ter peso junto aos boleiros da Ressacada. Quem é o maluco que vai querer peitar Geninho? Claro que é cedo, são apenas algumas semanas de treinamentos e duas partidas oficiais, mas o torcedor avaiano começa a resgatar a confiança perdida pelo tão sonhado acesso.
Com 10 rodadas mal jogadas, crise de atrasos salariais, treinadores inexperientes e sistema de jogo baseado no Boi de Mamão do Pantanal, estava complicado de acreditar em mais um milagre. Mas bastou duas vitórias para que o Avaí esteja pinicando o G4 da série B, apenas um ponto atrás do quarto colocado. Na segundona não é preciso ser genial, mas ter regularidade.
É legal ver o time novamente correndo (e não se cansando ainda no primeiro tempo), sendo combativo, apresentando jogadas ensaiadas, enfim, o básico do que se espera de uma equipe profissional que almeja algo mais que ser uma mera coadjuvante. Geninho é o cara destas duas importantes vitórias. E que venha o Cavalo Paraguaio de SC. Foto Jamira Furlani / Avaí FC